Autor: não creditado
8.8
Dei uma passadinha em casa, tomei um banho rápido e antes das 20h já estava tocando a campainha do apartamento. Lea me recebeu com um beijo no rosto e disse que o jantar estava quase pronto. Com um pouco mais de 35 anos, Lea é uma morena bonita, alta, com um belo corpo. Simpática e atenciosa, ela está sempre elegantemente bem vestida e perfumada, o oposto do marido, Roberto, um sujeito grosseiro e mal humorado.
Lea me serviu uma taça de um excelente vinho branco e conversamos sobre amenidades, enquanto ela terminava de preparar a refeição na cozinha. Já mais relaxado pela taça de vinho, comecei a avaliar melhor minha concunhada. Ela estava usando um vestido leve, esvoaçante e meio transparente, com os braços e ombros descobertos, sandálias de salto alto que realçavam os pés bem cuidados e pernas bem torneadas.
Notei que a mesa estava posta apenas para duas pessoas, e inocentemente perguntei pelo Roberto. Ela respondeu prontamente, com um certo rancor nas palavras, que o "marido" tinha saído com uns colegas do trabalho para tomar umas "cervejas", e não viria comer o peixe que ela havia preparado. Sentindo o clima meio tenso, disse que se ela estivesse chateada ou constrangida, eu poderia ir embora.
Ela mudou o tom de voz e disse que queria muito que eu ficasse, pois precisava conversar com um amigo. Disse também que não havia constrangimento nenhum de estar a sós comigo, mesmo porque era muito amiga da minha mulher. O peixe estava especial e a conversa muito animada. Sem dúvida o consumo do vinho foi responsável pela quebra do gelo e por nos deixar mais à vontade.
Falamos de comida, música, cinema, livros e de viagens, todos os assuntos que o boçal do meu cunhado detesta. O difícil era desviar os olhos das curvas de Lea, principalmente do decote que teimava em mostrar o imaginável. Eu ainda a ajudei a lavar e a guardar a louça, e depois de tudo arrumado, nos acomodamos na sala para ver um DVD que ela havia alugado.
O papo estava tão bom que nem ligamos a TV, e o assunto foi ficando cada vez mais íntimo. Lea comentou dos problemas que tem com o marido, inclusive em relação a sexo. O assunto foi me excitando, e quando percebi estava com minha pica totalmente dura. As curvas das pernas de Lea, cruzadas bem na minha frente, o tom e o brilho da pele, sua voz e o perfume que preenchia o ambiente estavam me inebriando.
Enquanto ela foi buscar um licor, me sentei no chão na vã esperança de esconder meu pau, que teimava em querer aparecer. Ela voltou com duas taças, uma garrafa de licor e mudou-se de lugar, sentando numa poltrona bem na minha frente, de forma que suas pernas ficaram a centímetros do meu rosto. O papo continuava e minha excitação aumentava a cada segundo.
A intimidade aumentava a cada instante, enquanto ela contava com detalhes os problemas de seu relacionamento com o marido, e como se identificava comigo e com a minha esposa. Não sei de onde tirei a coragem, mas em determinado momento, embriagado pela excitação, comecei a acariciar o tornozelo dela, onde havia uma pequena corrente de ouro com um pingente de pérola pendurada.
Ela não esboçou qualquer reação, embora sua perna tenha ficado arrepiada. Continuei a acariciar e percorri o caminho do tornozelo até o joelho, com os dedos roçando sua pele demorada e suavemente. Senti novamente o arrepio, a respiração de Lea começou a ficar ofegante e eu, ousadamente, comecei a beijar seu joelho. Lea fechou os olhos e suspirou, descruzando as pernas e deixando o corpo escorregar na poltrona.
Absolutamente tomado de tesão, fiquei de joelhos e beijei a parte interna de suas coxas, alisando sua calcinha com a mão direta, enquanto a mão esquerda percorria as pernas. Quanto mais eu a beijava, mais ela abria as pernas e se oferecia para meu deleite, alisando minha pica sobre a calça. Sem pensar nas conseqüências, levantei o vestido e tirei a calcinha de Lea. Aproximei a boca daquela xota cheirosa, úmida, quente e comecei a intercalar beijos e lambidas.
Lea ficava cada vez mais excitada e contorcia o corpo enquanto eu explorava sua bucetinha com a língua. A respiração estava ofegante, mas ela nada falava. O único som do ambiente eram os gemidos dela, o que me deixava louco, doente de tesão. Com a ponta dos dedos comecei a tocar seu grelo, enquanto a língua percorria a buceta em um ritmo lento. Nesse momento Lea abriu ainda mais as pernas, e apoiando-as nos braços da poltrona, levantou o corpo e ficou na posição perfeita para que eu a explorasse.
