Autor: Rafaela
8.6
Senti a turma sussurrar, pois meus seios são realmente bonitos. Ele o pegou de leve, sacudindo-o um pouco enquanto falava para a turma: - Vejam como é firme, como é lisinho, sem nenhuma marca. Cláudio falava exatamente como se fala de uma égua em um leilão de cavalos. Eu não sabia com que cara estava, mas o toque da mão dele no meu seio começou a me excitar mais ainda. Depois Cláudio puxou o outro lado do vestido, desnudando o outro seio. Então por trás de mim ele balançou com as duas mãos meus seios, alternadamente, fazendo com que eu ficasse molhada. Fiz força para não fechar os olhos e gozar ali mesmo.
Cláudio levantou as alças do vestido, fazendo um coro de reclamações, e então disse: - Todos vocês vão se aproveitar dessa mulher, portanto não me apressem. Quando ele disse isso, fiquei apreensiva. Como iria satisfazer a todos eles? Não sei se agüentaria nem dois. Ele continuou atrás de mim e lentamente, muito lentamente, começou a levantar meu vestido, mostrando minhas pernas bem queimadas de sol. Eu tinha colocado também uma calcinha branca de renda extremamente sexy. Cláudio subia um pouco o vestido e logo o deixava cair, para em seguida recomeçar a subir o vestido, até que o levantou na altura da minha cintura.
Podia perceber a excitação e impaciência dos presentes, ainda mais quando Cláudio falou: - Vejam que linda e deliciosa bocetinha tem este animalzinho. Foi feita para qualquer tamanho de pau ou de língua. Então me mandou virar de costas para a platéia, e com o vestido ainda levantado, continuou: - E vejam só o traseiro dela, redondinho, apertadinho, esperando por um de vocês... Ah, eu não vou tirar a calcinha dela que é para vocês ficarem imaginado o que tem por baixo. O vencedor dos lances é quem vai aproveitar. Bem, pessoal, vamos começar o leilão!
A essa altura o leiloeiro também havia subido na mesinha e passado o braço em volta de meu pescoço, deixando a mão cair em frente ao meu seio. Ele começou a falar: - Senhores e senhoras, vamos começar o leilão! Cabe aos senhores escolher qual modalidade ou qual tipo de atividade vão querer que este belo espécime faça ou pratique. Após alguns palpites ficou estabelecido que seria leiloado um beijo meu, só que seria um beijo de língua, bem quente. Após alguns lances, que foram subindo conforme subia o tesão dos convidados, meu beijo foi ganho por uma moreninha que pagou a bagatela de R$ 300,00 pelo beijo.
A morena subiu na mesinha, pegou minha cabeça e me beijou com sofreguidão, enfiando a língua na minha boca e buscando a minha língua também. Ficamos mais ou menos uns dois minutos naquele beijo, e a turma já começava a urrar de prazer. Não senti nojo, como pensei que sentiria. Os lances choviam em direção ao leiloeiro: - Leiloa uma chupada na bocetinha dela!, gritavam alguns, mas prevaleceu a opinião da maioria. Na hora em que decidiram, fiquei zonza de novo. O que seria leiloado agora seria uma chupada minha em quem ganhasse. Torci para que os homens dessem os maiores lances, pois se fosse uma mulher eu teria que chupá-la de qualquer jeito, mas preferia mil vezes um homem.
Durante esse tempo todo eu não me lembrei de meu marido, até que o vi meio escondido do lado direito da sala. Dei um sorriso em direção a ele e ele me respondeu com o polegar para cima, em sinal de positivo. Achei que estava aprovando e gostando. Desta vez a competição foi acirrada. Quatro homens e duas mulheres ficaram disputando a minha chupada. Os lances já passavam de R$ 2.000,00 quando dois dos competidores desistiram, falando um para o outro: - No fim da noite a gente manda ela chupar a gente sem pagar nada. É escrava mesmo, não é? E saíram rindo. Mas os outros me queriam naquela hora.
