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Minhas traições - parte 13
Autor: Fernanda T.
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8.1

Sou carioca, 25 anos, casada com o Gustavo, que amo muito. Meu maridinho trabalha viajando e me deixa sempre com um fogo danado. Me acostumei a traí-lo e hoje o faço sempre que tenho a oportunidade. Amo os homens das classes C & D, pois eles me fodem gostoso, me devoram... Para os homens das classes A & B sou apenas mais uma, porém pros meus pobretões sou um sonho, um tesão, algo impossível de acontecer, como uma tirar a loteria.

Adoro trepar com esses homens brutos e rudes. Moro no Recife há exatos oito anos, porém este conto aconteceu na minha terra natal, o Rio de Janeiro. Tenho olhos pretos, cabelos negros e lisos até a cintura, sorriso de menina, dentes perfeitos, boquinha pequena e carnuda, pelinhos loirinhos nos braços e coxas, pernas grossas e roliças, bumbum grande, durinho e arrebitado - adoro quando levo palmadas e quando põe no meu cuzinho - adoro levar picas enormes, mas principalmente grossas.

Tenho seios médios e durinhos com mamilos grandes e pontiagudos. Minha xaninha, huummmm dizem que é uma delícia, inchada - chamam de capô de fusca - e totalmente depilada. Sou branquinha, porém mantenho sempre meu corpinho bronzeado e tenho uma micro e sensual marquinha de biquíni. Só uso fio-dental, compro meus biquínis na ala infantil pra meninas de 12 a 14 anos. Embaixo, meu bumbum fica exposto. Como arranco o forro interno, quando me molho fico com a bucetinha totalmente à mostra.

Adoro me exibir, isso significa roupinhas indecentes - não vulgares, mas indecentes -, shortinhos curtíssimos de lycra, de jeans ou outro tecidos, deixando minha popinha à mostra. Só que adoro mesmo é usar mini-saias bem folgadinhas, pois quando tem um ventinho a minha calcinha aparece, e quando subo nos ônibus também. Quase nunca uso sutiã, gosto de vestidinhos transparentes, digo, bem fininhos, e tanguinhas indecentes, totalmente vulgares.

Minha família toda mora no Rio de Janeiro. Sou a filha caçula de quatro irmãos, sendo três homens e duas mulheres. Vim para o Rio pois iria acontecer a festa de 15 anos da minha sobrinha mais velha. Cheguei quinze dias antes da festa, estava com saudade de todos. Guga estava viajando em Portugal e iria de lá direto pro Rio, dois dias antes da comemoração. Quando cheguei houve muita festa, saudade dos parentes e amigos, vi muita gente, sobrinhos crescidos, amigos casados, divorciados, etc.

Uma amiga minha de infância, chamada Ângela, tinha se divorciado fazia alguns meses. Éramos muito amigas e estávamos com saudade uma da outra. Meus irmãos estavam todos casados e não tinha muito contato com meus primos, então foi a Ângela, que chamo de anjinha, quem me fez companhia nesses dias. Ela disse que iria me levar num local maravilhoso, que eu iria adorar, pois era sucesso no Rio. Anjinha disse que o local era ótimo e que não tinha problema de irmos apenas nós duas.

Era sábado a noite e ela me disse pra ir bem à vontade. Pus uma saia, vocês que não conhecem modelos de saia vão entender agora: era uma saia do tipo que a Sabrina, do BBB, usava, chamo de colegial, rosinha e um tomara que caia também rosinha, com uma tanguinha vermelha fio-dental de renda. Pus um casaco jeans por cima, pra minha mãe não reclamar, e um batonzinho suave. Quando saí, anjinha estava com um vestidinho colado preto que tinha um decote exuberante.

Ela me mandou mudar de batom e pus um vermelhão, que destacava meus lábios carnudos. Anjinha não sabe das minhas aventuras, e seguimos andando. Eu estava curiosa pra saber pra onde íamos, e anjinha fazendo um suspense. Foi quando chegamos no subúrbio. Não gostei da aparência do local, porém fiquei calada. Lá na frente vi uma multidão e paramos o carro. Ela falou: - Chegamos! Perguntei onde e ela falou: - No Baile Funk. Não acreditei, senti um friozinho na barriga e disse que ela era louca.

