Autor: Raul
7.1
Para quem não leu os outros contos, vou me apresentar: sou descendente de japoneses com espanhóis, tenho os seios fartos e firmes, um bumbum arrebitado, coxas grossas e roliças, pele queimada pelo sol e marquinhas deixadas pelo fio dental - o que sempre faz a ala masculina que passa por mim se virar para dar uma olhadinha. Desde os tempos de colégio me acostumei a ser chamada de japonesa gostosa, até que me apaixonei, casei com um maridão maravilhoso, tive filhos e vivo atualmente no Japão.
Após a nossa última aventura, em função do fechamento de um contrato com uma empresa americana, meu marido teve que se ausentar por três semanas, pois teria que embarcar para EUA, para acertar o contrato com os americanos. Para eu não ficar só em casa, resolvi voltar ao Brasil por alguns dias e trazer as crianças de volta ao Japão, pois o ano letivo estava para começar.
Pegamos o mesmo avião, nos despedimos em Los Angeles, segui vôo para o Brasil e fui direto para a casa de meus sogros. Que saudades das crianças! Depois de alguns dias no Brasil começou a bater uma saudade do meu maridão. Minha xaninha estava com saudades, e após o terceiro dia de Brasil toquei uma siririca gostosa pensando no meu macho gostoso. A partir desse dia, sempre que a saudade bate eu toco uma siririca à noite, após me certificar de que todos dormem.
Como eu estava no mesmo quarto que as crianças, ia para a varanda, deitava na rede e me deliciava me masturbando. A vista da chácara é maravilhosa, a natureza generosa sendo iluminada apenas pela lua e as estrelas, o lago logo abaixo da casa refletindo o luar, tudo isso me deixava mais excitada ainda. Num desses dias em que eu me masturbava, apoiando os peitos na rede, bumbum arrebitado igual a uma cadela, acariciando minha bucetinha, senti uma coisa áspera e ao mesmo tempo macia passar no meu rego.
..............................................................................
Nesse mesmo dia logo após o almoço, Jairo, o capataz da chácara, tinha vindo à sede para falar com meu sogro sobre um vazamento no açude. O problema é que o meu sogro e sogra haviam saído juntamente com as crianças para visitarem outro sítio, e com a insistência de Jairo eu liguei para o meu sogro relatando o problema do vazamento do açude, pois ele me orientaria através do celular como operar o computador.
Pedi ao Jairo que me levasse até o local, subi no jipe e notei o olhar dele na minha barriguinha de fora. Eu estava vestida com uma calca jeans baixa, bem apertadinha, uma camiseta daquelas que deixam o umbigo de fora, botas de vaqueiro e um decote que deixava parte dos seios à mostra (vocês já devem estar imaginando sacanagem à vista, não?) Para apimentar um pouco mais, Jairo era um desses rapagões do interior de pele queimada, musculoso, alto, rosto largo, sorriso bonito e um volume que transparecia no jeans surrado que ele usava.
Jairo foi praticamente criado na vizinhança da chácara e era muito amigo do meu marido. Antes de Renato ir para os EUA, ele me contou que os dois fizeram muitas travessuras juntos. Bem, chegamos ao açude, liguei para o meu sogro e fui orientada quanto ao computador, resolvendo o problema do vazamento. Já estava subindo no jipe quando Jairo me segurou pelos braços e disse que sempre teve respeito por mim, apesar de me achar muito bonita, e que nunca diria aquilo se não tivesse me visto batendo siririca nas noites anteriores. Gelei nesse momento, não sei se de vergonha ou de medo do que ele poderia fazer.
