Autor: Antônia
6.9
Tudo começou quando eu ainda estava no terceiro colegial e tinha 18 anos. Meu professor de biologia precisou sair da escola por problemas pessoais e um novo professor o substituiria. Nesse dia eu estava morrendo de sono e não estava nem um pouco preocupada em saber quem seria o substituto nas últimas semanas de aula. Foi quando o vi pela primeira vez. Alto, loiro, olhos azuis como o céu, 1,85m de altura, corpo malhado e uma bundinha pra ninguém botar defeito.
As meninas logo caíram em cima, mas eu preferi ficar na minha, me deliciando com as fantasias que brotavam na minha cabeça. Os dias se passaram e Greg (ele se chamava Gregório), discretamente passou a trocar olhares e sorrisos... As aula acabaram e à tarde, no ultimo dia de aula, fiquei encarregada de pegar os trabalhos no laboratório de Biologia da classe toda. Cheguei na escola preparada, vestindo uma micro saia preta, sandália e um tomara-que-caia que cobria só o que realmente precisava...
Como eu nunca usei calcinha... desde pequena sempre odiei.. estava pronta para o abate. Ao abrir a porta me deparei com ele. Greg sorriu e disse que tinha me ouvido falar pra uma amiga que viria aqui à tarde, e como ele precisava falar comigo... Você não pode imaginar, mas eu quase caí dura! Ele virou para mim e disse, na lata: - Eu to precisando tirar uma dúvida com você, Madara. Aí eu brinquei com ele: - Engraçado, achei que era só eu que não entendia a matéria... Ele deu outro sorriso e me devorou com os olhos de cima a baixo.
Depois falou que adoraria estudar anatomia comigo e tirar todas as minhas dúvidas... Sem perder tempo o beijei como jamais havia feito e fiquei molhadinha quando ele passou a mão por todo o meu corpo, apertando minha bunda e meus seios. Greg tirou minha roupa e eu tirei a dele. Ele alternava os beijos com chupadas nos meus peitinhos, que já latejavam de tão duros. Greg me pegou no colo e me colocou sobre a bancada.
Mais uma vez meu chupou todinha, começando no meu pescoço e descendo para os meus peitinhos, inundando meu umbiguinho de saliva e paixão até chegar nas minhas pernas, que estavam escancaradas à espera daquele macho que eu tanto desejava. Ele chupou cada milímetro da minha boceta e eu inundei seus lábios com meu doce gozo... Aí foi minha hora de retribuir. Coloquei a boca naquele mastro duro como pedra, como era gostoso... era vermelho e enorme, mal cabia na minha boca.
Eu queria abocanhá-lo por inteiro, sem deixar nada para fora. Intercalava o pau e as bolas, enquanto mexia no meu grelinho com os dedos. Eu já estava molhada pelo segundo gozo... Ele abriu minhas pernas e atolou aquele pau maravilhoso dentro de mim. A melhor hora é quando o pau entra, pois vem uma dorzinha gostosa junto com o prazer. Gemi e gritei como uma cadela. Quem diria que aquele laboratório, que muitas vezes odiei, havia se tornado meu santuário de prazer, meu templo do sexo.
Ele dava estocadas cada vez mais fortes e quase tocava meu útero. Eu gritava: - Vai, meu macho gostoso, mais forte! Me fode como eu nunca fodi antes... eu sou sua, me domina, ahh! Isso é muiiittoo bom, continua, não para! Ele me levantou da mesa e me suspendeu, ainda na mesma posição. Eu gemia e gozava como uma cadela no cio. Deitamos no chão e partimos para um maravilhosos 69 (todos os caras com quem eu já transei falaram que é o que eu faço de melhor, pois sei dar e retribuir direitinho..).
Já no chão ele fez o melhor papai-mamãe que eu já experimentei até hoje.. Ele metia com força, intercalando com estocadas mais leves, então o pau ia muito fundo quando eu menos esperava. Enquanto me comia ele falava que eu era a coisa mais gostosa que ele já conheceu, uma delícia... Ficamos de pé e ele me penetrou gostoso. Então levantei uma das pernas e ele meteu com tudo. Foi ainda mais fundo. Mantivemos o ritmo constante e eu já estava a ponto de explodir de tanto tesão.
Então fiquei de quatro e ele meteu na minha bocetinha por trás, com muita experiência. Ele enfiava até o fim, só não enfiava as bolas porque não cabiam! Hummm, era como se todas as minhas fantasias estivessem se realizando numa foda só. Resolvi cair de boca naquele pauzão, para lambê-lo todo até ficar bem melado. Chupei mais uma vez aquele pinto delicioso até que meu professor gozou na minha boca. De repente senti o leite quente escorrendo pelos meus lábios e olhei para ele.
Meu professor estava em êxtase, me vendo toda suja de porra. Não demorou muito e ele já estava pronto para outra. Desta vez disse para ele que queria dar meu cuzinho, mas que eu ainda era virgem nessa área. Falei que estava doida para ser descabaçada por ele. Sem pensar duas vezes, Greg beijou minha boca e pincelou o pau na minha xana, umedecendo-o todo. Sem perder tempo ele me pôs de quatro e numa só estocada fodeu meu cuzinho. No começo senti um pouco de dor, mas quando relaxei senti que era muito bom e passei a rebolar feito uma cadela no cio.
Meu macho, meu Greg me fodia o cuzinho e pude ver, ao olhar para trás, que ele também explodia de prazer. Já sem agüentar mais ele entupiu meu cu com aquela porra maravilhosa. Era muito boa a sensação de sentir o leite descer pela minha bunda, deslizando pelas minhas coxas. Era bom também sentir seu mastro amolecendo pouco a pouco dentro de mim. Caímos exaustos no chão, nos vestimos e depois de um longo beijo fui embora.. E nunca mais o vi...