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A esposinha tesuda – Parte 3
Autor: Tadeu
Autor: Tadeu
8.3
O shortinho dividia sua buceta no meio, certinho, ficando seu racho bem definido, mostrando uma fina faixinha de pêlos ralos somente na parte de cima da xoxota, ou melhor, “bulacha”, daqueles duros pequenininhos que aparecem alguns dias após a depilação. Eles furavam o tecido fino e saíam pra fora. Ela sempre se depila inteira, mas dessa vez ela deixou um tufinho ralo na parte de cima.
Ao contrário do que eu esperava, Amanda recebeu Cris com a maior naturalidade, parecia que já estava esperando por aquilo e disse: - Cris, cê não quer deixar eu passar uma maquilagem sobre esta mancha? Eu tenho uma base que vai ficar muito boa pro seu tom de pele. Cris respondeu que seria ótimo e foram as duas para o apartamento de Amanda, não sem antes ouvir a advertência do já extasiado Saulo para que fossem rápidas, pois já estava tarde. Demoraram uns quinze minutos. Quando voltaram, Saulo quase teve um “piripaque”.
Cris tinha realmente ficado muito bem com a maquilagem, somente um grande observador podia perceber que ela estava com o olho roxo e já aparentava uma certa agitação, daquelas que ela tem quando tá “emputecida”, rebolava excessivamente – na minha opinião – e tinha um sorriso muito sexy, mas o que surpreendeu Saulo mesmo – e a a mim -, foram os trajes da Amanda. Ela, que antes vestia um comportado short jeans e uma camiseta amarela, saiu com uma mini, digo micro-saia azul, que parecia ter sido cortada com uma tesoura naquela hora, não escondia nem pensamento, pois dava para ver sua calcinha, digo, tanguinha branca, de frente com ela em pé. Parecia aquelas bonequinhas de criança que usam aquelas roupinhas que não tampam a xoxota, na parte de cima um topzinho branco semi-transparente e decotado, mas dava para perceber o sutiã do biquíni por baixo.
Aquela roupa era da Cris, digo a calcinha, o top e o sutiã, pois eu as conhecia, ela havia colocado na “necessaire” pro caso de precisar trocar de roupa durante o passeio e agora parecia ter emprestado pra Amanda. A cara de bravo do Saulo não deixava dúvidas, ele iria dar uma bronca nela. Amanda trancou a porta do apto. e veio. Ele a chamou dizendo: - Amanda, vem aqui um pouco. E eles se retiraram pra perto do carro deles. Nisso a Cris me disse: - Ela tá louquinha amor, tá até trêmula, disse enquanto me maquilava que queria se vestir igual a mim, então eu emprestei minhas roupas pra ela. Enquanto ela se vestia eu peguei uma saia que estava sobre a cama e cortei, depois ela veio terminar a maquilagem, colocou a boca bem perto da minha e me beijou gostoso, como ontem! Fiquei surpreso: - Ontem? Você beijou ela ontem? - Beijei, mas você não me deu tempo de contar!.
Agora eu começava a entender porque Amanda parecia estar tão nervosa durante o jantar da noite anterior, mesmo estando se sentindo à vontade com a presença da Cris. Por isso ela parecia criança quando faz arte e fica com medos dos adultos descobrirem. Fiquei muito surpreso, pois não imaginava que Amanda tivesse sido tão cativada pela Cris, e tão rápido, mas a revelação de Cris me agradou muito. Acho que o Saulo vai “ralhar” com ela, disse eu e Cris logo retrucou sorrindo: - Fica tranqüilo, eu já dei a receita pra ela, agora me espera um pouquinho que eu preciso pegar outra roupa pra mim, pois a que eu trouxe já está sendo usada. Ela não demorou nem um minuto e já estava de volta, e Amanda também já vinha na frente de Saulo dizendo: - Vamos logo, senão o passeio vai ter que ficar pra amanhã (essa tática era da Cris e eu já conhecia bem, deixar o homem falando sozinho e ir embora).
