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Troca de namorados – Parte IV
Autor: não creditado
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9.2

Começamos a nos abraçar e acariciar, até que a Malu parou e falou: - Acho que chega. Ainda não combinamos nada sobre suruba. Quem sabe amanhã?, e virou-se pra mim: - É melhor assim, pois senão o Dudu fica injustiçado. Eu entendi. Ajudei-a a escorrer os camarões e esfriá-los no gelo. Preparamos o molho. Malu ficava provocando o Patrik, pedindo pra que ele viesse encoxar a empregada na cozinha.

Ela rebolava, encostando-se nele, pois sabia como deixá-lo maluco. Pra quem tinha as limitações dela, sexo anal com o Patrik poderia ser realmente o máximo. Pra mim o máximo foi ser enrabada como uma puta pelo namorado dela. Quando coloquei tudo na mesa, fui acordar o Dudu pra comer alguma coisa. Dei-lhe um beijo gostoso na boca e disse: - Vem, meu amor, vem comer alguma coisa, vem, como se fosse uma namorada. Ele disse que já se levantaria.

Voltei pra cozinha e dei com os dois no maior amasso. Ela sentada no balcão com as pernas abertas. Ele com o pinto duro pra fora do short, uma mão dentro da calcinha dela e outra segurando o avental para o lado, enquanto lambia vorazmente os seus peitos. A cena era fascinante. Fiquei assistindo o desempenho da Malu. Apesar de mais nova, ela me fazia sentir como uma amadora. Ela disse que se eu quisesse, podia ver, pois eles tinham visto eu chupando o Dudu. Começou uma chupeta com o Patrik de uma maneira que eu jamais havia feito nele.

Ela o devorava com a língua, lábios e dedos. Dava um banho e massagem de saliva no seu pau, que brilhava à luz da cozinha. Malu acompanhava bem a curva do pinto do Patrik. Ela olhava para ele o tempo todo, queria que ele visse o que estava fazendo, que ele visse como ela estava sendo bem puta. Eu vi logo que ele não iria agüentar. Começou a tremer as pernas e anunciou o gozo. Ela abriu a bocona e colocou toda a língua pra fora, deitou o seu pau na língua e acelerou a punheta.

Ele teve uns espasmos e vi algumas gotinhas de esperma pularem para a língua da Malu. Tudo bem, para a quarta gozada da noite, não podia se esperar tanto. Eu achei tão erótico assistir aquela cena que tive vontade de começar a passar as mãos pelo meu corpo. Não sei se eu o fiz ou não. Só me lembro que o Dudu finalmente apareceu e eu fui correndo lhe beijar com paixão. Contei-lhe sobre a exibição na cozinha e ele me disse que não tinha problema, depois nós faríamos a nossa.

Quando o Dudu finalmente olhou para a cara do Patrik os dois também tiverem um acesso de risos. Cumprimentaram-se mutuamente e disseram que eram caras de muita sorte. Sentamo-nos todos à mesa e comemos os camarões, deliciosos. O clima estava normal. Chegamos até a sair do assunto de sexo por tanto tempo que quase parecia que nós nem estávamos fazendo uma loucura. O Dudu me puxou para perto dele e finalmente pulei no seu colo.

Fiquei rebolando bem devagarinho, acariciando a sua cobra até que ela começou a inchar e tomar vida própria, ficando gorda e dura, apertando-me bem entre a bunda, que estava tão dolorida. Olhei para o Patrik e a Malu, do outro lado da mesa, que ficaram me assistindo tirar a calcinha. Dudu rapidamente puxou o pau pra fora. Olhei com um sorriso para os outros dois e preparei-me pra sentar no caralho do Dudu. Suas mãos abriram bem as minhas pernas, arrebitei a bundinha e fui baixando sobre a sua tora. A cabeça entrou gostoso.

Eu estava com a buceta toda molhadinha. Sentei de vez e escorregou tudo pra dentro. Senti aquela dor visceral quando sua cabeça me apertou no fundo. Dei um “uuuuiiih” bem sexy, como uma gatinha. Suas mãos começaram a subir suavemente pela minha barriga. Por dentro da camiseta me acariciaram os peitos. Patrik e Malu assistiam tudo, relaxados do outro lado da mesa. Comecei a rebolar, esfregando minha bunda na sua barriga. Eu subia e descia com seu pau escorregando pra dentro e pra fora de mim.

Senti com as minhas mãos a base daquele talo me abrindo toda. Logo os dedinhos do Dudu desceram para o meu clitóris. Comecei a gemer alto: - Aiiih, isso…assim…bem gostosinho… hummm, que delicia…que TESÃO!!! Ele puxou a minha camiseta para cima pra que os outros vissem os meus peitos sendo massageados. Eu me senti GOSTOSA! Fiquei até com tesão de lhe dar o rabinho outra vez. Joguei a cabeça pra trás e tentamos manter as línguas trançadas, apesar do meu corpo, que pulava sobre o seu com mais violência e rapidez.

