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Leilão de Mulher – Parte IV
Autor: Rafaela
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

6.8

Depois de ter tomado um reconfortante banho, vi que estava um pouco cansada de toda aquela movimentação e resolvi não descer por uns momentos. Deitei-me um pouco na cama do casal e acabei pegando no sono. Não tenho idéia de quanto tempo cochilei, pois quando me acordaram, vi que um dos garçons me olhava. Logo que abri os olhos ele falou: - Olha, putinha, o patrão mandou você descer logo, mas ele quer que você vá bem bonita. Como eu tenho bom gosto, ele mandou que eu escolhesse o seu vestido. Fiquei meio besta pela forma com que ele falou, mas não soube como reagir naquela hora. Ele continuou: - Você sabe que está aqui para dar prazer a quem lhe pedir, não é?

Perguntei se ele estava incluído naquilo, senão eu contaria essa atitude para um dos convidados. Ele desconversou e falou que eu tomasse um banho. Apesar deu ter dito que já havia tomado, o garçom disse que essas ordens tinham que ser cumpridas e que ele iria me esfregar. Não tive mais nenhum argumento e fomos para o grande banheiro da suíte. Lá ele ligou a ducha, me mandou tirar o roupão e entrar debaixo d’água. Depois, tirando a camisa - disse que não podia molhá-la - começou a me ensaboar. Ele só passava a mão cheia de espuma pelos meus seios, minha xoxota e pelo meu cuzinho, sempre dizendo que tinha que me deixar bem limpa.

O homem enfiou um, dois dedos no meu cu, na minha buceta, enquanto esfregava os seios com a outra mão. Ele se divertiu assim por uns cinco minutos, até eu alertá-lo de que o patrão poderia subindo para saber a razão da demora. Rapidinho ele parou e me deu uma toalha, dizendo: - De qualquer forma, no final da noite vou pedir ao patrão que me deixe dar uma trepada com você. Até hoje ele não negou para nenhum de nós, empregados, o uso das putas depois de todos já terem usado. Quando ele falou isso fiquei um pouco chateada com a situação, mas logo esqueci e fui me arrumar para descer linda. Entrei no close da dona da casa e fui escolhendo, aleatoriamente, qualquer vestido que me agradasse.

De repente vi um que me agradou; era azul claro, de seda muito leve, com um decote pequeno na frente e outro enorme nas costas, que ia até o começo da bunda. Ele era todo plissado, então se eu girasse o corpo, a saia ia subir bastante, mostrando minhas pernas e talvez até a calcinha. De repente tive uma idéia. Coloquei o vestido ao contrário, com o imenso decote para a frente, mas ele não cobria os dois seios. Quando eu puxava de um lado, o outro seio ficava descoberto. Eu ia procurar alguma coisa no porta jóias para prender os dois lados, mas achei ainda mais sexy descer com um dos seios à mostra, e assim fiz. Depois de ter me maquiado bem e colocado os sapatos, desci.

Quando desci a escadaria com um dos seios à mostra, o alvoroço foi enorme. Todos rapidamente me cercaram e eu só ouvia palavras elogiosas. Pouco depois o dono da casa colocou as mãos em volta da minha cintura e me conduziu até a sala maior, onde estava a maioria dos convidados. Lá chegando ele começou a apertar o bico do meu seio, me excitando novamente. Ficou passeando pela sala, sempre me segurando pela cintura e acariciando meu seio, parando para dar duas ou três palavras com algum convidado, até que encontramos meu marido em um grupo de homens. Eles riam muito de alguma coisa dita em uma saleta anexa.

Ele parou junto ao grupo e perguntou qual era a piada, mas eles disseram que não era piada, estavam rindo do inusitado da situação. O dono da casa, sem tirar a mão do meu seio, falou para meu marido: - Eu não te vi desde que você chegou, então vim agora fazer com que se divirta um pouco com a nossa mais recente aquisição, esta bela fêmea, nossa mais nova escrava, cujo único objetivo aqui é dar prazer a todos que a desejarem. Ele fingia que meu marido não era nada meu e mandou que eu me ajoelhasse, abrisse a braguilha da calça dele e o chupasse até ele gozar. Enquanto isso falava para os outros: - Depois ela chupa vocês também, é uma escrava perita nessa arte.

