Autor: Marcos Danilo
8.6
Tudo aconteceu em meados de setembro, mês da primavera, onde as mulheres estão mais doces e verdadeiras fêmeas. Meu nome é Marcos e a minha atual mulher se chama Glória. Ela tem 39 anos e um corpo de fazer inveja a qualquer garota de 22 anos, além da bunda maravilhosa e durinha e das coxas bem torneadas, pois ela faz caminhada e malha todos os dias.
Quando ela coloca aquelas calças justas e sem calcinha fica estonteante. Glória tem uma filha de 21 anos, linda, jovial e feliz com a vida. O nome dela é Daniele. Ela sempre foi muito liberal em seu comportamento, modo de pensar e outras coisinhas que eu nunca havia prestado muito atenção, mesmo porque nossos horários sempre foram diferentes. Os poucos momentos juntos com Glória e Daniele eram bem familiares.
Ás vezes, na cozinha, nós acabávamos nos tocando entre alguns esbarrões e pequenos sarros entre o fogão e a geladeira, todos muito bem recebidos por Daniele, que brincava com tamanho da minha pica, dizendo: - Olha esse caralhão na minha bunda! Glória sempre riu das brincadeiras e eu também. Às vezes havia uma porta de quarto entreaberta e eu dava um olhar indiscreto para o meio das pernas de Daniele, que sempre fez questão de se mostrar aberta para mim.
Um certo dia Daniele brigou com o namorado definitivamente, coisa que adorei, porque achava o namorado dela um babaca que não merecia ter nas mãos aquele mulherão. Ela passou a ficar mais tempo em casa e pudemos conversar mais. Ríamos o tempo todo em que estávamos juntos e ficamos mais liberais. Isso aconteceu com Daniele, Glória e eu. Nossos sarros ficaram mais intensos.
Uma vez Daniele me pediu para abotoar seu vestido, e quando ela virou de costas para mim, pude ver que estava sem calcinha. O vestido tinha botões de cima até embaixo, com pequenos espaços entre um e outro, e ao encostar no corpo dela meu pau ficou duro. Não pude me conter. Comecei abotoando de cima para baixo e ela estufou a bundinha para trás. O vestido caiu para os lados, deixando sua bunda totalmente disponível e visível.
Meu pau estava tão duro que doía. Encostei minha pica bem devagar na bunda dela, e fui muito bem recebido. O calor era intenso e nossos corpos se tocavam... ela respirava ofegante, pressionando a bunda contra o meu pau. Eu sentia seu cuzinho latejar e Daniele mexia bem lentamente para não dar na pinta e nem fazer barulho, pois sua mãe estava no quarto, ainda deitada, mas a qualquer momento poderia levantar.
Minhas mãos tremiam e iam descendo botão por botão, querendo que aquele momento ficasse parado no tempo e no espaço. Quando cheguei na bunda de Daniele, não me contive e passei a mão, indo até a boceta e subindo para o cuzinho. Ela deu um gritinho de prazer e pude ver que estava gozando. Era um gemido lindo, suave como uma gatinha miando.
Escutamos um barulho no quarto e fomos interrompidos. Rapidamente terminei de abotoar os três últimos o mais rápido que pude, com Daniele olhando para mim com uma olhar lânguido e triste ao mesmo tempo. Fui para o banheiro e Daniele para cozinha. Glória se levantou e bateu na porta do banheiro, pedindo para eu abrir, imaginem, eu no banheiro com a pica dura feito pedra e minha mulher entrando.
Logo tirei o calção e fui para o box, abri o chuveiro frio e entrei rapidamente para dar uma caída na piroca, só que não adiantou muito. Glória, vendo aquilo, sorriu e entrou no box. Ela estava de calcinha e camiseta e entrou debaixo do chuveiro, molhando-se e segurando minha pica com firmeza. Ela então se abaixou e tomou meu pau em suas mãos.
