Autor: Lily
6.1
Estava tomando café-da-manhã quando escutei o pessoal da mesa ao lado conversando. Eles falavam um inglês tão fluente que eu pouco conseguia entender. Disfarçadamente tentei olhar para o lado afim de visualizar o grupo. Só que quando olhei, um dos integrantes já estava me observando. Dei um sorriso amarelo e voltei a tomar meu café. O cara não disfarçou e continuou conversando com seus amigos e amigas, me analisando.
De certa maneira isso começou a me incomodar, mas a “curiosidade matou o gato” e eu não me levantei, justo pelo contrário, fiquei prestando atenção no que falavam. Comentavam sobre o que fariam naquele dia, aonde ir, lugares para mergulhar, outros locais a serem explorados, mas meu observador quando indagado por uma das garotas respondeu que iria pensar no que fazer ainda.
Esse cara era mesmo de impressionar qualquer garota, apesar de estar de chapéu de pano (aqueles redondinhos que o pessoal que pesca usa) e óculos escuros, notei que era um moreno claro, sarado, quase um troglodita, e me pareceu bem alto. Cansada de ser observada me levantei e saí para a praia. Senti o olhar dele me acompanhar, mas quando notei que estava sendo seguida, caminhei até uma praia mais afastada que ficava entre alguns rochedos. Estendi minha canga na areia me deitei ao sol.
Sabia que em breve meu amigo daria o ar de sua graça. O estranho é que se fosse aqui em São Paulo eu estaria apavorada com um troglodita daquele me seguindo, mas em Noronha o clima me deixou ousada, e eu estava ansiosa para ver aonde isso ia dar... De olhos fechados percebi que alguém tampara o sol. Abri os olhos e coloquei os óculos na cabeça. Sorri meio encabulada diante daquele deus parado na minha frente.
Ele me perguntou se eu falava Inglês. Respondi que um pouco (eu que sempre me considerei fluente percebi humildemente que meu Inglês era, na verdade, bem ralo). Ofereci um pedaço da canga para ele se sentar e começamos a conversar sobre coisas amenas. Como os dois queriam a mesma coisa, essa conversa não durou mais de quinze minutos. Eu estava muito excitada e perguntei seu nome: - Mark, ele respondeu, segurando minha mão e a levando até os lábios.
Tirei o chapéu e óculos dele, e espantada descobri que ele raspava completamente os cabelos, além de ter profundos olhos castanhos. Já sentada totalmente de frente para ele, com o rosto bem próximo, estava esperando alguma reação. De repente Mark me puxou pela nuca me beijou. Foi muito bom... demos aqueles beijos em que as línguas quase nem ficam dentro da boca.
Puxando-me para dele, fui ficando por cima e meus cabelos, que são bem longos, formaram uma cortina, escondendo aquele beijo cada vez mais quente. Passei uma perna para o outro lado e me sentei no colo dele. O cara estava indo à loucura com uma mulher pronta para dar para ele. Tenho 29 anos e sou uma ninfa bronzeada, sarada de academia, pernas grossas, seios que cabem na palma da mão, de biquíni branco de laço, sentada em cima do pau dele... E o principal: sem a gente nunca ter se visto na vida.
O cara ficou louco, parou de beijar minha boca e foi descendo pelo meu pescoço. Suas mãos acariciavam minha cintura, subiam pelas minhas costas e desciam até meu traseiro. Ele passava os dedos dentro do meu biquíni enquanto a outra mão logo desfez o laço do meu sutiã. Senti meus seios livres e a boca dele tentando vencer a pouca resistência que o tecido ainda oferecia. Eu assistia tudo oferecendo mais ainda os seios a ele, então sentei na barriga de mark e me livrei da parte de cima do biquíni.
Esfreguei meus seios no rosto de Mark, que explorou cada centímetro com a boca. Ele beijou, sugou com força, mordeu... eu apenas assistia a tudo, gemendo de tesão. Enquanto sua boca castigava meus seios, suas mãos hora apertavam com força meu traseiro, hora o acariciavam com os dedos leves. Desesperada com aquela tortura, num gesto rápido me sentei na barriga de Mark e comecei a tirar sua camiseta.
Ele mesmo a tirou quando viu qual era a minha intenção. Quase perdi o fôlego quando vi aquele tórax malhado à minha disposição, e sem esperar mais, olhos nos olhos beijei a boca dele explorando cada cantinho com língua, até que com um suspiro de redenção ele fechou os olhos e me abraçou. Foi nosso primeiro beijo de paixão e não mais de tesão. Comecei a descer pelo pescoço dele e notei que Mark continuava de olhos fechados.
