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Fantasias sadomasoquistas
Autor: não creditado
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8.3

Há anos tenho fantasias sexuais, e uma delas é conhecer o sadomasoquismo. Minha fantasia é ser amarrada e violentada por vários homens e mulheres me lambendo e comendo minha xoxotinha e meu cuzinho. Queria ser uma escrava por um dia. Sei que o sadomasoquismo utiliza vários apetrechos como chicotes, palmatórias, argolas, velas e outros, e para ser franca, essa parte eu dispenso. Queria homens e mulheres que usassem somente as mãos, línguas, dedos e seus paus enormes. Gosto também de plugs, vibradores, bolas tailandesas e etc.

Antes de contar minha fantasia, gostaria de dizer que sou uma mulher, casada com um único homem há vinte anos. Tenho filhos e vivo uma vida absolutamente comum, apenas meu marido não entende minhas fantasias e acha que sou uma louca. Temos um casamento legal e sou feliz com ele. Ele trepa gostoso, tem um pau maravilhosamente grande, capaz de arrancar sussurros e gemidos. Bom vamos à minha fantasia.

Estava em um barzinho, tomando umas cervinhas com uns amigos, meu marido não estava, quando fui assediada por uma mulher chamada Nádia. Ela é muito bonita, atraente e forte. O que mais me chamou atenção foi sua voz rouca e suas mãos, que eram grandes e pesadas. Ela sentou próxima a mim e conversamos muito. Quando resolvi ir ao banheiro para fazer xixi, ela me acompanhou. Entrei, levantei meu vestido, tirei a calcinha e comecei a urinar, tudo isso assistido por Nádia. Quando terminei, enxuguei e fui colocando a calcinha, quando senti as mãos dela me acariciando.

Não fiz nada, estava adorando, ela enfiou dois dedos na minha xoxota e me beijou na boca. Em seguida falou ao meu ouvido que tinha um lugar melhor para irmos, e excitadíssima aceitei o convite. Fui até a mesa, disse que estava cansada e que iria para casa. Me despedi de todos e fui ao encontro de Nadia. Fui ao endereço que ela me deu, era simplesmente uma das áreas mais ricas da cidade. Encontrei a casa, era muito bonita e grande, e quando me aproximei vi que tinham vários carros estacionados. Ouvi música tocando.

Quando estava próxima da porta de entrada, Nadia veio ao meu encontro, me abraçou e falou que teria uma noite inesquecível. Entrei na sala e vi vários homens e mulheres que vestiam roupas pretas curtíssimas, algumas mulheres estavam apenas de fio dental, alguns homens estavam só de sunga preta, e na sala tinham velas acessas e muita bebida. Cumprimentei todos - alguns davam molhados beijos na boca, outros passavam a mão na minha bunda ou nos meus seios - uma das mulheres passou a mão por dentro da minha calcinha e disse que eu precisava ser depilada.

Nadia ofereceu um uísque muito gostoso, e em seguida duas mulheres me levaram para um quarto onde tinha uma cadeira parecida com a de ginecologista. Elas me fizeram sentar, abriram bem as minhas pernas e me amarraram com lenços, para não deixar marcas. Introduziram dois vibradores - um na minha xoxota e outro no meu rabinho - e disseram que isto ajudaria a alargar meus buraquinhos. Em seguida começaram a passar cera de depilação em minha xoxota, disseram que eu precisava ficar peladinha. Eu não entendia nada, elas eram muito profissionais, pois não senti nada quando puxavam meus pêlos.

Já estava quase peladinha quando Nádia entrou e me acariciou, tirou os dois vibradores e enfiou seus dedos em mim enquanto me beijava. Ela perguntou se eu estava gostando e se estava sendo bem tratada. Disse que sim. Na verdade, estava alucinada com a bebida. Quando as moças terminaram de me depilar, Nadia introduziu alguma coisa no meu rabo que me molhou, e logo percebi que estava tendo uma lavagem intestinal. Ela me soltou, me levou para o banheiro e pediu que eu tomasse banho depois de evacuar. Caguei muito e tomei um banho gostoso.

Nadia me aguardava nua na porta, e então fui levada para a sala. No percurso ela me acariciava e me beijava muito. Chegando na sala, ela me vez subir em cima de uma mesinha de centro e pediu para as pessoas para se divertirem. Nadia sentou em uma poltrona e ficou observando cada movimento, parecia uma cadela no cio. Eles pegaram um óleo muito cheiroso e passaram em todo meu corpo, senti mãos grandes deslizando no meu corpo, meus braços, pernas, coxas, seios... eu estava ardendo de tanto tesão, já não estava assustada, mas louca de tesão.

