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Beijei minha melhor amiga e acabei indo mais além
Autor: Cris
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9.0

Certo dia, a minha melhor amiga e eu estávamos assistindo televisão. Para vocês entenderem melhor o que aconteceu, vou descrevê-la primeiro: Alisse é a garota mas cobiçada do colégio. Linda, 18 aninhos, cabelos pretos e longos, pele clara, olhos azuis, peitinhos médios, redondinhos e completamente firmes, bundinha pequena, um rosto de anjinha, maravilhosa... Nós estávamos lá em casa na minha cama, que é de “víúva”, um pouco maior do que a de solteiro, assistindo televisão.

Vocês sabem que garotas vivem de mão dada e tudo mais, então nós estávamos bem juntinhas, já que fazia frio. Eu estava vestindo uma calça jeans e uma blusinha vermelha meio larga, e Allise vestia uma blusinha branca justinha com o umbigo de fora. O filme que víamos era muito chato, e mais ou menos na metade ela se virou pra mim e disse: - Tá frio, né? Respondi afirmativamente com a cabeça, então ela pegou a minha mão e colocou na barriguinha: - Olhe, está geladinha!

Eu achei aquilo natural, pois sempre fomos assim. Aliás, quase toda garota é assim, mas nossos rostos estavam muito próximos. Quando ergui a cabeça e tirei os olhos de sua barriga, nossos narizes se tocaram. Ficamos um tempo paradas, foi estranho, eu senti sua pele na minha tão perto e tive vontade de beijá-la. Nunca havia sentido isso. Por alguns segundos fiquei um pouco nervosa, com medo dela perceber, só que inexplicavelmente nossos lábios se tocaram.

Fechei os olhos e a beijei, um beijo de língua, calmo, quente. Pela primeira vez senti aquilo, um lábio feminino, delicadíssimo, tocando nos meus lábios, aquele cheirinho de menina, aquele perfume delicado, a pele macia, completamente diferente dos homens. Não conseguíamos parar de nos beijar, passava a mão no rosto dela, no cabelo, o beijo era muito suave, gostoso mesmo. Ficamos assim pelo menos por cinco minutos. Pode parecer estranho, mas foi... foi o melhor beijo da minha vida.

Afastei meu rosto do dela. Fiquei olhando em seus olhos até que ela falou: - Desculpe, eu... mas eu a interrompi: - Não, eu é que peço desculpas. Eu não devia ter feito isso. Alisse então levantou da cama, em silêncio, e disse que precisava ir para casa. E foi. Conduzi minha amiga até a porta e ela saiu. O dia passou e eu não parei de pensar naquilo, deitei na cama e dormi. No dia seguinte, sexta-feira, estava combinado de que eu dormiria na casa dela. Fiquei preocupada com isso, mas de qualquer jeito peguei meu pijaminha de seda, uma camisa apertadinha de manga e um shortinho quase calcinha, que só vai até a virilha.

Coloquei as roupas na mochila, escova de dentes, e fui para o colégio. Chegando lá, nos cumprimentamos como se nada tivesse acontecido. Assistimos à aula e então fomos até a casa dela. Fizemos o que sempre fazemos, rimos, conversamos, lanchamos, como se nada tivesse acontecido. Estava ficando aliviada, pois achei que aquilo não havia passado de um susto. Só que estava enganada. Na hora de dormir fui ao banheiro e me troquei. Pensei que meu pijaminha fosse muito sensual para a ocasião, pois eu queria apagar o acontecido. Era um pijama curtinho, e o início da bunda aparecia, além de dar para ver a minha calcinha preta quando eu sentava.

Mais um engano. Alisse estava com um pijama ainda mais sexy. Era quase igual ao meu, só que transparente e tão justo que eu podia ver facilmente a marca da sua xaninha. Quando entrei no quarto me deparei com ela deitada na cama, vestindo aquele pijaminha, de pernas abertas na cama de casal. Congelei. Deitei ao seu lado para conversarmos. Ficamos ali trocando olhares, e então ela falou: - Acho que não dá mais pra resistir, né? Sem nem pensar eu concordei e a beijei. Ficamos nos beijando mais uma vez, mas agora os bicos de Alisse tocaram os meus. Senti que ela estava com os bicos duros. Ela estava excitada que nem eu.

Que sensação gostosa, aquelas tetinhas duras tocando os meus seios.... então suas mãos me afastaram e ela começou a acariciar os meus seios. Alisse colocou a mão por baixo da minha blusinha e segurou meu seio com a mão. Ela estava sentindo a textura, apertando o bico, vendo se meu seio entrava inteiro em sua mão. Alisse então começou a chupar o meu pescoço. Eu estava indo ao delírio, mas ela parou tudo, saiu correndo e trancou a porta: - É mais seguro. Levantei da cama, fui até ela e a puxei pela cintura. Nos deitamos e decidi perguntar: - Você é virgem, não é? Ela respondeu que sim. Então eu respondi: - Deixa que eu conduzo.

