Autor: Rafaela
7.3
Meu nome é Rafaella e tenho 18 aninhos. Vou começar me descrevendo: sou loira, 1.65 m, olhos verdes, boca carnuda, seios com os mamilos vermelhinhos, pernas realmente bastante grossas e bunda grande. Meu pai é dono de uma agência de automóveis, eu faço faculdade de direito e não tenho preconceito em relação a sexo com pessoas pobres e rudes, aliás, prefiro assim.
Vamos ao conto. Eu tenho um namorado, o nome dele é Kevin. Ele é muito legal e transa muito bem em todos os aspectos. O que ele não sabe é que ponho chifre nele com as pessoas menos prováveis. Chegou o fim de semana e Kev estava doente, eu não tinha com quem sair ou transar.
Fiquei em casa naquele tédio de matar, louca de vontade de transar e essa foi a primeira vez que o traí. A noite de sábado chegou e me produzi toda. Decidi ir a um forró na periferia da cidade. Fui de táxi, e estava usando uma ultra-micro-saia preta que deixa mostrar quase tudo e um top branco, que realçam meus peitões.
O lugar era de aparência pobre e suja, justamente o que eu procurava. Entrei e pedi uma cerveja ao barman. Nessa hora começou a tocar uma música que eu adoro, por isso não resisti e fui para o meio do povo dançar sozinha. Não demorou nem dez segundos e chegaram dois rapazes, ambos negros, musculosos e feios.
Um ficou se esfregando em mim por trás e o outro pela frente. Estávamos completamente colados, corpo a corpo, quando eles começaram a passar a mão em mim. O de trás levantou minha saia e começou a empurrar com a mão o meu corpo contra o dele. Que tesão! Estava quase deixando eles me comerem ali mesmo!
O da frente pressionava meus dois peitos com suas mãos enormes e me beijava. Foi quando finalmente alguém falou. O de trás sussurrou ao meu ouvido: "Bora com a gente ali, sua putinha". Não precisava nem pedir duas vezes. Eu já ia saindo e agarrando os cacetes dos dois.
Eles me levaram para um beco à meia luz, onde havia quatro tambores de lixo enfileirados. Eu tirei a minha saia, eles abaixaram as calças, colocaram os paus gigantescos e muito pretos para fora.
Ajoelhei-me e comecei a chupá-los. Enquanto chupava um, punhetava o outro. Puseram-me em cima dos tambores fedorentos e, um após o outro, me chuparam. Que línguas enormes! Eu já estava indo ao delírio! Então implorei: "Me comam, por favor!''. Um deles enfiou a rola dentro da minha boceta, que dor maravilhosa!
A cada estocada eu pedia mais e o negro ia cada vez mais forte, enquanto eu punhetava o outro. Me levantaram e um deles se deitou no chão. Eu fui por cima e comecei a cavalgar naquela pica enorme, mas não devia ter feito isso. Levei um tapa fortíssimo na cara e o que tava em pé puxou meus cabelos e disse "Escuta aqui, piranha, você faz o que a gente quiser".
Me empurrou nos braços do outro de forma que fiquei deitada em cima dele, então o outro pôs aquele picão absurdo no meu cuzinho. Urrei de dor, mas não adiantou nada. Levei outro tapa. O negro não tinha pena e enfiava com tudo. Eu sentia meu cu rasgar. Ficamos assim por uns dez minutos e depois me ajoelharam.
Os dois gozaram dentro da minha boca e me fizeram engolir aquele horror de porra!!!! Depois disso um disse "Se a gente te vir de novo, a gente te come, sua puta!" e foram embora. Levantei, pus a roupa e saí esbofeteada e cheirando a sebo. Andei até o orelhão mais próximo e pedi um táxi (era o mesmo motorista que tinha me levado, porque ele não me cobra no final do mês e manda a conta pro meu pai).
Cheguei em casa lá pelas 5:30 da manhã, com uma sensação maravilhosa de saciedade!!!!!!! Gostaram? Espero que sim, afinal realmente aconteceu e foi ótimo!!! Beijos e tchau!