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Agucei meu lado puta IV
Autor: Sandra
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7.2

Como vocês puderam perceber nos meus contos anteriores, eu havia ido para um congresso, mas como tudo não passava de armação da minha amiga, tínhamos mais três dias para aproveitar nossa liberdade. Depois da noitada que tivemos, fomos levadas ao nosso hotel pelo Luiz, que ao se despedir disse: - Não se esqueçam: foi apenas a primeira noite. Temos mais. Descansem e aproveitem a piscina para pegar uma cor. Nos vemos no final da tarde, e me agarrando, beijou-me e me desejou bons sonhos.

Estávamos exaustas mas não conseguíamos dormir. Tínhamos que conversar a respeito. Lúcia então explicou o que havia acontecido e nos disse que era melhor nós relaxarmos, afinal o que havíamos passado era só uma amostra. Por fim dormimos. Acordei com a Lúcia me tocando. Andreia estava ferrada no sono e Lúcia estava muito afim de mim. Olhei-a, já com desejo, e ela prontamente me beijou e disse: - És minha rainha e lhe devo obediência. O que desejas de mim, minha Deusa Sandra? - Quero que me chupe como fez ontem. Se soubesse que você fazia tão bem teríamos começado antes.

Antes que eu terminasse, aquela morena escultural começou a me fazer um banho de língua que deixaria qualquer um louco. Aprendi com ela que devo segurar ao máximo o meu gozo para que ele seja mais repleto e contagiante, ela tem razão, qual o homem que não vibra com um estupendo orgasmo de sua fêmea? Andreia acordou e nos observava, como fazia muito calor tínhamos dormido apenas de calcinha.

Ela se excitou, e tirando-a, começou a se masturbar. Quando vi, fiz com que Lúcia parasse e começamos a olhá-la.... Andreia estava maluca, e foi quando resolvi que nós teríamos que aproveitar tudo, então ordenei: - Andreia, pare! Não quero que goze. Coloque seu biquíni e vá para a piscina, quero que você se mostre lá em baixo. Olhe quantos homens do congresso você tem! Vá, ficarei olhando-a daqui.

Ela como que já acostumada a ser mandada, vestiu-se. Olhei para ela e percebi que seu biquíni era muito grande, procurei por uns elásticos que carrego na pasta e diminuí a parte da frente de seu biquíni, deixando sua bunda deliciosamente à mostra atrás. Ela saiu e Lúcia ficou comigo. Eu estava de pé para a janela quando a vi chegar na piscina. Os olhares logo a acharam e ela se sentou de frente para nós, tirou sua toalha e pude perceber o desejo daqueles homens.

Lúcia continuava a me chupar quando pude avistar um rapaz mulato que ajeitou seu membro na sunga e foi em direção a Andreia, que me olhava como se quisesse saber o que eu desejava. O rapaz se aproximou e eles começaram a conversar, e como ele estava sentado de costas para mim, eu fazia sinais para que ela tomasse a iniciativa. Vi quando ela colocou a mão sobre a coxa do rapaz e mostrando o bronzeador pediu que passasse nela.

Ela permaneceu de frente para mim e nessa hora puxei Lúcia para que assistisse à Andreia, que ajeitou o biquíni para que ficasse menor e esperava pela mão daquele mulato. Ele começou pelos pés e pude perceber que ela estava excitadíssima, pois abriu um pouco as pernas para facilitar o rapaz. Quando ele chegou nas coxas, ela abriu bem a perna e ele pôde ver quase que por completo sua xana que já estava molhada.

Fiz sinal para que ela o trouxesse para o quarto, ela sorriu e encostando seus seios no corpo dele o convidou para subir, ao que prontamente foi atendida. Precisávamos ajeitar o quarto, Lúcia arrumou as camas e eu coloquei uma camisola transparente e sem calcinha. Lúcia me olhou, e como esperando minhas ordens foi para o banheiro. Voltou de lá molhada e enrolada na toalha, como se estivesse saindo do banho.

Eles chegaram, entraram e ele foi logo agarrando Andreia, sem nem perceber minha presença. Então falei: - Não vai me apresentar o rapaz, Andreia? - Esse é o Fernando, minha Senhora. – Prazer, Fernando, seja muito bem vindo. Lúcia, venha conhecer o Fernando! Ela saiu de toalha, e quando se aproximou me beijou. Enquanto eu tirava sua toalha, ela disse: - Terás muito o que fazer, Fernando... pode começar. Andreia imediatamente se desfez do biquíni e ajoelhando começou a retirar a sunga dele.

O cacete estava duro e era de uns 22 cm, não muito grosso, e ela então o empurrou sobre a cama e começou um delicioso boquete. Lúcia sentou com a xana em brasa na cara dele, que começou a devorá-la. Senti que Andreia ia precisar de estímulo para conseguir continuar. Beijei Lúcia e a mandei chupar Andreia, enquanto enfiava minha xana na boca daquele mulato que não sabia mais o que fazer... De repente a porta se abriu. Marcos, aquele amigo do Luiz chegou, e como a festa tava feita ele se despiu e se aproximou.

