Autor: Sandra
8.4
Ele riu, enfiou sua mão na minha xana e disse: – É isso aí, putinha, a cadelinha e seu dono vão se divertir muito agora... Ligou o rádio num volume que percebessem nossa passagem pelas ruas. Perto de um barzinho bem movimentado, ele parou e disse: – Vamos começar aqui, pegando o dinheiro. Desce, não arrume o vestido, deixa aparecendo tudo, entre rebolando, compre uma cerveja e saia.
Saí do carro e apenas a fina seda cobria meu corpo da bunda para baixo, fui andando e rebolando, perto da porta, sob centena de olhares, parei, me virei para o carro, enfiei dois dedos na boca, chupei-os e joguei um beijo para meu amo, que do carro ria muito. Entrei, pedi a cerveja, debrucei um pouco no balcão, o que fez com que o vestido subisse mais ainda, deixando quase meia bunda de fora, paguei e saí.
Já havia um corredor de homens por onde eu deveria passar, respirei fundo, empinei a bunda e fui. Foram tantas passadas de mão sobre meu corpo que eu já vazava, quando um negro parou na minha frente, meu vestido quase na cintura, levantou a seda e enfiou a mão: - Vocês sabiam que essa vagabunda, vadia, tá toda melada? e retirando sua mão esfregou-a em meu rosto, e outros se aproximaram quando resolvi sair de vez.
Estava assustada e meu amo, que ria muito quando cheguei no carro, falou: - Gostou, putona, isso é só o começo! Relaxa, toma essa cerveja e vamos. Quando chegamos na frente da tal boate, as recomendações sobre o vestido e o modo de andar foram as mesmas anteriores, só que desta vez ele desceu comigo, passou a mão na minha cintura e fez o vestido subir mais um pouco.
Um rapaz loiro se aproximou: - O Senhor demorou, o André e o Marcos já chegaram, sua mesa de sempre está pronta. Quando nos dirigimos para a mesa, tivemos que passar pela pista de dança. A música diminuiu e um foco de luz nos acompanhou até a mesa, que foi colocada na beira da pista e era a única sem toalha, o que permitiria a todos nos verem por completo.
Pude ver que Andreia e Lúcia estavam lá, mas não na companhia dos rapazes que conheci. Todos ainda parados esperavam nós nos sentarmos. Caminhei para me sentar de lado para pista quando Luiz, me segurando firme, disse: - De frente, piranha! Aqui eu mando e quem não obedece tá fora. Fazendo sinal para que me sentasse, chamou o garçom, cochichou algo e sentou-se ao meu lado.
Nisso chegou uma loira muito bonita que se ajoelhou e depois, ao se levantar, beijou-lhe, enquanto ele enfiou a mão sob a saia dela e disse: - Essa cadela também está sem calcinha. Me senti molhar. Luiz fez sinal para a loira, que se ajoelhou ao meu lado, colocou sua mão sobre a minha coxa, afastando-as, e abrindo minhas pernas tocou meu grelinho com muito jeito, eu já estava delirando.
Luiz olhando-me e sorrindo disse: – Relaxa, putinha, que ela tá aqui para fazê-la ter muito prazer, e empurrando-a contra minha perna fez com que ela colocasse sua boca na minha xana. Eu então relaxei, abri ainda mais as pernas e percebi que todos me observavam, e isso só aumentou mais meu tesão.
Luiz aproximou-se e beijando minha nuca disse: – É, putinha, de hoje em diante você vai descobri o quanto é bom ter um dono e ser bem cadela. Vou fazer de você uma puta de verdade. E massageando meus seios fez sinal para que a loira parasse de sugar minha xana. Beijando-a na boca, perguntou se eu era uma cadela gostosa. A loira abaixou a cabeça e disse: – Senhora, estou a seu dispor, sou escrava de meu Amo Luiz e serei sua também. Senhora.
Gozei. Gozei só de sentir o poder e descobrir que quanto mais cadela e puta dele, mais prazer eu teria. Levantei-me, o olhei bem no fundo dos olhos e o beijei, enquanto sob o aplauso de todos ele metia a mão na minha bunda. Ficando de pé, gritou: - É minha, mas se forem obedientes posso pensar em dividir, não é cadelona? E eu sorrindo fiz que sim, estava doida para me entregar de vez a tudo aquilo.
