Bettie Page, uma pin-up sensual à frente do seu tempo

seg, 08/10/12
por Bárbara |

Consta lá na Wikipedia: “Pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop”

Por volta dos anos 50, a principal delas se chamava  Bettie Page, uma mulher que exalava sensualidade e rebeldia para os padrões da época. Enquanto Marilyn Monroe começava a aparecer ostentando uma linha mais marqueteira e certinha, Page era sinônimo de erotismo e ‘mulher quente’.

Bettie Page nasceu numa família interiorana, muito religiosa. Decidida a mudar de vida, partiu rumo à Nova York. Um dia, passeando pela praia, encontrou um fotógrafo amador e aceitou fazer algumas poses despretenciosas.

Sua beleza e sensualidade chamaram atenção e Bettie iniciou uma carreira de modelo fotográfica. Rapidamente, tornou-se uma das mais famosas pin-up’s do país, esbanjando alegria e erotismo.

Suas fotografias com pouca roupa chocaram a sociedade americana antes da revolução sexual dos anos 60.

Infelizmente, Page foi uma injustiçada! Sua carreira no cinema foi fulgaz e praticamente inexistente. Os diretores de Hollywood implicavam com seu sotaque sulista, que não se encaixava no padrão de filmes dos anos dourados.

E em 1955, um senador americano iniciou uma dura investigação sobre a influência da pornografia na juventude do país. E Bettie acabou sendo transformada num exemplo de imoralidade.

Bettie Page faleceu de pneumonia em dezembro de 2008, aos 85 anos. Fica a lembrança de um ícone que capturou a imaginação de uma geração de homens e mulheres com seu espírito independente e sua sensualidade sem vergonha.

Deixo aqui uma dica aos fãs e novos admiradores. Vale conferir o filme “The Notorious Bettie Page”, que conta a história da a atriz e ex-modelo.

Antigos quadrinhos eróticos viram paródia pornô cult

qua, 08/08/12
por Bárbara |

Eu que achava que filmar paródias pornôs era uma onda recente para faturar em cima dos  grandes sucessos de bilheterias, acabo de descobrir que a coisa ainda é mais antigas do que eu imaginava.

Uma prova disso é o filme “Sex in the Comics” , de Eric von Letch, produzido em 1974, ou seja há 38 anos… A safadeza e o faro comercial já imperavam nessa época. Incrível, né?!

O filme é uma das mais antigas adaptações de quadrinhos eróticos para o cinema. Vendido apenas como uma comédia pornô para atrair o público, agora é lembrado e celebrado como cult.

Considerando aquela época, trata-se de uma obra de qualidade, que retrata com fidelidade a sua origem dos quadrinhos, Principalmente nos cenários e nos atores que usam máscara para se caracterizarem como personagens de desenho e no humor repleto de piadinhas visuais.

Ah, já ia me esquecendo de contar sobre a sinopse dele. O filme conta a história de um jornalista que decide visitar um artista e ganha uma aula de história sobre a sexualidade.

Confesso que não tenho vontade de assistir não, mas sinto certa curiosidade para conferir uma obra precurssora das paródias e adaptações pornôs.

 

Confira outros posts sobre paródias pornôs!:

- Nem “Os Vingadores” escapa de virar paródia pornô

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- Desenho ganha paródia pornô: Xcooby-Doo

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A regra é clara… e vermelhinha!

qua, 23/05/12
por Bárbara |

Momento cultural e de nostalgia no humilde bloguinho! Hoje vou contar uma avermelhada histórinha do Tio Chico.

A menstruação é algo que sempre existiu e acompanhou a humanidade, certo?! No entanto, os absorventes femininos não! Podemos considerar até que trata-se de uma invenção recente, se compararmos a época de sua criação com a da existência humana.