Marcos começou a lamber o rabo da Lúcia e enfiou seu mastro nela, que como devorava Andreia, nem gritou. Ela o olhou e empinou ainda mais a bunda. Eu gozei na boca daquele mulato, mas queria mais, então fiz com que Andreia parasse o boquete e pedi que me chupasse, empinando sua bunda para que ele a penetrasse. Fernando quase gozou só de ver a bunda da Andreia prontinha para ele, então cuspiu, enfiou a mão na xana molhada e melada dela, lubrificou seu rabo e meteu firme.

O vai e vem dos quatro me deixaram louca, mas eu queria me guardar para o Luiz, então forcei a barra para que ele gozassem sozinhos. Foi uma loucura! Exaustos, Marcos se manteve conosco enquanto Fernando se vestiu, se despediu e saiu. As meninas foram para o banho e Marcos se aproximando disse: - Senhora, o Senhor Luiz pediu que se aprontassem para irmos a uma chácara. Vocês deixarão o hotel e ficarão como hóspedes na chácara. Virei buscá-las às 15hs. E pedindo licença se retirou.

Avisei às meninas e arrumamos as malas. Somente descobrimos o que era a chácara quando chegamos lá. Havia outras mulheres e homens que nos esperavam vestidos de servos, alguns de roupas de vinil, outros só de sunga, elas de vinil ou só de avental sobre a pele. Não entendi muito mas foram todos avisados de que nós éramos especiais e que deveriam nos servir sempre. A sede da fazenda era muito grande e bonita. Ela ficava no alto, e no centro da casa tinha uma piscina.

Todos os quartos davam para o centro e cada uma de nós recebeu um quarto, sem chave na porta, cama de casal e alguns objetos até então desconhecidos para nós. Afinal, Lúcia também não conhecia a chácara. Sobre cada cama a roupa que deveríamos usar durante o período. Andreia tinha um mini macacão preto que mais parecia a pele de um gato, máscara e orelhas. Lúcia por sua vez tinha uma mini saia azul e um top branco com sandalhas de salto altíssimos.

A mim coube um espartilho de vinil com zíper nos seios e calcinha aberta embaixo, coberta por uma fina e transparente mini saia branca, uma tiara preta com enfeites em prata que mais parecia uma coroa, meias 7/8 pretas e um sapato de verniz com salto de metal altíssimo. Além das roupas, uma série de regras a serem cumpridas. Deveríamos nos trocar imediatamente e aguardar por alguém que viria nos buscar nos quartos. Sem perguntas, deveríamos acompanhá-lo e aguardar.

Não sei quanto às meninas, mas eu estava muito excitada com tudo aquilo. Me troquei e me deitei na cama, senti minha xana completamente livre e me deu desejo te tocá-la .... comecei a me masturbar, quando percebi que no quarto havia uma câmera. Aaiiii, delirei! Quem estaria por trás dela estaria se masturbando também... continuei então cada vez mais me virando para a câmera. Quando senti que iria gozar, parei de pernas abertas e gritei: - Não é hora disso vadia, tem que esperar por seu Amo e Senhor, vagabunda!

Fiquei à espera do que iria acontecer. Horas depois alguém entrou no quarto. Já estava escuro, e como a luz não foi acesa, somente percebi que era um homem quando se aproximou. Vendando os meus olhos ele disse: - Eu a levarei ao Senhor. Não sei onde nem como fomos, mas quando chegamos Luiz se aproximou, beijou-me ardentemente e disse: - Oi, minha puta, sentiu muito a minha falta, hein? E pegando a minha mão, colocou-a sobre o volume do seu monumento dizendo: - Vamos começar a nossa festa. Amarrem-nas!

Senti quando me colocaram presa com os braços para o alto e minhas pernas abertas presas ao chão. Me senti estranha, não sabia o que poderia me acontecer mas estava excitada pelo mistério. Senti uma mão delicada abrindo o zíper do espartilho e tirando os bicos dos meus seios para fora, já duros de tesão. Não sei se a mesma mão ou outra retirou a saia, e deixando-me de espartilho e calcinha aberta disse: - Pronto, Senhor.

Aproximando-se, Luiz meteu a mão na minha xana. Não podia me mexer e ele se deliciava comigo, quando ouvi um gemido baixo e abafado... pareceu-me a Andreia, mas não podia ver... Luiz então parou e disse que retirassem a venda de meus olhos para que pudesse me dar conta do que acontecia....

A sala era grande e cheia de estruturas que mais pareciam as antigas senzalas ou salas de tortura. Eu permanecia amarrada, e pude ver que além de nós três, que estávamos presas, havia o Luiz, o Marcos, o André e outros quatro homens e três mulheres, estes vestidos como servis e ajoelhados, olhando-nos apenas. Lúcia estava presa de quatro, suas mãos e a cabeça num móvel de madeira maciça e suas pernas ao chão. O salto alto fazia com que sua bunda aumentasse ainda mais naquela posição.

Andreia estava em uma cama como de exame ginecológico e estava amarrada, amordaçada. Pude perceber então que eram dela os gemidos que ouvi, pois ela já tinha uma prótese masculina média com vibrador enfiada na xana. Aquilo tudo me deixou maluca, queria muito ser possuída e usada, acho que desejava ser uma escrava.

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