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Casada, mas uma puta na cama
Autor: Sandro T.
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6.4

Bom, esse conto é pura realidade. Tudo começou durante o meu aniversário, quando uma vizinha foi pegar um refrigerante “emprestado” no porão da casa onde a minha festa estava acontecendo. Eu já estava alta, e num impulso a beijei. Não sei porque fiz isso, mas foi incontrolável. Minha vizinha correspondeu de imediato, como se quisesse me devorar.

Depois ela me deu seu número de telefone. Liguei para ela no dia seguinte e ficamos de marcar algo, o que seria difícil porque ela era casada. Numa quarta-feira a vizinha me ligou e marcamos de nos vermos. Partimos para os finalmente logo de cara, pois teria que ser rápido, já que eu estava na hora do meu almoço. Ficamos de nos encontrar no sábado seguinte, pois minha esposa estaria trabalhando e teríamos tempo suficiente para nos curtirmos.

Chegando no motel comecei a beijá-la e ela subitamente levou as sua mãos até a minha pica, que estava a ponto de rasgar a cueca. Enquanto nos beijávamos comecei a acariciar seus seios, e em seguida, mordi seus mamilos. Ela gemia dizendo estar cheia de tesão, já que há muito tempo me desejava mas não tinha coragem de me contar, pois não sabia qual seria a minha reação. Tiramos toda a roupa e ficamos nus.

Pedi para ela se deitar e fui beijando todo o seu corpo até chegar na boquinha, que é muito cheirosinha e pequena. Chupei bastante e com muito vigor o seu grelo. Ela gemia dizendo que o seu marido nunca a chupou daquele jeito e que logo iria gozar. Aí eu comecei a chupar com mais força e ela não agüentou. Gozou feito uma vaca lambuzando a minha língua com o seu leitinho maravilhoso.

Após ela gozar e se restabelecer disse que queria me chupar, pois queria que eu gozasse na sua boca, já que seu marido nunca o fez por ela não deixar, mas que comigo era diferente e ela queria muito beber o meu leite. Isso foi me deixando com muito, muito tesão e logo enchi aquela boquinha com o meu néctar quente e grosso. Ela não conseguia parar e continuou chupando minha pica que ficasse dura de novo, o que não demorou muito.

Minha vizinha me confidenciou que gostava de ser fodida de quatro, o que prontamente atendi. Meti com vontade, dando estocadas com força. Ela gemia tão gostoso a cada bombeada que comecei a chamá-la de vadia, puta, piranha, safada, galinha. Para a minha surpresa ela gostou e gozou mais duas vezes. Vi que ela estava se soltando puxei seus cabelos, xingando a gata e dando uns tapas em sua cara. F

Foi aí que ela endoidou de vez e começou a gritar de prazer e a chamar o marido de corno. Isso tudo me excitou tanto que gozei dentro daquela boceta. Fomos tomar um banho para recuperar nossa energia e começamos tudo de novo... falei que adoraria possuí-la por trás, pois eu amo meter no cuzinho da mulher dos outros, só que ela não aceitou de imediato. Eu falava que iria com carinho e que ela não sentiria muita dor, e assim ela topou.

Melei meu caralho em sua boceta encharcada e com muito cuidado fui inundando o rabinho dela, que dava uns gritinhos e falava que estava sentindo um pouco de dor. Então minha vizinha me pediu para parar. Obedeci. Fiquei parado e pedi para ela ficar rebolando bem devagar, para que o cuzinho se acostumasse com o meu caralho. Minha vizinha mexia e empinava a bunda para trás, e fui metendo bem devagar, fazendo a gata delirar de prazer.

Quando comecei a meter com força, ela desatou num berreiro tão alto que acho que as outras pessoas que estavam no motel devem ter ouvido com certeza. Eu estocava a piroca dentro daquele cuzinho com violência e a gata me pedia para xingá-la mais ainda, dizendo que queria apanhar. Eu já não estava mais agüentando e comecei a bater na em sua cara. Acabamos gozando juntos, eu no cuzinho dela e minha vizinha gostosa gozou nos meus dois dedos, que meti com vontade em sua boceta.

Descansamos e ela me disse que foi a melhor foda da vida dela, pois estava se sentindo a mais puta das putas. Continuamos a sair e até hoje, e a cada foda ela me confidencia uma fantasia, que realizamos depois. A próxima é uma foda a três com outra mulher. Aguardem!

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