Muito devagar abri o zíper da calça de meu marido e tirei seu pau para fora, que já estava meio duro - efeito das palavras do anfitrião. Comecei uma lenta e extremamente caprichada chupada. Demorava mais em lugares que sei que ele sente tesão, como a parte de baixo do membro. Passava a ponta da língua bem devagarzinho, colocava-o todinho na boca, forçando-o contra a garganta, até que senti aquela velha entumecida que antecede o gozo e me preparei para sorver toda a porra, tão gostosa para mim. Ela veio grossa e em jatos generosos, bem do jeito que me acostumei. Enquanto eu engolia devagar, para saborear bem, olhava bem nos olhos deles.

Vi toda a alegria que ele estava sentindo naquele momento e me senti extremamente feliz com tudo aquilo que estava acontecendo. Depois que ele terminou de gozar, ainda fiquei um tempo com o pau na boca, degustando os últimos vestígios de sêmen. Depois me virei para o primeiro homem que estava à direita e também abri devagar a calça, tirando sua pica para fora, que neste momento estava bem dura. Coloquei a vara na boca, pois sabia que ele não iria demorar. Dito e feito. Nem 30 segundos se passaram e eu senti um forte jato de porra inundar minha boca. Veio muito leite e quase me engasguei, mas consegui engolir tudo e fiquei à espera de mais.

Passei para o terceiro, sem nem me preocupar com o rosto de cada um deles. Eu estava ligada somente na quantidade e no gosto da porra que poderiam me servir. Esse sujeito tinha um membro bem mais avantajado que os outros, uma pica que me enchia completamente a boca. Não era muito comprido, mas extremamente grosso, e na hora pensei em pedir que fizéssemos outra coisa ao invés do boquete, mas já estava consciente da minha condição de escrava que não pode pedir nada. Foi aí que eu vi porque gosto tanto de meu marido. Ele viu minha admiração pelo pau do moço e falou: - Escuta, companheiro, eu sei que a escrava tem um chupada maravilhosa, como todos vimos agora mesmo, mas olhe só que bundinha deliciosa tem a menina...

Quase morri de tesão e alegria por ele, por me conhecer tão profundamente, melhor até mesmo do que eu. O moço quis que fôssemos até o salão principal para me comer na frente de todos. Fui escoltada por dois homens de quem não me lembro sequer o rosto, cada um segurando minha mão. Quando chegamos na sala, o pessoal fez a rodinha, o moço tirou a calça, a camisa e eu vi que ele já estava com o pau bem rijo. Depois me mandou tirar o vestido e a calcinha, o que rapidamente fiz, ficando gloriosamente nua na frente de todos os convidados. Só aí me dei conta de que se não lubrificasse um pouco aquele vergalhão, não iria dar conta de tê-lo dentro de mim.

Fiquei em pé com cara de quem não sabe o que faz, e mais uma vez o meu amor me salvou. Depois de bem lubrificada, o moço se ajoelhou e começou a enfiar tudo aquilo em mim. Como eu já disse, o pau dele não era grande no comprimento mas era enorme na largura, e foi difícil para a cabeça do pau começar a alargar o meu cuzinho. Ele deu uma estocada forte, arrancando um gemido alto da minha boca, um grito involuntário, e então ele enterrou tudo com muita violência, aí sim tirando enormes gritos de dor, que logo foram substituídos por satisfação, pois percebi que ele estava todinho dentro de mim. Rapidamente o homem gozou, enchendo meu cu de porra quente e gostosa.

Assim que o sujeito tirou o pau do meu cu, mandou que eu o lambesse para tirar os restos de porra. Obecedi com maestria, sugando o restinho que ainda tinha sobrado. Depois disso todos se desinteressaram por mim e meu marido foi ficar comigo, conversando baixinho. Ele perguntou o que eu tinha achado da noitada, e eu honestamente respondi que tinha perdido a contas da quantidade de vezes que havia gozado. Ele me perguntou se eu queria ir embora, e eu falei para conversar com o dono da casa, para saber qual era o procedimento. Como ele estava passando naquele momento, meu marido o chamou e perguntou. O dono da casa respondeu: - Só falta uma coisa para a escrava cumprir. Como eu sou um bom patrão, no final de cada festa deixo os empregados tirarem uma lasquinha das escravas que trazemos.

O dono continuou falando: - Vou levá-la até a cozinha para que eles brinquem um pouco com ela e depois vocês estão dispensados. Ele disse aquilo numa simplicidade incrível, como se fosse a coisa mais natural do mundo emprestar uma pessoa para outras fazerem o que quisessem com ela. Eu tinha colocado o vestido desta vez da forma certa, mas ele pouco me escondia. Além disso eu estava sem calcinha. Quando chegamos na cozinha, estavam quase todos lá: os garçons, os comins e o cozinheiro. Eram oito ao todo, e por isso fiquei um pouco receosa. Achava que não me excitaria de novo com todos eles, depois de todas as vezes que já havia gozado.