Bom, por milhares de anos, a proteção menstrual era uma faixa de algum material macio e absorvente preso por cordões e cintas. Durante a Primeira Guerra Mundial, surgiram as toalhinhas higiênicas, faixas de tecido atoalhado que, depois de utilizadas, eram lavadas. Apesar de relativamente seguras e econômicas, foram um terror para as mulheres, pois eram grossas, largas e ficavam ásperas depois de algumas lavadas.

Na década de 1930, a Johnson & Johnson lançou “Modess”, o primeiro absorvente descartável. Passou a ser importado dos Estados Unidos em 1933 e só a partir de 1945 foi fabricado no Brasil. A empresa criou uma conselheira feminina, Anita Galvão, que respondia a milhares cartas de mulheres que, em sigilo, pediam conselhos íntimos, livretos educativos e orientação sobre questões sexuais.

Confere só a propaganda (de um a época em que ainda se escrevia “farmácia” com “ph”) direto do Túnel do Tempo!

Além do apetrecho revolucionário ter vindo pra ficar definitivamente, a marca “Modess” (assim como Gilette, Durex, Bombril, Maizena, Xerox,  Leite Moça, etc…) virou um sinônimo do produto.

 

Leia também outros posts sobre o tema:

- Aqueles dias…

- Christina Aguilera menstrua durante funeral

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- Mulheres em TPM

- As “regras” do matrimônio

Proibidão pornô carnavalesco dos anos 20

qui, 23/02/12
por Bárbara |

Se tratando de um post sobre Música e Carnaval, eu usaria como trilha sonora uma musiquinha dos Los Hermanos: “Todo Carnaval tem seu fim!”

Bom, a Folia pode até ter acabado, mas a Sacanagem através dos tempos resiste…

O colecionador de publicações antigas (e meio que um arqueólogo frustrado) Venceslau Gama descobriu numa de suas costumeiras garimpadas pelos sebos cariocas uma preciosidade (ou não): uma letra daquilo que pode ter sido o embrião dos funks proibidões dos dias atuais – uma marchinha de Carnaval de 1920, intitulada “Na minha casa não se racha a lenha”.

Interessante não só a musica, mas todo o seu contexto. O Rio de Janeiro tinha passado por uma epidemia de gripe espanhola. Cerca de 65% da população ficou doente e quase 300 mil morreram. O Carnaval daquele ano representou uma celebração sobre a doença e a tal marchinha de duplo sentido foi amplamente cantada.

Rapazes e moças, todas de boa família, de mãos dadas, formando uma roda, costumavam cantar essa marchinha carnavalesca bastante ‘safadjeinha’. Confere só!:

Imaginem só que letra safadinha para o contexto daquela época! Era um negócio barra-pesada, uma enorme vontade de dizer bobagem… Está provado: brasileiro é um povo geneticamente malicioso e simpatizante de uma baixariazinha…

E você aí achando que essas músicas depravadas são de agora!  heheeh

Frank Sinatra em filme pornô?

qua, 23/11/11
por Bárbara |

“O passado é uma cortina de vidro!”  Uau, tudo indica que sim…

Já reparam que volta e meia surgem polêmicas sobre o passado de algumas celebridades? Muitos artistas – hoje vistos como grandes estrelas -  começaram suas carreiras no submundo dos filmes pornográficos, uma atividade que sempre foi lucrativa  para a indústria cinematográfica norte-americana. Hoje, então…

Pois é gente, nem morto escapa dos babados! A bola da vez é o cantor Frank Sinatra (faleceu em 1998 , com 82 anos), que teria participado de um filme pornô quando mais jovem, beeem antes do “Blue Eyes”  se consagrar como uma das maiores vozes de todos os tempos .

De acordo com o biógrafo Darwin Porter (que assina uma nova biografia do cantor: “The Boudoir Singer”), Sinatra tinha 19 anos e topou fazer o trabalho safadinho em troca de US$ 100, porque estava precisando muito de grana na época. O filminho era puro sexo explícito e se chamava “The Masked Bandit”.

