Autor: não creditado
8.6
Minha amiga morava numa bela casa a cerca de 20 quilômetros do centro, onde eu morava na época. Ao chegar encontrei vários colegas de trabalho e também algumas pessoas que eu não conhecia. Após cumprimentar a aniversariante e lhe entregar um buquê de rosas, juntei-me a um grupo que bebia e conversava animadamente.
Servi-me de um copo de whisky com gelo e passei a observar alguns casais que dançavam numa sala próxima. Depois de alguns minutos me dirigi à sala de dança, balançando meu corpo ao som da música. Passado algum tempo voltei à mesa para pegar mais bebida e notei que um rapaz me olhava.
Quando olhei direito, percebi que era um garoto com cerca de 18 anos, e me observava de forma insistente. Passei por ele e não dei maior importância ao fato, notando porém que ele me acompanhava com um olhar malicioso de indisfarçável interesse. Voltei à sala de dança com o copo de whisky, e ao passar novamente por ele, o rapaz me cumprimentou.
Parei ao seu lado e puxei conversa, perguntando se ele trabalhava na empresa. Ele se apresentou – chamava-se Ricardo – e era o novo estagiário. Como a bebida já me deixara um pouco solta, indaguei se ele estava me observando quando eu dançava ou se era apenas engano meu. Ele respondeu que sim, que eu dançava bem e que era muito bonita. Agradeci envaidecida e o convidei para dançar.
Ricardo prontamente concordou e começamos a dançar. Logo entramos em sintonia com o ritmo, e aos poucos fui observando aquele garoto bem proporcionado, ainda adolescente, quase adulto, braços fortes e rosto bonito. Minha mão em volta do corpo dele permitia que eu sentisse o dorso bem definido, os músculos fortes e rígidos.
Olhando discretamente podia notar suas pernas longas e firmes, seu abdômen reto, próprio de atleta. Enfim, me dava conta de que estava sentindo atração por aquele garoto, mesmo sendo ele bem mais jovem do que eu. De repente a música mudou e ficou mais lenta, tornando nossa aproximação física inevitável.
Nossos corpos foram se aconchegando um no outro, ele me segurando timidamente e com muito respeito. Em poucos instantes começamos a nos tocar de forma mais desinibida, perna com perna, ventre com ventre, meus seios roçando seu peito sem que eu procurasse evitar.
Sentia apenas a preocupação de que alguém pudesse estar nos observando, já que sou casada e muitas pessoas na festa sabiam disso. Sentindo meu corpo ser tomado por uma intensa e gostosa inquietação, girei na pista de forma que pudesse ver o que estava se passando lá fora.
Percebi que todos já estavam do lado oposto ao nosso, formando uma fila, pois o jantar começava a ser servido. Segura de que não estávamos sendo observados, apertei a mão do Ricardo e levei meu corpo de encontro ao dele. Pude sentir a rigidez de seu cacete, dentro das calças, de encontro ao meu ventre.
Encostando meu rosto no dele sentia a pele macia e cheirosa, e Ricardo estava consciente de que eu praticamente me entregara. Nossas bocas estavam perto, de forma que eu podia sentir seu hálito quente e ouvir a respiração ofegante. Nesse clima ele quis me beijar, mas resisti dizendo que ali não faria nada.
Assim que a música acabou, me juntei ao grupo para não levantar alguma suspeita. Resolvi ir ao banheiro para me recompor, pois estava certa de que meu semblante denunciava o tesão que eu estava sentindo. Já no banheiro notei que minha calcinha estava bem umedecida, comprovando meu elevado estado de excitação.
Quando estava jantando com meus colegas, pude perceber que Ricardo não tirava os olhos de mim. Eu procurava agir com naturalidade, como se nada tivesse acontecido, mas era difícil. Depois do jantar continuamos conversando, até que por volta das 23:00 horas alguns convidados começaram a se despedir.