Minha mulher chupou a cabeça da minha pica como quem chupa um picolé, ora engolindo e levando até a garganta, ora por fora chupando até o saco. Eu estava quase gozando quando olhei para o espelho do banheiro e percebi que Daniele estava na porta, observando sua mãe chupar minha pica. Segurei então a cabeça de Glória e a fiz levantar, mudando-a de posição para que ela não visse a filha.
Daniele olhou para mim, passando a língua nos lábios e levantou o vestido, deixando à mostra sua bocetinha. Ainda rindo para mim ela começou a massagear o grelinho. Pude ver como era linda aquela xaninha, então comecei a enfiar o pau lentamente na boceta de mãe dela. Enquanto isso eu olhava Daniele, que correspondia o olhar quando não estava olhando fixamente para o meu pau.
Daniele estava gostando muito da cena e não se conteve, tirando o vestido e ficando completamente nua, alisando seus lindos e fartos seios. Ela colocou o pé no beiral da porta e se masturbou loucamente, contendo os gemidos e colocando a mão na boca para conter os gritos. Eu já não agüentava mais aquela situação! Glória já havia gozado uma duas vezes, pois gemia e gritava como uma louca. Sua filha e a vizinhança já conheciam bem seus gritos e isso era perfeitamente normal para todos.
O que eles não podiam imaginar é que aquela cena louca estava realmente acontecendo. Explodi num gozo forte, mas tirei o pau da boceta de Gloria só para a Daniele poder ver quanto leite jorrava nas costas de sua mãe. Daniele quase caiu sentada no chão e cheguei a ver suas pernas dobrarem. Mantive Glória um pouco mais naquela posição, dando oportunidade para Daniele se recompor.
Aquele dia foi uma loucura... Passamos a manhã na cozinha e os sarros se tornaram mais freqüentes. Daniele, quando podia, passava a mão no meu pau e eu a encoxava. Num dado momento, quando Glória foi ao banheiro, Daniele voôu em mim e beijou minha boca loucamente. Nossas línguas se enroscaram e nossas mãos procuraram nossos sexos, mas tivemos que parar para não correr riscos.
Minha mulher voltou e viu meu pau duro. Brincando, ela mostrou para filha. Meu coração quase pulou fora. Daniele chegou a dar um passo na minha direção, mas resolveu ir para o banheiro molhar um pouco o rosto. Glória riu muito e perguntou se ela estava com saudade do namorado. Daniele respondeu que não, que era saudade de chupar uma rola, e completou dizendo que a mãe era uma sortuda.
Glória riu muito e foi abraçar a filha para consolá-la, dizendo que eu estava às ordens. Não acreditei no que havia escutado. Amigos e amigas acreditem, foi exatamente assim que aconteceu. Daniele olhou para a mãe e veio na minha direção. Eu estava tonto e não sabia se aquilo era um sonho. Daniele me abraçou, me beijou carinhosamente e deitamos no chão da cozinha.
Rolamos e nos tocamos com uma volúpia sem igual. Daniele logo abriu as pernas, dizendo que precisava dar. Olhei para Glória, que estava sentada no banquinho da cozinha sorrindo. Daniele cruzou as pernas na minha cintura e me puxou. Meu pau entrou de uma só vez, fazendo com que Daniele desse um grito de prazer, gritando mais alto que sua mãe e mexendo a cintura. Daniele estava muito molhada, uma delícia...
Logo escutei outro grito, mas esse vinha de Glória, que estava gozando na cozinha. Virei Daniele de bruços e a deixei de quatro. Meti com força e bombeei muito, arrancando berros desesperados da ninfeta. Segurei Daniele pelos ombros para meu pau entrar bem fundo e só parei quando percebi que ela estava gozando.
Agora que as duas já estavam devidamente tratadas, era a minha vez de gozar. Bombeei por um tempão, até que meu gozo veio forte, intenso. Quando tirei a pica pude ver meu leite escorrendo na boceta da ninfeta, um tesão. Depois desse dia outras putarias rolaram, mas outra hora eu conto, pois Daniele e Glória estão aqui do meu lado e euuu já não estou agüentando...