Entramos no carro e seguimos para o lugar. O clima de tesão enchia a nossa atmosfera, mas ninguém dizia nada. Cris apenas me olhava com aquela cara de safada, passava os dedos na “bulacha” por cima do short enquanto lambia os dedos da outra mão, depois tirou o sutiãzinho pro lado e deixou os peitos pra fora em plena Rio-Santos. Cris acariciava as auréolas com uma mão, enquanto com a outra dedilhava a buceta por cima do short. Eu já nem me preocupava mais se alguém visse ou não, estava tomado de tesão, me esforçava para ver a calcinha de Amanda pelo retrovisor, mas o banco atrapalhava. Da mesma forma eles não conseguiam ver as “putices” da Cris no banco da frente e permaneciam sérios e calados. Até que a Cris inclinou o corpo para me dar um beijo e eles puderam observar seus seios pra fora. Foi um beijo demorado, com direito a lambidinhas no pescoço e tudo mais, deu tempo para eles apreciarem bem aqueles peitões de bicos inchados.
Saulo, perdendo a vergonha, puxou Amanda pra perto de si e lhe deu um demorado beijo de língua que eu pude apreciar perfeitamente pelo retrovisor, puxou seu top pro lado e tirou os peitos dela pra fora – eram seios lindos, pouco menores que os da Cris e também menos pontudos, mas tinham auréolas rosadas lindas e uma forma de pêra bem firme - , Amanda gemia baixinho, e na posição em que estava eu já podia ver sua calcinha enfiando na xoxota. Pronto, o clima de cumplicidade estava instalado. Ficamos nessa putaria pelos mais de trinta quilômetros que levavam ao nosso destino, quando enfim chegamos. Quando vi Amanda descer do carro, quase tive um ataque, ela tinha uma bundinha linda, redondinha, lisinha, com aquela tanguinha enfiada, mas logo que desceu puxou a saia pra baixo de maneira que apareciam apenas as “polpas”.
O lugar não estava deserto, o que me preocupou um pouco, já havíamos despertado a atenção de todos, mas Amanda disse conhecer um caminho alternativo e eu, mais do que depressa, sugeri que fossemos rápido, pois não queria ver um monte de marmanjos se aproximarem. Saulo concordou veementemente e saímos imediatametne. Tínhamos que subir por uma trilha estreita entre pedras e mato, Amanda ia na frente e eu tinha total visão daquele bundão olhando de baixo para cima, depois ia o Saulo e a Cris na minha frente, também com aquele bundão já suado esfregando na minha cara. Ela colocou o sutiã de um jeito que metade das duas auréolas ficavam de fora, nem eu nem o Saulo escondíamos mais os paus duros que faziam verdadeiros volumes sob as bermudas.
Depois de uns vinte minutos de caminhada, chegamos a um lugar onde um riacho de águas claras formava um pequeno lago, cercado de pedras e árvores por todos os lados, entre as quais havia uma jaqueira. Ficamos deslumbrados com a beleza do lugar, sentamo-nos sobre as folhas do chão e ficamos admirando a paisagem. De repente Cris viu uma jaca que parecia estar madura e disse que iria apanhá-la (mentira, ela nunca gostou de jaca, era só uma desculpa para começar com a sacanagem). Como o Saulo era quem estava mais próximo dela, ela pediu para que ele a ajudasse a subir na árvore. Ele me olhou, como que pedindo meu consentimento e eu simplesmente balancei a cabeça em sinal positivo.
Eu e Amanda ficamos olhando a cena. Quando a bundona pelada da Cris já estava na altura da cabeça de Saulo, ele não resistiu e enfiou a língua no seu rego. Ela pendurada em um galho e com os pés no tronco, rebolava na cara dele, que enfiava a língua na bunda dela com gosto, aí ela se soltou do galho e caiu nos braços dele. Ele a colocou de pé e começaram a se beijar ardentemente, enquanto Cris apertava seu pau por cima da bermuda. Depois ela repetiu a cena que já vi tantas vezes, abaixou-se graciosamente e tirou se pau pra fora - ele era bem dotado. Feito isso, Cris começou uma daquelas chupetas que só ela sabe fazer. Quando voltei a olhar para Amanda, ela já estava se bolinando sozinha.
Convidei-a com um sorriso a vir para perto de mim. Ela veio andando na ponta dos pés como uma bailarina, me olhou nos olhos e me beijou, e repetindo os gestos da Cris abocanhou meu pau. Neste instante estava instalada a suruba. Amanda chupava deliciosamente enquanto olhava para Cris, fazendo o mesmo com seu marido. Parecia que ela se inspirava na Cris e repetia cada gesto, cada ato que ela fazia, até mesmo quando Cris começou a babar de escorrer no pau de Saulo ela a imitou fazendo em mim e ela fazia direitinho, escorria pelo pescoço até os peitos do mesmo jeitinho que a Cris fazia. O medo de sermos vistos por alguém aumentava ainda mais o tesão, pois não tínhamos nenhuma proteção, qualquer um que chegasse seria capaz de nos ver.
