Autor: Sandra
8.1
Quando chegamos na cidade da convenção, fazia muito calor, e como estamos acostumadas com um clima mais ameno, não tínhamos roupas adequadas para aquele calor todo. Resultado: fomos às compras. Andreia, uma das empresárias, é loira de cabelos curtos, olhos azuis, 1.66m, seios médios e uma bundinha carnuda que ela escondia muito bem sobre as saias que usava. Lúcia, uma morena linda, 1.70m, mais para as fofinhas, 80kg, seios médios não muito firmes e bunduda. Já eu, Sandra, tenho 1.73m, sou gordinha, 92kg, seios grandes mas não caídos, tenho uma barriguinha até que charmosa, coxas grossas e uma bunda que considero normal.
Bem... andamos muito e descobrimos que não encontraríamos nada parecido com o que costumávamos usar. Voltamos ao hotel, elas subiram para tomar um banho e eu parei no bar para uma cervejinha gelada. Pedi a cerveja, me sentei à mesa, acendi um cigarro e vaguei, pensando em como suportaria aquele calor, afinal seriam quatro dias. Foi quando senti a presença de alguém, imaginei ser uma das meninas, levantei meu olhar e me deparei com um homem muito bonito, Luiz, era alto 1.80m, forte, uns 95kg, aparentava uns 43 anos, sorriso nos lábios e um olhar devastador. Gelei.
Luiz pediu licença e se sentou ao meu lado, começamos aquela conversa padrão, de onde é... depois de algum tempo ele me olhou sério e disse que eu deveria estar com muito calor, afinal eu estava muito vestida para aquela região. Tremi por dentro. Seus olhos me penetravam e meu desejo aflorava, pela 1ª vez estava tendo um desejo enorme de trair meu marido. Respondi que realmente estava quente, e já que ele era organizador da convenção nos encontraríamos mais tarde, e antes que ele pudesse perceber meu desejo, levantei-me com desculpas para um banho.
Fui para o quarto, Andreia e Lúcia estavam bem à vontade sob o ar condicionado. Não sou nenhum monumento, mas sei como usar o meu corpo fofinho. Porém aquele homem havia me deixado maluca, ele era meu tipo. Ao me sentar elas me olharam e logo perguntaram o que tinha acontecido. Contei e descobri que as duas nem eram tão santas quanto eu imaginava: - Ele tem razão afirmou Lúcia, com esse calor não podemos aparecer para o coquetel vestidas de inverno. Sandra vai lá e descubra se ele conhece algum lugar onde possamos comprar algo, mas logo que é pra hoje.
Meio atordoada, ainda sai nem sabia como encontrá-lo. Resolvi voltar no bar, afinal, se ele era um dos organizadores alguém deveria conhecê-lo. Mas na verdade nem foi preciso, pois ao entrar no bar o vi sentado na mesma mesa. Ai, fiquei apavorada mas muito excitada... Cheguei e me sentei, expliquei a ele o que estava acontecendo e senti meu desejo aumentar quando, sorrindo, ele disse que nos levaria. Interfonei para que elas descerem. Nesse momento, como qualquer mulher em conquista, fiquei temendo por ele as conhecer, afinal, eu era a mais alta mas a mais gordinha também.
Tremi por dentro, eu o desejava muito e temia vê-lo se interessar por uma delas. Devo ter corado pois ele sorriu como se entendesse meu nervoso, e me olhando ofereceu-me um cigarro e disse: - Você é muito bonita e sensual. Levantando-se estendeu-me sua mão. Não entendi muito mas depois descobri que já havia nos observado e seu interesse era mesmo por mim. Depois das apresentações normais no hall do hotel nos dirigimos para o carro dele. Como quem o conheceu primeiro fui eu, sentei-me na frente. Minha saia, tipo executiva aberta na lateral, deixava parte de minha coxa à mostra e bem perto do cambio. Olhei a mão dele e imaginei tocando minha coxa, meu corpo, que delírio, fiquei molhada na hora.
A conversa dentro do carro foi normal, e quando chegamos, ao descer, Luiz segurou-me pelo braço e deixando-as mais a frente disse: - Eu vou escolher um vestido para você. Posso? Eu nem conseguia respirar, sentindo sua mão forte em meu braço. Por isso apenas afirmei que sim. A loja não era grande, mas muito bonita. Andreia por ser a menorzinha logo encontrou um vestido, e apareceu deslumbrante para nossa aprovação.