Ao chegar na cozinha, o dono da casa completou: - Um de você tem que ficar de prontidão para servir bebidas a quem pedir, e o resto pode brincar um pouco com a nova escrava. Ela é gostosa em todos os buracos e tem uma boca maravilhosa, mas vocês que sabem o que vão fazer com dela. Quando me virei para vê-lo ir embora, fiquei surpresa ao ver que meu marido tinha nos seguido e estava parado na soleira da porta, olhando. O chefe dos garçons disse para ele: - Chefia, o negócio do senhor é lá dentro. O patrão agora nos emprestou a vadia e a hora é nossa. Meu marido respondeu que queria somente apreciar. Todos deram de ombros e ele se sentou numa banqueta alta que estava perto da porta.

O chefe deu as ordens e disse para tirarem tudo o que estava na mesa de inox no centro da cozinha. Mandou que um deles tirasse o meu vestido. Quando o moço viu que eu estava nua por baixo, disse para o chefe: - Ela já veio preparada para levar vara. O garçom-chefe mandou então que eu deitasse na mesa fria de inox e mandou um comin pegar a travessa de mousse de pêssego. Com uma espátula grande ele começou a espalhar a mousse pelo meu corpo. Com esse gesto todo o tesão da noite voltou instantaneamente, só pelo ante-gozo de imaginar o que viria a seguir. O chefe caprichou demoradamente em meus seios, divertido-se com a brincadeira enquanto os outros olhavam.

Todos estavam visivelmente excitados. Dava para ver pelo volume das calças. Depois ele foi até a minha buceta e cobriu todos os meus pelos pubianos com chantily, e com o cabo da espátula enfiou um pouco dentro de mim, dizendo que ia tirar tudo com a língua. A essa altura eu estava muito mais acesa do que estivera a noite toda. Ele mandou que todos ficassem a minha volta e comandou: - Olha aí, cambada, primeiro nós vamos lamber a vadiazinha toda, só que a bucetinha dela é minha e ninguém mexe. Depois, como já está muito tarde, a gente come ela de dois em dois, tá bem? Tirem na sorte quem fica com o cu e quem fica com a buceta, ok? Nem tinha terminado de falar e sete bocas começaram a me lamber com uma sofreguidão de famintos.

Aquelas línguas ásperas tirando a mousse de cima de mim, combinadas com a língua do chefe, que havia invadido a minha buceta e ia fundo para buscar o chantily, me levaram à loucura. Comecei a gemer alto e depois a gritar mesmo. Rapidamente um deles tapou a minha boca com a mão, dizendo: - Se a vaquinha gritar os bacanas vêm aqui e estragam o nosso pesqueiro. Quando o chefe dos garçons viu que eles tinham acabado de me lamber, mandou o pessoal se afastar e falou para mim: - Agora, putinha, você fica de quatro em cima da mesa, que um de nós vai por baixo de você e o outro vem por trás. Fiquei perto da borda para o cara que estiver atrás poder meter em pé mesmo.

- Eu gosto muito mais de comer um cu, mas estou muito cansado para comer de pé, resmungou o chefe. Dito isso ele se deitou na mesa e mandou que eu o cavalgasse. Como uma escrava sexual, comecei a me movimentar para ima e para baixo sobre o pau dele, e aí senti duas mãos segurando a minha cintura e me puxando para trás. Ao mesmo tempo senti a cabeça de um pau enconstar no meu buraco de trás. Como eu estava todinha lambuzada por dentro e por fora, foi fácil para quem estava atrás de mim enfiar o pau no meu cu. Eles ficaram me fodendo com força, com raiva, e como os movimentos dos dois estavam desencontrados, as duas picas entravam fundo nos meus buracos, me fazendo ter uma sensação terrivelmente gostosa e um tesão enorme.

Antes que qualquer um deles tivesse gozado, eu já tinha tido dois orgasmos violentos. O chefe, mais experiente, percebeu e me falou sorrindo: - Gostou, né, putinha... Os bacanas lá de dentro não sabem fazer como nós, não é mesmo? Só não confessei que era para não dar chance deles se vangloriarem demais. Não sei quem me comeu por trás, mas como essa pessoa terminou antes que o chefe dos garçons, nem bem tinha tirado o pau de dentro do meu cu e outro homem o substituíra. Esse que meteu no meu rabo deu a impressão de ser de um dos comins, que são ajudantes de garçom, só que geralmente são quase meninos. Achei que era um comim pois tinha um membro bem pequeno e gozou tão rápido, que eu nem percebi.

