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Ele gosta que eu seja uma Puta – Parte I
Autor: Kelly
Autor: Kelly
9.0
Meu nome é Kelly, tenho 25 anos, sou loira, cabelos longos, olhos claros, e como diz meu marido, tenho “uma bundinha de parar o trânsito”. Eu e Paulo somos casados há 5 anos. Meu marido sempre teve a fantasia de me ver transando com outro homem. No início, tudo parecia ser apenas fantasia dele, mas com o tempo o que era uma fantasia de casal foi se tornando um desejo.
Paulo vivia criando situações imaginárias, e às vezes chegava em casa do trabalho e me perguntava para quem eu tinha dado enquanto ele estava fora. Eu sempre inventava uma história, provocava-o dizendo que tinha passado a tarde com meu amante. Amante que só existia na nossa imaginação, e depois transávamos a noite inteira e Paulo ia à loucura quando eu começava a gritar o nome do meu amante imaginário.
Paulo estava louco para realizar essa nossa fantasia. O único obstáculo para que a realizássemos era eu mesma, eu tinha muito medo. Então, num final de semana em que Paulo viajou, nossa vida começou a mudar. Como eu tinha medo de dormir sozinha, convidei Sara, uma amiga cujo marido também estava viajando, para me fazer companhia. Sara chegou quando estava escurecendo.
Sem ter nada para fazer, nós duas ficamos conversando e assistindo TV. Conversamos sobre vários assuntos, mas quando começamos a falar de nossos relacionamentos, acabei contando para ela a nossa fantasia. Para minha surpresa, Sara contou que ela e seu marido viviam uma espécie de casamento liberal. Fiquei curiosa e quis saber tudo. Sara então contou tudinho sobre seus amantes, suas aventuras e de como seu marido a incentivava.
Naquela noite ficamos até tarde falando sobre o mesmo assunto, e quando fui me deitar, passei o resto da noite acordada só pensando em tudo o que Sara tinha me contado. No outro dia, Sara me telefonou e me chamou para sair. No início disse que não ia, mas com a insistência dela acabei aceitando. Telefonei para Paulo e perguntei se ele não se importava. Meu marido, além de deixar, me fez dizer um monte de bobagens.
Precisei falar para ele que iria encontrar meu amante, e tive que dizer até como iria dar para ele. À noite nós duas saímos e Sara tinha marcado com Caio, um de seus “amigos”. Ele levaria um amigo junto. Nós nos encontraríamos numa boate. No caminho, perguntei a Sara quem eram os caras com quem ela havia marcado, mas Sara só conhecia o Caio, não sabia nem o nome do amigo dele.
Já na tal boate, nós encontramos o amigo de Sara, fui apresentada a ele e ele me disse que seu amigo já chegaria. Nós três fomos para o bar, onde ficamos bebendo enquanto esperávamos por Beto - o amigo do Caio. Depois de algum tempo, o tal amigo chegou. Ele era lindo e estava muito bem vestido.
Depois de sermos apresentados, Beto se sentou à mesa com a gente. Sara sorrateiramente me cutucou com o pé, por baixo da mesa, sussurrando no meu ouvido sem que eles percebessem: - Que gato! Nós duas já um pouco altas pela bebida e rimos sem parar. Os rapazes nos convidaram para dançar, e embalados pela bebida, nós quatro dançamos animadamente. A batida da música e as luzes da pista me deixavam em transe, e sem pensar, agarrei o Beto e lhe beijei.
Era a primeira vez, depois de ter me casado com Paulo, que eu beijava outro homem, e isso me deixava mais excitada ainda. Beto me virou de costas para ele e me beijou bem perto da orelha. Fiquei louca! Enquanto todos na pista dançavam, nós dois nos agarrávamos como se estivéssemos sós. Ainda de costas para ele, coloquei a cabeça para trás e então senti os lábios de Beto tocando os meus e minha boca sendo invadida pela língua dele.
