Autor: Rafaela
8.7
Fiquei um tempão beijando a cabeça do pau dele, tentando mostrar o carinho que sentia por seu membro. Senti que o homem começava a se entusiasmar e fui aumentando a intensidade de minhas lambidas e chupadas. Enfiava a língua, forçava os lábios, e como já tinha aprendido com o anterior, enfiei a pica lá fundo na garganta. Senti que aos poucos o pau ia entrando garganta adentro. Fiquei admirada de ter dominado a técnica sem sentir ânsia e estava até gostando desta nova maneira. Ia deixar meu marido maluco, enfiando o pau dele na minha garganta. Foi aí que me veio uma idéia maluca. Queria fazê-lo gozar dentro da minha garganta. Pensei e me concentrei, forçando cada vez mais o pau do homem na minha garganta.
Parei apenas quando senti os pentelhos roçando meus lábios. Nossa, estava com 20 centímetros dentro da garganta... olhando discretamente percebi que tava todo mundo olhando para ver onde tinha ido tudo aquilo de pau na minha boca. Foi neste instante que ele começou a gozar. A porra desceu redonda pela minha garganta e minha única frustração foi não poder aproveitar o gostinho dela, mas eu estava plenamente realizada. Mais uma conquista sexual naquela noite. E esta fora das boas. Quando tirei a boca dei uma rápida lambida e me levantei. Quase caí de costas. Foi uma ovação. Todo mundo aplaudia, uns gritavam. Em seguida vi uma mulher de joelhos acenando, aos gritos: - Rápido, cadela!
Imediatamente me dirigi até ela. Era uma mulher muito jovem, com pouco mais de 20 anos e estava masturbando o marido, um careca de seus cinqüenta e poucos anos. Notei que a mulher estava segurando um pires. O homem terminara de gozar abundantemente no pires, que ela colocou no chão e ordenou, aos brados: - Bebe toda a porra do meu macho, cadela, vamos! Submissa, posicionei-me de quatro, abaixei minha cabeça e comecei a lamber todo o leite depositado ali, como um gatinha obediente. Essa tinha um gosto forte, acre. Quando a porra começou a escassear, levantei o pires e fiquei esperando com a língua para fora o resto de esperma que caía, em gotas, do pires.
Depois de limpar o pires com a língua fui mandada para satisfazer o pentelho inicial. Fui para o lado dele, mas ele estava conversando com dois senhores. Malcriadamente ele me disse: - Você teve a capacidade de me deixar sem vontade. Veja como está meu pau. Estava realmente murchinho e sem graça. Fiquei em pé sem falar nada e ele continuou a conversa com os outros. Ao me ver em pé, à espera, ele ordenou que me ajoelhasse e ficasse chupando seu pau. Fiquei de joelhos. Estava numa situação constrangedora. Eu chupando um pau mole enquanto ele conversava sobre negócios.
Já com os joelhos doendo e sem vontade de chupar mais ninguém naquele momento, raciocinei e resolvi caprichar, senão passaria a noite toda ali. Comecei uma chupada de mestra. Em pouco tempo o pau do sujeito começou a dar sinais de vida. Quando ele percebeu, me mandou parar e se sentou no sofá, me chamando para ir junto. Abaixei-me e continuei o boquete. Enquanto o chupava, ele apertava meus seios com força, de maneira grosseira. Mesmo doendo muito fiz como não tinha feito com nenhum dos outros. Senti a pica começar a ficar dura, forte, vigorosa e me preparei para a última porra da hora. Chupei sem parar, aumentando a velocidade, a pressão, e só pararia quando estivesse com a boca cheia de leite.
Fui chupando cada vez mais rápido e senti a porra entrar certinha, em grande quantidade, saborosa e farta bem na minha boca. Fiquei de boca cheia. Guardei um pouco, abri levemente a boca para ele ver e engoli. Continuei, pois sabia que vinha mais. E veio bastante, acho que ele ainda estava com raiva. O rapaz encheu minha boca de novo. Segurei o pau dele até ficar bem molengo. Ao me afastar, abri a boca para que todos vissem que estava lotada de leite, e bem devagar fui sorvendo tudo, engolindo sem pressa, achando o máximo. Após esta seção fiquei em pé perto da parede, e como todos estavam meio saciados, ninguém me deu muita bola. Não sabia o que deveria fazer agora.
