Autor: Antônia
8.3
No fim da festa os convidados resolveram jogar minha prima de roupa na piscina e eu , tentando ajudar, acabei caindo com ela. Depois todos foram embora e minha prima teve que me emprestar uma roupa pra dormir. Na época nós ainda éramos mais ou menos do mesmo tamanho. Nós sempre nos demos muito bem e quando ela me deu uma bermuda e camiseta surradas, brinquei dizendo que ela dormia de camisolinha de seda e pra mim ficava a roupa velha.
Entrando na brincadeira ela me deu uma camisolinha de seda e uma calcinha branca. Vesti a camisolinha, a calcinha e desfilei brincando de gingar os quadris enquanto minha prima tirava fotos. Eu acabei concordando em deixá-la me fotografar, desde que ela não mostrasse pra ninguém, principalmente pros meus pais. Eu e minha prima fizemos pose e ela tirou a foto. No dia seguinte iámos embora só a tarde. Como estava sol, resolvemos passar o dia na piscina.
Continuando a brincadeira e minha prima me deu um biquíni, comentando que talvez a parte de cima ficasse pequena, pois os seios dela eram pequenos e os meus grandes. Na verdade eu já havia experimentado algumas calcinhas e sutiãs escondida dela, e sabia que serviam perfeitamente... Levando na brincadeira, vesti o biquíni e fomos pra piscina, onde acabamos tirando outra foto. Anos mais tarde, já por volta dos 20 e poucos, ao invés da festa minha prima resolveu convidar um grupo de amigos pra passar o fim-de-semana na chácara.
Éramos seis pessoas, sendo dois casais de namorados, eu e o Marcos. Minha prima estava de namorado novo e a primeira coisa que ele me disse ao sermos apresentados foi: - Então você é quem aparece nas famosas fotos, hein? Fiquei vermelha na hora e olhei furiosa pra minha prima, enquanto um outro garoto perguntava que fotos eram essas. Minha prima respondeu: - São fotos que a gente tirou faz tempo, de uma brincadeira num aniversário meu e que eu mostrei pro Aloisio.
Para meu desespero ela disse que ia buscar pra mostrar. Protestei, mas ela disse que era coisa de criança e não tinha nada demais mostrar. Logo as fotos passavam de mão em mão e eu ouvia todo tipo de brincadeira. Expliquei a estória de ter caído na piscina e não ter roupa pra trocar, o que acabou sendo pior, pois os garotos resolveram me jogar na piscina de roupa. Tomei um banho e quando fui me trocar no quarto, descobri que haviam sumido com a minha sacola. Chamei minha prima e ela disse que o pessoal resolveu brincar comigo e que ela não sabia onde haviam escondido a bolsa.
Ela pediu desculpas por mostrar a foto, mas disse que era besteira, que eu devia entrar na brincadeira. Nenhum dos garotos me emprestaria uma roupa, e como eu havia crescido bem mais que a minha prima, não havia chances de suas roupas me servirem. As roupas em cima da cama eram da outra menina, Priscila, que era mais do meu tamanho. Resolvi vestir a calcinha, o sutiã, a saia e o top dela e fui pra varanda, onde o pessoal se reuniu pra conversar e beber.
Desfilei um pouquinho até que o pessoal acalmou. Ficamos cantando e bebendo até tarde. Finalmente fomos deitar, cada casal em um quarto e eu e Marcos em outro. Marcos dormia só de cueca, e ao vê-lo assim deitado na cama lembrei que não tinha roupa pra dormir. Ao pensar que dormiria sem roupa, com um homem de cueca na cama ao lado, resolvi ficar de calcinha e sutiã. Sentando na cama, Marcos me olhou e comentou com um sorriso sarcástico: -Você devia ser o sucesso na sua turminha, hein? Sorri sem graça.
Ele continuou: - Com esses peitinhos e essa bundinha, se você morasse no meu prédio não teria escapado. Sempre tive curiosidade em saber o que os homens achavam sobre meus peitinhos, mas nunca tivera a coragem nem a oportunidade de descobrir. Timidamente sentei na cama e perguntei: - Você acha meus seios realmente bonitos? Olhando desconfiado, Marcos disse que eu não chegava perto de uma Pamela Anderson, mas que dava pra uma chupadinha.
Sentado de frente pra ele, pressionei meus peitos com as mãos sobre o sutiã, realçando o decote. Marcos olhou para o meu decote e eu me surpreendi comigo mesma, pois estava me divertindo com a situação. Tirei o sutiã e me inclinei na direção dele, apontando os biquinhos para sua cara. Então perguntei: - Você acha mesmo? A resposta dele foi me puxar pela cintura e abocanhar um dos meus peitos, enquanto as mãos trabalhavam no outro seio.