Enquanto o chefe dava as últimas estocadas e começava a gozar na minha buceta, o menino lá atrás gozou também, tirando logo a pica do meu cu. Enquanto o chefe deixava o pau amolecer dentro de mim, outro se posicionou por trás e enfiou com brutalidade a jeba no meu rabo. Era o terceiro a comer meu cu, enquanto só um havia comido minha buceta. Eu não sei quanto às outras mulheres, mas um dos tesões que sinto é deixar um pau amolecer dentro da buceta, no cu ou na própria boca, mas o tesão maior é quando ele amolece devagar dentro da minha buceta, pois aí vou dando aqueles apertões vaginais para ver se atraso o amolecimento. É um tesão enorme.

Enquanto o terceiro bombava meu rabo, o chefe falou alto: - Vão comendo o cuzinho da putinha que eu vou demorar um pouco mais aqui. Só que meu cuzinho já estava reclamando do uso intensivo da noite toda, e particularmente da pica monstruosa que tinha agüentado na sala. Como eles não estavam lá para em dar prazer, gozavam rapidamente sem se preocupar se eu tinha gozado junto ou não. Logo que o chefe terminou de falar, o sujeito que me comia inundou o meu rabo de porra. Na hora em que ele tirou o pau de dentro senti o leite dos três homens escapar, escorrendo pela minha coxa. O seguinte nem se preocupou com a lambuzeira de porra que tinha lá atrás e enfiou com vontade um membro sem maiores atrativos.

Ele estava metendo na minha bunda quando o chefe quis sair debaixo de mim. Para sair o chefe precisou me empurrar, e isto fez o pau do sujeito que estava atrás escapar. Irritado com a situação, o homem que metia no meu rabo virou uma fera e me deu um tremendo tapa na bunda. Estremeci e ele falou: - Sua puta, vagabunda, espera eu gozar! Não é para tirar o cu do meu pau, sua putinha de merda. Só por isso você vai me chupar e eu vou gozar na sua boca, cadela do caralho! Ele veio para a frente e colocou o pau perto do meu rosto. Não tive outro jeito senão abocanhá-lo e começar a chupar sem muita vontade.

Nessa hora um dos meninos entrou bem embaixo de mim e disse como um adulto: - Vadia, desce essa buceta no meu pau e não erra, tá? Senão leva uma biaba. Quase ri da situação, mas fiz como ele falou enquanto continuava a chupar o outro. Estava esperando o leite do homem cobrir minha boca, quando o sétimo rapaz se posicionou por trás de mim. Esse veio de mansinho, encostou a pica bem no meu cu e começou a empurrar com calma. Senti que esse era dos bons, pois não entrou com facilidade. Não era tão grosso como o do mulato da sala, mas era grosso e parecia que não tinha fim. Fui sentindo aquilo entrar e comecei a ficar preocupada, pois não sabia até onde ele ia.

À essa altura o cara que eu chupava começou a gozar, mas eu estava prestando atenção no outro e deixei escapar não só o pau da minha boca, como também a porra, que caiu na mesa. Na mesma hora levei outra bofetada, só que desta vez no rosto. Depois ainda tive que ouvir: - Cadela filha da puta! Não faz nada direito... acaba de engolir o que resta de porra no meu pau e depois lambe o que você deixou cair na mesa! Acabei de chupar o pau dele, mas restava pouca coisa para engolir. Estava tão absorta com o caralho sem fim no meu cu, que nem percebi que o menino que estava fodendo minha buceta já tinha gozado e só estava esperando uma chance de sair de baixo de mim.

Nisso o que estava atrás de mim gozou um gozo meio chocho, sem nada de especial. Tirou o pau meio mole de dentro do meu rabo e pude ver o tamanho da pica. Não acreditei que tudo aquilo tinha estado dentro de mim. Era enorme, comprido demais, me senti muitíssimo bem por ter agüentado tudo aquilo no cu. Sentei-me na beirada da mesa e fiquei olhando para o último, exatamente o cozinheiro, um senhor já de certa idade, que continuou me olhando. Perguntei como ele queria gozar e ele me disse que não queria nada comigo, que não era costume dele fazer estas coisas na frente dos colegas, e mais um monte de coisas que o inibiam.