Eles deslizavam suas mãos em meu corpo e eu comecei a dançar gostoso, e isso fez com que todos e todas se excitassem bastante. Os homens estavam de pau duro, e senti seus dedos sendo enfiados na minha xoxota e no meu cu. Eu estava molhada de tanto tesão. Vários dedos entravam e saíam, senti que eles me lubrificavam por dentro e por fora. Eram tantas mãos, que as vezes sentia duas ou três mãos em um mesmo buraco.

Nadia interrompeu aquela deliciosa sessão, me levou para outra sala, me deitou em um cavalete e minhas pernas foram amarradas aos pés do cavalete. Estava totalmente exposta. Nadia se aproximou, ficou na minha frente, segurando as minhas mãos, e disse que todos naquela sala iriam me comer, que e eu não tinha como fugir. Foi quando senti os homens me acariciando. Eles começaram a me alisar e a enfiar dedos e mais dedos dentro de mim, falavam que eu era muito apertadinha e que iriam levar horas para me deixar no ponto. QUE PONTO???

Nadia ordenou que todos colocassem camisinhas e disse: - Quero ela limpinha. Eles a obedeceram. O primeiro tinha um pau grande e foi colocando na minha xoxota, estava gostoso, ele enfiava com vontade, o pau ia entrando e saindo num compasso gostoso. Nadia olhava dentro dos meus olhos, ela queria ver minha dor, queria me ver sendo alargada, segurava minhas mãos com força e gritava para as pessoas me comerem. Eu gemia de dor, e quando o primeiro terminou logo veio uma mulher.

Ela vestia um cinto que tinha um pau de borracha enorme, se chamava Solange e deu um beijo na Nadia. Solange foi para atrás de mim e enfiou todo aquele cacete dentro de mim. Nadia me perguntava se eu queria mais, eu gemia e a Solange enfiava tudo. Com as mãos começou a massagear meu cuzinho, e a cada socada ela enfiava um dedo no meu rabinho. Nadia sorria e não desviava os olhos dos meus. Solange enfiava tudo, mas de repente foi tirando devagar. Pensei que tinha acabado, mas senti aquele pau encostando no meu cuzinho. Disse à Nadia que iria doer muito, e foi aí que percebi que essa era a senha para enfiar tudo de uma única vez.

Solange lubrificou meu cuzinho com óleo e mandou de uma vez só. Nadia quase não conseguia me segurar, tamanha a força que fiz para sair daquela posição, pois a dor que senti foi tão grande, que senti meu cu rasgar por inteiro. Ela socou muito, quase enlouqueci. Nadia pediu para parar um pouco e me ofereceu uísque para molhar a garganta. Quando olhei para a sala, estavam todos pelados na maior suruba. Nadia foi me abaixando de novo e perguntou quem seria o próximo. Foi quando percebi que iria ser comida por todos aqueles que estavam na festinha.

Veio um homem negro, alto, vi quando ele colocou a camisinha, deu um beijão na Nadia e começou a enfiar direto na minha bunda. Gemi e gritei de dor, ele disse: - Calma, querida, você ainda não viu nada! Ele enfiava até o talo, enfiou e eu senti suas estocadas violentas no meu rabo. Nadia sorria e me beijava. Quando ele terminou, veio uma mulher que tinha um vibrador amarrado a ela e tinha também bolinhas tailandesas na mão.

Senti ela colocando tudo no cuzinho, a cada bola que entrava eu gritava, e foi enfiando o vibrador na minha xoxota, já molhada. As bolas faziam barulho dentro de mim, a moça que estava me comendo se chamava Kátia e enfiava com tanta força que eu sentia a bolinhas se moverem. Nadia, que continuava na minha frente, falava que o melhor ainda estava por vir. Kátia retirou as bolinhas do meu cuzinho e disse a Nadia que estava quase no ponto. QUE PONTO É ESSE???

Perguntei a Nadia, ela disse que eu iria adorar, mas havia outras pessoas que queriam se divertir um pouco Quando chegou o próximo, eu já estava ardida e pedi que comesse somente a xoxota. Ele veio para a minha frente, para que eu pudesse ver seu membro. Eu nunca tinha visto um membro tão grande! Fiquei apavorada e pedi para ele não comer meu cu, pois meu rabinho já estava dolorido. Nadia sorriu, ele riu alto e forçou a penetração no meu cuzinho.

