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Meus vizinhos – Parte 2
Autor: não creditado
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9.1

Após aquela revelação, D. Francisca me convidou para passar a noite com eles dois: - Se você quiser podemos dormir juntos os três esta noite e lhe ensinaremos mais algumas coisas, quer? Respondi imediatamente que sim, mas disse que não queria fazer sexo anal com ele: - Isso nunca me passou pela cabeça, tá bom? - Tudo bem, amor, não se preocupe. Deixe esta parte por minha conta. Vamos ter uma noite e tanto, eu prometo. Agora vá tomar um banho e depois tomar um bom café, pois está precisando.

Aquela estranha mulher saiu do quarto e eu fiquei pensando quantas surpresas ainda teria pela frente. Não fiquei muito preocupada, pois as que tivera até agora tinham sido as melhores da minha vida. Aquele dia parecia não terminar mais, e eu não tirava os olhos do grande relógio de parede. A tarde demorou muito para chegar. Seu Marcelino saiu cedo e só voltou na hora do almoço. Ele chegou em casa com alguns pacotes, devia ter ido fazer compras. Marcelino chegou, beijou sua mulher e também me deu um beijinho no rosto.

Tivemos um jantar leve, salada e peixe grelhado, e por volta das 21 horas fui chamada para o quarto do casal. D. Francisca acendeu um incenso muito gostoso e vestiu uma camisola longa com um roupão por cima. Fui tomar banho e ela pegou minha camisola. Não levou minhas calcinhas, então saí do banheiro só com a fina peça sobre o corpo. Quando vi a mulher ser despida pelo marido, admirei suas formas. Como nunca tivera filhos, ela era realmente um bela mulher, com seios e um belo corpo.

Seu Marcelino se despiu e se deitou de costas na cama, e logo D. Francisca colocou seu pau na boca e começou a chupá-lo. Me deitei ao lado de Marcelino, e após me beijar a boca ele começou a mamar os meus peitinhos. Senti uma mão em minhas pernas e pensei que involuntariamente D. Francisca havia me tocado. Senti sua mão macia procurando minha bucetinha e meu coração disparou. Seu Marcelino também viu o movimento e notei um sorriso safado em seus lábios. D Francisca passou os dedos na minha rachinha até achar meu grelo.

Ela fez bastante carinho, pois sabia onde eu sentia tesão. A língua do marido passeava em meus seios, nas minhas orelhas... meu corpo já estava todo arrepiado. Depois senti a boca de D. Francisca tomar o lugar do dedinho. Nossa, vibrei, delirei, que boca! Que língua! Antes que eu gozasse assim, ela se levantou e deitou onde eu estava, de costas para Marcelino. Francisca levantou uma perna e foi chegando a bunda em direção ao pau de Marcelino, o seu homem. Ela então me pediu ajuda: - Querida, já que você está aqui, coloque o pau dele no meu cu. Só que antes passe creme nessa pica enorme.

Imaginem o que eu estava sentindo naquele momento! Minha buceta doía de tesão e meu cuzinho piscava. Eu me excitava só de pensar em ver aquela vara enorme entrar naquele buraquinho. Parecia impossível, mas untei o pau de Marcelino com gel, e com uma mão procurei abrir a bunda de Francisca. Descobri o buraquinho enrugado dela e ali encostei a cabeçorra do pau. Continuei segurando e avisei que estava no lugar.

Vi seu Marcelino forçar e a cabeça entrou sem muita dificuldade. Não escutei nenhum grito por parte dela, e sem que ninguém mandasse fiquei ali naquela posição onde poderia assistir aquela monstruosidade entrar inteira naquele cuzinho. Fiquei ajudando a abrir o buraco dela com a mão e vi aquilo tudo ir sumindo até desaparecer por completo dentro da mulher. Ouvi apenas uns suspiros, depois a vi forçando para que entrasse mais. Não tinha mais nada para entrar. Francisca estava empalada.

Saí da posição em que estava e fiquei deitada na frente de Francisca, que me olhava de uma maneira louca. Percebi que ela estava sentindo muito prazer. Seus olhos estavam dilatados, ela mordia os lábios e logo pedia mais: - Mexe, querido, me come gostoso, vai! Ele começou os movimentos de vai e vem enquanto a segurava pela cintura. Ela tentava se enterrar cada vez mais na estaca e com o dedinho começava a se masturbar. Francisca gemia gostoso e pediu para Marcelino fodê-la como ele havia me fodido: - Mete bem fundo! Como ela conseguia agüentar aquilo tudo e pedir mais?

