Bruna Surfistinha
Data de nascimento: 27/10/84
Idade: 23
Signo: Escorpião
Profissão: Empresária
Onde nasceu: Sorocaba, SPNome verdadeiro: Raquel Pacheco
Data de nascimento: 27/10/84
Idade: 23
Signo: Escorpião
Profissão: Empresária
Onde nasceu: Sorocaba, SPNome verdadeiro: Raquel Pacheco
Bruna Surfistinha Por Carolyne Ferreira
Publicado em 13/07/2007
Ela se transformou num verdadeiro fenômeno literário ao lançar o livro “O doce veneno do escorpião”, onde revelava experiências de quando foi garota de programa. Mas tudo começou com um blog, uma espécie de diário onde as noites com os clientes eram relatadas. Pela primeira vez os internautas puderam acompanhar a vida de uma prostituta em tempo real, o que rendeu milhares de acessos e também atraiu a atenção da imprensa.
Vamos começar falando um pouquinho do seu segundo livro, “O que aprendi com Bruna Surfistinha”.
Bruna Surfistinha: Ele é a continuação de “O Doce veneno do escorpião”, com histórias novas, picantes e reais. Mas desta vez a cada capítulo eu abordo um tema diferente, como hipocrisia e traição.
Atualmente a Raquel Pacheco está brilhando mais do que a Bruna Surfistinha. Você gostou dessa mudança na sua vida?
Bruna Surfistinha: Não me arrependo de ter me prostituído e acho que a Bruna Surfistinha foi uma ótima fase, mas ser a Raquel Pacheco é bem melhor - eu já estava cansada e queria ser apenas de um homem só.
Você não sente falta da intensidade sexual que existia no seu dia-a-dia?
Bruna Surfistinha: Tenho apenas um parceiro e ele me satisfaz sexualmente. Então não há do que reclamar.
Algum cliente já caiu de amores por você?
Bruna Surfistinha: Já. Tinha um cara que era apaixonado por mim. Ele me procurava toda semana e quando descobriu que eu ia parar de trabalhar, apareceu todos os dias e ainda quis ser o último cliente. A gente ficou quatro horas fazendo sexo. Depois ele esteve na noite de autógrafos do livro, levou o meu filme pornô e disse que costumava matar a saudade dos bons momentos assistindo. (risos) Até hoje recebo e-mails dele.
Da maneira que as suas histórias são contadas parece que você viveu momentos de muito prazer. Qual era a sua especialidade?
Bruna Surfistinha: Modéstia à parte eu fazia um sexo oral muito bom. Eu gosto de sexo. Geralmente os homens que me procuravam eram carentes. Então ouvia as histórias deles, era muito carinhosa e dava toda a atenção possível.
Você participou do filme “Bruna Surfistinha e suas amigas na sex shop”, que foi exibido aqui no Sexy Hot. Existe outro filme em vista?
Bruna Surfistinha: Não. Eu recebi convites mas não aceitei. Até me arrependo um pouquinho de ter feito esse...
Mas você curte ver filmes pornôs com o seu namorado?
Bruna Surfistinha: De vez em quando. Acho importante o casal assistir junto, é um estímulo. Quando estamos sem muita criatividade assistimos para depois fazer parecido, repetir as posições. Eu não assisto sozinha e espero que ele também não. É um momento nosso.
Qual é a principal diferença entre fazer um filme e um programa?
Bruna Surfistinha: O filme tem uma repercussão absurda, além de ficar gravado para sempre. Já o programa é só entre a garota e o cliente.
Era fácil sentir prazer e gozar com pessoas que você nunca viu na vida?
Bruna Surfistinha: No começo, sim. È impossível trabalhar com sexo e não sentir prazer com ninguém, mas também é impossível sentir prazer com todos. Então às vezes rolava mais química com um ou outro e eu acabava chegando ao orgasmo. Era só unir o útil ao agradável.
Conte para a gente uma história bem picante dessa época...
Bruna Surfistinha: Uma vez fui procurada por um casal, pois a mulher queria viver sua primeira experiência com outra mulher. Ela estava curiosa, um pouco tímida e ao mesmo tempo muito excitada. Então eu a deixei bem relaxada e fiz de tudo com ela, enquanto o marido ficava de voyeur, nos olhando e se masturbando. Foi uma loucura! Eles gozaram ao mesmo tempo e eu gozei no final, com a ajuda dos dois.
Você revelou no primeiro livro que sente atração por mulheres. Já passou pela sua cabeça fazer um ménage com uma garota e o seu parceiro?