Era completamente surreal o fato de eu estar transando ali na frente de outras pessoas, que não somente eram conhecidas (minha melhor amiga e o meu namorado), mas também pelo fato do cara que estava me enchendo de carne ser uma pessoa com quem eu jamais havia transado antes daquela noite, e que acontecia de ser o melhor amigo do meu namorado e o namorado da minha melhor amiga. Foi um lado exibicionista que eu descobri em mim num momento único, numa situação que eu me sentia muito gostosa, sexy, muito mulher, muito puta!

Senti o orgasmo chegando. Veio de mansinho, como uma brisa me acariciando todos os terminais sensitivos do meu corpo. Fechei meus olhos e abri mais ainda minha boca, pra engolir toda a língua do Dudu. O gozo chegou e começou a me sacudir. Minha boca ainda estava aberta mas eu já me perdera do seu beijo. Minha cabeça era atirada pela tempestade, pra frente e pra trás. Minha espinha estava arqueada, meu cabelo roçava a minha bunda. Uma de minhas mãos procurava intensificar a massagem nos meus peitos e outra esfregava no seu sacão gostoso, no seu tronco, que entrava e saía da minha buceta.

Os trovões eram abafados pelo meu berro, interminável. Gritei gostoso e forte: -Ahhhhh… Quase nem ouvi quando o Dudu também anunciou que ia gozar. Fui levantada pelo pau dele e atirada com a barriga para cima da mesa. Ele começou a me foder em pé, pra que o outro casal visse melhor. Pra que vissem tudo. Meus peitos estufados ali, na cara deles. Aquela violência me apimentou mais ainda a gozada. A sensação se estendia. Sentia-me a dona do mundo.

Eu firmava os dedos do outro lado da mesa e sentia o poder das suas bombeadas. Meus ombros era puxados para trás com força. Ele gritava e grunhia sem parar. Eu estava sendo fodida com força. Ele ejaculava dentro de mim, um orgasmo longo e gostoso, Quando consegui parar de gritar, fui esticando as minhas pernas, que estavam escancaradas sobre a mesa. Meus dentes quase arrancavam sangue do meu lábio. O orgasmo do Dudu foi aos poucos acalmando, junto com o meu. Com o corpo todo ele procurava empurrar suas últimas gotas para mim.

Olhei para o outro casal. Malu estava no colo do Patrik, este boquiaberto. Ele jamais me vira gozar tão intensamente. Depois desse episódio as minhas transas com o Patrik acabariam ficando muito melhores. Ele se transformaria, de água para o vinho. E eu também acho que melhorei muito em termos de desempenho sexual. Fodíamos muito mais gostoso e gozávamos mais intensamente.

Bem, mas naquela hora estávamos de namorados trocados. Assim que o gozo passou, e pra minha decepção, pois adoro ficar engatada depois de gozar, Dudu puxou o seu picão ainda duro completamente pra fora. Uma verdadeira enxurrada desceu pelas minhas pernas. Aquele cheiro de porra logo encheu a sala. Fiquei impressionada com a quantidade de esperma numa terceira gozada da noite. Mas ele fez de propósito. Foi pra que os outros vissem. Quando Patrik viu aquela pica enorme saindo melada, molhada, brilhando triunfantemente, ele quase engasgou.

Finalmente conseguiu falar algo, desde que eu, sua namoradinha de amor de pica, recebera um banho de caralho ali na frente dos seus olhos: - Pô, Dudu, assim é sacanagem, você vai arrombar a minha namorada. Dudu foi pro banheiro, segurando o seu picão que pingava pelo chão. - Isso é porque você não viu nada das outras coisas que eu e a Adriana fizemos. Mas a Malu nem deixou o Patrik responder.

Já sem o avental, ela rebolava sua bundona no colo dele e pedia como uma putinha: -Deixa eles, meu tesãozinho, amanhã a gente vê, tá? Amanhã a gente faz até uma suruba se você quiser, tá? Mas agora eu preciso de você…me come gostoso, vem. Come a sua putinha, enfia esse pau gostoso aqui em mim, na minha boquinha, na minha bundinha… Eles desapareceram para o quarto e fui ao chuveiro lavar as minhas pernas. Deitei-me com o Dudu na cama e agradeci-lhe por me fazer sentir tão bem. Ele disse que de maneira alguma, que apesar de sempre haver sonhado em ficar comigo um dia, jamais havia imaginado que sexo pudesse ultrapassar de longe o que ele conhecia até então.

Acho que ficamos ambos contentes. Trocamos mais confidências e nos beijamos apaixonadamente até que não soubemos mais quem caiu no sono antes. E eu reafirmo que esta foi a experiência sexual mais espetacular da minha vida, não somente por causa disto, mas principalmente porque no dia seguinte nós acabamos fazendo uma suruba. E esta eu vou ter que contar numa outra vez.

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