Neste instante meu marido chegou perto de mim, e acariciando de leve meu seio, falou: - Você está que é uma depravação só... Eu pensei que ele estivesse me recriminado e retruquei: - Quer ir embora, amor? – Não, respondeu. Eu estou admirado suas atitudes. Você sempre foi recatada, e agora sem mais nem menos vira uma verdadeira puta de zona. - Hoje eu não sou sua esposa, sou uma escrava que deve dar prazer para todo mundo presente, e é assim que vou agir. Perguntei se ele queria que eu desse uma chupada, já que estava proibida de trepar, mas ele me disse que agüentava e que o dono da casa havia avisado que tudo o que nós fizéssemos deveria ser às claras, não escondendo nada de ninguém. Disse isso e se afastou, me deixando sozinha de novo.
Em pouco tempo comecei a ser rodeada de novo por homens e mulheres. Eles chegavam, me apalpavam, mexiam no meu cabelo e a conversa continuava. Uma mulher de seus cinqüenta anos disse para as amigas: - A escrava ainda não satisfez nenhuma das mulheres, não? Acho que já está na hora. Vamos fazer o leiloeiro começar logo outra fase. E assim chamaram o homem, que me colocou em cima da mesinha de novo e convocou os presentes. Quando a turma estava reunida, ele falou: - Alguma sugestão para os próximos lances? O que sugerem amigos? Alguns queriam que eu chupasse a mulher que desse o maior lance, outros achavam isso pouco.
Nesta hora o proprietário da casa havia aberto uma saleta que dava para o hall de entrada. Rapidamente todo foram para lá. Só agora eu via que lá ficavam os apetrechos de sadomasoquismo. As mulheres saíram todas com coleiras nos pescoços, seminuas e cobertas por roupas de couro. Os homens seguravam chicotes e já vinham batendo nas mulheres deles e nas dos outros também. Um garçom chegou carregando vários apetrechos e deixou tudo num sofá. Imediatamente uma das mulheres gritou: - Vamos leiloar o direito de transformar a escrava em égua! Todo mundo adorou a idéia, menos eu, que não sabia do que se tratava.
Começado o leilão, o direito de me fantasiar bateu um valor altíssimo. Fiquei tonta e me preparei, pensando que eles iam colocar alguma coisa de couro em mim ou pouco mais do que isso. O lance vencedor foi dado por um casal, onde se percebia claramente que era a mulher quem dava as cartas. Depois soube ser ela a dona da fortuna do casal. Eles mandaram que eu descesse da mesinha e fosse para o centro do salão. A mulher, que não era nem um pouco feia e deveria ter mais ou menos a minha idade, pegou uma espécie de freio e o colocou em mim. Ela forçou minha boca, e quando a abri a mulher enfiou aquele cabresto na minha boca a afivelou a máscara na parte de trás do meu pescoço.
Aquilo era muito incômodo, mas eu não podia fazer nada. Em seguida o marido dela chegou por trás de mim e me forçou a me curvar, deixando o meu traseiro à mostra de todos. Não vi a hora em que ele pegou o instrumento, mas percebi que ele encostou alguma coisa na entrada do meu cuzinho, e sem a menor delicadeza começou a forçá-lo para dentro de mim. Fiz força para não chorar, pois estava doendo muito. Quando percebi que havia chegado ao fim ele me endireitou. Não era um objeto nem muito grande nem muito grosso, mas me causava um certo desconforto. Não sabia quanto tempo ficaria com aquilo enfiado em mim, por isso me preparei para agüentar um longo tempo.
Eu já estava de rabo e cabresto, o que viria mais? A mulher chegou com uma espécie de corpete feito de tiras de couro e foi prendendo-o nas minhas costas, deixando meus seios bem empinados e seguros pelas tiras de couro. Eu devia estar ficando ajeitada, porque todo mundo elogiava. Terminada esta fase, a mulher me puxou pelas rédeas do cabresto, dando uma volta por todos os aposentos da casa, me exibindo para todos os convidados que porventura ainda não tivessem me visto. Quando ela passou pelo grande espelho do salão principal eu me vi. A visão de mim mesma com aqueles ornamentos me deixou tremendamente excitada, e então empinei ainda mais os meus seios.