Também resolvi partir, anunciando que se alguém quisesse carona eu estava sozinha. Foi quando um amigo meu, que tinha trazido o Ricardo para a festa, propôs que o rapaz voltasse comigo, pois morávamos no mesmo bairro e ele me faria companhia, assim eu não voltaria sozinha. Concordei com a sugestão, coração disparado, era tudo que eu queria.
Logo que chegamos na rua onde ele morava, Ricardo começou a dizer o quanto foi bom ter me conhecido, ter dançado comigo e agora estarmos voltando juntos. Segurando minha mão sobre o volante, ele perguntou se poderia me dar um beijo, já que eu havia recusado quando dançávamos.
Argumentei que ali no meio da rua era perigoso, alguém poderia nos ver e não ficaria bem para mim, que sou casada. Ele insistiu dizendo que não passava nenhum um carro por perto, portando não haveria perigo. Criei coragem, parei no acostamento e deixei o carro apenas com as lanternas acesas.
Imediatamente o garoto pegou meu rosto e me beijou sofregamente, cheio de desejo, com a pressa própria da idade. A língua procurava a minha enquanto ele murmurava, entre beijos entrecortados: - Eu te quero, você é muito gostosa, deixa eu te amar... Aquela situação estava me deixando com muito tesão.
Com a mão procurei seu cacete, percebendo que ele estava sem cueca (certamente ele havia se sujado de porra e aproveitou para ir ao banheiro retirar sua peça íntima). Devagar puxei o zíper, para evitar um acidente indesejado, deixando à mostra uma pica juvenil e avantajada, dura como um ferro.
Segurei a pica com carinho, fazendo movimentos lentos, explorando cada centímetro, enquanto ele levava a boca até meus seios, que saíam pela blusa entreaberta. Ele chupou um após o outro, fazendo aumentar ainda mais minha excitação. Percebendo meu estado o safado puxou levemente minha cabeça em direção ao seu cacete, sugerindo que eu o chupasse.
Deixei que meus lábios o tocassem, colocando apenas a glande dentro da boca. Em seguida levantei meu rosto, deixando-o louco de desejo, e disse que ali não. Rapidamente me recompus, e dando partida no carro retomei o caminho para casa. O que eu queria mesmo era ir para alguma lugar com ele e trepar intensamente, até não agüentar mais, pois também já não controlava meu tesão.
Enquanto eu pensava no que fazer, Ricardo falava que não estava mais agüentando, que me desejava, me queria intensamente, que iria explodir se não transasse comigo. Nesse instante passamos próximo a um viaduto que dava acesso aos motéis, localizado a menos de dois quilômetros dali.
Possuída por um desejo incontrolável, manobrei em direção ao motel mais próximo, enquanto ele suspirava aliviado dizendo: - Ai, que bom! Logo que entramos na suíte nos abraçamos e nos beijamos, nossos corpos agora bem colados, as pernas se esfregando, nossos sexos se procurando.
Com a pressa natural de um adolescente ele começou a retirar minha roupa: primeiro a blusa, depois o sutiã, deixando meus seios inteiramente liberados, levando-os à boca ávida, chupando e mamando como uma criança faminta, deixando-me tonta de prazer. Em seguida desabotoou minhas calças, tirou minha calcinha e a guardou para si. Disse que seria uma lembrança.
Ajoelhado, Ricardo começou a beijar minha boceta, enfiando a língua quente e inquieta, fazendo minhas pernas tremerem. Estava enlouquecida, então o puxei para perto e beijei sua boca. Comecei a lamber seu corpo, mordiscando os mamilos, fazendo-o vibrar de prazer. Ajoelhando-me a seus pés, liberei o pau em riste, que ele esfregava em meu rosto.
Estava possuída de intenso frenesi, então peguei o cacete e lentamente comecei a beijá-lo e lambê-lo, introduzindo-o por inteiro na minha boca, fazendo-o entrar e sair em movimentos cadenciados, levando Ricardo a se contorcer de prazer, ao mesmo tempo em que minha boceta latejava de desejo.