Bruna Surfistinha: Já vivemos isso no comecinho da nossa relação. Foi com uma garota de programa, uma amiga minha, mas achei um pouco estranho. Não era o momento certo. Estamos juntos há um ano e meio, então acho que temos que amadurecer mais a nossa relação antes de levar outra mulher para a cama. Isso tudo envolve sentimentos e outras coisas além do sexo.
E o que vocês fazem para não deixar o relacionamento esfriar?
Bruna Surfistinha: Vamos muito a butiques eróticas e compramos vários brinquedinhos. Usamos gel para massagem, anéis penianos e um vibrador para o clitóris que eu gosto muito. Também variamos de ambiente. Sexo não é pra ser feito apenas na cama. A gente faz na cozinha, no banheiro... e acho que o melhor sexo é aquele inesperado, quando um pega o outro de surpresa. Eu faço muito isso com ele. Sexo não pode ser planejado.
As pessoas costumam experimentar comidas afrodisíacas para aumentar o tesão. Isso já funcionou com você?
Bruna Surfistinha: Já comi ostras, amendoim e não notei diferença. Não acredito que a comida possa influenciar em alguma coisa. Gosto de comida japonesa por ser bem leve. Não consigo fazer sexo de estômago pesado, pois aí não dá vontade de fazer nada.
Os seus peitos são naturais? Pois é uma bela comissão de frente...
Bruna Surfistinha: Eles são meus, mas eu comprei. Tenho 240ml de silicone em cada. Eu não era feliz com os peitos pequenos e passei a ser outra pessoa depois da cirurgia. Conheço muitas mulheres que não têm auto estima por causa do tamanho dos seios. Se existe a opção da cirurgia, acho que devemos fazer sem medo. É claro que também há a preferência por seios menores, mas com peitos grandes dá pra fazer uma espanhola, dá pra brincar mais na cama.
Que dica você daria para as mulheres que não têm seios avantajados?
Bruna Surfistinha: Ah... dá pra fazer uma massagem tailandesa e esfregar os peitos nas costas dele. Os homens gostam. Independente do tamanho, dá pra fazer dos seios uma arma de sedução.
A internet foi a grande responsável pelo seu sucesso. O blog continua bombando ainda hoje?
Bruna Surfistinha: Sim, só que as histórias não são tão picantes como antes. Eu parei de fazer programa, por isso parei de escrever sobre sexo explícito. Agora escrevo as histórias dos meus leitores. Então se alguém quiser mandar uma experiência ou um mico que aconteceu na cama, pode enviar que eu publico. Em breve o blog vai ter novidades - vou começar a tirar as dúvidas e dar dicas sexuais.
Você já foi a outra de muitos. O que aconteceria se o seu namorado te trocasse por outra?
Bruna Surfistinha: Ainda não pensei nisso. É claro que confio no meu taco, como todas as mulheres devem confiar. Se acontecer, vou ficar muito chateada como qualquer mulher. Mas ainda não sei qual seria a minha reação.
Vamos começar falando um pouquinho do seu segundo livro, “O que aprendi com Bruna Surfistinha”.
Bruna Surfistinha: Ele é a continuação de “O Doce veneno do escorpião”, com histórias novas, picantes e reais. Mas desta vez a cada capítulo eu abordo um tema diferente, como hipocrisia e traição.
Atualmente a Raquel Pacheco está brilhando mais do que a Bruna Surfistinha. Você gostou dessa mudança na sua vida?
Bruna Surfistinha: Não me arrependo de ter me prostituído e acho que a Bruna Surfistinha foi uma ótima fase, mas ser a Raquel Pacheco é bem melhor - eu já estava cansada e queria ser apenas de um homem só.
Você não sente falta da intensidade sexual que existia no seu dia-a-dia?
Bruna Surfistinha: Tenho apenas um parceiro e ele me satisfaz sexualmente. Então não há do que reclamar.
Algum cliente já caiu de amores por você?
Bruna Surfistinha: Já. Tinha um cara que era apaixonado por mim. Ele me procurava toda semana e quando descobriu que eu ia parar de trabalhar, apareceu todos os dias e ainda quis ser o último cliente. A gente ficou quatro horas fazendo sexo. Depois ele esteve na noite de autógrafos do livro, levou o meu filme pornô e disse que costumava matar a saudade dos bons momentos assistindo. (risos) Até hoje recebo e-mails dele.
Da maneira que as suas histórias são contadas parece que você viveu momentos de muito prazer. Qual era a sua especialidade?
Bruna Surfistinha: Modéstia à parte eu fazia um sexo oral muito bom. Eu gosto de sexo. Geralmente os homens que me procuravam eram carentes. Então ouvia as histórias deles, era muito carinhosa e dava toda a atenção possível.
Você participou do filme “Bruna Surfistinha e suas amigas na sex shop”, que foi exibido aqui no Sexy Hot. Existe outro filme em vista?
