Autor: Lanna Fox
7.7
Quando acordei já passava das dez horas da noite, e pra não perder o pique me arrumei e fui dar uma volta no centro da cidade. Fui até onde ficava o pessoal, mas não havia ninguém que eu conhecesse, então me sentei num banco e fiquei lá, tomando sorvete para refrescar, porque estava muito quente. Nisso o lugar foi enchendo cada vez mais. Resolvi então ir para casa e arrumar alguma coisa para fazer por lá mesmo. Já era mais de uma da manhã quando voltei.
Na volta, vi uma garota linda parada com cara de assustada. Não sei o que deu em mim, mas meu coração começou a bater muito forte... não queria acreditar que estava sentindo atração por uma mulher, mas eu estava. Quando ela me viu, chegou perto e perguntou que horas eram. A garota me falou que tinha se perdido das amigas e que não tinha a chave da casa para voltar. Ficamos conversando um pouco, esperando as amigas dela e o tempo foi passando. Cada vez mais eu sentia vontade de beijar aqueles lábios, que só eu sei como eram provocantes.
Eu nunca a tinha visto antes, nunca tinha sequer beijado uma garota e nem sabia se ela gostava de mulher também. Comecei a ficar desesperada. Bom, uma hora depois e nada, então a convidei para passar a noite na minha casa. Após muita insistência ela aceitou. Eu nem acreditei que aquele tesãozinho ia dormir comigo... Ela tinha 1.73m de altura, uns 70kg muito bem distribuídos, olhos negros, pele bem branquinha e cabelo liso, na altura dos ombros. Ah, e uma barriga perfeita!
Naquele dia ela estava com uma roupa que a deixava ainda mais linda. Não era nada extravagante nem exagerado, mas uma regatinha que mostrava um pouco a barriga e uma saia não muito curta. Quando chegamos na minha casa conversamos mais um pouco. O que era para ser mais um pouco, acabou durando a noite toda. A gente riu bastante aquele dia... acho que acabamos contando a vida uma para a outra e foi muito legal. De manhã fomos juntas até a padaria e voltamos.
Fui preparar o café da manhã e ela ligou para as amigas dizendo que estava bem, que não era para se preocuparem pois logo ela estaria em casa. Quando ela disse isso, olhei fixamente nos olhos dela e perguntei se ela realmente ia embora. Só depois me dei conta que tinha deixado claro que eu estava muito afim dela. A gostosinha pensou um pouco e pediu para usar o telefone novamente. Tomamos nosso café da manhã e nada dela falar se ia ou não ficar na minha casa mais um pouco.
E assim a manhã passou... ela dormiu a manhã toda na minha cama, na minha casa e eu estava cada vez mais apaixonada por ela. Não sabia o que fazer. A vontade que eu tinha era de dar um abraço forte e beijá-la de uma forma que ela nunca se esqueceria. Ela não quis almoçar e continuou dormindo. Resolvi dormir um pouco porque estava muito cansada e porque não tinha dormido à noite. Peguei no sono... e quando acordei já era noite.
Levantei correndo e fui ver se ela não tinha ido embora. Comecei a andar desesperada pela casa, procurando-a, e nada dela estar em lugar algum. Fiquei chateada. Depois de uma meia hora, para minha surpresa, ela chegou. Abri um sorriso enorme e perguntei onde ela estava. A gata tinha ido falar com as amigas que não voltaria hoje para a casa delas, que iria me fazer companhia em agradecimento pela ajuda que dei a ela na noite anterior.
Saímos para jantar, demos muita risada, contamos piadas e bebemos vinho. Confesso que bebemos bem além da conta. Nem sei a que horas voltamos para minha casa, mas já estava super tarde. Quando chegamos ela me disse: - Eu vi o jeito que você me olha. Posso te fazer uma pergunta, Lanna? Respondi que sim e ela falou uma coisa que nem pude acreditar na hora: - Você me olha desse jeito por quê? Você gosta de mim como amiga ou é mais do que isso? Porque se for mais do que isso eu queria dizer que eu também estou afim de você.
Fiquei paralisada, mas ela continuou: - Eu sempre te procurava, te vigiava, digamos assim, cada vez que você vinha para essa praia. Sei onde você mora, sei onde estuda, sei onde trabalha, sei que vai ficar sozinha aqui por uns quinze dias... e queria dizer que eu amo você há um bom tempo já, só que nunca soube como falar isso para você. Foi mais ou menos isso que ela me disse. Eu comecei a chorar na hora.