O escritor ainda afirmou que Sinatra teria feito seu amigo Sammy Davis Jr. apagar sua cópia da fita, e, em outra ocasião, ficado furioso com o fato de o ator britânico Peter Lawford ter exibido o filme a seus amigos e conhecidos.  “Bue Eyes” ainda conseguiu vetar o uso de suas cenas-obscenas num documentário que abordaria histórias de atores envolvidos com a pornografia antes do estrelato. Lawford teria contado o segredo para Sammy Davis Jr., que era colecionador de filmes pornográficos, e que quis pregar uma peça em Sinatra. Numa festa em 1972, umas imagens do filme foram passadas. Segundo Lawford, ninguém percebeu que era Frank Sinatra no filme, pois ele aparecia mascarado. Mesmo assim, o cantor não teria gostado nada nada da brincadeirinha sacana.  Olha aí o velho Frank à direita, abraçadocom o fanfarrão Sammy Davis Jr. Reparem a carinha de sacana dele…

“Quando o Frank soube dessa brincadeirinha, ele chamou os seus amigos da máfia”, revelou o biógrafo, garantindo que as sacanagenzinhas protagonizadas por  Sinatra nunca foram exibidas comercialmente. O escritor dedo-duro ainda disse  era muito comum os atores que estavam em busca do sucesso fazer bicos na indústria erótica:  “Muitas estrelas fazem uma passagem pelo pornô quando estão na luta ao estrelato. Há muitos deles que têm este pequeno período negro na carreira”, disse.

Que belo amigo esse tal biógrafo, hein?!

Traduzi do Daily Mail

Leia também:

- Do Pornô ao estrelado

- Pornô de Marilyn Monroe será leiloado

- Fiminho safadinho de Marilyn Monroe, uma relíquia erótica

- Elizabeth Taylor peladinha em foto rara

 

A interessante história dos vibradores

qua, 31/08/11
por Bárbara |

Já declarei inúmeras vezes que a-do-ro os meus brinquedinhos íntimos! Meus aliados nos momentos de tensão e tesão. Grandes companheiros que me dão prazer e não me cobram nada, a não ser trocas de pilhas e baterias… hehehe

E vocês por acaso conhecem a história dos vibradores? Como surgiu o aparelho e como o direcionaram para o sexo?  Pois preparem-se para uma aula bárbara sobre a histórinha do simpático acessório

Transcorria o ano de 1880 e cansado de tanto masturbar manualmente as suas pacientes, o doutor Joseph Mortimer Granville patenteia o primeiro vibrador eletromecânico com forma fálica.

Durante o século XIX, a massagem clítoriana era considerado o único tratamento adequado contra a “histeria”. Acreditem, centenas de mulheres iam ao médico para que tivessem a zona massageada e induzidas a um “paroxismo histérico”, hoje conhecido como orgasmo.

A histeria, suposta doença que os gregos tinham descrito como “útero ardente”, converte-se numa espécie de praga entre as mulheres da época. Qualquer comportamento estranho “ansiedade, irritabilidade, fantasias sexuais” eram considerados como claros sintomas e a paciente era imediatamente encaminhada para receber uma massagem relaxante. Gostei desses safadinhos vintages…rs

No final do século XIX, a quantidade de mulheres que vão à consulta é tão grande que os médicos começam a sofre problemas de LER (Lesões por esforço repetitivo) nas mãos e pulsos e então começam a inventar todo tipo de artefatos que lhes poupem trabalho e esforço.

Normalmente, eram bastões de plástico com um mecanismo bastante complexo, deixando o produto muito pesado e de difícil manipulação.

Mesmo assim, a variedade de vibradores daquela época era absurda. Muitos modelos funcionavam com energia elétrica, outros com baterias ou gás ou água, inclusive foram desenvolvidos alguns que funcionavam a pedal. E os aparelhos tinham velocidades que variavam de 1.000 a 7.000 pulsações por minuto.

Modelos como o “Barker Universal”, o “Gyro-Lator” (na foto abaixo) ou a “Miracle Ball” começam a ser comercializados através dos jornais de tiragem nacional.

