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O chefe do meu marido
Autor: Selma
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8.7

Me chamo Selma, tenho 21 anos, ruiva, olhos grandes e claros, 1,77m de altura e um corpo, que segundo me dizem, é uma maravilha. Tenho seios médios e firmes, apontados para frente, e um bumbum redondinho que é motivo de muitas cantadas. Nasci no interior de São Paulo, sou filha única de agricultores, casada. Casei-me com o Raul logo que terminei o colégio. Ele é filho de um próspero comerciante da cidade vizinha à nossa.

Raul sempre me disse que sente orgulho de ter ao seu lado uma mulher tão bonita como eu. Ele é bem alto, forte, gordinho e bem interiorano. Formado em Administração, Raul recebeu no começo deste ano uma proposta de trabalho de uma empresa japonesa. O único empecilho é que teríamos que morar no Japão. Pensamos muito e acabamos aceitando o convite, afinal era uma oportunidade única.

Cá estamos no Japão há três meses, e foi neste último mês que aconteceu minha deliciosa aventura. Raul teve que participar de uma recepção e pediu que eu o acompanhasse. Me produzi toda, pois para mim o Japão estava um tédio, e uma ir a uma festinha era o máximo de diversão que teria em muito tempo. Peguei o melhor vestido que trouxe - pensando que sairia muito aqui, mas neste país só se trabalha, então o Raul passa o dia fora e eu em casa casa – que era um modelo justinho, com um decote enorme na frente e as costas nuas.

Chegando na festa, notei que meu vestido estava um pouco ousado para o lugar, mas acho que agradou a todos, pois os homens não tiravam os olhos de mim. Eu estava com saltos de 12 cm, que me deixavam bem mais alta e faziam com que o meu bumbum ficasse ainda mais empinado. O vestido colado marcava o minúsculo tamanho da minha tanguinha vermelha, que eu colocara de propósito. Raul delirou de tesão, e mais ainda quando viu que a sua esposinha estava chamando a atenção de todos, sem exceção.

A certa altura da festa Raul veio me chamar, pois queria me apresentar a um dos diretores da empresa. Ele me levou até a mesa do tal diretor, que estava sentado com mais quatro pessoas. Ao ser apresentada, notei seu ar de surpresa. O diretor me comeu com os olhos, e eu não sei porquê o achei um tesão, lindo de morrer. Marcos era um descendente de japoneses que já estava há anos trabalhando nesta empresa. Nossos olhares se cruzaram e senti uma espécie de choque elétrico. Fiquei muito excitada mas procurei disfarçar, pois poderia estar sendo vulgar e indelicada.

A festa transcorreu sem maiores novidades e eu acabei me esquecendo do Marcos. Numa noite qualquer, meu marido resolveu convidar o diretor para jantar lá em casa. Fiquei toda nervosa e com sentimento de culpa por estar excitada, mas mesmo assim continuei toda molhada. Só de pensar na possibilidade de rever aquele homem... Me produzi toda, caprichei no jantar, e chegada a hora a campainha em ponto. Marcos era ele lindo, que japonês bonito e tesudo! Ele estava mais bonito ainda do que na festa. Ao chegar, ele gentilmente nos presenteou com uma garrafa de vinho, que tomamos durante o jantar.

Aliás, que jantar regado! Vinho, caipirinhas e uísque. O jantar transcorreu muito bem, um clima ótimo com risadas, piadinhas, e eu toda molhada por estar ao lado daquele gatão oriental, necessitada de sexo e já meio zonza pelo álcool. Raul bebeu muito e começou a dar vexame, me elogiando na frente do Marcos, dizendo que eu era a mulher mais cobiçada e gostosa da região e que todos comentavam isso. A gota d’água foi quando ele me pediu para que ficar em pé e mostrar a minha beleza ao Marcos.