Apesar de achá-lo um gato pedi que ele parasse, pois ele não havia visto nada na noite anterior. Muito sacana, ele disse não só que viu, mas que bateu uma punheta me observando. Percebendo que eu fiquei sem ação naquele momento, Jairo pediu que eu desse para ele, pois já não agüentava mais de tanto tesão, pois sempre me desejou, mas por respeito a mim e ao Renato, que era quase um irmão para ele, nunca tentou nada. Respondi que só daria se o Renato me autorizasse a dar para ele. Jairo me olhou um pouco incrédulo, perguntando se eu iria ter coragem de pedir uma coisa dessas ao Renato, e respondi que sim, que ligaria e que se Renato autorizasse nós transaríamos.
Jairo deveria estar mesmo com muito tesão, pois aceitou que eu ligasse para o meu marido apesar de se ter o risco de ser despedido após tantos anos de trabalho na chácara. Liguei para Renato e lhe contei o ocorrido. Disse que estava na penúria por falta de um bom homem e que, além do mais, eu sabia que Renato havia comido a Lurdes, irmã de Jairo, que era muito bonita. Renato concordou contanto que Jairo guardasse segredo e que eu deixasse o celular ligado o tempo todo nas minhas mãos. Jairo vibrou e já foi me agarrando, dizendo que cuidaria muito bem da patroazinha.
Ele meteu a boca nos meus peitos, enfiou a mão na minha bucetinha, agarrou a minha bunda com a outra mão, estava um animal, e eu mole de tanto tesão que estava me dando naquele momento. Jairo tirou a jeba para fora e pediu que eu o chupasse. Caí de boca como adoro fazer, e ele colocou as mãos na minha cabeça, como se faz com puta, controlando os movimentos da cabeça com as mãos. Estava ali para serví-lo. Ele começou a fuder a minha boca com violência, dando estocadas que atingiam a minha garganta e me faziam engasgar.
Não estava esperando por isso e fiquei um pouco apreensiva. Se recebendo um boquete ele é assim, imagina comendo o meu cu. Ele forçava meu pescoço contra a pica dele, meus olhos enchiam de lágrimas e eu babava muito. Escorria baba pela pica e ele a metia na minha boca. Nessa hora ele estava tirando e metendo na minha boca devagar, lentamente, e quando eu menos esperava Jairo dava uma estocada que me arrancava gritos. Ele estava muito tarado. Eu segurava o celular com uma mão, o pau de Jairo na outra e enquanto isso pagava um boquete e punhetava aquele cacete ao mesmo tempo.
Como um animal, Jairo rasgou a minha camiseta, abriu os botões do meu jeans e baixou numa puxada só, me deixando só de tanguinha. Tirou minha calca fora, me fez virar de costas para ele e ficou mexendo na minha bunda, dando tapas, apertando e me chamando de puta. Ele deu um tapa com tanta força que me fez dar um grito de garganta, e disse que a visão da minha bunda coberta apenas por uma tanguinha o deixava fora de si, com vontade de me dar uma surra de pica. Jairo fez com que eu me apoiasse no jipe e puxou meu quadril para cima, fazendo com que eu ficasse na ponta dos pés e com o bumbum arrebitado.
Ele rasgou minha tanguinha e passou a chupar a minha xoxota e o meu cu. Que maravilha, eu fui parar nas nuvens! Ele metia a língua no meu cu e me fazia sentir a mais piranha das piranhas, com uma língua comendo o meu rabo. Ele tinha uma língua rápida, que percorria a minha buceta, lambia meu grelo e entrava na minha racha ao mesmo tempo, além de dar umas mordidas que me deixavam louca! Ele ficou metendo a língua e me sacaneando, pois quando eu estava perto de gozar ele parava. O filho da puta me fez esquecer o meu marido no telefone, que acabou caindo – mas soube que ele conseguiu ouvir tudo até o fim.