Bruna Surfistinha: Não. Eu recebi convites mas não aceitei. Até me arrependo um pouquinho de ter feito esse...
Mas você curte ver filmes pornôs com o seu namorado?
Bruna Surfistinha: De vez em quando. Acho importante o casal assistir junto, é um estímulo. Quando estamos sem muita criatividade assistimos para depois fazer parecido, repetir as posições. Eu não assisto sozinha e espero que ele também não. É um momento nosso.
Qual é a principal diferença entre fazer um filme e um programa?
Bruna Surfistinha: O filme tem uma repercussão absurda, além de ficar gravado para sempre. Já o programa é só entre a garota e o cliente.
Era fácil sentir prazer e gozar com pessoas que você nunca viu na vida?
Bruna Surfistinha: No começo, sim. È impossível trabalhar com sexo e não sentir prazer com ninguém, mas também é impossível sentir prazer com todos. Então às vezes rolava mais química com um ou outro e eu acabava chegando ao orgasmo. Era só unir o útil ao agradável.
Conte para a gente uma história bem picante dessa época...
Bruna Surfistinha: Uma vez fui procurada por um casal, pois a mulher queria viver sua primeira experiência com outra mulher. Ela estava curiosa, um pouco tímida e ao mesmo tempo muito excitada. Então eu a deixei bem relaxada e fiz de tudo com ela, enquanto o marido ficava de voyeur, nos olhando e se masturbando. Foi uma loucura! Eles gozaram ao mesmo tempo e eu gozei no final, com a ajuda dos dois.
Você revelou no primeiro livro que sente atração por mulheres. Já passou pela sua cabeça fazer um ménage com uma garota e o seu parceiro?
Bruna Surfistinha: Já vivemos isso no comecinho da nossa relação. Foi com uma garota de programa, uma amiga minha, mas achei um pouco estranho. Não era o momento certo. Estamos juntos há um ano e meio, então acho que temos que amadurecer mais a nossa relação antes de levar outra mulher para a cama. Isso tudo envolve sentimentos e outras coisas além do sexo.
E o que vocês fazem para não deixar o relacionamento esfriar?
Bruna Surfistinha: Vamos muito a butiques eróticas e compramos vários brinquedinhos. Usamos gel para massagem, anéis penianos e um vibrador para o clitóris que eu gosto muito. Também variamos de ambiente. Sexo não é pra ser feito apenas na cama. A gente faz na cozinha, no banheiro... e acho que o melhor sexo é aquele inesperado, quando um pega o outro de surpresa. Eu faço muito isso com ele. Sexo não pode ser planejado.
As pessoas costumam experimentar comidas afrodisíacas para aumentar o tesão. Isso já funcionou com você?
Bruna Surfistinha: Já comi ostras, amendoim e não notei diferença. Não acredito que a comida possa influenciar em alguma coisa. Gosto de comida japonesa por ser bem leve. Não consigo fazer sexo de estômago pesado, pois aí não dá vontade de fazer nada.
Os seus peitos são naturais? Pois é uma bela comissão de frente...
Bruna Surfistinha: Eles são meus, mas eu comprei. Tenho 240ml de silicone em cada. Eu não era feliz com os peitos pequenos e passei a ser outra pessoa depois da cirurgia. Conheço muitas mulheres que não têm auto estima por causa do tamanho dos seios. Se existe a opção da cirurgia, acho que devemos fazer sem medo. É claro que também há a preferência por seios menores, mas com peitos grandes dá pra fazer uma espanhola, dá pra brincar mais na cama.
Que dica você daria para as mulheres que não têm seios avantajados?
Bruna Surfistinha: Ah... dá pra fazer uma massagem tailandesa e esfregar os peitos nas costas dele. Os homens gostam. Independente do tamanho, dá pra fazer dos seios uma arma de sedução.
A internet foi a grande responsável pelo seu sucesso. O blog continua bombando ainda hoje?
Bruna Surfistinha: Sim, só que as histórias não são tão picantes como antes. Eu parei de fazer programa, por isso parei de escrever sobre sexo explícito. Agora escrevo as histórias dos meus leitores. Então se alguém quiser mandar uma experiência ou um mico que aconteceu na cama, pode enviar que eu publico. Em breve o blog vai ter novidades - vou começar a tirar as dúvidas e dar dicas sexuais.
Você já foi a outra de muitos. O que aconteceria se o seu namorado te trocasse por outra?
Bruna Surfistinha: Ainda não pensei nisso. É claro que confio no meu taco, como todas as mulheres devem confiar. Se acontecer, vou ficar muito chateada como qualquer mulher. Mas ainda não sei qual seria a minha reação.