Não existem palavras que descrevam a dor que eu senti! A resistência do meu ânus era grande, então ele usou o peso do corpo para abrir passagem. O meu sofrimento aumentava sua excitação, e isso mantinha o pau dele muito duro, abrindo o meu cu à medida em que entrava. Senti que ia desmaiar com tanta dor. Ele segurou minha cintura, empurrando-me contra ele conforme seu corpo pesava sobre o meu. A pica atingiu o fundo de meu cu e o homem se estirou sobre mim.

Então, para meu desespero, ele começou a se mexer: seu pau entrava e saía lentamente, e depois de forma violenta. A dor começava no anelzinho do meu cu dilatado e se espalhava pelas minhas nádegas e coxas. Era como se alguém estivesse cortando meu corpo ao meio. Nadia me olhava bem dentro dos olhos. A dor que eu sentia a fazia ter orgasmos, ela me beijava e dizia para ter calma, que meus buracos estavam sendo alargados.

Quando as pulsações do orgasmo dele chegaram, sua pica pareceu crescer. Imaginei que os músculos do meu reto se rasgariam. Depois ele tirou o membro lentamente, meu ânus ficou dormente. Pedi a Nadia um tempo para molhar a garganta, ela deixou. Me desamarrou e me deu uísque, eu já estava achando tudo aquilo normal e gostoso. Me levantei e fui até um homem que ainda não tinha me comido, comecei a beijá-lo e a me esfregar nele.

Ele foi ficando de pau duro e me abaixei para chupar seu pau. Outro pessoa se aproximou e apontou seu pau para meu cuzinho, já arregaçado e arrombado. Eu já estava em chamas e ele enfiou devagarzinho e com carinho. Tive um puta orgasmo com aquele pau enfiado no meu rabo e eu pagando um boquete para outro. O homem que eu estava chupando não teve: se abaixou e tentou enfiar seu pau na minha xoxota.

Eu disse que não dava. Nadia se aproximou de mim e me segurou, dizendo que dava sim. Me ajeitei e um segundo o pau foi entrando dentro mim. Puta, como dói dar para dois ao mesmo tempo! Dei, suei para conseguir, doeu muito, mas consegui. Eles se movimentavam alucinadamente e não gozavam, pareciam que tinham tomado Viagra. Eu já não agüentava aquela posição e já estava pedindo pelo amor de deus para descansar, até que eles conseguiram gozar e me deixaram ali, tentando recuperar meu fôlego.

Falei com Nadia que não agüentava mais, que estava muito ardida, quando veio um negão e disse: - Eu também vou comer esse rabo! Essa frase me fez tremer, pois o pau dele era enorme, parecia até um jumento, iria ser um sofrimento de tanta dor. Ele percebeu meu espanto e disse: - Calma, garota, ainda tem um na fila. A essa altura eu tinha poucas esperanças de sair dali viva. Havia mais um para transar comigo.

A minha excitação chegava às raias da loucura. Ele escancarou minhas pernas e penetrou de uma vez a minha xoxota, já muito castigada. Movimentava-se muito, mas não atingia o orgasmo. Depois de me torturar com uma penetração violenta, ele começou a colocar no cu. A dor era terrível. Quando o pau entrou, ele começou um vai-e-vem extremamente violento, e enquanto penetrava, chupava meu pescoço e mordia as minhas orelhas.

Finalmente o negão tirou o membro de dentro de mim. Meu cu latejava e eu sentia vontade de cagar. Todos já haviam transado comigo e pensei que agora me deixariam descansar. Puro engano. Os dois que me fuderam primeiro estavam excitados de novo. Vi seus paus eretos. Um deles veio, enfiando a pica na minha xoxota. A fila começou e eu fui comida de novo por todos. Nadia veio até mim e perguntou se estava gostando. Eu disse que queria parar um pouco, então ela pegou e me levou para a mesma cadeira onde fui depilada.

Passado o primeiro susto, Nadia me tranqüilizou, dizendo que estava tudo bem e que eu iria adorar a experiência. Numa sala reservada da sua enorme casa, Nadia mantinha uma cadeira adaptada para seus prazeres, semelhante àquelas de parto, onde tive que deitar de costas com as pernas erguidas e bem abertas, deixando minha buceta e meu cu totalmente expostos. Nadia colocou uma música suave para amenizar os gemidos que viriam e me vendou, dizendo para eu relaxar e curtir.