Ela se assustou, mas eu sorri e disse que era verdade que eu gostava muito dela, que estava não só afim dela, mas que estava me apaixonando. Ela sorriu, veio se aproximando de mim e me deu um beijo que jamais vou esquecer. Começamos a nos beijar e a nos abraçar cada vez mais forte. Ouvi baixinho um "eu te amo" e não hesitei em falar: - Eu também, meu anjinho. Fomos então tomar um banho juntas.
Ela começou a desabotoar o meu vestido, e ao mesmo tempo em que fazia isso me beijava, passava a língua no meu pescoço, mordia meus lábios, até que eu fiquei só de lingerie. Ela me apertou contra seu corpo e pude senti-la... sei que ela também pôde sentir como eu estava excitada com tudo aquilo. Passei a mão na bunda dela, apertei aquela bunda gostosa, enfiei a mão por dentro da saia dela e pude sentir sua calcinha.
Era pequena, fininha na lateral. Vendo isso ela perguntou se eu queria mais. - Claro que quero!, respondi. Então ela tirou o meu sutiã e passou a língua bem devagarinho no bico do meu seio. Sorri para ela. Ela mordeu os meus bicos, chupou cada um deles e terminou puxando-os com os dentes, me deixando arrepiada. No banho pude ver o corpo dela. Fiquei por algum tempo contemplando-a, admirando aquele corpo curvilíneo, lindo...
Começamos a nos ensaboar. Que delícia sentir minha mão passando suavemente pela pele ensaboada dela, deslizando em cada curva, sentindo a reação do corpo dela ao meu toque. Não há prazer parecido com o de ter um seio durinho na sua mão. Os bicos dos seios dela enrijeceram. Ela estava gostando. Comecei a beijar o pescoço, lambi a nuca, massageei os cabelos dela... e começamos um amasso muito gostoso debaixo do chuveiro. Nos abraçamos e ficamos nos esfregando. Como era bom...
Saímos do banho e deitamos molhadas na cama. Começamos a nos beijar sem parar, passando nossas mãos pelo corpo uma da outra. Ela fez com que eu ficasse embaixo dela, levantou os meus braços e pediu que eu fechasse os olhos: - Não abra de jeito nenhum!, falou. Ela iria me fazer uma surpresa. Fechei meus olhos e fiquei com os braços para cima, ocupando toda a cama. Ela veio perto do meu ouvido e falou algumas palavras bem baixinho, que me deixaram toda arrepiada dos pés à cabeça.
Ela me beijou nos lábios e foi descendo, beijando meu queixo... mordiscando minha orelha... beijando e lambendo o meu pescoço. Nossa, como isso é bom! Então, sem me tocar com as mãos, somente com a boca e a língua, foi descendo pelo meu corpo e começou a chupar meus seios. Eu já estava ficando completamente maluca. Devia estar toda molhada. Então ela segurou o meu seio e apertou, o que me deixou ainda mais excitada. A mão não tinha o peso de uma mão de homem, mas era firme, forte, precisa.
Depois foi descendo pela minha barriga, fazendo círculos com a língua que deixavam todos os meus pelinhos arrepiados. Uma sensação que fazia cócegas e era muito gostosa ao mesmo tempo. Alternava com mordidinhas e beijos, enquanto eu me contorcia na cama. Não sei como é que eu estava agüentando. Queria gozar, mas tudo estava maravilhoso. Depois de um tempo de "tortura", ela começou a beijar e a lamber a minha virilha. Passava a língua de um jeito na minha coxa, que me deixava... nossa... só conseguia gemer e me contorcer.
Agarrei o meu anjinho pelos cabelos e fiquei segurando, na tentativa de controlar o prazer que sentia. Ela chegou perto do meu ouvido e falou que se eu quisesse que ela me chupasse, teria que pedir. Fiquei um pouco envergonhada porque sou tímida, mas pedi. Ela começou a passar bem devagarinho a língua no meu grelinho. Fez movimentos lentos, alguma pressão e passou a alternar com movimentos mais rápidos, frenéticos, que aumentavam conforme ela percebia que eu estava mais e mais excitada.
À medida que ela foi tendo os resultados, foi aumentando a velocidade. Vi que ela já estava com o rosto todo lambuzado de mim, pois senti o quão molhada fiquei com aqueles estímulos. Então ela se levantou, veio em minha direção e me deu um beijo. Senti o meu gosto no beijo. Nunca havia feito isso. Foi bom... Continuamos nos beijando enquanto ela me excitava ainda mais com as mãos, esfregando a ponta nos dedos no meu grelo e invadindo minha buceta. Lentamente ela começou a descer, lambendo todo o caminho até lá embaixo.