Eu estava muito constrangida com a situação, ainda mais pois havia me produzido para aquele homem, que aparentava estar gostando situação. Por insistência do meu marido, após o jantar passamos para uma outra sala. Para isso eu tive que me levantar e dar uma voltinha, exibindo as minhas curvas para eles. Eu estava com um vestido tubinho branco, colado ao meu corpo, sem soutien, com os bicos dos seios durinhos de tesão e uma tanguinha branca que transparecia no vestido, realçando ainda mais o meu bumbum.

Notei que Marcos ficou vidrado em mim, o que só aumentou o meu tesão. Rolava um clima entre nós que eu não sabia explicar; nem o conhecia direito, mas fiquei molhadinha só com o olhar dele. A conversa fluía divertida entre a troca de olhares e risadas. O álcool rolava solto, até que o Raul capotou. Sim, minha gente, ele capotou! Estava roncando na nossa frente! Rimos nervosos do Raul dormindo no sofá, completamente grogue, depois paramos de rir e nos olhamos.

Marcos me agarrou. Tremi de satisfação. Minhas pernas tremiam tanto que Marcos precisou me segurar. Enquanto isso ele me deu um beijo de língua cheio de tesão, que me deixou nas nuvens. Uma deliiiiiicia! Me molhei tanto que já sentia escorrer pelas pernas. Não pensei mais em nada. Nem no Raul babando no sofá, nem que eu era uma mulher casada. Só pensava no tesão de ter um homem desconhecido e muito gostoso, muito tesudo, me agarrando dentro da minha própria casa.

Marcos parecia um mestre do sexo. Senti seu peito forte roçando nos meus seios e o pau duro esfregando nas minhas coxas, aquele volume querendo sair das calças... e logo veio a mão por debaixo do vestido, à procura da minha xotinha. Quase desmaiei de prazer quando ele tocou na minha xota com aqueles dedos grossos de macho. Meu Deus, que situação! Eu queria tudo ao mesmo tempo, estava nervosa de tanto tesão. Eu tremia, estava quase gozando sem nem ter levado pica! Como uma pessoa podia me deixar desse jeito?

Eu havia casado virgem, e com o Raul não costumava nem sair do papai-mamãe. No máximo eu dava de quatro e nada mais, apesar do Raul ter me pedido o cuzinho por várias vezes. Eu não me animava a fazer isso, mas naquele momento eu queria era dar, dar tudo, e num instante eu percebi que estava só de tanguinha, com um pau duro e enorme na minha boca. Eu o chupava como uma louca devassa, queria meter aquela jeba toda na boca, inteira, queria me engasgar com aquela pica.

Que delícia! Eu esfregava as bolas, lambia o saco inteiro, chupava a cabeça, deixava o pau encostar no fundo da minha garganta. Até que Marcos me levantou e rasgou com violência a última peça de roupa que havia no meu corpo. Ele meteu a língua gostosa dentro da minha bucetinha e me fez delirar. Eu estava toda mole de tanto tesão que sentia... Marcos apertava a minha bunda enquanto chupava a minha xotinha, e me manipulava como seu eu fosse um brinquedo. De repente, num movimento brusco, ele me fez virar de costas e ficar de quatro para ele, com as mãos no chão e as pernas semi abertas, em uma posição que me deixava toda arregaçada.

Ele passou a língua na minha xota e subiu para o reguinho. Fez cócegas e eu tremi, pois percebi que o homem gostava de uma bunda. Foi algo indiscritível o prazer de ter uma língua forçando a entrada do meu cuzinho. Minhas pernas cambaleavam e eu me contorcia, até que ele encostou a cabeça da pica na entrada da minha buceta. Que delírio! Naquela posição eu me sentia uma vadia, uma cadela no cio querendo ser comida o quanto antes. Comecei a implorar para que ele enfiasse a pica em mim. Gemia de prazer à medida em que ele ia enfiando bem devagarinho, me torturando.