A mulher percebeu e falou para o marido: - A escravinha gostou do que viu. Quando chegamos perto do dono da casa, a mulher perguntou quando ele ia me comer, para que todos pudessem aproveitar tudo o que queriam de mim. O homem respondeu que dali a uns 45 minutos ia me usar. Quando chegamos numa saleta interna, a mulher se virou para o marido dela e disse: - Vamos logo aproveitar o dinheiro investido na eguinha. O que você quer fazer com ela? E o marido rapidamente respondeu: - Eu acho que ela vai ter que me chupar de novo. Você também vai querer gozar com ela, não vai? - Lógico, respondeu a mulher. Vamos até aquele sofá e tire o cabresto da boca dela, para a eguinha poder me chupar gostoso.
O homem obedeceu e fomos até o sofá. Ela se deitou, abriu as pernas e mandou que eu me ajoelhasse e a chupasse. Eu nunca havia tido sequer um mínimo contato com outra mulher até aquele dia, quanto mais ter que chupar uma boceta, mas fiz o que me foi ordenado. Procurei fazer com toda a arte possível. Depois de alguns segundos chupando aquela bocetinha até comecei a gostar, já que estava determinada a gostar de tudo naquela noite. O marido dela sentou-se ao lado e me mandou chupá-lo também. O pau dele já estava duro, mas ele estava com dificuldade de gozar, fiquei indo de um para outro até que senti que a mulher tinha estremecido e me concentrei mais nela, até que ela começou a gozar.
Caprichei ainda mais, procurando lamber todo o gozo que saía da boceta dela. Meti fundo a língua, ao mesmo tempo em que sentia que ela estava gostando muito do meu empenho. Quando a mulher terminou de gozar, apertou minha cabeça entre as pernas, forçando minha boca contra sua boceta, e ficou tempo daquele jeito, sem se importar comigo, que mal conseguia respirar. Ficou assim até o marido reclamar que queria gozar também. Então ela me soltou e abocanhei o pau do homem. Fiz um belo boquete. Usei tudo que tinha aprendido com meu marido e a sabedoria inata em uma puta de alta categoria. Não demorou e o homem descarregou tudo o que tinha em minha boca.
Outra vez dei uma demonstração do que era capaz. Mostrei minha boca cheia de leite para ele e fui engolindo aos poucos. Toda vez que engolia, abria a boca e mostrava como estava, brincando com a porra entre os lábios. Eles adoram quando sentem que a gente gosta de leite. Após ter limpado tudo, me levantei e fiquei à espera. A mulher já quase desfalecida, chamou uma amiga que passava e falou: - Quando você tiver uma chance, compre a escrava num lance qualquer e peça uma chupada da eguinha. Vale qualquer dinheiro. O animalzinho é demais. Fiquei meio chateada pela palavra animalzinho, mas gostei dos elogios da chupada. Estava fazendo a fama.
Depois disso os garçons começaram a servir bebida e comida aos convidados, que me deixaram um pouco de lado. Mas foi só um pouco, pois cada um que passava por mim enfiava o dedo em minha boceta ou me dava um beijo na boca, sendo que a maioria chupava meus seios. Os mais maldosos apertavam com força meus seios, para ver as marcas dos dedos na minha pele. Fiquei uma meia hora ali, parada como uma estátua enquanto era bolinada de todas as formas possíveis. Para os convidados daquele dia eu realmente não passava de um objeto à disposição deles para o que quisessem fazer. Ninguém se preocupou em me dar ou comida ou água.
Havia um garçom safado, que toda vez que passava por mim dizia: - Mais tarde vou te levar para a cozinha e nós todos vamos comer você, cadelinha. Deixe o mais gostoso para os mais pobres. Nesse momento o dono da casa chegou perto de mim, acompanhado de sua bela mulher, e me examinou detalhadamente, falando com ela sobre os meus atributos físicos. Depois falou para a esposa: - Vamos nos divertir um pouco com a escrava? – Vamos, querido, mas gostaria de ficar só com vocês dois no quarto, sem ninguém por perto. Ele concordou imediatamente e ela me puxou, pela coleira, escada acima. Entramos num quarto suntuoso.
Uma cama enorme estava coberta por uma colcha de cetim. Lentamente a mulher começou a tirar todos os apetrechos que haviam me colocado. Tirou até o rabo, que ainda estava enfiado no meu cu. Depois que fiquei completamente nua, ela me mandou tomar uma rápida ducha. Após o banho - reconfortante por sinal - coloquei um roupão e fui até o casal, que me esperava na cama. O homem que estava deitado me puxou para si e me deu um longo beijo. Sua mulher veio por trás e começou a mordiscar minhas orelhas, beijando minha nuca. Senti um arrepio percorrer meu corpo e percebi quando ela desceu em direção à minha bunda, chegando perto do meu buraquinho.
