Autor: Rose
8.3
Durante a noite, quando as luzes eram apagadas e a mãe da Mara se retirava do quarto, eu notava que várias garotas se levantavam e corriam para o banheiro. Eu não tinha idéia do que faziam lá, até que uma noite precisei ir ao banheiro e notei vários sussurros e gemidos. Fiquei curiosa e não me contive: espiei pelo buraco da fechadura. O que vi me deixou estarrecida, e também excitada. Vi a Mara, a moça mais bonita da sala, com a Vera, uma loirinha sardenta.
As duas eram lindas e tinham cerca de 20 anos. Elas estavam nuas, camisolas jogadas no chão, e eu conseguia ver que elas se beijavam e abraçavam loucamente. Eu não conseguia parar de olhar. Elas estavam se esfregando, roçando as xotas uma na outra. Em dado momento, Vera começou a chupar os seios de Mara, que levantou uma perna e a apoiou sobre o vaso sanitário. Vera então se abaixou e começou a lamber a buceta de Mara.
Eu já não agüentava mais de tesão... quando percebi, estava me tocando freneticamente, calcinha empapada e os dedos molhados de tesão. Corri para um canto do quarto e me masturbei como não fazia há muito tempo. Fiz com força, dedos pesando no meu grelo, rápidos, enquanto a outra mão invadia a minha buceta. Me contorcia na cama e soltava uns gemidos descontrolados, abafados, com medo de que alguém me visse.
Gozei muito, gozei pensando no que tinha visto, gozei querendo estar lá. Desejo saciado, percebi que Mara e Vera saíram do banheiro. Vera me disse: - Oi! e sorriu. Mara me olhou nos olhos de uma maneira diferente e não disse nada. Eu estava suada, cabelo colado na testa e um olhar lascivo. Deste dia em diante Mara passou a vir conversar comigo com freqüência. No intervalo das aulas procurava sempre se sentar na minha frente. Nos tornamos amigas. Eu sentia uma incrível atração por ela e sonhava em poder tê-la nos meus braços.
Sabia que ela encostava, propositadamente, os seios de leve no meu rosto quando eu estava estudando, mas tinha vergonha de tomar qualquer iniciativa. Após dois meses de curso, já sabia como as coisas funcionavam e respeitava tacitamente algumas regras, como não nunca transar com meninas que não fossem do cursinho. Quando isso acontecia, rolavam briguinhas e discussões. Usávamos um código: durante o dia a turma combinava com quem cada uma transaria, e à noite, após as luzes serem apagadas, as meninas tiravam a calcinha, a deixavam embaixo do travesseiro e aguardavam até uma das garotas passar em frente da cama e lhes tocar os pés.
Este era o sinal combinado para irem ao banheiro. Eu mesma já havia levado duas cantadas de outras garotas que me queriam, mas só tinha olhos para Mara. A cada dia que passava, mais aumentava a minha atração por ela, mas infelizmente ela só ia ao banheiro com Vera. Um dia, na hora do recreio, eu estava conversando com Mara e a Vera chegou. Alegre e extrovertida ela abraçou Mara. Senti uma ponta de ciúmes e inveja de Vera, que para meu espanto me perguntou: - Quer também? Então ela largou Mara e me abraçou, passando a mão na minha xoxota e falando baixinho no meu ouvido: - Deliciosa...
Depois afastou-se sorrindo, deixando-me a sós com Mara. Fiquei toda sem graça, ainda mais quando Mara me perguntou, sem rodeios, se eu não queria transar com ela. Acho que fiquei toda vermelha. Queria responder mas a voz não saía... gaguejando disse que sim: - Então me espere esta noite, respondeu Mara. Na hora do banho, fiquei imaginando como seria transar com Mara. Estava com tesão e medo pois nunca havia transado com ninguém, muito menos com uma mulher. Á noite escovei os cabelos, passei perfume no corpo e me deitei, ansiosa e excitada.
Assim que apagaram as luzes, tirei a calcinha, a pus embaixo do travesseiro e fiquei aguardando. Mara demorou. Pensei que não viesse mais. Já estava quase dormindo quando senti alguém me tocar os pés. Era Mara. Senti um tesão incrível, me levantei cambaleante e a segui. Mara me esperava na porta do banheiro. Sem falar nada, pegou minha mão, me puxou para dentro e travou a porta. Eu estava tremendo. Mara me abraçou e em seguida me beijou, enfiando a língua na minha boca. Estremeci ao sentir o calor do corpo dela.
Rapidamente ela tirou a camisola. Fiquei observando o corpo nu de Mara, que era muito bonito. Ela tinha proporções perfeitas e lindos seios. Mara voltou a me abraçar e começou a esfregar os seios fartos e durinhos nos meus, que são pequeninos. Pude sentir o cheiro da pele dela. O tesão que eu sentia era incrível. Mara enfiou a língua no meu ouvido e murmurou baixinho frases depravadas e excitantes, enquanto apertava minhas bunda. Sentia as unhas cravarem na minha pele e os bicos dos seios dela roçando nos meus, duros de tesão. Ela pressionava a xoxota dela na minha num roça-roça gostoso.