Num impulso maluco, retirei o dedinho dela da buceta e o coloquei na minha língua, para sentir o gosto e o cheiro daquela mulher. Seu Marcelino segurava a coxa dela para o alto, de modo que me permitia ver o pau entrando e saindo do cuzinho de Francisca. Ele segurou o meu pescoço e o empurrou em direção à buceta de Francisca. Hesitei um pouco, mas ele fez com tanta força que não consegui me desvencilhar.

Comecei a chupar a buceta dela e senti um cheiro diferente, estranho. Não sei se gostei. Fiquei lambendo devagar, com a ponta da língua, mas Marcelino empurrou a minha cabeça para baixo e acabei ficando toda melada da buceta dela. Ele não soltava meu pescoço, e eu não conseguia me mexer. Estava com a cara enfiada na buceta molhada de Francisca, quase sem conseguir respirar. O cheiro de buceta inundou meus sentidos. Marcelino me falou que enquanto eu não enfiasse a língua dentro da buceta dela ele não me deixaria sair. Então comecei a chupá-la, esquecendo qualquer nojo. Aos poucos fui me acostumando com o gosto.

Da posição que eu estava, podia ver o pau entrar e sair do cuzinho dela. Nossa, saía quase até a cabeça e depois sumia rapidamente. Fiquei com tanto tesão que senti até vontade de morder a buceta dela. Mordi de leve e senti o grelo dela inchar. Eu passava a língua sem parar, e agora fazia isso sem nojo, aliás, gostando muito. Seu Marcelino castigou por muito tempo o cu da sua esposa num ritmo cadenciado, até que senti o corpo dela se contorcendo com violência e a buceta batendo na minha boca. Eles estavam gozando. Ela berrou primeiro, e em seguida vi seu Marcelino também gemer alto.

As estocadas ficaram mais fortes, enfiei até o nariz naquela buceta. Que gozada! Estávamos os três exaustos. Vi com muito prazer o pau saindo do cu. Caramba, demorou um tempão para sair. Ele foi ao banheiro e ela parecia dormir. Fiquei passando a mão nos cabelos de Francisca enquanto pensava que minha vida sexual nunca mais seria a mesma. Marcelo terá surpresas. Seu Marcelino voltou, e minutos depois eu estava com a pica inteira enterrada na buceta, enquanto D. Francisca lambia meu grelinho. Eu estava sendo fodida com força, pau no útero, e gritava a cada vez que era empalada.

Rapidamente dei uma sonora gozada. Sendo excitada desse jeito, não consegui durar muito. Logo Marcelino gozou e senti minha buceta ficar quente. D. Francisca limpou toda a porra que saiu da minha buceta com a língua e me deixou sequinha. Dormimos todos juntos e tive sonhos maravilhosos. Tomei uma decisão: quando Marcelo voltasse, falaria tudo para ele, e caso não quisesse entrar na brincadeira, ficaria de fora de uma vez. É claro que depois do que eu havia vivido com aqueles dois, jamais iria me sujeitar a tê-lo em cima de mim por cinco minutos com aquele pauzinho de nada. Outra coisa que coloquei na cabeça é que iria fazer anal com Marcelo e depois tentaria com seu Marcelino - aquela cena me marcou muito.

Nossas brincadeiras duraram uma semana, que foi o tempo que Marcelo ficou fora. Ao chegar e dar as boas notícias, Marcelo disse que eu estava com uma aparência ótima. Também pudera! Fingi que estava louca de desejo, e dei um jeito de levá-lo para a cama. Demos uma trepadinha, ele gozou rápido e nem tive tempo para aproveitar. Também não estava preocupada com isto. Meu marido começou a trabalhar no outro dia e eu fui à casa dos vizinhos. Falei para eles a minha intenção de colocar o Marcelo a par de tudo e incluí-lo no nosso clube. Eles acharam uma boa idéia, e só faltava contar tudo ao meu querido corninho, mas não sabia como começar.

Seu Marcelino teve um idéia ótima: D. Francisca iria se insinuar para o meu marido, e se ele caísse na armadilha, não teria como escapar. Não deu outra. A coroa, que ainda é muito bonita, começou sua estratégia, e em uma semana já tinha beijado Marcelo. Alguns dias depois, ao ficarem sozinhos, deu-lhe uma boa chupada. No terceiro encontro deu ao Marcelo o que ele não comia em casa: o cuzinho, que pra ela foi refresco, pois o pau do meu marido não chegar a ser a metade da pica do Marcelino.