Permaneceram um velhinho baixinho, um coroa mais moço, atlético e bem apessoado, uma mulher grande, muito bem vestida e outra que era o protótipo da mulher macho, mas que graças a Deus não tinha tanto dinheiro quanto os outros. Em poucos lances elas estavam fora e sobraram os dois homens. O velhinho baixinho acabou ganhando minha chupada. A mulher dele estava exultante de alegria e falava: - Viu, bem, mandei você continuar... você vai ver que bom vai ser! Ela tem jeito de ser daquelas chupadoras formidáveis! Vamos lá, querido!, e cutucava o marido. Ele pediu que a gente fosse até o sofá grande que ficava encostado na outra parede. O leiloeiro pediu que todo mundo ficasse do lado de cá da sala, para termos uma visão igual do fato.
Lá fui eu, caminhando nua na frente do velhinho e da mulher. Ele sentou no sofá, abriu a braguilha e mandou que eu começasse. Abaixei-me e procurei o pau dentro da calça. Achei uma coisinha mole, pequena e sem vida. Sua mulher havia sentado ao seu lado e apreciava tudo com muita alegria. Tirei o pauzinho para fora e comecei a lamber de leve a pontinha, para ver se dava sinal de vida, mas ele continuava morto, mortinho. Fiquei com medo do vexame e então o coloquei todinho dentro da boca. Fiquei com ele na boca, passando a língua de um lado para outro, até que senti um espasmo e muito lentamente ele começou a endurecer.
Depois de duro ele não era tão insignificante assim. Era pequeno, mas estava durinho. Aproveitei para caprichar na chupada, com medo de que ele broxasse de repente. A essa altura do campeonato eu queria ser a melhor de todas no recinto, e também estava precisando da porra dele. Quando estou devidamente excitada, sou capaz de ter um orgasmo enorme ao sentir o gosto da porra na minha boca, mesmo que seja de um velho desconhecido. Eu estava tremendamente excitada com aquela situação, com o que estava por vir e com as sensações que iria sentir, então eu precisava receber um jato de leite quente na boca, além de querer mostrar para todos o quanto eu era boa em qualquer circunstância.
Ele demorou um bocado, mas quando senti que estava vindo acelerei o movimento de vai e vem da cabeça, balançando violentamente os cabelos e meus seios ao mesmo tempo, pois sei que os homens quase gozam ao ver seios balançando. Ele começou a gozar e encheu a minha boca de porra. Fiz questão de deixar escapar um pouco pelos lados, para de que todos vissem que eu estava com a boca cheia de leite e que não iria cuspir nada. Levantei a cabeça, abri a boca para que todos vissem e engoli tudinho. Ele colocou a mão na minha cabeça e a empurrou em direção ao pau.
Continuei com a pica ainda por alguns minutos dentro da boca, chupando levemente para limpar tudo como uma puta. Depois lambi suavemente o pau por fora, para tirar os restos que tinham escorrido e lambi minha mão, que tinha uns respingos de porra. Quando me levantei foi uma salva de palmas e ouvi muitos elogios: - Amigo, eu queria foder com ela, mas depois dessa demonstração eu quero é um boquete. Deve ser uma boca e tanto... quando chegar a minha vez vou querer bis. Fiquei em pé a espera de novos acontecimentos. O leiloeiro falou que iria recomeçar. Mandou que subisse de novo na mesinha, e novamente com o braço em volta de meu pescoço, brincou distraidamente com meu seio esquerdo.
Parecia que ele estava só brincando, mas olhando para baixo vi o volume em sua calça e soube que ele estava se excitando. Ele continuou me bolinando enquanto esperava o pessoal se aglutinar na frente da gente. Apertava o biquinho de meu seio levemente, às vezes mais forte, apertava o seio todo, balançava para cima, para baixo, para os lados... ele estava se divertindo comigo. Como estava proibido o uso da minha boceta ou de meu cuzinho até que o presidente me comesse, só sobrava mesmo a minha boca para eles se divertirem, e foi o que aconteceu. Na rodada seguinte a disputa foi muito mais apertada, porque todos viram a minha atuação e queriam a mesma coisa.