A partir dali nós dois continuamos a dançar num ritmo sensual, trocando fogosos beijos. Momentos depois Sara disse que iria sair com Caio. Eu e Beto também resolvemos sair dali. Fomos para o carro do Beto e lá a coisa esquentou. Nós dois parecíamos querer devorar um ao outro. Com dificuldade, tirei o pau dele para fora e comecei uma punheta. Com um dedo enfiado na minha bucetinha, ele me disse entre beijos: - Vamos para o meu apê!?
Já totalmente fora do meu juízo, retruquei: - Não, vamos para minha casa. Como era de madrugada, nós dois entramos sem fazer barulho. Depois que fechei a garagem, nós dois subimos nos agarrando pela escada, tirando a roupa um do outro. Na copa, Beto afastou as cadeiras e me encostou na mesa: - Quer acordar a vizinhança, seu louco?, falei para ele, beijando aquela boca gostosa. Beto tentou me puxar para o sofá da sala, mas resisti e disse: - Não... vamos para a minha cama, eu quero transar com você na cama onde durmo com o meu marido!
Beto deu um sorrisinho sacana. Eu saí andando de costas, puxando-o pelo cinto, abrindo a calça dele. Na beira da cama, Beto tirou a calça, me deitou, afastou minha calcinha para o lado e disse: - Eu vou chupar a sua bucetinha a noite toda! Ele me deu um beijo delicado na xota - me contorci de tanto tesão - e a partir daí ele foi alternando entre lambidas e beijos, cada vez mais intensos. Beto se revelava um grande chupador, e com habilidade ele foi me levando à loucura.
Eu nunca, na minha vida, tinha experimentado uma língua tão gostosa! Isso me fazia delirar... Ao ver o pau dele duro como uma rocha, não agüentei e disse, toda manhosa: - Eu quero chupar o seu pau... Beto deitou na cama, e sem perder tempo deitei por cima, colocando minha xota na cara dele. Então iniciamos um delicioso 69. Naquela posição eu me sentia totalmente entregue a ele. Queria retribuir o banho de língua que levava do rapaz, por isso engolia aquela pica com volúpia.
Eu queria desfrutar o pau daquele macho o máximo possível. Quando ele passou a lamber o meu cuzinho, fiquei enlouquecida! Ele tinha acabado de descobrir um dos meus pontos fracos... Louca de tesão, comecei a dizer sem parar: - Lambe meu cuzinho... lambe... Beto percebeu o momento, enfiou o dedo na minha xota e continuou a lamber o meu cuzinho. Gozei como nunca tinha gozado antes... Nós dois gozamos juntos. O pau dele jorrava como uma torre de petróleo em minha mão! Sem ao menos se recuperar do gozo, Beto me colocou de quatro e passamos a foder novamente.
Era difícil dizer quem fodia quem, pois enquanto Beto me comia, eu jogava a bunda contra o pau dele. Eu já quase sem fôlego, e fiquei ainda mais ensandecida quando me olhei pelo grande espelho que tenho no meu quarto, fudendo um estranho! Me deliciei ao ver a cena... Com rosto molhado de suor, Beto segurou a minha bunda e começou a enfiar e tirar o pau da minha buceta lentamente. Com o meu corpo sendo agredido pelo Beto, passei a rebolar em seu pau como uma louca, e ele gozou novamente.
Exausto, Beto deitou do meu lado, e não satisfeita, subi em cima dele e passei a cavalgá-lo lentamente. Eu parecia flutuar em cima dele, indo e voltando. Imaginei meu marido chegando ali naquele momento, eu podia ver com detalhes o rosto dele, ao me ver em cima de outro homem gozando sem parar.
Fui aumentando cada vez mais a velocidade. Comecei a subir e descer em cima do pau dele, que passivamente, me deixava conduzir a foda. Meus cabelos longos caíam no rosto... cravei as unhas no peito dele, meu prazer era total. Gozei sem parar. Já sem forças, deitei em cima dele, e com a ponta da língua passei a acariciar os lábios dele, e fiquei curtindo aquele momento mágico. Foi quando o telefone tocou. Tentei sair de cima do Beto mas ele me impediu, atendi o telefone já sabendo que era meu marido.
