“A engolidora de espadas”

sex, 19/06/09
por Bárbara |

A atriz pornô Sexy Cora (seu nome verdadeiro é Carolin Berger), de 21 anos, não conseguiu quebrar o recorde mundial de sexo oral, em Hamburgo, na Alemanha.

De acordo com o inglês “The Sun”, a safadona pretendia abocanhar 200 “pirulitos” e sua proeza se transformaria num filme pornô.

Porém,  Cora resolveu parar quando sentiu um mal-estar durante a gravação. Ela acabou sendo levada para um hospital com uma crise respiratória.

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Imaginei as perguntas do médico para decifrar o diagnóstico: “A senhorita se recorda de ter ingerido algo impróprio?”

Desafiando padrões

sex, 19/06/09
por Bárbara |
categoria fetiche, fotografia

Há cinco anos, zapeando a TV, o fotógrafo carioca André Arruda parou na transmissão de um campeonato de bodybuilding. Embora nunca tenha se interessado por tal esporte, se viu fascinado com o visual das competidoras.

E ficou curioso sobre como, afinal, seres de natureza tão frágil chegavam a um grau tão alto de desenvolvimento muscular. Ao mesmo tempo, ficou interessado no olhar da sociedade sobre elas. Como sempre fotografa mulheres, foi atrás das atletas brasileiras.

O resultado é a exposição Fortia Femina – Aceitação e Preconceito, que estará no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio, a partir do dia 24 de junho.

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Nas fotos, as fisiculturistas aparecem como vieram ao mundo (embora bem mais fortes). O resultado é, no mínimo, desconcertante. A primeira impressão é de que há alguma coisa, de fato, fora da ordem. Depois, ao apurar o olhar da diversidade, é possível perceber o valor da bela fotografia e estender a mente para o que pode estar por trás dela.

“A beleza feminina é um campo magicamente vasto e absolutamente onírico, onde cabe desde a magreza delgada top model até a atleta musculosa”, diz o fotógrafo.

Segundo Arruda, o que elas buscam é a “perfeição” – o que causa estranhamento pelas referências tão diferentes das nossas, simples mortais. É entre as duas palavras que formam o sutítulo da exposição – aceitação e preconceito – que vivem essas mulheres.

Catei aqui.