O leiloeiro instigou a platéia: - Podemos melhorar isto, pessoal? Choveram sugestões, mas a escolhida foi dada por uma senhora distintíssima: - A escrava é realmente formidável e todos estão querendo ser chupados, inclusive nós mulheres. Mas pelo menos por agora, vamos deixar este prazer para os homens. A minha sugestão é a seguinte: vamos fazer um leilão em grupos. Cada grupo vai ter dez pessoas. A escrava terá que chupar o grupo que ganhar e todos vão gozar nesta boquinha mimosa. Não é o que vocês estão querendo? – Ééééé!, responderam todos. Só que se a escrava for chupar um por um vai demorar muito. Portanto nós, as esposas, começaremos chupando o pau do nosso homem e na hora em que ele avisar que vai gozar a gente põe ela para beber a porra dele. Estão de acordo?
Durante esse tempo o leiloeiro não parou de me bolinar, e eu já estava em ponto de bala para gozar. Antes de começar o leilão foram feitos sete grupos de dez homens cada um, mas eu vi que havia um grupo com caras mais moços, e eram justamente eles que tinham ficado mais entusiasmados depois da minha chupada no velho. Torci para que eles fizessem o lance mais alto. Parece que minhas preces foram ouvidas, pois este foi o grupo vencedor. Era composto de seis rapazes em torno de 30, 35 anos, dois com mais de 45 e dois com uns 50 anos, porém todos com mulheres magníficas. Eu acho que não eram mulheres, e sim amantes, pois eram muito jovens.
Eles se posicionaram no grande sofá e um deles me chamou. O homem falou que a mulher dele não ia chupá-lo porque ele já estava quase gozando, e se eu não começasse logo gozaria na calça. Enquanto as mulheres ainda estavam tomando posição, ficando de joelhos no chão, comecei a chupar o rapaz. Ele tinha razão, pois assim que coloquei a boca em seu pau ele gozou violentamente, não me dando tempo para nada. O rapaz ficou furioso, gritou comigo, fez um escândalo até que o anfitrião chegou. Colocado a par dos fatos, o dono da casa falou: - Ela vai te chupar de novo até você gozar, nem que leve três horas aí, tá bom?
O cara concordou e mandou eu começar de novo. Só que além de mole o cara estava com raiva, e como tinha acabado de gozar estava difícil do pau começar a endurecer. Torci para que um dos outros sentisse logo vontade de gozar, assim teria que ir correndo beber a porra do outro e o sujeito teria tempo de se recuperar. No entanto os caras não mostravam estar prontos, e meu queixo começou a doer por causa do movimento. Nesse momento um deles falou para a mulher: - Chama ela logo que tá vindo. Levantei-me em direção da mulher que tinha parado e me abaixei justo no momento em que veio o jato de porra, mas esse eu peguei a tempo e consegui engolir tudinho, sem deixar escapar nada.
Depois que ele gozou, aproveitei e fiquei com o pau na boca para dar tempo dos outros ficarem prontos, já que eu não queria voltar para o primeiro. Daí a instantes ouvi outro grito: - Chama ela! A mulher tirou a boca do pau do marido e eu coloquei a pica dele todinha na boca. Desta vez valeu a pena. Era um pau enorme, que enchia completamente a minha boca. Como até aquele dia eu só tinha colocado na boca o pau do meu marido, aquele foi uma grata surpresa. Era realmente grande. Tinha até dificuldade de mexer a língua com ele na boca. Eu esperava sinceramente que a quantidade de porra fizesse jus ao tamanho daquele membro. Como ele não gozou logo como tinha anunciado, comecei a ficar preocupada, pois se alguém me chamasse naquele momento não poderia atender.
Só que os deuses estavam do meu lado! Logo em seguida ele começou a gozar abundantemente, em sucessivos jatos que encheram minha boca. Eu não estava tendo tempo de engolir tudo e a porra começou a escorrer, porque o homem pegou minha cabeça e enfiou o pau com força na minha garganta, não me deixando espaço para engolir todo o leite. Me engasguei. Consegui dar uma afastada e então engoli tudo o que dava. Voltei a me posicionar para receber mais porra dele, já que o homem continuava a esporrar em mim. Fiquei muito admirada com a quantidade de porra daquele moço, e olhando rapidamente para ele pisquei um olho e marquei sua fisionomia, pois queria procurá-lo mais tarde para extrair mais daquele líquido viscoso.