Ela disse pra eu relaxar que iria adorar, então fomos. Uma multidão formava uma fila, porém ela me chamou e entramos logo. Ela conhecia os seguranças. O baile era num morro, eu estava assustada, porém ela mandou que eu relaxasse, pois não haveria problema algum. Havia muita gente, o povão da periferia lotava o local. Estávamos sentadas no bar e ela me chamou pra dançar no salão e pegou dois Martinis pra gente.

Começamos a dançar e não demorou muito para um engraçadinho apalpar minha bunda em cima da saia. O salão estava lotado, impossível saber quem foi o sacana. Ela sabia dançar as músicas, era músicas escrotas e umas pornográficas, as garotas dançavam eroticamente... outra vez me apalparam, eu estava dançando e aprendendo as coreografias. Foi quando um cara ficou se esfregando na anjinha e ela rebolando no pau do cara por cima da roupa.

O vestido dela subia e ela não se importava, aliás as garotas lá gostam de se exibir, faz parte do baile. Eu era apalpada direto, até que um sujeito pegou na minha bunda por baixo da saia, que atrevimento! Olhei pra trás mas foi em vão... nessa hora a mãozinha voltou e não saiu, fui me excitando... anjinha estava com a calcinha à mostra, o vestidinho dela estava na cintura e dois homens dançavam com ela. O dono da mãozinha veio e se encaixou por trás de mim.

Ele alisava minhas coxas por baixo da saia, eu estava excitada com aquela situação e totalmente entregue aquele momento. Quando olhei pra anjinha, ela já estava com os peitos aparecendo e um dos caras chupava os mamilos. O cara que estava atrás encoxava ela, a música tocava, era incrível como tinha gente trepando no salão, eu não acreditava... o cara me bolinava, eu rebolava no pênis dele por cima da bermuda e ele alisava meus seios...

Descaradamente ele arriou meu tomara que caia e começou a alisar os meus seios. Me desvencilhei dele, me recompus e fui correndo pro banheiro. Pensava na loucura que estava fazendo e pensei em anjinha, que puta, queria me fuder, me trazer pra esta merda! Resolvi chamá-la, porém não a achei. Um segurança me disse que a minha amiga tinha ido dar uma voltinha... Fui até o bar, pedi uma bebida e voltei pro salão em outro local.

Foi quando fui encoxada e o cara falou no meu ouvido: - Pensei que você tinha fugido..., e já foi pegando nos meus seios. Que tesão tomava conta de mim, ali sozinha naquele local estranho e diferente! Aquele cara me bolinando... ele dançava, eu rebolava no pênis dele por cima da roupa. Uma mão dele estava na minha coxa a outra foi descendo e tocou na minha xaninha por cima da saia, o que automaticamente fez com que eu fosse de encontro ao seu pau.

Eu estava louca de tesão! Ele levantou a minha saia e entrou na minha calcinha, alcançando meu grelinho... beijava meu pescosço, hum que tesão, e eu apertava seu pau. Foi quando ele desabotoou minha calcinha e a retirou, jogando aquela peça minúscula no meio do salão. Senti seu pênis, que estava para fora da bermuda, que loucura! Ele me penetrou ali no meio do baile por trás, puxou meu tomara que caia para baixo e alisou meus seios...

Foi quando mais um macho entrou na festa... o cara que me fodia falou no meu ouvido que a minha amiga já tinha ido embora e me deixado lá, sozinha no baile, que rolava solto... eles me levaram pra um local mais reservado onde havia muitos casais transando, me despiram por completo, e com a pouca luz que tinha, babaram. Chegaram mais dois amigos deles, eu não acreditava no que via e pedi para que eles fossem embora. Eles riram de mim e disseram que na comunidade prato grande se divide, e ficaram nus.

Eram quatro homens pra me comerem! Começou a suruba; eu punhetava dois, chupava a pica de um e estava no torno de outro, que trepada! Eles me xingavam, diziam que madamezinhas casadas vão no baile porque os maridinhos não dão conta em casa, batiam na minha bundinha - eu pedi, claro -, davam tapas no meu rosto, puxavam meus cabelos... Fui duplamente penetrada na buceta e cuzinho, ao mesmo tempo, enquanto chupava alternando duas picas.

Eles entraram e saíram muitas vezes do meu cuzinho, da minha xoxota, hum que tesão! Transamos muito, bebi a porra dos quatro, pois eles me gozaram todinha, tomei um banho no barraco de um deles e fui embora, sem calcinha. Peguei um táxi, e quando reparei que estava com as pernas abertas, a xoxotinha de fora e o taxista me secando, pensei: “o Rio continua lindo”.

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