Fiquei um momento em silêncio sem saber o que fazer, até que o sujeito que eu havia chupado falou: - Vem cá, cadela, vem limpar a minha porra na mesa! Fiquei com nojo, mas fui até ele. O homem apontou para a porra que estava na mesa e eu não tive escolha; fiquei de quatro na mesa e comecei a lamber e engolir tudo o que estava ali. Enquanto eu lambia, ele gritava: - Sua vaca bebedora de porra, eu sei que você engoliu tudo de um monte de bacana lá dentro. Não quero ver nem uma gota sobrando!, e me deu outro tapa. Meu rosto ficou ardendo de dor. Não tive saída a não ser limpar a mesa com a língua.

Quando achei que havia terminado desci da mesa, mas o homem me agarrou pelos cabelos e me fez subir na mesa de novo, aos berros: - Olha aqui, vadia, você ainda não limpou tudo. Tem mais porra aqui! Ele puxou meus cabelos e encostou minha boca na porra que tinha sobrado. Totalmente humilhada, lambi e engoli todo o leite frio e gosmento até ter certeza de que não restava mais nada. Ele soltou os meus cabelos e pude descer da mesa, recompondo-me. Procurei por meu marido e ele me olhava meio atônito, após assistir ao que um mero serviçal havia obrigado sua esposinha a fazer. Pedi a ele que me desse o vestido, mas quando ia colocá-lo o chefe dos garçons me mandou sentar na beirada da mesa e falou que iria preparar algo para eu comer.

Logo pensei que eles iam fazer uma sopa de porra de todos eles, mas me enganei. Eles prepararam um sanduíche de presunto e queijo na chapa que foi um manjar dos deuses. Como eu continuava nua, um dos comins ficou me abraçando e beliscando meus seios. Em seguida ele falou: - Ô, dona, faz uma chupeta em mim... eu fui o único que não tive nada hoje. Apesar de estar exausta, me abaixei, abri a calça dele e peguei o pau ainda mole, colocando-o todinho na boca. Me apliquei numa linda chupada, afinal, acho que era a primeira vez do rapaz. Lambi as bolas com capricho, enfiei a cabeça da pica até o fundo da minha garganta e ainda dei beijinhos carinhosos em todo o pau.

Em alguns minutos a porra do rapaz encheu minha boca, e mais uma vez engoli com gosto. Foi a ejaculada mais farta da noite, certamente por ele ser o mais jovem – o rapaz parecia ter uns 22 anos. Era tanta porra e tão grossa que chegou a grudar no céu da boca. Fiquei imaginando a quantidade de porra que eu tinha engolido nessa noite, leite de homens desconhecidos. Acho que dava para encher um copo. Depois disso pedi a meu marido que fôssemos embora, o que levou um certo tempo, pois saímos pela frente e todos na casa queriam se despedir de mim, ora me beijando, ora me apalpando, ora enfiando os dedos em meus buracos. Todos os homens e mulheres fizeram alguma coisa em mim, até que chegamos na porta de entrada.

Lá o casal anfitrião nos esperava. Falaram da satisfação que havíamos dado a todos eles, que a noite havia sido memorável e que deveríamos nos ver mais vezes. O manobrista já estava com a porta do carro aberta. Entrei no carro e o manobrista continuou de pé ao meu lado. Sem falar nada ele abriu a braguilha da calça e mandou que eu o chupasse, dizendo para o meu marido: - Eu sei que a vadia engoliu porra de um monte de homens lá dentro. O patrão falou que ela tem que me satisfazer também. Virei para o lado e me deparei com um pau muito grosso já tocando os meus lábios. Abri a boca e comecei a chupá-lo. Com a desenvoltura habitual, comecei lambendo a cabeçorra, depois demorei lambendo as bolas, chupando e fazendo pressão com os lábios.

O homem foi se empolgando e começou a foder minha boca. Ele segurou minha cabeça com as mãos e enfiou fundo a jeba na minha garganta. Mal consegui respirar. Tinha lágrimas nos olhos, mas por sorte isso durou pouco. Então foi assim; sentada no carro com a porta aberta, um homem desconhecido de pé ao meu lado, forçando o pau na minha garganta, que engoli a última porra da noite. Por sinal foi a mais saborosa... fiz questão de deixar o pau limpinho e cheguei a apertar o saco para tirar as últimas gotas que tinha. Após o sujeito gozar ele se afastou, eu fechei a porta e meu marido arrancou o carro sem dizer nada. Não lembro sequer o caminho até em casa.

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