Olha aí dois modelos de “vibratores de uso portátil”. Saca o tamanho do trambolho e imagine-os dentro de uma bolsa feminina…. heheeh

“A vibração é a vida!”, diziam alguns anúncios.

“Porque você, mulher, tem o direito a não estar doente!!!”


Era o principal mote de muitos catálogos femininos onde o vibrador era publicitado como “instrumento para a tensão e ansiedade feminina”. Seu uso era promovido como uma forma de manter às mulheres relaxadas e contentes. Produtinho revolucionário, eu diria.! A tecnologia da época a favor do prazer feminino…

“A vibração proporciona vida e vigor, força e beleza”

“O segredo da juventude foi descoberto na vibração”

Sua comercialização chegou a tal extremo que alguns modelos incluiam um adaptador que convertia o vibrador numa batedeira de bolo. Olha só os modelitos que proporcionavam orgasmos, além de deliciosos bolos de fubá… heheeh

Lembrem-se que, naqueles anos, a aplicação do vibrador sobre o clítoris era considerada uma prática exclusivamente médica! Na chamada Era Vitoriana, seu uso não era considerado ato sexual.

Os problemas, os tabus e a grande “sacanagem” que quase todos imaginamos hoje em dia ao ler este texto, começam mais tarde, a partir de 1920, pois foi a partir deste ano que os médicos abandonaram o uso do vibrador em seus consultórios, pois eles começaram a aparecer nos filmes pornôs.

E, neles, as “atrizes” curavam sua histeria frente às câmaras. Os filmes fizeram com que o vibrador ficasse estigmatizado como “coisa de mulheres da vida”. Nenhuma mulher fina ou mãe de família poderia ter uma histeria tranquila, sabendo que a prostituta da esquina fazia uso do mesmo instrumento…

Nos anos seguintes, a venda de vibradores foi então disfarçada sob formas de discutível sutileza.

Imagine a felicidade daquela esposa ao receber um aspirador de pó como presente de aniversário do seu maridão, e se deparar com um ‘robôzão’ desses ao abrir a caixa.

A partir desse momento, o vibrador começou a perder sua imagem de instrumento médico e, nos finais dos anos 60, início da “queima dos sutiãs”, quando estudos revelaram a importância do orgasmo pela estimulação direta no clitóris, o vibrador se popularizou como um aparelho sexual fundamental para a mulher. Grande reconhecimento científico! Prefiro um orgasmo que uma viagem à Lua… heheh

Daí, veio a primeira grande mudança: agregar ao bastão uma capa de silicone ou látex, dando ao produto novos formatos e cores e proporcionando um contato tátil muito mais parecido com um pênis e mais agradável à pele.

Em seguida, com a evolução tecnológica, micro motores foram desenvolvidos aliados às baterias mais leves e duradouras, reduzindo o peso dos produtos e criando vários tipos de vibração para estimular ainda mais a região pubiana. Uhuuu!

Este acima, foi recentemente lançado pela empresa Canden Enterprises, “Earth Angel”, o primeiro vibrador ecológico. Inclusive, fiz um post sobre ele aqui.

Este é o primeiro aparelho do género a funcionar sem pilhas e ativa-se graças a um mecanismo que utiliza uma manivela (incrível, praticamente voltamos aos anos 20) para carregar. A empresa assegura que com apenas quatro minutos usando a manivela, o aparelho funcionará durante 30 minutos.

E, para encerrar este post, enfim o cinema – sob uma ótica não pornográfica – presta sua homenagem aos vibradores. O filme “Hysteria” (“Histeria”, na tradução), gravado recentemente, em 2010, se passará na Era Vitoriana  e mostrará dois médicos que tratam casos de histeria, uma condição caracterizada por uma irritabilidade aguda, raiva e choro súbito, associada às mulheres. Um dos personagens faz um experimento elétrico para o tratamento da “doença”…

É, parece que a tal “doença” virou uma epidemia mundial. E ainda bem que sem cura!…  hehehehe

Fontes consultadas: MDig  / MiltonRibeiro /  FrequenciaX  /  cinema.uol

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Pornô de Marilyn Monroe será leiloado

qua, 20/07/11
por Bárbara |

Nada como o tempo para nos trazer e revelar histórias interessantes, segredos e mistérios… Vocês já ouviram falar de um filme clássico da modelo e atriz Marilyn Monroe chamado “Nunca fui santa!”??

