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Eu e Nubinha
Autor: Rafael
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7.8

Meu nome é Rafael, tenho 19 anos, mas quando tinha 17 tive uma experiência muito louca. Eu tinha um amigo chamado Valmir, que tinha na época uns 23 anos, e uma irmã que sempre me deixava louco, mas nunca poderia fazer nada com ela pois Valmir era o meu melhor amigo.

Num certo dia o outro irmão de Valmir veio me convidar para sua festa de casamento. Isso foi na quinta-feira e o casamento aconteceu no sábado à noite. Após uma cerimônia muito bonita começou a festança.

Todos estavam muito felizes, mas tinha alguém que estava mais do que feliz: era Nubinha. Uma linda morena com um corpo lindo e provocante. Parecia que ela já foi pensando em provocar a todos pois estava vestida com um vestidinho preto, na altura das coxas grossas que ela exibia a todos.

Quando chegou era mais ou menos umas duas horas da manhã. Já estávamos todos bêbados e Nubinha mais ainda. Nunca tinha visto ela daquela maneira, pois ela quase não saía de casa. Valmir, seu irmão, já tinha percebido algum clima entre mim e a irmã, mas o que ele não imaginava é que ela tinha pedido para outro amigo vir falar para mim que ela estava louca para ficar comigo.

Na hora eu não quis, alegando a minha amizade com o Valmir. Mas depois pensei melhor e fui ao encontro dela em um lago bem próximo à festa. Todos estavam muito bêbados na festa e nem notaram a nossa ausência .

Quando cheguei no local combinado, Nubinha ainda não tinha chegado. Então pensei que ela tinha desistido, mas foi só pensar que ela apareceu com aquele sorriso lindo e uma boca incrível. Comecei a beijá-la por um tempo, ela tinha um beijo delicioso. Quando percebi que ela tinha gostado, comecei a aproveitar e descer a mão por sua coxa firme e meio trêmula, pois já estava com muito tesão como eu.

Botei minha mão no meio de seus joelhos e abri um pouco suas pernas. Coloquei minha mão em sua xota, que já estava encharcada de tesão. Quando toquei nela, Nubinha já deu um gemidinho delicioso no meu ouvido que também me fez gemer de tesão. Coloquei sua calcinha de lado e enfiei dois dedos em sua xota quente, fervendo, uma loucura.

Foi quando Nubinha me surpreendeu tirando sua mão de minha nuca e colocando dentro de minha calça, procurando loucamente meu pau, que já estava latejando de duro. Ela então me surpreendeu novamente colocando meu pau para fora da calça e se abaixando em minha frente. Ela me olhou nos olhos com uma cara de safada, como se estivesse pedindo para chupar meu pau.

Só olhei para ela e balancei a cabeça e ela então caiu louca chupando meu pau de um jeito que nunca nenhuma mulher tinha chupado. Depois de ela ter melado meu pau com sua boca, peguei ela pelos braços e a levantei, colocando-a sentada em uma mesinha que tinha ali. Sentei em sua frente puxando sua sainha para cima e olhando aquela xota mais linda, olhando pra os olhos dela como ela tinha feito comigo.

Tirei sua calcinha toda molhada e comecei a chupar sua xota deliciosa. Nubinha gemia de tesão, o que me deixava mais louco ainda, até que me levantei, já com o pau para fora e coloquei meu pau em sua xota, que sugava meu pau. Uma delícia! Nubinha gemia alto de tanto tesão e gozava como uma louca e gemia muito.

Nubinha, querendo sentir mais tesão ainda, afastou meu corpo do dela tirando meu pau de dentro sua bocetinha, me dizendo para parar. Ela se virou colocando uma perna em cima da cadeira e se debruçou na mesa deixando aquela xota gorda para mim. Quando fui colocar na bocetinha dela, ela pegou no meu pau e o colocou na porta de seu cuzinho ainda virgem.

Eu coloquei meu pau na porta de seu cuzinho e segurei com uma mão sua cintura. Comecei a colocar bem devagar e ela gemia, dava gritinhos de tesão e dor. Nubinha não conseguia se agüentar, pois meu pau é grande e grosso, e depois de seu cuzinho estar já bem larguinho, comecei a botar mais forte.

Nubinha dava gritinhos cada vez mais fortes, até que falei para ela que iria gozar. Ela olhou para mim e pegou meu pau se ajoelhando na minha frente, beijando meu pau com gosto. Gozei em sua boca e escorria porra pelos cantos. Depois que nos vestimos, voltamos para a festa onde sua mãe e seu irmão estavam perguntando por ela.

Depois disso parei de andar com o irmão dela, mas nunca mais esqueci aquela noite de casamento...

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