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Com duas irmãs (1ª Parte)
Autor: Antônia
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7.7

Eram duas irmãs: Susana, 24 anos, com um valente par de mamas que, num corpo fino, chamavam a atenção, e Maria, 32 anos, experiente, num estilo moderno e com um bom traseiro. Conheci as duas há alguns anos e vinha observando com o passar dos anos a afirmação de cada uma.

Sempre com a idéia de comê-las separadamente, nunca de comer as duas numa louca orgia onde tudo valia. Foi numa conversa banal que a idéia nasceu. Nesse dia estavam vestidas de um modo que me excitou muito e que realçava o que achava que tinham de melhor.

Foi como uma aposta que, entre olhares e toques de sedução, combinamos o encontro. No dia apareceram ainda melhores e mais sensuais que nunca! Um pouco nervosas, mas querendo experimentar algo que para os três nunca tinha acontecido. Confessaram depois que nem em sonhos isso tinha acontecido.

Estávamos de mãos dadas e sentia nelas um tremer e um suor excitantes. Levei-as para um banho onde nos preparamos para aquela tarde de prazer. Despimo-nos em silêncio e entramos os três no chuveiro. Os nosso corpos nus tocaram-se pela primeira vez e desde aí não mais se separaram.

Liguei a água, controlei a temperatura e parti para a aventura. Abracei-as, beijei-as, suguei-lhes os peitos, ora a uma, ora a outra. Fui percorrendo o seu corpo com as mãos enquanto sentia nas duas uma excitação crescente. Elas quase ao mesmo tempo começaram a soltar leves gemidos de prazer. O meu pau parecia que queria arrebentar.

Ao mesmo tempo as minhas mãos encontraram algo de que parecia veludo. Quando lhes toquei pela primeira vez, aquelas xanas pareciam que saltavam, e a partir daí tudo mudou. Num piscar de olhos, passaram a participar as duas por inteiro daquele jogo (parecia combinado) e então nossas bocas e mãos não mais pararam.

Estávamos prontos para tudo. Encaminhamo-nos para a sala do prazer e disse a Maria: “Vamos chupar as mamas da tua irmã”. Dito isto, passamos cada um a mamar naquele fenomenal par de tetas. Aquilo era demais!

Enquanto isso as minhas mãos alcançavam a xota de Maria, o que ainda mais a excitava, deixando-a louca de tesão. Cada vez os gemidos eram maiores, o que provocava os três corpos em ebulição. O calor aumentava ao ritmo das posições experimentadas.

Deitamos Susana sobre a carpete, posicionei Maria em cima dela tipo 69 e os dois comemos a xota da irmã, enquanto Susana lambia a xota de Maria e gritava: “Como é boa a tua xaninha, mana! Tá gostando?”

Maria gritava enquanto caprichávamos naquela racha já toda molhada de tanto tesão. Afastei-me um pouco e pude ver uma cena louca: as duas irmãs se chupando loucamente! Maria disse: “Também quero ser comida e comer uma xota! Nunca experimentei”.

Ao se girar pra começar a chupar a irmã, empinou aquele traseiro bem para o meu lado. Não resisti e enterrei o meu pau naquele rabinho de uma só vez, provocando nela uma explosão. Claro que ela gozou na hora!

Trocamos uma vez mais de posição, ficando Maria deitada e sua irmã e eu tratando do seu corpo da melhor maneira possível. Nenhum local ficava sem atenção. Os bicos dos seus seios cresciam cada vez mais, prontos pra serem mordidos com tesão e ternura.

Meti na Susana pela primeira vez. Tinha uma buça mais apertada que a irmã, o que me provocou uma sensação diferente. Fiz a danada atingir um orgasmo longo e gemido. Mas queria mais! Pedi para que as duas me chupassem, e sem perder tempo abocanharam o meu pau, minhas bolas e deram-me um banho de língua , pondo-me louco e morto por explodir o meu tesão sobre e elas.

Mas antes pedi a Maria pra botar meu pau nos peitos da irmá, pois queria experimentar a sensação de me sentir no meio deles. Enquanto Maria apertava as mamas da irmã, eu fazia um sobe e desce por entre elas sentindo uma sensação inexplicável. Já não podia mais, tinha que gozar!

O meu pau já doía de tanto tesão . Disse a elas que queria gozar, e elas me pediram que tocasse umazinha para que pudessem assistir e mamar todo aquele líquido. E assim foi. Depois de mais um boquete de cada uma, gritei que já não podia mais. E só com o pensamento gozei de novo!

Eram jatos de esperma direto em suas bocas, tetas, barrigas. Abraçamo-nos e fomos para um banho reconfortante. Aquela tarde foi foda . Depois daquele banho, nos limpamos, prontos para mais outros jogos de prazer que iriam durar toda a tarde.

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