Beijei seu pescoço, ombros e fui gemendo gostoso, enquanto ele apertava minha bunda com as mãos e me incentivava a ir mais adiante: - Levante seus braços para trás da cabeça...,falei. Queria ele inteiro à minha disposição. Mordi a parte interna do braço dele e fui descendo. Passei por seus pelos, mordisquei o mamilo - que tinha uma tatuagem em volta-, desci seguindo a trilha de alguns poucos pelos e quando cheguei na bermuda, passei a língua na parte interna só para ouvir um gemido.
Acariciei seu membro por cima do calção e senti como ele era grande. Não era muito comprido, mas era grosso. Muito grosso. Abri o calção sem tirar os olhos daquela coisa que se apresentava. Literalmente caí de boca. Sempre tive algumas técnicas para essas ocasiões, mas nessa hora esqueci de todas, ou apliquei todas de uma só vez, o importante foi que eu enfiava todo aquele pau enorme na boca, fundo até senti-lo na garganta.
Mark até se apoiou nos braços para poder ver melhor, mas não agüentava de tesão e caía de novo na canga. Não sei como ele não gozou... Quando fiquei cansada passei a lambê-lo, brincando com a língua em volta do seu pau, depois sugando as bolas. Ele me puxou pelos ombros e inverteu a posição. Abracei sua cintura com as pernas enquanto ele me beijava. Pude sentir seu membro contra o meu biquíni, úmido de tanto tesão. Eu já estava pingando.
Sem que eu percebesse ele desfez os laços da calcinha do meu biquíni e eu só senti quando Mark me puxou. Ele se sentou de joelhos, o que me impediu de fechar as pernas, e ficou me olhando ali toda aberta. O gringo acariciava o próprio pau com uma mão e com a outra brincava com meu grelinho. Eu gemia e me contorcia quando ele tentou introduzir um dedo dentro de mim e sentiu resistência. Mark murmurou algo a respeito deu ser um tesão, então abri mais as pernas e senti sua boca quente em mim.
Só sentia aquela língua brincado com meu clitóris, os dedos tentando abrir caminho para o que vinha depois, a língua entrando e saindo de dentro de mim. Já em estado de gozo, senti o pau dele entrando dentro de mim, e apesar da dor eu me abri mais ainda para meu gostosão. Eu o queria, queimava por dentro, minha cabeça rodava, escutava meus gemidos como se fosse os de outra pessoa. Quando Mark fez força para frente, empurrei meus quadris de encontro ao dele.
Dei um grito de dor que nem sei de onde veio, mas ele estava inteiro dentro de mim. Mark apoiou de leve seu corpo no meu, segurando a maior parte do peso nos próprios braços e começou a se mexer, devagar, falando no meu ouvido. Ela ficou impressionada em como eu era apertadinha. Enquanto ele me comia gostoso, eu mordia e beijava seus ombros. Ele foi se mexendo mais e mais rápido, me levando à loucura.
Quando estava bem relaxada, só curtindo o vai-e-vem gostoso, erguendo o corpo o suficiente para que se pudesse ver aquele pau enorme entrando e saindo de dentro de mim, ele pediu que eu olhasse a cena. Nossa, que tesão que era aquela visão! Eu fiquei muito mais molhada e aí que o pau do Mark entrou e saiu sem problemas, me levando ao delírio. Isso fez um calor louco vir lá debaixo e subir até minha cabeça. Quando Mark percebeu meu tesão, me beijou e falou bem perto da minha boca que queria transar comigo de várias maneiras.
- Não estou agüentando de tesão!, respondi beijando sua boca. Entrando cada vez mais fundo em mim, podia sentir que estava quase dentro do meu útero. Já não agüentava mais aquela tortura, quando um espasmo sacudiu meu corpo e me fez agarrar ainda mais nele. Cravei as unhas nas costas de Mark e não acreditei que estava conseguindo gozar assim tão fácil... foram um, dois, três e no quarto espasmo percebi que eu apertava o pênis dele dentro de mim de uma maneira que o fazia dar uns gritos roucos.
O gringo gostoso me deixou inconsciente durante o orgasmo e eu só senti o peso do corpo dele sobre o meu, mal deixando que eu respirasse. Quando consegui voltar a mim, o sol ardia sobre meu rosto. Não sei se foram minutos ou segundos que se passaram, mas beijei a boca de Mark como se fosse o último beijo da minha vida. Ele sorriu de olhos fechados, saiu de dentro de mim e depois deitou de lado, ficando de frente para mim. Puxei uma tolha que estava jogada do lado e cobri nossos traseiros, pois já tínhamos nos arriscado demais.
Por sorte não apareceu ninguém. Mark riu daquele recato repentino. Ficamos namorando um tempo ali e ele me falou que nunca tinha gozado daquela maneira, a ponto de desmaiar. Eu falei também que nunca tinha gozado por ser penetrada, sempre que acontecia era com sexo oral. Quando cheguei mais perto dele querendo mais, Mark me beijou com força e sussurrou rindo que estava fora de combate, pelo menos até a noite...