Ele entendeu, deu um sorriso e num último esforço ainda soltou um generoso jato em minha boca. Abri a boca para ele ver que eu estava cheia entupida de porra, e bem devagar fui engolindo e abrindo a boca de vez em quando para ele ver a porra descendo pela garganta. O homem ficou maravilhado, mas o encanto foi quebrado pois outra madame solicitava meus serviços. Fui de joelhos para não perder tempo, e quando peguei o pau em minha mão para colocá-lo na boca, a mulher dele pediu: - Deixa o restinho pra mim, tá, gata? Ele logo começou a gozar, mas uma gozada sem força e em pequena quantidade, tanto que não demorou nem quinze segundos e eu já estava me levantando para dar lugar à mulher dele.
Assim que ela pegou o pau do marido eu fiquei em pé, como uma cadela ensinada, à espera de outro chamado. Dessa vez quem me chamou foi o primeiro, o furioso, e quando eu estava me dirigindo até ele um senhor quase na minha frente gritou: - Não sai daí, menina, que já vou gozar. Enquanto a senhora que estava com ele ficava de pé, eu me abaixei para engolir o pau. Era um dos mais velhos do grupo e acho que era casado, pois a mulher apesar de bem mais moça, já era meio coroa. Quando coloquei o pau dele na boca senti uma mão na minha boceta, mas não me virei nem me mexi. Continuei a chupá-lo e o ouvi falar: - Tá procurando a bocetinha dela, meu bem? E a mulher atrás de mim respondeu: - Estou, sim.
Senti aqueles dedos entrarem em mim e ao mesmo tempo senti outra mão procurando meu cuzinho. Quando ela enfiou os dedos na minha boceta eu gostei, mas quando ela enfiou um dedo no meu cu, eu gostei mais ainda, mas tive que continuar caprichadamente aquela chupada. Não demorou e veio o jato, só que como eu estava prestando atenção na minha boceta e no meu cu, o jato me pegou de surpresa e foi direto para a garganta. Engasguei e precisei de todo meu autocontrole para não dar um vexame, cuspindo tudo no homem. A muito custo consegui engolir, mas desta vez um pouco escapou e caiu no sofá. Preocupada com aquilo, tirei a boca do pau dele e ele gozou pela última vez, sujando mais ainda o sofá.
Fiquei sem saber o que fazer, mas parece que todos naquela noite estavam procurando me ajudar. O senhor me falou: - Essa é uma falta muito grave, deixar escapar a porra de seu senhor. A pena é levar quantas chicotadas seu senhor desejar lhe dar, mas vou quebrar o seu galho. Limpe o sofá rapidinho com a língua e ficamos por isso mesmo. Comecei a lamber o sofá com um certo nojo, por causa do pano, mas acabei sendo salva. Desta vez foi uma mulher que gritou: - Corre aqui, vadia, vem logo beber a porra de meu amor! Meio desorientada pelo caso do sofá, virei-me para o lado errado em que estava o casal. – Aqui, sua burra!, berrou a mulher. Eles estavam quase no fim do sofá, e ela era uma bonita mulher, bonita mesmo.
Corri até lá e ela continuou a gritar: - Bebe logo a porra dele, cadelinha, senão vou te exemplar! Eu também trepo com o presidente e tenho certos direitos aqui. O parceiro dela era um moço muito bonito, e depois de ouvir isso tudo corri e meti o pau dele na minha boca. Estava tentando me concentrar, pois tava difícil chupar todas aquelas picas ouvindo desaforos e lambendo sofás. Quando comecei a chupá-lo com gosto, ouvi a mulher gritar de novo: - Você não sabe fazer nada direito, sua vaquinha, é assim que se chupa!, e me dando um empurrão caiu de boca no pau de seu macho, que logo em seguida começou a gozar na boca dela.