Ela ficou brincando por ali enquanto eu me contorcia de tesão, pois ela não chegava com a língua onde eu queria que fosse. O dono da casa percebeu meu estado de excitação e forçou minha cabeça em direção ao seu pau. Quando comecei a chupá-lo, pensei comigo mesma que daria tudo naquela hora por uma trepada convencional, mas já que ele queria aquilo, tudo bem. Mas foi só eu começar que ele me virou, subindo em cima de mim. Enquanto ele se ajeitava para enfiar o pau em mim a mulher, com muita sensualidade, começou a me beijar. Foi um beijo de língua profundo, doce e quente, muito melhor do que o beijo dele. Como até àquela hora eu só tinha chupado um monte de gente, minha bocetinha estava ansiosa por um pau.
O pau do dono da casa era normal, sem maiores atrativos, mas era o que eu estava querendo. Imediatamente comecei a gozar, e gozei bastante enquanto a bela mulher chupava meus seios, lambia os biquinhos duros de tesão e me dizia coisas gostosas no ouvido. Senti que o anfitrião gozava copiosamente, me enchendo toda de porra. Quando ele relaxou, sua mulher pediu licença, o afastou e começou a chupar toda a porra dele de dentro da minha boceta. Ela enfiava a língua lá no fundo, causando-me de novo um tesão indescritível. Não agüentei e comecei a ter outro orgasmo forte, e ela continuou chupando tudo o que saía de mim.
Quando ela parou de me chupar ficamos abraçadas, meio desfalecidas, mas gozando intensamente aquele momento. Então ela se levantou e falou para o marido: - Meu bem, você sabe que eu faço tudo para te agradar, por isso quero te pedir uma coisa. Você pode dar um jeito de reservar o final da noite para nós três? Ele prontamente concordou. Em seguida ela pegou a minha mão e me levou até seu closet, escolheu um vestido vermelho, lindo, de puro chifon, ajeitou os meus cabelos, deu-me um beijo no rosto e falou: - Você continua sendo escrava de todos, porém de agora em diante eu vou fazer você se divertir como nunca.
Descemos lentamente a escada, e como havíamos demorado mais do que o normal, todo mundo esperava por nós. Pela cara de felicidade da dona e do dono da casa eles perceberam que eu já estava livre para que todo mundo. Chegamos no andar de baixo e fui rodeada por um bocado de gente. Todos começaram a me tocar, enfiando as mãos pelo decote para apalpar meus seios e por baixo do vestido para tocar minha boceta. Avistei meu marido e dei uma piscada de olho. Ele me entendeu e se aproximou de mim. Disse a ele que estava com um pouco de fome e de sede, mas ele só estava interessado em saber o que acontecera lá em cima. Disse rapidamente o que fizemos, porque logo a turma começou a gritar para recomeçarem o leilão.
Fui levada para a mesinha de novo, só que agora vestida como estava. Após os primeiros lances, estavam claro que os homens haviam se organizado em dois grupos, e davam lances juntos. Arrepiei-me com a idéia de que, se eles estavam em grupo, também iam querer me usar em grupo, mas já que estava no fogo, não iria me preocupar. O lance mais alto foi dado por um grupo de senhores liderados por um baixote careca, que era o mais entusiasmado deles. Eram cinco homens; o baixote, um barbudo asqueroso, um magricela, um mulato extremamente bem vestido e um outro mais moço, com cara de safado. Após terem ganho, pegaram-me pela mão e perguntaram se eu queria comer alguma coisa.
Afirmei que sim e fomos até a copa. Eles me serviram uns salgados e um copo de vinho branco. Comi tudo com fome, tomei três copos de vinho e me achei em condições de enfrentar até um batalhão do exército. Todos os convidados batiam papo, se bolinavam e um casal ou outro trepava, umas mulheres pagavam boquete, mas via-se claramente que todas as atenções estavam, quase sempre, focadas em mim. O grupo que ganhou se dirigiu para o salão principal da casa e mandou os garçons afastarem todos os móveis, inclusive os sofás e poltronas. Como ficou uma clareira, pediram que trouxessem almofadões e os jogassem no chão. Cada um deles se deitou nas almofadas e o resto do pessoal ficou em pé.