Cris se levantou, virou de costas para Saulo e lhe pediu para ajuda-lá a tirar o short, que saiu com dificuldade, e que dificuldade! Foi delicioso ver a cena daquele shortinho desenfiando daquele bundão, até que ela ajoelhou em cima de umas folhas e pediu: - Mete, Saulo! Enfia esse pau gostoso na minha bulacha.... mete, cacetudo gostoso!! Enquanto Saulo metia ela gemia alto, falava palavrões, rebolava como uma puta. Amanda, sempre a imitando, resolveu fazer o mesmo. Tirou a saia e virou de costas para mim, pedindo para tirar-lhe a calcinha. Ela ficou de quatro e pediu aos berros para eu meter, o que atendi prontamente. Como era gostosa aquela bulachinha e como era gostoso ver as duas gemendo... Cris dizia a Amanda: - Isso sua vaquinha, dá essa bulacha pro meu gatão... sua puta, rebola no cacete dele... fala pra mim que você é uma putinha igual a mim, fala na frente do Saulo...
Ficamos nessa posição por alguns instantes até que a Cris se levantou e veio em passos rápidos até nós, segurou a cabeça de Amanda e antes que eu pudesse tirar o pau da bulacha dela, deu-lhe um delicioso beijo de língua. Elas se chupavam, se mordiam, se lambiam... até que Cris a segurou pela mão, para levantá-la e a puxou até a jaqueira, onde a encostou em pé. Cris se sentou no chão em cima do short, que ainda estava por ali, e começou a chupar a buceta de Amanda. Cris enfiava a língua bem fundo, lambia o grelo e dava mordidinhas... quando ela ficou de quatro ainda chupando Amanda, Saulo que parecia estar em transe, ajoelhou-se e enfiou novamente o cacete naquela bulacha molhada. Ela gemia e rebolava enquanto continuava a chupar Amanda, que gemia alto e pedia para ela não parar. Eu fui até ela, segurei sua cabeça e lhe beijei a boca, chupei aquela linguinha gostosa, o seu pescoço, seu ombro... Então Cris se levantou e disse: - Agora é sua vez de chupar minha bulacha, sua putinha... gostosa! Deita no chão.
Dito isto, Amanda se deitou por cima do short de Cris e de sua saia, mas não adiantou muito, tendo em vista o tamanho das peças. Cris veio por cima e se ajoelhou em cima da boca dela, então Amanda começou a lhe chupar e Cris a rebolar na cara dela. Cris olhou para mim e disse: - Vem meu amor, come meu rabinho, enfia esse pau gostoso em mim, meu cacetudo! Não pensei duas vezes, ajoelhei, dei uma lambidas, lubrifiquei bem com minha saliva e meti devagar para não machucá-la – acho que foi por isso que ela pediu para eu ir primeiro – quando entrou tudo ela soltou um gemido alto: - Mete... mete... mete no meu rabo, tesudo! Saulo nos olhava e batia uma punheta, olhando a Cris gemer, mas ela o chamou: - Vem cá, Saulo! Põe esse cacetão na minha boquinha, vem!
Ele imediatamente a obedeceu: - Ai, eu vou gozaar... dizia ela quando tirava o pau do Saulo da boca, e Amanda ainda a chupava na bulacha: - Mete que eu to gozando, mete! Cris estremeceu toda e gozou forte, revirou os olhos e teve espasmos... Amanda, que saiu debaixo dela enquando ela gozava, olhava aquilo com olhos espantados, acho que ela nunca tinha visto uma mulher ter um orgasmo. Cris a puxou pelo braço, deu-lhe outro beijo de língua, puxou Saulo pelo pau e começou a chupá-lo novamente, olhou-o nos olhos com boca cheia de baba e disse: - Agora é a sua vez, mete no meu cuzinho, vem, vem me comer, vem, mete! Saulo a levantou e a colocou inclinada, encostada a árvore com a bunda empinada e meteu sem dó. Ela soltou um urro, um gemido alto e Saulo a castigou sem dó. Enquanto isso, Amanda e eu nos abraçamos e nos entregamos a um demorado beijo de língua. Enquanto ela segurava o meu pau, a puxei pela mão até a beira do lago, ela veio, relutou em entrar pois água estava fria – aliás, fria pra caramba - mas acabou entrando. Nos molhamos, nos lavamos e nos bolinamos bastante, sempre olhando para Cris e Saulo, que pareciam estar em êxtase.