Ficamos conversando, era incrível eu ali em cima do Beto e falando com meu marido, sem que ele desconfiasse de nada. Beto mexia os quadris bem devagar, enquanto me segurava para não gemer. Paulo me perguntou se eu tinha me divertido, então não agüentei e disse com uma voz bem sacana: - Você não ligou para perguntar só isso! Paulo se fez de desentendido. Nós dois tínhamos nos transformado em dois verdadeiros cúmplices.
Continuei a provocá-lo: - Vamos, pergunte o que você quer perguntar, ou não é homem nem para isso? Paulo ficou em silêncio por uns instantes e perguntou: - Você tem algo a me dizer? Eu então, transtornada, disse de uma forma bem sacana: - Não, não tenho... Aliás, tenho sim... só para sua informação, eu estou em cima de um homem nesse momento...o pau dele está atolado na minha buceta. Ele já me fodeu em todas as posições e eu já perdi as contas de quantas vezes gozei, mas não é importante, não é verdade? Paulo enlouqueceu.
Beto me colocou de lado e passou a me foder novamente. Eu, delirando de tesão, dizia com detalhes o que estava acontecendo para meu marido pelo telefone. Eu só escutava a respiração ofegante dele. Comecei a gemer e a gritar. Beto, com rosto perto do telefone, dizia o tempo todo: - Cara, que esposa gostosa você tem, eu vou fodê-la até não agüentar mais!! Nós dois continuamos a gritar e a gemer bem alto só para o Paulo ouvir.
Eu sentia o pau dele deslizando numa velocidade incrível dentro da minha bucetinha. Não demorou e senti a porra que jorrava do pau dele molhando minha bundinha... gozamos juntos novamente, de forma espetacular. Exaustos, caímos no sono. O dia já amanhecia quando acordei. Beto tomava um banho para ir embora e o telefone, jogado do lado da cama, dava sinal de ocupado. Beto saiu do banheiro e foi embora, me fazendo prometer que iria ligar para ele novamente.
Mais tarde, Paulo ligou novamente. Nós dois rimos do que havia acontecido e transamos pelo telefone. Depois disso nossa vida mudou completamente, mas Paulo ainda estava louco para me ver fodendo ao vivo com outro homem... mas está é uma outra história.
Paulo vivia criando situações imaginárias, e às vezes chegava em casa do trabalho e me perguntava para quem eu tinha dado enquanto ele estava fora. Eu sempre inventava uma história, provocava-o dizendo que tinha passado a tarde com meu amante. Amante que só existia na nossa imaginação, e depois transávamos a noite inteira e Paulo ia à loucura quando eu começava a gritar o nome do meu amante imaginário.
Paulo estava louco para realizar essa nossa fantasia. O único obstáculo para que a realizássemos era eu mesma, eu tinha muito medo. Então, num final de semana em que Paulo viajou, nossa vida começou a mudar. Como eu tinha medo de dormir sozinha, convidei Sara, uma amiga cujo marido também estava viajando, para me fazer companhia. Sara chegou quando estava escurecendo.
Sem ter nada para fazer, nós duas ficamos conversando e assistindo TV. Conversamos sobre vários assuntos, mas quando começamos a falar de nossos relacionamentos, acabei contando para ela a nossa fantasia. Para minha surpresa, Sara contou que ela e seu marido viviam uma espécie de casamento liberal. Fiquei curiosa e quis saber tudo. Sara então contou tudinho sobre seus amantes, suas aventuras e de como seu marido a incentivava.
Naquela noite ficamos até tarde falando sobre o mesmo assunto, e quando fui me deitar, passei o resto da noite acordada só pensando em tudo o que Sara tinha me contado. No outro dia, Sara me telefonou e me chamou para sair. No início disse que não ia, mas com a insistência dela acabei aceitando. Telefonei para Paulo e perguntei se ele não se importava. Meu marido, além de deixar, me fez dizer um monte de bobagens.