Me aproximei de seus pés e comecei a chupar os dedinhos. Nossa, mulher é um ser tão delicado, é tão diferente! Dá vontade de ficar fazendo essas coisas, experimentar cada pedaço do corpo com calma... Que pezinho pequeno, lindo... fui subindo e esfregando o meu rosto na perna dela, uma pele macia, feminina, fui lambendo e beijando aquelas coxas enormes que todos os garotos sonhavam em passar a mão. Finalmente entendi o tesão que dá aqueles pelos loirinhos da coxa, o que é apertar uma bunda gostosa, redonda... e cheguei em sua virilha.

Parei e fiquei olhando. Quando eu teria uma buceta a menos de dez centímetros do meu rosto? Não sabia por onde começar, então fiquei imaginando o que eu gostava que fizessem em mim. Levantei a blusinha dela, vi aqueles seios lindos, firmes e modeladinhos, e arranquei a blusa. Enfiei a cara no meio dos peitos, dei um belo chupão e ouvi a Li dar um gemidinho. Chupei os biquinhos enquanto apertava com os dedos, como é gostoso fazer isso! Chupava os bicos, beijava minha amiga, apertava os seios com a mão, queria fazer tudo ao mesmo tempo.

Então fui descendo e empurrei o shortinho dela até a canela. A calcinha era rosa bem clarinho de rendinha. Passei o dedo embaixo do elástico da calcinha e vi a pele dela arrepiar. Fui para o meio de suas pernas e me molhei inteira quando, pela primeira vez, senti aquele pequeno voluminho na calcinha dela. Eu estava escorrendo, senti minha calcinha enxarcar. Quando encostei o dedo no grelinho dela, Alisse começou a gemer. Fiquei mexendo nela, quase enfiando o dedo na bucetinha, e percebi que eles estavam molhados. Que área quente!

Coloquei minha mão por dentro da calcinha dela e toquei uma siririca. Ela jogou a cabeça para trás e começou a gemer. Vi a bucetinha dela ficando mais e mais molhada. Ela contraía a barriga, segurava meu braço com força, depois eu diminuía o ritmo e ela acalmava. Olhei a calcinha dela e vi que estava molhada. Como era de algodão, a parte molhada ficava mais escura. Que tesão! Tirei a calcinha de Alisse e comecei a lamber o grelinho. Tinha um gosto e um cheiro diferente, muito bom... Gostei de sentir que eu controlava as sensações dela com a língua, e que ela poderia gozar na minha boca.

Chupei minha amiga, prendendo o grelinho entre os lábios, apertando com mais e menos força, enfiando a língua dentro da buceta dela. Fiquei com a cara molhada, que loucura! Enquanto isso eu escutava os gemido da Li, era muito fininhos... lindos. Deitei sobre ela e comecei a beijá-la. Nos agarramos e então ela finalmente tirou minha blusa e chupou meus seios. Alisse foi descendo até minhas pernas e parou na minha xaninha. Pensei que ela não fosse me chupar, mas começou a me dar um banho de língua muito gostoso, delicado. Fiquei muito excitada, então ela abaixou o meu shortinho, puxou minha calcinha para o lado e enfiou o dedinho indicador.

Alisse começou a meter o dedo, explorando minha buceta com calma e muita curiosidade. Eu gemia de levinho, mas quando ela caiu de boca ali enquanto metia o dedo dentro de mim, me levou à loucura. Em muito pouco tempo eu gozei, e como ela não parava de me chupar comecei a gritar, dizendo que eu não agüentava mais. Quando estava quase desesperada ela parou e olhou para mim rindo. Eu a puxei para perto e a beijei, sentindo o gosto da minha buceta na boca dela. O corpo de Alisse estava em cima do meu o cabelo caía no meu rosto.

Levantei um pouco minha coxa até começar a excitá-la. Alisse ficou roçando a buceta na minha perna enquanto gemia. Aproveitei para apertar a bunda dela e fazer mais pressão de um corpo contra o outro. Num impulso a virei abruptamente e fiquei em cima dela. Voltei a chupá-la loucamente. Gostei muito de saber que eu a estava controlando daquele jeito. Lambi muito aquele grelo, mas toda vez que ela ia gozar, me pedia para parar. Fiquei muito tempo lá embaixo, e enquanto chupava, apertava os seios dela. Mais uma vez ela se contraiu toda, gemeu mais alto e percebi que estava prestes a gozar. Em seguida Alisse me pediu para parar, mas não a respeitei.

Aumentei a velocidade e só parei quando o corpo todo dela se contorceu. Alisse gritou e com a mão tentou afastar minha cabeça. Eu não deixei. De repente ela me empurrou com força e vi que era para parar. Minha melhor amiga estava desfalecida na cama, jogada, largada depois de ter gozado na minha boca. Nos abraçamos e comecei a mexer naquele cabelo fininho até que ela dormiu. Acabei cochilando também. Estávamos exaustas. Acho que uma hora e pouco depois acordamos, tomamos uma ducha juntas, nos vestimos e voltamos a dormir. Dormimos agarradinhas, com nossas pernas entrelaçadas.

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