Sentei-me e Andreia e Lúcia se aproximaram. Estavam meio bêbadas, acompanhadas de dois homens que mais pareciam dois guarda-roupas, que as fizeram ajoelhar diante do Luiz, que passando a mão sobre o cabelo da Andreia e puxando-a, fez com que se levantasse, tocou-lhe o corpo todo e eu fui ficando excitada em vê-la morder os lábios de tesão. Ele passou a mão sobre as coxas e levantando o vestido pude ver que ela ainda estava de calcinhas.
Ele fez sinal para os rapazes, que imediatamente a levantaram. Aquela loira voltou e retirou a calcinha da Andreia, que nessa hora já falava coisas que ninguém mais entendia de tanto tesão. A loira levantou a perna da Andreia e abrindo-a ofereceu para o Luiz... aquela xana lisinha e carnuda... Luiz se virou para mim e ordenou: –Vá lamber tua amiga que eu quero ver, sua cadela. Vá!
Levantei-me, eu nunca havia tido uma experiência dessas nem sabia o que fazer, mas estava excitada demais para pensar e fui. Meti minha boca naquela xana que estava quente, muito úmida e escorregadia, tinha um gosto diferente, mas não era ruim. Luiz dizia o que eu deveria fazer, ou melhor, meteu a sua mão na minha xana. Ele enfiava o dedo em mim, eu enfiava a língua nela, ele beliscava meu grelo, eu chupava o dela, nós duas estávamos em transe quando ouvi Luiz dizer para Lúcia: - Você tinha razão, as duas são maravilhosas, e agradecendo pelo presente, ou seja nós, gritou: – Lúcia, sua vez! Sirva-se de tua futura rainha.
Foi então que acabei descobrindo que tudo isso era armação da Lúcia que já o conhecia. Ele me fez levantar, olhou, beijou-me e falou: – Você é minha cadela, vadia, vai dar e fazer tudo que eu quiser. Sentando-me na mesa me arregaçou, senti a boca de Lúcia na minha xana e não resisti. Gozei e ela imediatamente engoliu tudinho. Ouvi um tapa e ordens para que todos se retirassem.
Luís me puxou para o seu colo, eu quase desfalecendo pela maravilhosa chupada da minha amiga, senti abrirem novamente as minhas pernas e ele sussurrou: – Vagabunda gostosa, agora vai sentir um macho engolir tua boceta todinha. Luz só aqui, pessoal!
Ainda deitada em seu colo, vi Luiz levantar de vez meu vestido até a cintura e chamar aquele homem que havíamos encontrado logo que saímos do hotel. Ele se ajoelhou e começou a me devorar com a língua. Eu gemia, nem conseguia mais abrir os olhos, e quando meu corpo começou a se contorcer para um gozo pleno Luiz gritou: – Pare, ela não pode gozar agora!
Esperou um pouco para que minha respiração começasse a voltar ao normal, me colocou de pé, com o vestido na cintura e me fez desfilar: - Rebola, vagabunda, rebola bastante, gostosa que tem muito macho querendo gozar. A música começou e eu já embriagada de cerveja, mas principalmente de tesão, comecei a dançar no meio da pista. Subia e descia, me esfregava, eu tava vazando muito e escorria pela minha perna, quando percebi alguns homens ao meu redor com seus cacetes para fora a se masturbarem enquanto me olhavam.
Ouvi Luiz dizer: – Mostra para eles porque você foi escolhida, faz um daqueles boquetes bem gostosos que só uma puta depravada como você sabe, vadia, anda que eu quero ver! Eu já estava totalmente envolvida com um cacete que não era dos maiores, mas que era grosso, a ponto de quase fazê-lo gozar quando...... um grito: – Saia daí, minha cadela! As escravas continuaram... Volte aqui minha putinha, que eu tô te querendo!
Encontrei-o na mesa com aquele monumento duríssimo à minha espera e quando ajoelhei-me para fazer-lhe um delicioso boquete Luiz gritou novamente: - Parem a música! Tragam-me a minha outra mesa. Agora minha putona, você vai sentir essa vara todinha em todos os teus buracos... Aaaaaaaiiiiiiii! Molhei minha calcinha só de me lembrar.