O Mercado do Prazer anda cheio de tesão!
Olá taradinhos,
Pelo meu títulozinho criativo já deu (opa!) para entender o tema deste post? O expre$$ivo mercado de produtos eróticos no Brasil é assunto para gente grande. Alías, resumindo num bom “economês”: A sacanagem segue em alta! rs
O setor safadinho coleciona números vultuosos: cresceu 18,5%, em 2011, quando movimentou R$ 1 bilhão, com a venda de 72 milhões de itens, de um rol de 12 mil produtos, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme). O aquecimento do mercado brasileiro, segundo especialistas, se deve em parte à multiplicação da venda de porta em porta: em dois anos, o número de vendedoras de itens eróticos por catálogo saltou de dois mil para 85 mil.
Vejam alguns dados expressivos fornecidos pela Abeme ainda em 2009:
“Muitas delas vendiam cosméticos e lingeries tradicionais e passaram a oferecer uma nova categoria de produtos. Esta venda atende, principalmente, as mulheres que ainda sentem vergonha de entrar num sex shop”, afirma Evaldo Shiroma, organizador da Erótika Fair, feira que será acontece desta quinta até domingo, em São Paulo.
Segundo a Abeme, o investimento em capacitação e profissionalização do setor é outro fator responsável pelo crescimento acentuado do mercado. Paula Aguiar, presidente da associação, destaca que há exemplo de outros setores, o erótico tem focado sua atenção nas classes C e D, que sempre desejaram adquirir produtos sensuais. Atualmente, mais de 50% dos itens à venda têm preços abaixo de R$ 50.
Paula Aguiar, presidente da Abeme, destaca ainda que o mercado brasileiro é bastante particular. Dos 7,5 milhões de itens eróticos vendidos mensalmente no país, cinco milhões são cosméticos sensuais (óleos, gel, cremes estimuladores). Paula ressalta ainda que, enquanto a maioria dos outros países vende produtos chineses, no Brasil 65% dos itens são de origem nacional.
“O Brasil tem peculiaridades. Não trabalhamos a pornografia, e sim o erotismo e a sensualidade, algo extremamente positivo. O pudor do brasileiro, a religiosidade fez com que o mercado fosse mais voltado para este lado. O Brasil não é vendedor de vibradores, ao contrário da Alemanha e Estados Unidos”, comemora Paula.
Com infos do O Globo
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