Enquanto eu estava ocupado fazendo a festa naquela xota molhada, Lea abaixou a parte de cima do vestido e me mostrou os seios grandes, com bicos rosados e duros. Eu continuei a chupar e a lamber aquela xoxota, metendo a língua, o dedo, mordendo, enfiando dois, três dedos, chupando... enquanto ela acariciava os próprios seios de uma forma tão sensual que eu não conseguia olhar para mais nada.
Os suspiros ficavam cada vez mais profundos e eu continuava a maravilhosa tarefa de excitá-la. O cheiro dela era maravilhoso e cada parte do corpo exalava o mesmo aroma. Lea era diferente das outras mulheres, tinha um gosto doce. Coloquei um pouco de licor na boca e a lambi, deixando o licor escorrer pela xoxota. Ela nada falava, só suspirava e se contorcia, sem demonstrar nenhum cansaço pela posição com as pernas tão abertas. Eu lambia a mistura e espalhava por toda a sua virilha.
Percebi que a respiração dela estava rápida, Lea contraía todo o corpo e a buceta. Ela estava prestes a atingir o orgasmo. Continuei ainda mais rápido, apertando os seios dela com uma mão e metendo o dedo com a outra. Lea começou a falar baixinho: - Como é bom, como é bom... Acelerei os movimentos e senti Lea gozar de forma totalmente descontrolada e trêmula na minha boca. Em seguida ela deixou o corpo cair e me enlaçou com as pernas.
Foi no tempo. Mal começamos a relaxar e ouvimos Roberto tentando abrir a porta. Assustada, Lea correu seminua para o banheiro enquanto eu arrumei os móveis da sala, tentando disfarçar o clima sexual, e principalmente, a minha excitação. Roberto estava embriagado e cheirando a suor. Após me cumprimentar, sentou-se para conversar justo na poltrona que eu estava usando de maneira tão útil. Os assuntos eram totalmente sem nexo para mim, que só tinha pensamentos para Lea e aquele corpo maravilhoso.
Devem ter passado poucos minutos, mas pareceu uma eternidade até que Lea retornasse à sala, totalmente recomposta, embora seu rosto estivesse bem avermelhado. Continuamos a conversar os três enquanto eu procurava disfarçar meus olhares para Lea. Que maluquice! Eu tinha feito sexo oral com minha cunhada e agora ouvia piadas de mau gosto do marido dela...
Eu queria beijá-la, possuí-la... aquele babaca poderia ter ficado mais tempo no bar, pelo menos mais uma hora. Decidi que o melhor seria ir embora e tomar um banho frio, mas como já passava da meia-noite, Roberto me convidou para dormir lá mesmo. Relutei, mas por causa da insistência dos dois, principalmente dela, acabei cedendo. O apartamento deles é pequeno e eu iria dormir no sofá da sala.
Lea preparou o lençol e me trouxe o travesseiro dela, enquanto Roberto tomava banho. Estávamos tão trêmulos e assustados que não conseguimos comentar o ocorrido, parecíamos adolescentes. Nem nos falamos. A proximidade dela me incendiava, mas era perceptível que ela estava tão nervosa quanto excitada. Em minutos estávamos todos acomodados, a casa ficou escura e Roberto começou a roncar como um porco.
Embora tentasse, não consegui tirar a imagem de Lea da minha mente, e o ronco patético do Roberto não me deixava pegar no sono. Acho que o mesmo acontecia com ela. De repente percebi que Lea saiu do quarto vestindo um roupão de banho. Ela acendeu a luz de um abajur no lado oposto da sala e se dirigiu em minha direção. Ajoelhou-se ao lado do sofá e me beijou. Isso era loucura, pois Roberto estava dormindo a metros de distância. Tentei agarrá-la mas ela se esquivou.
Lea fez sinal para fazermos silêncio, e levantando meu lençol começou a acariciar minha pica, que já estava dura. Delicadamente ela abaixou minha cueca e começou a massagear meu saco com a mão esquerda, enquanto segurava a pica com a direita. Fiquei sem ação. Da posição que eu estava dava para ver a barriga do Roberto, e aquela maluca estava com meu pau na mão! Suavemente ela abaixou o corpo e enfiou a jeba inteira na boca.