Meu grelo agora recebia chupadas, deixando-me fora de mim. Dobrei e coloquei minhas pernas ao redor do corpo dela, que voltava a me excitar com a boca. Foi então que ela colocou a língua dentro de mim. A língua entrava e saía da minha buceta, num movimento contínuo e incansável. Meu prazer aumentava. Ela me pediu para ficar de joelho. Foi o que fiz. Então se deitou debaixo de mim e continuou me chupando. Senti um dedo entrar em mim.
O dedo me penetrava, ia fundo, lá dentro, enquanto eu era estimulada do lado de fora. Estava quase gozando. Senti o segundo dedo. Dessa vez o movimento só aumentou. Era dedada e chupada ao mesmo tempo, num caminho sem volta. Gemia cada vez mais alto, segurando a cabeceira da cama. Os movimentos estavam muito rápidos, muito fortes e foram aumentando, aumentando, aumentando, até que eu gozei... gozei. Ah, como gritei! Em seguida fiquei sem forças e meu corpo relaxou.
Ela se deitou ao meu lado e ficamos abraçadas por um tempo. Ficamos nos olhando nos olhos, nos beijando... como eu estava me sentindo bem com aquela garota! Estava realmente apaixonada por ela. Sem que ela esperasse, deitei em cima dela e comecei a beijá-la. Ela não disse nada, simplesmente sorriu. Então bem lentamente fui descendo e beijando sua pele, passando a minha língua, o meu nariz, os meus dedos por toda a extensão de seu corpo. Como ela tinha um cheiro bom! Beijei sua boca bem devagar e fiquei dando beijinhos ao redor dos lábios.
Comecei a passar minha língua em seu pescoço e fui lambendo até a orelha... ao redor da orelha. Depois desci para os ombros, seios e comecei a chupá-los delicadamente, mordendo os bicos, puxando-os... e percebi que ela estava excitada. Bem excitada, por sinal. Podia sentir seu coração batendo forte e sua respiração ofegante. Depois de ficar um tempo lambendo e chupando aqueles seios maravilhosos, fui para a barriga dela. Passei a língua bem devagar em volta do umbigo e senti que agora era ela quem estava arrepiada.
Que sensação bom ver os pelinhos loiros da barriga se arrepiando com a minha língua... Fui seguindo os meus instintos, já que nunca havia feito nada com mulher alguma. Desci lentamente, passando minha língua bem devagar.. Estava adorando tudo aquilo. Pedi para ela levantar um pouco as pernas, afastei seus joelhos e comecei a beijá-la onde eu nunca havia beijado ninguém. Podia sentir seu gosto, seu cheiro, e tudo estava maravilhoso. Ela estava melada de tesão.
Fui brincando com minha língua no grelinho dela, que era ainda menor do que o meu. Fiquei lambendo, chupando, descobrindo aquele lugar e vendo as sensações que ele provocava. Tentei alternar a velocidade, aumentando aos poucos e diminuindo quando percebia que ela estava perto do gozo. Era muito bom ter o controle sobre o corpo de outra pessoa. Continuei chupando esse tesãozinho até que ela deu um grito. Me assustei e então vi que não era de dor.
Ela me pediu para colocar os dedos dentro dela enquanto a chupava, e foi o que fiz. Comecei a passar minha mão nela, sentindo-a, e enfiei um dedo. Comecei a mexê-lo bem devagar, depois coloquei mais um. Fui aumentando a velocidade, a força e vi que ela passou a se contorcer incontrolavelmente. Estava gostando daquilo. Aumentei ainda mais a velocidade, mexendo meus dedos mais rápido, metendo com força e chupando muito aquela buceta. Ela foi tendo espasmos, gemendo cada vez mais alto até que deu um grito e falou: - Não para! Não para!
Em seguida minha gata parou de se mexer e vi o corpo dela relaxar. Ela havia gozado na minha boca. Eu estava feliz por isso. Fui correndo para os braços dela. Ela sorria para mim. Ficamos deitadas, abraçadas e acabamos pegando no sono. Acordei com um delicioso beijo e um café da manhã na cama. Melhor não poderia ter sido. Não conseguíamos parar de nos olhar. O sorriso não deixava meus lábios. Eu estava começando a viver o maior amor da minha vida, que continua até hoje.