Senti duas mãos massageando minha xoxota. Faziam um movimento com as duas mãos, apertando meus lábios vaginais um contra o outro, levemente para cima e para baixo. Sentia bocas quentes em meus seios, línguas fazendo círculos nas auréolas e levava pequenas, mas deliciosas, mordidinhas nos biquinhos. Era muito gostoso aquilo. Quem estava se deliciando com minha vagina, agora afastava bem meus lábios vaginais e caía de boca no meu grelinho, me fazendo gemer ainda mais.

Depois de mais de meia hora Nadia me desvendou e recebi línguas na boca. Não hesitei em recebê-las e as chupei com muito gosto, tentando retribuir. Aos poucos, Nadia foi deslizando sua boca quente e úmida para meus braços, enquanto o outro homem tomava conta dos minhas pernas e uma terceira pessoa se divertia com minha buceta. A essa altura estava totalmente molhada de tesão. Se pudesse contar quantos orgasmos estava tendo, perderia a conta. Era prazer demais.

Um dos homens abandonara minha buceta, enquanto Nadia desfrutava da minha barriguinha e meu umbigo. A sessão de lambidas continuava e eu obedecia a todas as ordens. Um deles ficou brincando com os dedos dentro do meu cuzinho, tirando e colocando deliciosamente. Enquanto isso, Nadia colocava luvas cirúrgicas e passava gel lubrificante nas mãos. Ela comentou para mim que meu prazer estava só começando. Senti primeiro os dedos de Nadia rodopiando, massageando meu ânus e a introdução de um dedo, depois dois e três.

Os dedos de Nadia eram mais grossos e eu percebi que agora tinha três dos seus dedos num vai-e-vem muito gostoso. Sentia meu ânus em brasa, e uma vez ou outra sentia uma língua penetrando meu reto. Um dos homens, não resistindo mais à cena dos dedos de Nadia me penetrando, pediu para colocar seu pau no meu cu, agora bastante aberto. Sua pica era muito grande e estava tão tesa, que várias veias apareciam ao longo dos 21 centímetros (nas palavras do dono) de pau quente.

Pedia para que ele não parasse com aquele movimento de vai-e-vem, em que enfiava lentamente até encostar o saco na minha bunda, e não chegava a retirar tudo. Estava gostoso demais! Uma sensação de tesão, pois nunca tinha sido penetrada daquela forma. O pau no cu era alternado pelos dedos de Nadia. Um dos homens trazia o pau até minha boca e eu não desperdiçava uma só gota daquela pica deliciosa. Antes que um dos homens gozasse, Nadia interrompeu aquele momento maravilhoso para dizer que era o momento do meu primeiro fisting.

Tentei me levantar mas não consegui. Todos colocaram suas mãos em cima de mim. Nadia foi introduzindo a mão dela no meu cu, sob os olhares de todos que estavam lá comigo. Entraram um, dois, três, quatro dedos. Parava um pouco e recomeçava: um, dois, três, quatro dedos. E assim seguiu por vários minutos, até que introduziu junto seu polegar, além dos outros quatro.

Interrompeu por um momento para lubrificar mais um pouco seus dedos e recomeçou de onde parara. Cinco dedos, um vai-e-vem devagar e cuidadoso, e numa forçada maior tive sua mão toda dentro de mim. Doeu um pouco, mas a dor foi substituída pelos movimentos internos da mão da minha amiga, que naquele momento me fez a pessoa mais feliz do mundo, sentindo um prazer jamais imaginado.

Enquanto movia seus dedos dentro do meu cu, Nadia baixou a cabeça e começou a lamber minha xoxota. Interrompeu, enfiando cuidadosamente sua outra mão, agora na minha xoxota, sem necessidade de lubrificação, pois eu estava encharcada. Não demorou muito e dei sinais de que ia gozar. Rapidamente um dos homens veio até meus seios e os chupou com força, enquanto outro preencheu a minha boca com a sua enorme pica.

Minutos depois gemi como louca nas mãos daqueles amantes insaciáveis e doutores em sexo. Foi maravilhoso, gozei como nunca. Tive o maior orgasmo da minha vida, até então. Eu estava exausta, mas completamente feliz e louca para retribuir tamanho prazer. Nadia sorria e dizia que era a melhor mulher que já tinha visto. Fui para casa, tomei um banho e no dia seguinte quase enlouqueci com as lembranças daquela noite.
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