Eu me arrepiei com sua boca mordiscando meu biquinho e comecei a gemer, enquanto minha mão buscou seu membro duro dentro da cueca. Comecei a masturbá-lo e deitamos na cama. Os lábios de Marcos passavam pelo meu pescoço e ele acabou alcançando a minha boca. Demos um maravilhoso beijos de língua. Eu fiquei sem graça e comecei a rir, olhando para ele. Não acreditava no que estava fazendo... Então segurei o pau de Marcos e o liberei da cueca. Abaixei minha cabeça e comecei a lamber a cabecinha de seu pau.
Nossa, adorei o gosto de sua pica macia na minha boca, e ao som de seus gemidos me chamando de putinha gostosa, vadia e cadelinha comecei a chupá-lo loucamente. De vez em quando voltava a lamber sua cabecinha e mordia meus lábios olhando pra cima, fazendo cara de vadia. Era assim que eu me sentia naquele momento, me deliciando com sua cara de prazer. Não demorou muito e ele gozou forte na minha boca. Eu nem acreditava que finalmente sentia aquele gosto de macho na boca.
Marcos olhou surpreso por eu estar me deliciando com a porra dele, então deitou de olhos fechados e me abraçou. Acabamos adormecendo. Ainda sentindo um enorme tesão por estar com o corpo dele colado no meu, não consegui dormir e resolvi acordá-lo com uma chupetinha. Seu cacete foi endurecendo na minha boca enquanto ele ia acordando... adorei isso! Quando finalmente Marcos ficou completamente duro, me posicionei de quatro e baixei a calcinha. Implorei para ele me comer.
Instantes depois senti que ele estava encostando no meu rabo. Como estava explodindo de tesão resolvi dar meu cuzinho, pois tava afim de uma sacanagem forte. A dor inicial foi desaparecendo em meio ao prazer, e quando senti seu saco finalmente encostar na minha bunda comecei a rebolar como uma cadela, jogando o quadril pra trás e gritando para ele me comer. Disse que queria ser sua putinha pra sempre. Não acreditava como aquilo era gostoso, um arrepio me percorrendo a cada estocada até que eu não resisti e gozei alto, gemendo muito.
Marcos estava com o pau duríssimo, então resolvi aproveitar. Pedi para ele se deitar de barriga pra cima e sentei na vara, começando a cavalgá-lo. Suas mãos apertavam meu peito e ele me chamava de gostosa, enquanto eu piscava o cuzinho e pedia pra ele encher o meu rabinho de porra, até que finalmente senti aquele leite quente me preenchendo. Continuei rebolando devagarzinho, curtindo enquanto se membro amolecia dentro de mim.
Decidimos que não iríamos contar pros outros e acabamos adormecendo. No dia seguinte de manhã fomos pra piscina. Passei a manhã provocando Marcos e sempre que ninguém estava olhando aproveitava pra passar a mão ou roçar minha bundinha em seu cacete, debaixo da água. Quando os outros foram se aprontar para o almoço, tivemos que ficar mais um pouco na água para ele não sair exibindo o volume na sunga. Aproveitando que estávamos sozinhos, baixei a parte debaixo do biquíni e me apoiei na borda da piscina.
Guiei Marcos para o meu cuzinho. Ele começou o vai-e-vem por baixo da água enquanto eu gemia o mais baixo que conseguia. O tesão de sermos pegos no flagra aumentou minha excitação enquanto eu jogava o quadril pra trás. Estava muito bom e pouco depois começamos a causar uma grande movimentação na água. Nesse momento minha prima apareceu na sacada pra nos chamar pro almoço. Eu estava encostada na borda da piscina, com ele colado atrás de mim. Minha prima não via o que acontecia embaixo da água mas com certeza percebeu o que era a movimentação estranha.
Além disso nossas caras de tesão e minha resposta meio gemida dizendo que a gente já estava indo também não enganavam ninguém. Ela disse que não tinha pressa, que a gente podia acabar o que estava fazendo. Marcos acelerou e eu gemi alto. Minha prima me olhou com um sorriso e entrou em casa. Marcos começou a gozar na minha bunda enquanto eu me acabava sob a água. Durante o resto do fim-de-semana ela ficou se divertindo fazendo brincadeirinhas irônicas sobre o que aconteceu. Entre as brincadeiras ele me comeu de todas as formas possíveis, até a última noite.