Não estava me agüentando. Mara passou a mão na minha buceta e viu que eu estava encharcada. Ela foi deslizando o dedo, fazendo uma pressão até que ele entrou. Eu delirei. Logo veio o segundo dedo. Eles entravam e saíam com facilidade, e em pouco tempo ela estava me comendo. Estava sendo fodida pelos dedos da garota mais bonita da classe. Enquanto fazia isso, ela me chupava o pescoço, metendo a língua na minha orelha e arrancando gemidos da minha boca. Não agüentei mais e gozei gostoso. Teria gritado se Mara não tapasse minha boca com um beijo ardente. Meu orgasmo foi longo, como nenhum outro. Quando terminei estava exausta, sem forças.
Continuamos abraçadas. Mara voltou a me beijar e me fez sentar no vaso sanitário. Depois levou os seios até a minha boca e me mandou chupá-los. Mamei com vontade, chupando os bicos, sentindo-os ficarem duros, mordendo de leve, depois com força, alternando as chupadas ora num, ora no outro. Sentia um tesão enorme com aqueles mamilos durinhos na minha boca. Mara tomou minha mão e a guiou até a buceta, enquanto acariciava a minha, que estava tão molhada que escorria pela perna. Ela passou a chupar meus seios. Nós duas éramos um contraste: eu tenho os seios pequenos e a xoxota com poucos pêlos, e Mara tem os seios grandes e a xoxota bem cabeluda.
Sentia o grelo de Mara durinho entre meus dedos, e ele era bem maior que o meu. Ela massageava meu grelo com uma habilidade incrível, o que me fez gozar muito rápido. Senti que Mara estava quase gozando, mas ela bruscamente me virou de costas e me fez ficar de quatro, com as mãos apoiadas no vaso sanitário. Ela me agarrou por trás e arregaçou minha bunda com as mãos, tentando esfregar o grelo no meu cu. Ela ficou rebolando e fazendo movimentos como se estivesse me comendo, se esfregando na minha bunda até gozar. Mara gozou tão alto que tive medo de acordar as outras meninas. Demos mais uma roçadinha até as duas gozarem pela milésima vez. E gozamos.
No outro dia, Mara me disse Vera também queria me comer. Elas me convidaram novamente para ir ao banheiro. À noite, quando eu e Mara chegamos ao banheiro, Vera já estava lá nos esperando. Ela estava nua e tinha um corpo bonito, cheio de pintinhas. Os pêlos de sua xoxota eram loiros, iguais aos seus cabelos. Mal tranquei a porta e já fui tirando a camisola. Vera me agarrou. Não tive nem tempo de reagir. Mara veio por trás me abraçando e fiquei como o recheio de um sanduíche, com Verinha roçando a buceta loira na minha e Mara pressionando a buceta peluda no meu rabo.
Verinha se abaixou e começou a beijar minhas coxas. Ela foi descendo até chegar na minha xoxota. Era a primeira vez que sentia uma língua no meu grelo, e era gostoso demais senti-la explorando minha buceta, fazendo movimentos circulares e enfiando a língua lá dentro. Enquanto isso, Mara se esfregava na minha bunda e acariciava meus seios. Gozei deliciosamente, lambuzando o rosto toda da Verinha. Foi tão maravilhoso que quis recompensar minhas amigas de alguma forma.
Larguei Vera, sentei no chão e puxei Mara para mim, procurando sua xoxota. Mara abriu as pernas e sentou na minha cara. Nunca imaginei que seria tão bom chupar uma buceta e sentir o grelo grande e intumescido de Mara na minha boca. Em pouco tempo Mara estava gozando. Fiquei até com o nariz lambuzado, e o gosto dela forte na minha boca. Mara deitou do meu lado e Vera tomou o seu lugar, oferecendo a xoxota para que eu chupasse. Vera tinha um grelo ainda maior do que o da Mara. Fiquei maravilhada com aquele grelo duro e vermelho apontando para o meu rosto e o chupei com muita vontade. Era mais difícil chupar a Vera, pois ela se contorcia loucamente na minha cara, o que dificultava o meu trabalho.
Com Vera não foi diferente. Ela gozou rápido, gostoso, e na minha boca. Transávamos duas, três vezes por semana, uma com a outra ou as três juntas. Infelizmente o tempo passou, chegamos nos exames finais e tivemos que nos separar. No dia seguinte os familiares de Mara vieram buscá-la. Nossa despedida foi um rápido beijo no rosto. Voltei correndo para o quarto, na certeza de que ali se encerrava um dos melhores períodos da minha vida. Hoje estou casada com um engenheiro. Com Mara e Vera me correspondi ainda por algum tempo, mas depois perdemos contato.