Precisei falar para ele que iria encontrar meu amante, e tive que dizer até como iria dar para ele. À noite nós duas saímos e Sara tinha marcado com Caio, um de seus “amigos”. Ele levaria um amigo junto. Nós nos encontraríamos numa boate. No caminho, perguntei a Sara quem eram os caras com quem ela havia marcado, mas Sara só conhecia o Caio, não sabia nem o nome do amigo dele.
Já na tal boate, nós encontramos o amigo de Sara, fui apresentada a ele e ele me disse que seu amigo já chegaria. Nós três fomos para o bar, onde ficamos bebendo enquanto esperávamos por Beto - o amigo do Caio. Depois de algum tempo, o tal amigo chegou. Ele era lindo e estava muito bem vestido.
Depois de sermos apresentados, Beto se sentou à mesa com a gente. Sara sorrateiramente me cutucou com o pé, por baixo da mesa, sussurrando no meu ouvido sem que eles percebessem: - Que gato! Nós duas já um pouco altas pela bebida e rimos sem parar. Os rapazes nos convidaram para dançar, e embalados pela bebida, nós quatro dançamos animadamente. A batida da música e as luzes da pista me deixavam em transe, e sem pensar, agarrei o Beto e lhe beijei.
Era a primeira vez, depois de ter me casado com Paulo, que eu beijava outro homem, e isso me deixava mais excitada ainda. Beto me virou de costas para ele e me beijou bem perto da orelha. Fiquei louca! Enquanto todos na pista dançavam, nós dois nos agarrávamos como se estivéssemos sós. Ainda de costas para ele, coloquei a cabeça para trás e então senti os lábios de Beto tocando os meus e minha boca sendo invadida pela língua dele.
A partir dali nós dois continuamos a dançar num ritmo sensual, trocando fogosos beijos. Momentos depois Sara disse que iria sair com Caio. Eu e Beto também resolvemos sair dali. Fomos para o carro do Beto e lá a coisa esquentou. Nós dois parecíamos querer devorar um ao outro. Com dificuldade, tirei o pau dele para fora e comecei uma punheta. Com um dedo enfiado na minha bucetinha, ele me disse entre beijos: - Vamos para o meu apê!?
Já totalmente fora do meu juízo, retruquei: - Não, vamos para minha casa. Como era de madrugada, nós dois entramos sem fazer barulho. Depois que fechei a garagem, nós dois subimos nos agarrando pela escada, tirando a roupa um do outro. Na copa, Beto afastou as cadeiras e me encostou na mesa: - Quer acordar a vizinhança, seu louco?, falei para ele, beijando aquela boca gostosa. Beto tentou me puxar para o sofá da sala, mas resisti e disse: - Não... vamos para a minha cama, eu quero transar com você na cama onde durmo com o meu marido!
Beto deu um sorrisinho sacana. Eu saí andando de costas, puxando-o pelo cinto, abrindo a calça dele. Na beira da cama, Beto tirou a calça, me deitou, afastou minha calcinha para o lado e disse: - Eu vou chupar a sua bucetinha a noite toda! Ele me deu um beijo delicado na xota - me contorci de tanto tesão - e a partir daí ele foi alternando entre lambidas e beijos, cada vez mais intensos. Beto se revelava um grande chupador, e com habilidade ele foi me levando à loucura.
Eu nunca, na minha vida, tinha experimentado uma língua tão gostosa! Isso me fazia delirar... Ao ver o pau dele duro como uma rocha, não agüentei e disse, toda manhosa: - Eu quero chupar o seu pau... Beto deitou na cama, e sem perder tempo deitei por cima, colocando minha xota na cara dele. Então iniciamos um delicioso 69. Naquela posição eu me sentia totalmente entregue a ele. Queria retribuir o banho de língua que levava do rapaz, por isso engolia aquela pica com volúpia.