Ela ainda me chupou gostoso novamente antes de sairmos d’água, e depois voltamos. Cris nunca tinha agüentado ficar tanto tempo com um pau no cu, aquilo estava me impressionando! Quando cheguei perto, ela disse: - Vem tesão, mete na minha bulacha, faz sanduíche de mim, vem logo, vem... Deitei-me no chão com a cabeça encostada na jaqueira e ela veio cima e sentou no meu pau, depois Saulo meteu novamente no cu dela. É impressionante sentir o corpo da Cris quando fazemos sexo a três, não dá pra descrever, parece que ela perde todas as forças, todo o controle muscular, fica mole, trêmula, ou seja, fica fora de si, mas geme e geme gostoso. Depois de uns dois ou três minutos – acho -, ela pediu para Saulo tirar, ele atendeu e foi pra cima da Amanda, que estava sentada, enfiando os dedos na buceta e passando a língua pelos lábios, lasciva.
Cris me pareceu gozar novamente, mas dessa vez com espasmos menores, desta vez aconteceu uma coisa que até então nunca tinha acontecido. Ela mijou em jatos fortes assim que acabou de gozar ou durante o gozo sei lá, pude sentir o líquido caindo quentinho em cima do meu saco e me lambuzando todo. Achei estranho, mas foi muito gostoso. Depois ela me disse que parece que está perdendo o controle dos músculos do esfíncter urinário, pois não foi por querer, simplesmente saiu, da mesma forma que tinha saído no dia anterior quando lhe bati. Mas voltando a transa, quando olhei para os nossos amigos, Saulo estava com o pau enterrado na bunda de Amanda, que gemia, mas derramava lágrimas. Cris foi até ela e a beijou, depois se enfiou entre os dois e chupou sua buceta. Eu olhava tudo e me masturbava, pois ainda não tinha gozado.
Quando Saulo deu sinal de que iria gozar, ela não deu a menor chance pra Amanda, segurou no pau que acabara de sair do cu da “amiga” e guiou para seu rosto. Foi um jato forte, grosso, que pegou no seu rosto e cabelos, lambuzando-a toda. Eu também queria gozar e fui até ela, que abocanhou meu cacete e me fez gozar rapidinho na sua boquinha, e como sempre engoliu tudinho (ou melhor, o que conseguiu) . Depois disso nos banhamos no lago, nos vestimos novamente e seguimos pela trilha que ainda subia pelo morro, mas fomos de casais trocados. A Cris lavou o shortinho e o recolocou molhado, o que fez com que ele ficasse totalmente transparente. O top ela não havia tirado, mas continuava cuidadosamente ajeitado para mostrar metade das auréolas. Amanda também lavou a calcinha e a saia e recolocou. Ainda transamos outras vezes naquele dia e naquele lugar, e durante os outros dias em que fomos vizinhos, mas se eu fosse contar, teria que escrever um livro.
Sobre Saulo e Amanda, tudo que sei após os vários contatos que tentamos fazer é que parecem ter se separado. Creio que a cabeça dele não estava preparada para o que aconteceu e Amanda não nos deu mais notícias. Escrevi esta história e até adicionei alguns detalhes que originalmente pretendia omitir, para que os leitores possam entender um pouco mais sobre o nosso relacionamento, pois recebemos vários e-mails perguntando se eu não tinha insegurança, ciúmes, ou coisas deste tipo que espero ter respondido com este relato. Também gostaria de pedir desculpas por não termos respondido a todos os e-mails, pois trabalhamos e nos sobra muito pouco tempo para isso, mas lemos todos e esperamos que continuem a nos escrever. Espero também que esta história sirva de exemplo a outros casais que possam ter seus “grilos” com relação a suas fantasias, e que possam entender que o mais importante é o amor e que sexo é um tempero indispensável, que une e consolida relacionamentos, mesmo que esse sexo seja fora do “padrão” hipócrita que nos foi imposto.
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