O baixote mandou que eu ficasse no centro do salão e que começasse a dançar para eles, mas tinha que ser bem sensual. Como gosto muito de dançar e a música que tocava no momento era propícia à dança que eles queriam ver, comecei a mexer os quadris e a balançar os seios bem no ritmo quente da música, tirando a roupa bem devagar. Fiquei só de calcinha e continuei a dançar languidamente, até que ele me mandou parar. O baixote se virou para os outros quatro amigos e perguntou: - Algum de vocês quer comer a escrava junto comigo? Vou meter na boceta dela, portanto se alguém quiser comer o cu, vamos os dois juntos. Fiquei com medo, pois nunca tinha passado por isso.
Como já disse no início, quando meu marido quer comer meu cuzinho eu dou, mas apesar de sentir tesão essa não é das minhas atividades preferidas. Neste momento o mulato falou: - Reivindico o direito de encher o seu cuzinho com a minha vara, se os colegas não se importam. Como ninguém disse nada, ele se adiantou também. Se eu estava preocupada antes, agora então fiquei muito mais, pois é sabido que os negros e mulatos são muito bem dotados. Senti vontade de pedir para eles inverterem as posições, mas sabia que se fizesse isso podia levar umas chicotadas, e eu queria seguir todas as regras do clube.
O baixote veio até o centro do salão, deitou-se no chão e mandou que eu começasse a chupar seu pau. Agachei-me e comecei a chupá-lo, sentindo o pau inchar na minha boca. Continuei até ele me mandar parar: - Cavalgue em mim!, ele ordenou. Eu estava de novo morrendo de tesão, e o baixote tinha um pau respeitável em tamanho e grossura. Fiquei admirada, pois estava precisando disso em minha bocetinha sedenta. Cavalguei e comecei a forçar o pau na minha boceta, para sentir bem a penetração vagarosa. Quando estava tudo lá dentro, comecei o movimento de subir e descer bem lentamente, para sentir cada centímetro de pica que entrava. Eu estava naquele gostoso movimento quando o mulato encostou um monstro de um pau no meu rosto. Era inacreditavelmente grande.
A princípio exultei com aquela ferramenta, e quando ele forçou a jeba dentro da minha boca, gemi de satisfação. Estava difícil combinar os movimentos da trepada e colocar aquilo na boca, pois eu tinha que deixar a boca bem aberta, senão o pau não entrava. Era quase impossível não perder o ritmo da trepada. Só aí me dei conta da situação: o tarugão que eu tinha na boca não ia parar no meu cuzinho. Sinceramente comecei a me preocupar de verdade, achando que iria sair correndo, estragando a nossa noite. Então delicadamente o mulato pediu que eu lambuzasse a cabeça do pau dele com cuspe, me falando baixinho no ouvido: - Gatinha, eu sei que ele é grande e senti que você estremeceu, mas vou fazer com que você goze como jamais gozou.
Ele se posicionou atrás de mim e sem a menor pressa começou a forçar a entrada do meu cu. Eu diminuí os movimentos, me debrucei e deixei meu cuzinho completamente exposto para o gigante lá atrás. O rapaz encostou a enorme cabeça daquele pau e muito, mas muito devagar mesmo começou a pressionar para dentro. Eu ajudava fazendo força contra, até que senti meu cu alargar um pouco, dando lugar para a cabeçona. Diminuí ainda mais o movimento e apertei minha bocetinha fazendo o baixote delirar. De repente senti que a cabeça do pau do mulato tinha ultrapassado o limite de meu cu. Bem baixinho pedi que esperasse um pouquinho para eu me acostumar com aquela monstruosidade enfiada em mim.
Carinhosamente ele parou, mas pude sentir a pulsação de seu membro firmemente alojado em meu cu. Esse era apenas o comecinho e eu já estava vendo estrelas, mas ao mesmo tempo senti um fogo subir por entre minhas pernas e tive uma tonteira forte, fiquei com medo de desmaiar. Ele me perguntou se estava tudo bem e eu respondi que continuasse, mas daquele jeito que tinha começado. Recomecei lentamente o movimento enquanto sentia o mastro ser enterrado milimetricamente no meu cu. Eu não acreditava que fosse entrar tudo em mim. Aquele pau devia medir uns 25 centímetros... Aos poucos fui sentindo minhas entranhas serem alargadas à força.