Lea não parava de me surpreender. Ela fazia uns movimentos maravilhosos com a boca e a língua, provocando em mim uma onda de tesão irresistível. Lentamente ela começou um maravilhoso boquete, encostando minha pica na garganta e lambendo-a vagarosamente. Tentei tocá-la, mas ela reprimiu meu gesto. Apenas abriu o roupão e mostrou os seios maravilhosos. Lea disse que queria me fazer gozar. Ela falou que eu não poderia comê-la naquela noite, e por isso eu receberia o melhor boquete da minha vida.
Ficamos assim por alguns minutos, ela me chupando e usando as mãos para me deixar ainda mais louco. O boquete dela era muito, muito bom... desse jeito eu não ia durar muito. Quando enfiava a pica até a garganta, Lea massageava minhas bolas e aproveitava que meu pau estava melado para me punhetar. Ela fazia movimentos rápidos e lentos, uma hora fazendo mais pressão com a boca, parecendo uma buceta muito apertada, e outras deixando minha pica deslizar com facilidade.
Em pouco tempo eu estava no ponto para gozar, até que não consegui mais me conter e ejaculei dentro de sua boca, sem conseguir ter qualquer controle, exceto o de me manter em silêncio. Lea levou um pequeno susto – acho que ela não esperava por isso – deu um sorriso muito sacana, brincou com minha porra branca na boca, fazendo bolhas de ar, e depois engoliu tudo, passando a língua pelos lábios e abrindo a boca para eu ver que ela tinha feito o trabalho direitinho.
Depois ela continuou a massagear meu pau, que teimava em permanecer ereto. Sem descanso, começou a punhetar minha pica. Com o movimento lento e cadenciado das mãos, lambeu a cabeça da pica e ao mesmo tempo esfregou-a no rosto e nos lábios, me dominando por completo. Ficamos assim por alguns minutos e eu me contorcia para que ela acelerasse o ritmo, mas ela mantinha o movimento como se quisesse prolongar aquela situação para sempre.
Percebendo que eu não conseguia mais me controlar, Lea apertou com mais força meu pau e acelerou o movimento da língua e dos lábios. Sem fazer nenhum ruído pelo pânico de ser pego em flagrante, ejaculei novamente, só que agora no rosto dela. Lea lambeu a porra que caiu em suas mãos, no meu corpo e no saco. Com o rosto ainda coberto de esperma, ela se levantou e voltou para o quarto. Aquilo foi fantástico, o tesão aumentado pelo risco de ser pego foi excepcional.
Dormi e sonhei com aquela mulher fantástica. De manhã, ainda excitados, trocamos olhares enquanto tomávamos café da manhã. Saímos juntos, eu e o Roberto, mas após alguns quarteirões mudei o caminho, avisei ao escritório que não iria e retornei à casa de Lea. Ela abriu a porta totalmente nua e me convidou para um banho. Tomamos banho juntos, trocando carinhos e carícias, e no final Lea se ajoelhou e começou a chupar meu pau de novo, até que ele ficou duro como ela queria.
Ainda com o corpo molhado e com uma excitação absurda, a levei para a cama entre beijos, abraços e mordidas. Sem quaisquer reservas, ela se entregou. Lea deitou com as pernas abertas e pediu que eu a fodesse com vontade. A penetração foi suave e lenta, pois eu queria curtir cada momento com ela, mas após alguns instantes o ritmo começou a aumentar. Lea começou a gritar, louca de tesão, e arranhou minhas costas.
Eu metia com força, para sentir minha pica bater fundo, lá dentro. A cada estocada ela gritava. Queria partir ela em dois. Lea agarrava meu cabelo e cravava as unhas em mim. Eu tinha que empurrá-la para trás para impedir que aquela mulher, enlouquecida de tesão, arrancasse minha pele fora. Rolamos pela cama, trocamos de posição, ora ela vinha por cima e eu a segurava pelos seios, ora eu vinha por cima e ela movimentava o corpo e as pernas como se estivesse possuída.
Chegamos ao orgasmo juntos, trêmulos, suados e largados sobre os lençóis. Pude ver meu esperma escorrendo para fora daquela xota deliciosa. Passamos o dia juntos, nus e apaixonados. Ouvimos música e transamos mais três vezes. No final da tarde nos despedimos e juramos nunca mais repetir o ocorrido, mas ainda hoje, passados cinco anos, fico excitado somente em lembrar o seu perfume. Quem sabe hoje eu janto na casa deles...