Quando o rapaz começou a gozar a mulher tirou a boca de propósito e o jato de porra se esparramou por todo o rosto dela. Tinha porra no nariz, por fora da boca, nos olhos e um pouco nos seios, pois ela estava com uma blusa bem decotada. A mulher continuou a gritar: - Pega logo o pau dele, cadela sem-vergonha, não deixa cair mais nada fora! Rapidamente me abaixei de novo e consegui engolir o restinho de porra que ainda tinha. Depois que terminei, ela falou para mim: - Agora vai todo mundo esperar você me limpar, sua porca. Lambe toda a porra do meu rosto, dos meus seios, dos meus olhos e me deixe limpinha!
Comecei pelo colo dela, um pouco acima do seio. Vi que ela ficou arrepiada, e percebi que toda a encenação era para conseguir isto mesmo. Lambi seus olhos, e enquanto lambia engolia a porra que tirava. Depois, perto da boca, em seus lábios, caprichei mais nas lambidas e a mulher começou a gemer. Lambi sua face até não ter mais nem um vestígio de porra, e foi justo a tempo de outra mulher gritar: - Corre aqui, putinha. Este era o sétimo homem, e estava no meio do sofá. Também era um dos mais moços. Sua mulher me pareceu uma pessoa educada, pois falou baixo para mim: - Capricha com ele, querida, pois gosto quando ele goza gostoso.
Coloquei o pau do sujeito na boca. Era um pau normal, mas tinha um gostinho diferente. Acho que ele estava só esperando por mim, porque assim que coloquei tudo na boca ele começou a gozar. Deu três gozadas pequenas e parou. Fiquei meio decepcionada, mas a mulher se abaixou e falou no meu ouvido: - Não larga não, bem, porque ele vai aos poucos, mas fica meia hora soltando porra. Continuei com o pau inteirinho na boca e senti que ele estava amolecendo. Comecei a movimentar a cabeça naquele vai e vem e a mulher falou de novo no meu ouvido: - Não, querida, fica paradinha, só mexe a linguinha em volta do pau dele que ele solta mais porra. Fiz o que ela falou, achando que não ia dar em nada.
De repente senti o membro enrijecer de novo e mais três jatos de porra encheram minha boca. Estava cada vez mais admirada. Quanta coisa que a gente não sabe... Quando fiz menção de tirar a boca, ele me puxou pelos cabelos e desceu minha cabeça até seu pau: - Meu bem, ainda não acabou. Faltam duas vezes. Achei que era impossível, mas fiquei firme sentindo o membro diminuir de tamanho cada vez mais. Quando já estava quase totalmente mole, a pica enrijeceu mais um pouco e soltou três jatos de leite, já com menos intensidade e quantidade. Quando o pau estava totalmente mole e pequenininho dentro de minha boca ele ainda esporrou mais uma vez, então a mulher dele falou: - Pronto, querida, agora pode ir beber de outro.
Ela disse a tempo, porque dois homens e uma moça já acenava para mim: - Rápido, vem! Foi o tempo de engolir um cacete enorme de comprimento, mas bem fino. O homem começou a soltar porra dentro de mim, mas ao mesmo tempo forçava minha cabeça para baixo. Consegui engolir os primeiros jatos, mesmo com ele enterrando aquela estaca na minha garganta, maldosamente. Eu estava sentindo ânsias e com a boca cheia de porra, pois não conseguia engolir, já que estava com a garganta entalada. Vi tudo preto, estava para vomitar quando num esforço sobre-humano consegui me segurar e ele enterrou de vez aquele mastro fino ma minha garganta.
Ele enfiou até o fim e enterrou garganta abaixo, sem se importar com o eu sofrimento. O homem me segurou assim por muito tempo e finalmente me soltou. Consegui engolir o esperma todo que estava na minha boca e voltei ao pau para limpar o restinho de leite que ainda saía. Ele continuou com o pau duro. Sua mulher me ajudou a levantar, acariciou os meus cabelos e me disse: - Você viu o tamanho do pau dele, não viu? Pois ele foi até o meio da sua garganta. Você se saiu muito bem, queridinha. Eu sou uma das poucas mulheres que consegue ficar com um pau deste tamanho na garganta sem passar mal. Agora somos duas. CONTINUA.