Autor: Sandra
8.1
A mesa chegou, parecia uma mesa de bilhar, foi colocada no centro da pista mas ninguém estava de pé. Agora era a minha vez. Luiz pondo-se de pé gritou: – Vamos lá, minha cadela, nós queremos vê-la rebolar bastante! Colocaram-me sobre a mesa, eu não conseguia enxergar nada. Uma luz forte sobre mim e a voz do Luiz eram as únicas coisas que eu podia perceber: - Vai putona que eu vou te arrombar, rebola!
Lembrei-me de um filme erótico que havia visto onde alguém fazia um strip e pedi para colocarem uma cadeira. Comecei meu show. Usava a cadeira para apoiar uma das pernas e descer deixando minha xana molhada bem mais à mostra. Sentava, abria as pernas, me tocava, melava os dedos, os chupava, e alucinada enfiava de novo gruta adentro.
Terminei de retirar o pouco do que ainda faltava tirar do meu vestido, empinei minha bunda, abaixei meu corpo deixando bem à vista a minha xana e meu ânus para o meu Senhor e implorei que viesse me possuir, pois estava pronta para seus desejos. Aaaaaaaiiiiiiii!, é como se revivesse tudo, que tesão!
Luiz subiu na mesa, já estava nu, pediu por outra mesa menor e colocou-me deitada de bunda para cima. Amarrou minhas mãos nas pernas da mesa, abriu minha perna e mandou que alguém viesse me lubrificar, como se precisasse, mas na realidade fazia parte do show. Senti quando uma boca mergulhou xana adentro.
Era um homem, pude perceber pela barba, por fazer roçando nas minhas entranhas, empurrei minha bunda de forma que ele enfiasse ainda mais a cara dentro de mim, ao que meu Senhor percebeu e com um empurrão o jogou todo dentro da minha xana. Eu não agüentava mais e gemia, gritava, pedia, implorava que me chupasse, que me usasse, que fizesse de mim uma puta arrombada.
Luiz então gritou: - Calada, sua vagabunda! Tem muito caralho aqui pra te foder, mas eu serei o primeiro. E empurrando o homem que me chupava, meteu de uma vez só aquele monumento, o que me fez gritar, e rindo ele falou: - Queria ser arrombada, não é vadia? Pois então tome! Tirou tudo e meteu com mais força ainda ao que acabei gozando. Ele então não se conteve, meteu mais fundo e eu senti que tudo tinha entrado e enlouqueci: - Me usa, me faça sua escrava, mete, arromba que sou todinha sua! Ele então retirou da minha xana, deu a volta na mesa, enfiou-o na minha boca e gritou: - Vem, André, é sua vez.
André veio e meteu na minha xana melada, e eu com um monumento na boca nem pude gritar, mas fiquei alucinada com as mãos presas, indefesa. Quem comandava era Luiz, que aumentou o ritmo e mandou que André fizesse o mesmo. Quando percebeu que eu ia explodir de novo, retirou seu monumento da minha boca e André retirou o seu da minha xana... me deixaram ali, sem me tocar, até que meu corpo fosse voltando.
Eu queria explodir em gozo e gritava que queria gozar: - Quero você, meu Amo, me fode, fode tua puta, sua cadela, vem, eu preciso! Senti então quando levantaram meu quadril, algo gelado foi colocado no meu ânus, devia ser algum creme, pois em seguida meu Amo meteu de uma vez só e André enfiou na minha boca. Gozei na hora. Eu já estava ficando sem forças quando senti uma boca quente e bem feminina na minha xana, somente depois descobri que era a Lúcia.
Que gostosa chupada, como minha escrava Lúcia sabe fazer gostoso... mas eu estava com o monumento do Luiz no rabo, um senhor mastro do André na minha boca e sendo chupada por uma outra cadela, que me devia muito por tudo aquilo. Não resisti, quase desmaiei, gozei tanto, Aaaaaaaiiiiiiii!
Mas não pense que terminou. Luiz ordenou que me desamarrassem, limpou seu monumento na boca da Lúcia e chamou pela Andreia. Marcos se deitou na mesa e me posicionaram para que ele me penetrasse o rabo. Eu estava arrombada pelo meu Amo e de costas para o Marcos.
Andreia foi posicionada para me chupar, levantando sua bunda gostosa que foi devidamente preenchida pelo monumento de Luiz. Ela gozava e me sugava, até que Luiz não agüentando mais gritou: – Vou gozar! Ele retirou seu monumento da Andreia, veio em minha direção e me lavou com sua porra. Marcos não resistindo, inundou o meu rabo e foi assim que acabou a minha primeira noite de puta na real.