Isso doía muito, demais mesmo, mas junto com a dor vinha um sentimento de vitória por estar agüentando aquilo dentro de mim, misturado com o maior tesão que eu já sentira. Antes dele chegar na metade da penetração eu tinha uivado de prazer e tinha tido três orgasmos seguidos. Os dois homens perceberam e ficaram maravilhados. O mulato ainda estava enfiando bem devagarzinho a jeba em mim quando o baixote gozou loucamente em minha boceta. Conforme ele metia e o outro forçava meu cu, a porra escorria pelas minhas coxas. Fiquei um minuto pensando no que fazer, pois não podia sair de cima do baixote por causa do mulato na minha bunda.
Em pouco tempo eu estava com o cacete gigante inteirinho enfiado na bunda. Percebi isso claramente quando a platéia começou a aplaudir não só a minha atuação, como a do mulato também. Sinceramente fiquei extasiada com a situação, e cada vez que sentia o bicho pulsar em mim eu gozava de novo. Foram múltiplos orgasmos, incontáveis mesmo, não conseguia parar de gozar. Virei-me para trás e pedi que ele me desse um beijo bem gostoso. Depois que me beijou, o mulato começou a jorrar dentro do meu cuzinho e eu senti claramente o pulsar de seu membro dentro de mim. Alguns segundos depois, o cacete foi amolecendo, mas ele deixou ficar lá dentro.
Depois que os dois paus estavam completamente murchos, foram escorregando devagar, cada um para fora de um buraco. O baixote ainda mandou que eu chupasse seu pau e limpasse toda a porra que tinha sobrado. Agora era o leite dele misturado com o que saía do meu cu. Cumpri meticulosamente o meu dever, deixando o pau limpinho. Nem bem havia levantado e já estavam mais dois, o magricela e o barbudo asqueroso mandando eu me arrumar para ser fodida de novo. Não falei nada e fiquei à espera das ordens. O magricela me mandou ficar de quatro e se posicionou atrás de mim. Não deu tempo nem de me preparar para trepar gostoso.
Ele enfiou o pau todo no meu rabo, sem um mínimo de consideração e educação, sabendo que eu não passava de um simples objeto que estava ali para dar prazer a ele. Nesse meio tempo o rapaz com cara de safado chegou na minha frente com o pau para fora e mandou que eu chupasse, mas eu estava numa posição incômoda, pois o cara que estava atrás me socava toda hora e eu não conseguia me apoiar no chão. De repente senti um tapa estalar no meu rosto. O safado tinha me dado um tapa avisando: - Chupa direito, cadela, senão vai apanhar muito! Procurei chupar o melhor possível, mas depois do tapa eu tinha perdido o rebolado e o tesão, e logo senti que o magricela estava gozando no meu cu, me empurrando mais ainda em direção ao outro rapaz.
Senti o rosto arder com o segundo tapa e vieram as lágrimas. Não foram tanto pela dor, mas pela humilhação. Lembrei que eu era uma escrava e continuei firme sugando aquele pau, já que esse era o meu papel nessa noite. Quando ele gozou na minha boca a minha vontade foi de cuspir, mas ele tinha visto minha atuação nas outras chupadas e poderia me agredir de novo, portanto engoli tudo e ainda apertei seu saco para tirar o resto de porra que tinha, para que ficasse calmo e não me esbofeteasse novamente. Confesso que senti muito prazer em engolir a porra deste homem, apesar dele haver me maltratado.
Quando o magricela tirou o pau do meu cu, o barbudo provou mesmo ser um asqueroso, pois veio metendo com força, sem nenhuma cerimônia também, um pau bem grosso no meu traseiro. Como se eu fosse apenas um objeto para seu prazer, começou a estapear minha bunda com muita força. Sentia seus tapas arderem cada vez mais, sem falar que ele socava seu membro de maneira rude, o tirava totalmente para depois enfiar de novo sem dó nem piedade. Sentia-me rasgada a cada enfiada. Comecei a fazer movimentos fortes com a musculatura anal para apressar seu gozo, e com alívio senti uma ejaculação farta no meu cuzinho, agora alargado. O dono da casa me mandou tomar outro banho e saí nua da sala. CONTINUA.