Autor: Antônia
7.3
Essa mulher tinha uma altura mediana, mais ou menos 1,60m, peitinhos pequenos (daqueles que cabem justinho na boca), lábios grossos (vivia me imaginando com o pau dentro daquela boquinha) e uma bunda absurdamente gostosa. Quando ela passava na rua deixava a “homarada” toda com torcicolo. A gostosa era uns quatro anos mais velha do que eu e era casada. O marido vivia aparecendo por lá, para afastar pretensos conquistadores, pois o cara era enorme.
Seguíamos a nossa vidinha de sempre e eu fazia questão de deixar bem claro o quanto ela me transtornava e o tamanho do tesão que eu sentia. Eram incontáveis as punhetas que eu batia imaginando o dia em que chuparia aqueles peitos e seria abençoado com um belo boquete, tragado pelo bocetão e dividido ao meio por aquela bundinha, digo, por aquele bundão. Um belo dia, num fim de ano, resolvemos sair pra comemorar.
Toda a equipe foi para um barzinho no Bexiga e deu pra notar que a nêga gostava da coisa. Bebia talagadas de caipirinha e litros e litros de cerveja. Eu, já meio alto, chamei a gostosa pra dançar uma música lenta e aproveitei que estava meio afastado do resto do pessoal, num lugar escurinho (e embalado pelo álcool), e me atrevi a acariciar aquele poema que ela carregava abaixo da cintura. E não é que ela deixou? Não apenas isso, como me deu um sorrizinho bem sacana e gemeu no meu ouvido?
Na hora eu me assustei, percebi a irresponsabilidade que estava cometendo, me retraí e voltei pro meu lugar sossegadinho. Mas não é que a nêga tava querendo brincar? O conjunto continuava tocando as músicas, então me levantei para ver melhor o pessoal e ela ficou parada de costas bem na minha frente. Não titubeei, encoxei aquela coisona e sutilmente ajeitei o pau bem lá no meio (ela tava de saia), enquanto passava a mão naquele monumento.
Continuamos dançando bem agarradinhos (a minha mão boba sempre funcionando), até que ela me pediu para ir embora, pois estava ficando tarde. Isso tinha que ser uma indireta... Um tanto ressabiado, topei. Na primeira esquina a agarrei, dando um beijo na boca e passando minha mão boba (e esperta) por todo aquele corpão... Estávamos voltando a pé pela R. Santo Antônio quando vi um hotelzinho por ali. Tentei desviá-la pra lá, então ela resmungou alguma coisa e me fez prometer que ficaríamos só nos amassos. Concordei e ela acabou indo.
Chegando no quarto ela sentou no meu colo a comecei a beijá-la. Quando percebi, a gata estava sem camisa e eu mamando feito um bebê naqueles peitinhos. A essa altura já tava com a mão por baixo da saia da nêga, dentro da calcinha, enfiando o dedo na boceta, que tava meladíssima. Pedi pra ela se levantar um pouco e subi sua saia. Ela resmungou e quase gritou. Tapei-lhe a boca com um beijo e tirei a saia. Ela fechou as pernas, disse que estávamos indo muito longe e disse que queria ir embora.
A nêga se levantou e tentou colocar a saia, só que eu cheguei por trás e comecei a acariciá-la, beijar-lhe a nuca, e sutilmente fui abrindo o fecho da minha calça. Quando ela percebeu eu já estava sem cueca e roçando o pau duro na bunda dela. Devagarinho desci sua calcinha, aí ela já tava entregue. Tirei a cueca, a camisa, deitei na cama e comecei a beijá-la inteirinha. Quando cheguei na bocetinha ela gritou feito uma louca.
Tentei enfiar um dedo no cu, mas ela não deixou. Quando eu menos esperava ela colocou meu cacete na boca e me chupou com muita vontade. Comecei a chupar sua boceta como um menino faminto, num 69 delicioso. Não estava mais agüentando quando pedi pra penetrá-la. Ela deixou e encaixei meu pau na entradinha daquela bocetinha. Fui empurrando, o cheiro de sexo que tava no ar me dava um puta tesão.
Meu pau entrava e saía com uma rapidez impressionante e o suor nos fazia encaixar direitinho. Depois de vários vai-e-vens, gozei muito dentro dela. Enchi aquela buceta molhada de porra, que saiu escorrendo nas pernas da nêga. Paramos um pouco, conversamos bastante e a ela colocou a bunda pro alto. Não pude acreditar... Fui chegando devagarinho, abri as nádegas da gata e tentei me encaixar no buraquinho. A reação dela foi explosiva.
A gostosa pulou da cama e disse que o cu não dava de jeito nenhum, que tava de saco cheio disso, que todo homem que ela teve sempre tentava comer aquele bundão (também, era escandalosamente gostoso). Não falei nada, pedi pra que ela se acalmasse e voltasse pra cama. Ela voltou e continuamos com o papo. Passei a acariciar aqueles morros. Quando a gata menos esperava, subi em cima dela e disse que ia só brincar um pouquinho com o rabinho. Rocei o meu pau no rêgo e na entrada do cuzinho.
Ela estava meio mole, gemendo. Quando ela relaxou eu abri as nádegas e fiz o encaixe. Pedi pra que se acalmasse e ela obedeceu. Fui empurrando bem devagar, sentindo meu pau rasgar suas pregas, mas continuava enfiando bem devagarinho. Quando cheguei no fim, ela já estava jogando a bunda pra trás. Fiquei algum tempo parado lá no fundinho e comecei a entrar e sair. Cada vez que eu saía ela empurrava a bunda pra trás e me xingava de tarado.
Fui metendo mais e mais rápido, o tesão aumentando, a gata berrando, meu pau sendo apertado pro aquele cuzinho, o gozo cada vez mais perto, aquele bundão na minha frente, a gata gemendo feito uma puta, meu pau entrando mais rápido até que parei, crispei o corpo inteirinho e dei a maior gozada da minha vida dentro daquele cu maravilhoso... Ela me olhou, riu e disse que finalmente tinha me dado. Eu não sabia, mas a nêga contou que sempre teve uma tara por mim. Desde essa vez nós saímos sempre, e eu sempre como aquele cu.