Quando nos encontrávamos, Francisca me contava tudo e perguntava se Marcelo não me falava nada. Como ele não me contou, resolvemos que meu marido entraria na marra, como o Marcelino planejara. Armamos a armadilha e o patinho caiu direitinho. O coroa fingiu que ia viajar, e quando voltou flagrou o meu marido todo enterrado no rabo de D. Francisca. Fingindo estar uma fera, Marcelino exigiu algumas coisas ao meu marido, para não me deixar viuva tão novinha. Marcelo me contou tudo e eu disse que faria o que fosse necessário.

Demonstrei muita timidez e recato no nosso primeiro encontro a quatro. Num belo e inesquecível sábado, fizemos um churrasco, almoçamos juntos e ficamos na casa dos vizinhos. Lá pelas 16 horas, D. Francisca nos chamou para dentro, pois começara a chover e esfriara um pouco. Fomos para a sala e Marcelo se sentou ao meu lado, porém D. Francisca o pegou pelo braço dizendo: - Não senhor, senta aqui perto de mim. Marcelo ainda cheio de medo olhou para seu Marcelino esperando algum sinal. Ele deu um sorriso e disse: - Vamos, rapaz! Quando o vi comendo o cu da minha mulher não parecia nada tímido.

Marcelo perdeu de vez a timidez e logo D. Francisca já estava agarrada ao meu corninho aos beijos e apertos. Seu Marcelino me chamou e me sentou em seu colo. Eu era a vergonha em pessoa, até vermelha consegui ficar! Ele me beijou, e quando me virei vi meu marido gemendo enquanto D. Francisca lhe chupava o pauzinho. Eu e seu Marcelino também não perdemos tempo, e quando meu marido abriu os olhos e viu o que eu tinha na boca, quase caiu de costas. Temeu pela minha integridade, é claro, mas nada falou. Fomos para o quarto e eu pedi para que Marcelo me comesse primeiro. Como tudo estava previamente acertado, seu Marcelino exigiu que ele me comesse o cuzinho, pois a buceta era dele, não abria mão disto.

Orientado pela D. Francisca, meu corninho foi obrigado a lamber meu cuzinho virgem, e depois com a ajuda dela abriu minha bunda, lambuzou seu pauzinho e colocou a cabeça na entrada do meu rabo. Suportei bem o pau do meu marido no cu. Forcei a abertura, senti um pouco de dor e logo a pica entrou. Ele gozou dentro e senti pela primeira vez uma descarga de porra dentro do meu cuzinho. Amei. Ele me comendo e eu pensando no pau do Marcelino ali no lugar do dele. Depois Marcelo foi obrigado a colocar o pau do seu Marcelino na minha bucetinha. Ele fazia uma cara de horror ao pensar naquela vara me penetrando. Eu também fingi que estava morrendo de medo.

Para seu espanto, minha bucetinha foi engolindo aquela pica até não restar mais nada de fora. Gritei, gemi, rebolei muito e percebi que a presença do meu corninho só aumentou meu tesão. Quando senti que o vulcão entraria em erupção, gritei e pedi mais vara: - Me fode, mais fundo, me mata, seu Marcelino! O coroa deu uma senhora gozada e encheu minhas entranhas de porra. Ele tirou a pica de mim e me mandou forçar a buceta, para ver a porra escorrer. Em seguida pediu para D. Francisca deixar minha buceta limpinha, sem vestígios de porra. Ela obedeceu. Acabei gozando de novo.

Marcelino ajudou Marcelo a enrabar sua esposa e nós ficamos assistindo a tudo. Logo o buraco de D. Francisca estava todo esporrado, e Marcelino a mandou forçar o cu para a porra escorrer. Marcelino me agarrou pelo pescoço e falou para o meu corninho: - Quer ver como sua mulher é uma puta enrustida? É só treiná-la bem que ela vai te obedecer, e forçou minha cabeça em direção ao buraco arrombado de D. Francisca. Mais uma vez fiz algo que não queria, mas não tinha como escapar. Lambi aquela porra toda, senti um gosto horrível, cheguei a ter ânsia, mas quando vi a cara do meu corninho, incrédulo, me excitei.

Marcelo pareceu muito constrangido, e quando a sacanagem acabou foi consolado pelo casal. Desde esse dia, estamos sempre juntos e temos trepado à vontade, Somos hoje uma só família e estamos pensando em nos mudar para a casa deles. Assim eles alugam a nossa pra outro casal, e quem sabe não pinta mais alguma coisa? Quem sabe...

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