O título parece até profético, pois a loirinha hollywoodiana nunca foi santa mesmo! Eis um exemplo prático: Uma das duas únicas cópias conhecidas do suposto curta-metragem pornô que Marilyn Monroe filmou antes de ficar famosa vai ser leiloado no dia 7 de agosto em Buenos Aires, com um valor inicial de US$ 500 mil, mas o responsável pelo evento espera que seja arrematada pelo dobro.

 

O leilão vai ser realizado na primeira Feira Internacional de Colecionismo Cinematográfico de Buenos Aires, informaram nesta terça-feira os organizadores do evento em entrevista coletiva, na qual foi exibida parte do curta que foi rodado por volta dos anos 1946-1947.

A fita que será leiloada é a única cópia conhecida em 8 milímetros do filme, explicou o responsável pelo leilão, o espanhol Mikel Barsa.

O curta, que estava nas mãos de um colecionador espanhol que morreu recentemente, foi feito em preto e branco e tem cerca de seis minutos de duração. Foram os herdeiros que ao encontrar a importante coleção, descobriram esta joia e entraram em contato com Barsa, que já tinha comercializado a única cópia deste filme, rodado em 16 milímetros. Quando descobriram a peça em 1997 levantou-se uma grande polêmica sobre sua veracidade, já que muitos puseram em xeque que a protagonista fosse verdadeiramente Norma Jean, nome verdadeiro de Marilyn Monroe. No filme Norma Jean não tinha nem 21 anos, sendo assim, era considerada menor de idade em seu país.

Para Barsa, embora ainda haja quem questione a autenticidade, foi possível comprovar que o mito de Hollywood é quem aparece no curta. Para apoiar seu argumento, mostrou na entrevista coletiva a carta que em 1996 o diretor do American Filme Institute lhe enviou, na qual afirmava que não era ela, mas sim “sua irmã gêmea”. O realizador também se referiu aos documentos da polícia federal norte-americana (FBI) que investigou o polêmico filme, que a suposta Marilyn aparece se masturbando com um vibrador e fazendo sexo com um homem. Loirinha safadinhaaaa!

Nesses documentos, o FBI comprovou que as joias usadas no curta também foram vistas em outras gravações e fotos da época. Essa primeira cópia em 16 milímetros foi projetada em 1997 em várias oportunidades e comercializada junto a várias revistas, uma delas a espanhola “Interviú”, antes de ser vendida para um colecionador particular em 2001 por US$ 1,2 milhão.

 

Barsa afirmou nesta terça-feira que foi um oficial americano que levou estes filmes a França, onde ficaram esquecidos por décadas em um antiquário de Paris, até dois colecionadores espanhóis, que eram amigos, os comprarem com outras fitas sem saber de seu real valor.

“Anos depois, ao assisti-los, se deram conta de que a personagem se parecia muito com Norma Jean, antes de se tornar Marilyn”, relatou Barsa.

O responsável pelo evento afirmou que já recebeu duas polpudas ofertas de dois colecionadores da Noruega e do Japão por este material. Porém,”conhecendo os fãs da diva”, ele acredita que no leilão, no qual os interessados vão poder participar também pela internet, o valor final supere US$ 1 milhão. O filme está em “excelente estado”, apesar de ser antigo, disse Barsa, que, no entanto, admitiu que tiveram que restaurá-lo “já que algumas janelas estavam um pouco queimadas e alguns fotogramas deteriorados”.