Lentamente o empurrei para a cama, com a pica ainda na boca, e ofereci minha boceta sedenta. De imediato ele começou a beijá-la intensamente, metendo a língua lá dentro e prendendo meu grelo entre os lábios. Não conseguia acreditar que podia ser tão bom.
Algum tempo depois eu continuava chupando seu cacete e Ricardo me explorava com a boca, quando senti que ele emitia os primeiros sinais de que estava próximo a gozar. Comecei então a pressionar minha boceta de encontro à sua boca, para que pudéssemos gozar juntos.
Ao mesmo tempo ele intensificava as lambidas e chupadas, enfiando a língua na minha bocetinha ardente, enquanto eu também engolia seu cacete, enfiando-o por inteiro na boca, tirando e engolindo novamente repetidas vezes. Nesse clima fui sendo possuída, até meu corpo explodir num gozo arrebatador.
Gozando alucinadamente, continuei a engolir seu cacete, levando-o ate o fundo da minha garganta e retirando lentamente, até a glande inchada tocar meus lábios. Em seguida levei Ricardo a alcançar, aos berros, um orgasmo sem fim, inundando minha boca com volumosos jatos de porra viscosa.
Depois de termos gozados abundantemente continuamos por algum tempo deitados na mesma posição, eu beijando levemente seu cacete e ele beijando suavemente minha xoxota sensível e umedecida. Já estava embaixo da ducha quente, protegendo o cabelo para não molhar, quando Ricardo foi chegando de mansinho e entrou no box.
Gentilmente ele começou a ensaboar o meu corpo com carinho, deslizando a mão e acariciando meus seios, friccionando levemente os mamilos. Ricardo então se ajoelhou e começou a deslizar o sabonete pela minha barriga, produzindo grande quantidade de espuma e um enorme prazer por todo o meu corpo.
Lentamente ele se levantou e começou a ensaboar as minhas costas, descendo pelo dorso até atingir meu bumbum. Em seguida ele se levantou e pude então sentir que seu pau já se recuperara, duro e gostoso como antes, deixando-o deliberadamente encostar em minha bunda.
Abraçando-me por trás num murmúrio cheio de desejo, Ricardo me perguntou: - Posso? Imediatamente compreendi que ele estava pedindo permissão para enfiar o pau na minha bundinha, e de forma decidida respondi que não, saindo apressada do banho envolta numa toalha.
Vendo seu mastro naquele estado, falei para ele se deitar, que teria uma recompensa. Atendendo à minha sugestão ele se deitou. O pau estava completamente duro, empinado para cima, ansioso por uma boca e uma bocetinha. Peguei sua pica com as duas mãos, contemplando-a e admirando o volume bem proporcionado, descendo até a base.
Devagarinho fui descendo a boca e comecei a engoli-lo prazerosamente, enfiando e retirando lentamente da boca em suaves movimentos, envolvendo a glande com minha língua macia. Nessa posição eu podia observar seu rosto crispado de prazer, a boca entreaberta, a respiração ofegante, o semblante embevecido, procurando me ver pagando boquete, com o pau na boca, o que certamente o deixava mais louco de desejo.
Ao pressentir que estávamos chegando ao clímax, sentei-me sobre seu cacete e fiz minha boceta o engolir por inteiro. Nessa posição dominadora eu tinha toda a liberdade de controlar a penetração de acordo com a minha vontade, e podia notar a intensidade do prazer que eu proporcionava àquele garoto.
Em movimentos lentos fazia com que seu cacete entrasse e saísse de minha boceta até quase sair por completo, para introduzi-lo de novo por inteiro até nossos pêlos se misturarem. Não demorou muito e percebi que Ricardo começava a respirar apressadamente, anunciando que estava quase gozando.
Aumentei os movimentos dos meus quadris, enfiando e tirando o pau sucessivas vezes até que explodimos juntos num berro de prazer, gozando abundantemente. Por alguns instantes permaneci sentada sobre aquele cacete juvenil, até que lentamente fui deslizando, fazendo com meu corpo deitasse sobre o seu e nossas bocas se encontrassem num beijo demorado de agradecimento mútuo.