Eu gritava, puxava os cabelos dele, enfiava a cabeça de Jairo na minha boceta obrigando-o a me chupar, enquanto eu gritava, me contorcia toda, tinha espasmos. Como eu sabia que se demonstrasse que estava para gozar ele iria parar, consegui segurar os espasmos até o limite. Apenas quando gozei dei um grito muito alto. Ele percebeu que eu já estava gozando e aí não parou mais de me chupar. Só parou quando meu corpo amoleceu, relaxado após aquela excitação toda. Jairo me disse que eu estava toda lambuzada, que estava escorrendo pelas coxas, no ponto certo para ser fodida. Ele melou bem minha bunda, meu cuzinho e enfiou um dedo.
Delirei. Ele ficou cutucando meu cu com o dedo, metendo fundo, mudando de dedo, até que colocou dois. Com dois é mais difícil de entrar. Ele enfiou com força, sem dó e eu dei um grito. Ele metia e tirava muito rápido, senti meu cu ardendo, reclamei, ele continuou fazendo, joguei o quadril pra frente para impedir a penetração e ele parou. Ele disse que ia me tratar como eu merecia, como uma puta que saía com um desconhecido vestida daquele jeito, toda provocante e que ficava batendo siririca na varanda para que ele pudesse ver (juro que não fiz de propósito!). Senti o pau totalmente duro encostar no meu rabinho. Gelei.
Jairo foi metendo, metendo, meu cu ardendo, tentei pará-lo mas ele segurou meus braços nas minhas costas, impedindo qualquer movimento. Ele cravou a pica no meu rabo, cara, que dor! Gritei muito mas ele continuou enfiando, até que senti as bolas baterem na minha buceta. O danado enfiou tudo de uma vez só e eu delirei de dor. Apertava as mãos com forca para suportar as estocadas e gritava, dizendo que entrara tudo no cu até as bolas, para que Renato soubesse o que estava acontecendo. Ele devia estar morrendo de tesão! Jairo me comia feito um animal, parecia um cachorro mesmo, apertava os meus seios e me obrigava a ficar na posição de cadela.
Eu já estava acostumada com o calibre do pau de Jairo e começava a sentir prazer em dar o cu, que delícia! Ele me comia dizendo que eu era uma cadela e que o cachorro do Renato é que tinha sorte, mas que ele iria arrombar todo o meu cu e deixar laceadinho para o meu dono, que a cadela dele só ia querer gozar pelo cu. Jairo passou a bater na minha bunda, com força, muita força, puxando os meus cabelos e mantendo o ritmo segurando os meus ombros. Eu estava sendo enterrada na pica dele. Minhas pernas já estava tremendo, sentia dor nos joelhos, que batiam no jipe. Ia ficar com as pernas e a bunda roxas, toda marcada.
Ele não parava de meter, o pau já entrava e saía com facilidade, eu estava toda alargada, frouxa, o corpo mole sendo sustentado pelos braços fortes dele. Jairo segurou minhas coxas e me tirou do chão. Me mandou colocar as mãos no jipe para ter apoio e começou a me comer sem que eu pudesse encostar no chão. Agora eu tinha virado seu brinquedo. Nessa posição meu cu apertava e a pica entrava com dificuldade. Ele queria que eu sentisse dor... estava ficando com o cu esfolado, ardendo, e aquela pica entrando vigorosamente, sem medo de me estragar. Eu estava levando uma surra de pica no cu.
Jairo então virou para mim e disse: - Agora você vai gozar, cadela! E começou a meter muito, muito rápido mesmo enquanto eu gritava continuamente. Não deu outra: gozei muito, gozei demoradamente e gritei... em seguida foi ele quem gozou, lotando meu cu de porra. Ele tirou a jeba do meu rabo, colocou a roupa, jogos as minhas peças de roupa rasgadas e disse: - Vamos. Me senti a própria cadela. Fiquei com um pouco de raiva dele por ser tão grosso, e ao mesmo tempo morrendo de tesão. Pensei que ele não fosse aparecer, até a noite em que eu estava batendo siririca na varanda e senti uma coisa áspera e ao mesmo tempo macia passar no meu rego... mas isso é outra história.