A Feira Internacional de Colecionismo Cinematográfico de Buenos Aires, que acontecerá nos dias 6 e 7 de agosto no Centro Cultural Borges, é o primeiro evento deste porte realizado na América do Sul. Além do curta de Marilyn, serão leiloadas “milhares de peças” cinematográficas, como posters, filmes originais, trilhas sonoras e autógrafos de celebridades.

Em 2008, um empresário de Nova York pagou US$ 1,5 milhão por uma cópia ilegal de um filme confiscado há mais de 40 anos pelo FBI, que supostamente aparece Marilyn fazendo sexo oral em um homem, que alguns especulam ser um dos irmãos Kennedy, algo difícil de comprovar já que não dá para ver o rosto. Marilyn morreu em 1962, aos 36 anos, e tudo indica que ela teve um caso amoroso com o presidente John F. Kennedy e com seu irmão e candidato à presidência Bob Kennedy.

Leia também:

> Filminho de Marilyn Monroe, relíquia erótica

> A chupeta mais cara da história

> Lindsay como Marilyn

 

Com preciosas informações daqui.

Relíquia sensual

qua, 06/04/11
por Bárbara |

Nada como o tempo para nos trazer verdades, revelações, surpresas…

Pouquíssimas semanas depois da morte da diva Elizabeth Taylor, um colecionador mostrou ao mundo uma foto inédita da atriz. Esta é a única imagem em que a diva do cinema aparece nua. Na época ela tinha 24 anos.

Segundo o site do tablóide britânico “Daily Mail, a fotografia foi tirada pelo ator e fotógrafo Roddy McDowall, um dos amigos mais próximos da atriz, e foi um presente para Michael Todd, seu terceiro marido, quando ele fez o pedido de casamento em 1956.

Apesar das inúmeras fotos tiradas ao longo se sua carreira, esta é a imagem mais íntima de Liz Taylor, que só aceitou posar nua porque McDowall lhe garantiu que esta seria uma imagem de bom gosto. Confira essa bela e única imagem!

Após a morte do marido, Liz teria dado a foto a sua assistente e maquiadora, Penny Taylor. Um colecionador, Jim Shaudis, comprou a imagem em 1980 e só agora decidiu torná-la pública. Todd faleceu num acidente de avião 13 meses após o casamento.

Realmente, ela era lindíssima!

Sensualidade vintage em HQs

seg, 28/02/11
por Bárbara |

Olá, queridos taradinhos?! Aproveitaram o fim de semana com muita diversão e sexo?

E por falar em diversão e sexo, hoje apresento-lhes alguns quadrinhos sensuais das década de 40 e 50. Esses gibis já animaram gerações de homens e fizeram os soldados americanos da segunda guerra mundial sonharem em pleno campo de batalha. Figuras femininas e sensuais produzidas em grande escala exerciam um forte atrativo, pois promoviam um tipo leve de erotismo.

Reparem as musas na galeria abaixo. Eram ousadas, corajosas, bravas… Lutavam contra tudo e contra todos. Se no mundo real elas ainda eram vistas como submissas, nestas revistas em quadrinho da década de 1940, criadas por Alex Schomburg, elas eram gostosas heroínas. Confere só!

O primeiro sutiã… a gente logo esquece

qua, 05/05/10
por Bárbara |

Mais de um século antes do silicone, mulheres já recorriam a truques para turbinar os seios. Sim, data de 1880 o primeiro sutiã criado para aumentar o busto.

A peça rara – que seria a primeira do gênero – foi encontrada no estoque do Museu da Ciência, em Londres.

Olha só que vestimenta bizarrinha; parece até um coador de café:

sutiã

O sutiã só se tornou popular em 1907, quando apareceu na revista Vogue. Até então, era artigo de luxo de madames endinheiradas e feito sob encomenda na Europa.

O turbinador de seios faz parte de uma coleção de artigos de beleza, que inclui alargadores de bochecha para mulheres que perderam os dentes, sobrancelhas postiças feitas de pele de camundongo e adesivos para enconder cicatrizes e manchas.

As curiosas peças estão em exposição na capital inglesa.