“Pesquisa sexual acadêmica”
Olá, pevertidinhos do meu coração!
Segunda-feira! Segunda rima com “ô dia bunda!”. heheh
Após o fim de semana delicioso e excitante que tive, confesso que já aguardo ansiosa para repetir a dose, as minhas ‘aventuras bárbaras’ no feriadinho de amanhã…
Acho muito instigante o parceiro se preocupar com o prazer feminino, procurar agradá-la sempre sexualmente e até se aperfeiçoar na cama, buscar técnicas estimulantes , novas posições, massagens, brinquedinhos que possam quebrar a rotina… Sou a favor de tudo que favoreça e promova o amor e o sexo.
Olha só o caso do babaquinha britânico Graham Gibbons, de 42 anos, que tentou esquentar o seu relacionamento mas da pior forma possível e acabou preso! Com uma câmera estrategicamente escondida ao lado da cama, o mané filmou a si próprio fazendo sexo com a namorada por 35 minutos.
Um dia, sua namorada encontrou o filminho secreto e se surpreendeu ao saber que havia sido filmada transando sem a sua autorização! Preocupada e indignada, chamou a Polícia e ele acabou preso sob suspeita de voyeurismo
O covardezinho cara-de-pau disse que filmou tudo para poder avaliar depois o próprio desempenho sexual. Concidentemente, Gibbons, trabalha em uma empresa dedicada a aumentar a eficiência dos funcionários, segundo o “The Sun”.
O vídeo erótico caseiro foi exibido como prova de acusação para o júri durante audiência na Corte de Cardiff. Gibbons negou a acusação de voyeurismo e tentou explicar que o seu vídeo foi feito apenas como um tipo de “pesquisa acadêmica”…
Fico sempre preocupada com esse tipo de travessuras (filmar transas, tirar fotos íntimas) e o risco do material acabar na internet. E não só para a molecada que adora se fotografar/filmar. Também é bastante comum surgir cenas reproduzidas de celulares perdidos, laptops furtados e fotos roubadas por hackers ou técnicos de informática. Outras costumam ser alvos do espírito vingativo de ex-namorados que passam a divulgar a intimidade da antiga parceira como forma de manchar sua reputação. E as imagens, autorizadas ou não, podem acompanhar as vítimas pelo resto de suas vidas e atrapalhar suas carreiras. Inúmeros são os casos de protagonistas que tiveram que mudar de colégio, estado ou país.
Um caso clássico de escândalo provocado por um vídeozinho caseiro foi o da milionária patricinha Paris Hilton. O ex-namorado dela pôs na internet o vídeo no qual os dois transavam. O filme foi até comercializado e ela ganhou status de celebridade à partir do escândalo. Outro exemplo (nacional) de vídeo que vazou e causou burburinho foi o da ex-BBB Maíra.
Apesar do bom humor e alto astral imperarem por aqui, também há espaço para temas sérios, inclusive preocupantes. Atenção pais, conversem com seus filhos, dê orientações, conheça-os melhor. E um recadinho especial para a galera: Nunca repassem fotos ou vídeos com conteúdo sexual. Se você é uma garota, não ceda aos pedidos dos meninos para escrever conteúdo erótico ou mostrar partes do seu corpo pela webcam ou por fotografias.
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