Autor: Antônia
7.6
Em minha clínica trabalham 9 secretárias, sendo que três diretamente ligadas a mim. Como já disse, nunca havia tido nada físico, sem considerar uma paixão quase platônica que uma delas, a mais antiga, tinha por mim. E muito ciúme da recém contratada de 20 anos de idade.
Loira, bonita, comprometida, muito gostosa, com seios fartos e rígidos. Nunca pensei em cantá-la ou insinuar algo pois os brios profissionais falaram mais alto. Ela já havia dado algumas dicas que eu não considerei. Mas aquela noite, seu noivo não foi buscá-la, e ofereci-me para levá-la, como já havia feito outras vezes.
No caminho, senti uma vontade incontrolável, fora do meu normal. Foi quando eu falei para ela o quanto eu estava afim de transar. Foi quando, para o meu espanto, ela sugeriu um motel. Mas eu não poderia, pois moro numa cidade pequena e sou conhecido. Meu carro é importado e único desse modelo na cidade.
Então, subitamente, ela falou para eu virar em uma encruzilhada e andar mais uns 300 m, perto de uma estrada rural, de terra. Me fez descer do carro, abriu a minha calça e abocanhou o meu pênis de maneira desesperada, gozando só pelo ato. Ainda era claro. Numa espécie de vertigem ainda olhei para os lados.
Passou-me pela minha cabeça de alguém de um dos sítios vizinhos aparecer ou amigos meus que jogam em um clube da cidade, todos empresários e pacientes meus, assim como suas mulheres que estavam na festa do clube aquele dia. Mas só passou rapidamente pelo pensamento, porque imediatamente abri a porta do carro e abaixei a minha calça.
Percebi que ela já abaixara a sua, assim como a calcinha, preta, rendada, linda! Introduzi o mais rápido possível o meu pênis em sua vagina que estava pingando de prazer. Gozou uma, duas vezes e num movimento brusco tirou-me de dentro de si. Introduziu a cabeça do pênis em seu ânus, róseo e delicado que fiquei com medo de machucar. Foi aí que ela falou “põe, põe tudo - Vai doer, ponderei, quem sabe se lubrificasse. Mas ela insistiu, “põe até sangrar”.
Foi o que eu fiz. E como fiz! Uma, duas gozadas fenomenais. Com as pernas trêmulas de medo e tesão, subitamente ela virou-se e chupou o meu pênis duas, três vezes até sair todo o meu sêmen. Estava semi desfalecido.
Foi aí que ela introduziu ali mesmo, no meio do mato, sua gostosa e insinuante língua em meu ânus. Gemi e urrei, pelo inesperado da situação. Gozei de novo. Minhas pernas já não respondiam mais e eu já me encontrava desorientado no espaço e tempo. Foi aí que ela pediu para bater em seu rosto - Bate! Mais forte!!
Bati levemente, com receio de machucá-la. “Mais forte” - ela falou. Virou-se e bruscamente deu um tapa em minha face. Fiquei atônito. Mas gostei, foi impressionante e indescritível. Ela então ejaculou violentamente e copiosamente pela calcinha, que se molhou completamente, assim como sua calça branca - o uniforme da clínica.
A impressão que eu tinha é que havia passado horas. Tudo girava na minha cabeça. O vento, o barulho das folhas e carros. Hoje, 3 anos após isso, já em outra cidade, ainda clinico. Gosto de lembrar da história. E de continuar fazendo essas loucuras com a minha mulher.