Eu queria desfrutar o pau daquele macho o máximo possível. Quando ele passou a lamber o meu cuzinho, fiquei enlouquecida! Ele tinha acabado de descobrir um dos meus pontos fracos... Louca de tesão, comecei a dizer sem parar: - Lambe meu cuzinho... lambe... Beto percebeu o momento, enfiou o dedo na minha xota e continuou a lamber o meu cuzinho. Gozei como nunca tinha gozado antes... Nós dois gozamos juntos. O pau dele jorrava como uma torre de petróleo em minha mão! Sem ao menos se recuperar do gozo, Beto me colocou de quatro e passamos a foder novamente.
Era difícil dizer quem fodia quem, pois enquanto Beto me comia, eu jogava a bunda contra o pau dele. Eu já quase sem fôlego, e fiquei ainda mais ensandecida quando me olhei pelo grande espelho que tenho no meu quarto, fudendo um estranho! Me deliciei ao ver a cena... Com rosto molhado de suor, Beto segurou a minha bunda e começou a enfiar e tirar o pau da minha buceta lentamente. Com o meu corpo sendo agredido pelo Beto, passei a rebolar em seu pau como uma louca, e ele gozou novamente.
Exausto, Beto deitou do meu lado, e não satisfeita, subi em cima dele e passei a cavalgá-lo lentamente. Eu parecia flutuar em cima dele, indo e voltando. Imaginei meu marido chegando ali naquele momento, eu podia ver com detalhes o rosto dele, ao me ver em cima de outro homem gozando sem parar.
Fui aumentando cada vez mais a velocidade. Comecei a subir e descer em cima do pau dele, que passivamente, me deixava conduzir a foda. Meus cabelos longos caíam no rosto... cravei as unhas no peito dele, meu prazer era total. Gozei sem parar. Já sem forças, deitei em cima dele, e com a ponta da língua passei a acariciar os lábios dele, e fiquei curtindo aquele momento mágico. Foi quando o telefone tocou. Tentei sair de cima do Beto mas ele me impediu, atendi o telefone já sabendo que era meu marido.
Ficamos conversando, era incrível eu ali em cima do Beto e falando com meu marido, sem que ele desconfiasse de nada. Beto mexia os quadris bem devagar, enquanto me segurava para não gemer. Paulo me perguntou se eu tinha me divertido, então não agüentei e disse com uma voz bem sacana: - Você não ligou para perguntar só isso! Paulo se fez de desentendido. Nós dois tínhamos nos transformado em dois verdadeiros cúmplices.
Continuei a provocá-lo: - Vamos, pergunte o que você quer perguntar, ou não é homem nem para isso? Paulo ficou em silêncio por uns instantes e perguntou: - Você tem algo a me dizer? Eu então, transtornada, disse de uma forma bem sacana: - Não, não tenho... Aliás, tenho sim... só para sua informação, eu estou em cima de um homem nesse momento...o pau dele está atolado na minha buceta. Ele já me fodeu em todas as posições e eu já perdi as contas de quantas vezes gozei, mas não é importante, não é verdade? Paulo enlouqueceu.
Beto me colocou de lado e passou a me foder novamente. Eu, delirando de tesão, dizia com detalhes o que estava acontecendo para meu marido pelo telefone. Eu só escutava a respiração ofegante dele. Comecei a gemer e a gritar. Beto, com rosto perto do telefone, dizia o tempo todo: - Cara, que esposa gostosa você tem, eu vou fodê-la até não agüentar mais!! Nós dois continuamos a gritar e a gemer bem alto só para o Paulo ouvir.
Eu sentia o pau dele deslizando numa velocidade incrível dentro da minha bucetinha. Não demorou e senti a porra que jorrava do pau dele molhando minha bundinha... gozamos juntos novamente, de forma espetacular. Exaustos, caímos no sono. O dia já amanhecia quando acordei. Beto tomava um banho para ir embora e o telefone, jogado do lado da cama, dava sinal de ocupado. Beto saiu do banheiro e foi embora, me fazendo prometer que iria ligar para ele novamente.
Mais tarde, Paulo ligou novamente. Nós dois rimos do que havia acontecido e transamos pelo telefone. Depois disso nossa vida mudou completamente, mas Paulo ainda estava louco para me ver fodendo ao vivo com outro homem... mas está é uma outra história.
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