Eu gritava sem me importar com nada, nem com o meu marido ali do lado. Marcos meteu o restante daquela pica enorme em mim e eu gritei muito, pois estava gozado só com aquela enfiada. Que coisa louca! Eu nunca havia alcançado esse estado de excitação. Só podia ser pele... ele meteu de uma vez e foi muito fundo. Gritei de dor. Então ele tirou e foi metendo devagar, em movimentos lentos. Quando já estava acostumada com aquela pica e com o vai-e-vem, Marcos meteu de novo com muita força. Que desespero! Não estava esperando por aquela estocada.

A partir daí ele foi metendo, metendo com tanta violência que tinha que segurar meu corpo, senão eu ia cair no chão. Os gritos saíam sem eu querer. Estava sendo empalada por uma pica gigante! Eu não sei quantas vezes gozei só nessa brincadeira. Marcos me fez virar de frente para ele, me pegou pela bunda e forçou meu corpo contra a pica duríssima. Eu estava de pernas abertas para ele, com a xotinha toda arregaçada, indefesa, e aquela vara roçando na minha bunda, querendo me penetrar. Marcos estava com todo o controle da situação.

Ele me abaixava, me levantava, até que me abaixou com tudo, encaixando minha buceta naquele cacete maravilhoso. Dava a impressão de que se ele soltasse as mãos, eu ficaria pendurada naquele mastro. E Marcos nada de gozar. Parecia insaciável. Quando ele me perguntou se eu estava gostando de me sentir uma vadia, uma puta que dava para um desconhecido na frente do marido, eu respondi que sim, gritei dizendo que estava adorando e que queria ser currada ainda mais por ele.

Nesse momento ele me tirou daquela posição, me colocou de quatro no sofá, ao lado do meu marido, e passou a lamber o meu cuzinho. Marcos cuspiu nele, depois enfiou um dedo, que sensação estranha... era incômodo mas me dava um prazer enorme! Senti dois dedos, a sensação ficou mais forte e então levei mais cuspidas no buraquinho. Quando percebi, ele estava fazendo um vai-e-vem com os dedos, e em seguida gozei. Foi a minha primeira gozada no cu. Ele retirou os dedos e logo implorei por mais. Que decepção... estava tão bom.

Então ele me deixou de quatro no sofá, e antes mesmo deu poder me acomodar, senti a cabeça do cacete dele encostando na entrada do meu cu. Marcos forçava a entrada, que dorzinha gostosa. Ele forçou mais, que dor! Então senti uma ardência enorme. Quando vi que a pica tinha entrado toda, gritei de dor. Marcos pediu que eu relaxasse, pois facilitaria a entrada do pau e eu relaxei. Ele enterrou tudo. Vi estrelas de tanta dor e pedi para que ele tirasse, mas ele não me deu atenção e continuou a bombar cada vez mais rápido, me chamando de puta gostosa. Ele falava no meu ouvido enquanto puxava meus cabelos, dizendo que iria arregaçar o meu cu e me fazer sentir prazer, muito prazer!

A dor foi dando espaço para uma sensação maravilhosa de prazer e tesão, até que eu gozei pedindo para ser fodida no cu, palavreado raro para a minha educação interiorana. Eu pedia para que ele me fodesse o cuzinho, para que enterrasse até as bolas que eu estava gozando, e muito, até que ele acelerou o ritmo e me levou ao delírio. Naquele momento ele começou a gozar. Ele se contorcia de prazer e tinha espasmos. Aquela enxurrada de leite quentinho inundando o meu rabinho, me fez enlouquecer. Foi uma loucura! Achei que fosse ter um treco - e tive, quando ele tirou o pau de dentro de mim e senti escorrer toda aquela porra pelas minhas pernas.

Ficamos deitados abraçados, sem dizer nada e nos beijando por um bom tempo. Tomamos banho juntos, demos mais uma metida no chuveiro, que foi uma delícia, colocamos o Raul na cama e nos despedimos, com a promessa de nos encontrarmos de novo. Que delícia de homem! Na verdade acho que me apaixonei por ele, e desde então nos encontramos todas as semanas.

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