Lúcia, por sua vez, olhou vários e não conseguia se identificar com nenhum, quando Luiz ao se aproximar dela disse: - Não se esqueça que você não está na sua cidade e ninguém aqui sabe como você se veste. Veja este, prove. Era um lindo vestido de crepe amarelinho com um decote maravilhoso nas costas, que ressaltaria ainda mais a sua bunda. Ela se retirou para prová-lo quando Luiz disse: - Isso serve para você também, Sandra, vá vestir este aqui.
Me senti totalmente dominada por ele, nunca tinha tido ninguém dizendo o que fazer, mandando, eu sempre fui independente e resolvi minhas coisas sozinha, mas me senti ainda mais excitada com sua forma gentil, mas autoritária de falar. Era um vestido de alça em seda azul claro, solto, e por baixo um vestido tipo cotton curto e bem justo ao corpo. Para prova-lo tive que retirar meu soutien e senti meus desejos aumentarem quando meus mamilos endureceram. O toque do vestido sobre minha pele me excitava tanto, que vazei.
Nesse momento a vendedora disse: - Ele mandou essa sandália e esse colar. É para vir mostrar o conjunto. Vazei de vez, me imaginei saindo vestida daquele jeito e aparecendo para aquele homem, que apesar de só saber seu primeiro nome era todo meu desejo. Criei coragem, e como meu cabelo é enrolado e estava calor, pedi para a vendedora uma caneta e o prendi, deixando meu colo e nuca bem à mostra. Na verdade eu já estava tão excitada que adoraria vê-lo estufar ao me ver e resolvi provocar.
Senti meus mamilos endurecerem novamente. Andreia olhou-me e disse: - Sandra, você está linda! Lúcia, por sua vez, chegou bem perto e murmurou: - Não me leve a mal, mas você ficou muito gostosa. Olhei-a espantada e com um sorriso ela saiu. Olhei para o Luiz esperando sua aprovação. Ele me olhou de cima a baixo, mandou que virasse e disse a vendedora: - É esse. Nos trocamos e ele pagou tudo. Na volta para o hotel não sabíamos como agradecê-lo. Apenas com um sorriso safado no rosto nos disse: - Nos vemos mais tarde.
Depois de um bom banho e de estarmos quase prontas, Lúcia chamou nossa atenção dizendo que concordava com o Luiz: ninguém nos conhecia mesmo, então propôs um trato, não seríamos mais casadas durante a convenção, e o que acontecesse conosco deveria e ficaria apenas entre nós. Andreia vibrou, já havia pensado nisso mas estava sem jeito de dizer, e retirando sua aliança disse: - Eu topo. Elas me olhavam e resolvi entrar na dança, afinal eu desejava muito aquele homem e nós ficaríamos livres.
Saímos e ríamos muito de nós mesmas, nos espantamos muito com a quantidade de pessoas que haviam no salão e sabíamos que não ficaríamos juntas por muito tempo: -Vamos lá!, disse Lúcia se infiltrando. Luiz chegou para nos receber acompanhado de dois amigos, André e Marcos, que imediatamente se prontificaram a fazer companhia às meninas nos deixando sozinhos.
Luiz, passando a mão pela minha cintura, puxou-me para bem próximo e sussurrou: - Você está magnífica, eu realmente tenho bom gosto. Senti meu rosto corar e ele então, beijando-me a face, avisou que não ficaríamos aqui por muito tempo: - Quero sair com você, vamos a vários lugares. Fiz menção de dizer algo, e ele apertando mais a minha cintura disse: - Nós vamos .
Me senti tão estranha, eu o estava desejando cada vez mais, ele mandava e eu nem conseguia dizer nada. Quando fui acender um cigarro, Luiz o tomou da minha mão disse: - Não estrague a maquiagem, quero você linda. Fiquei ali parada, sem reação ao seu lado enquanto ele recepcionava os demais participantes do congresso. Estava muito excitada mas também confusa, estava sendo mandada e estava gostando. Após algum tempo Luiz me pegou pelo braço, apertando-o e murmurou: - Hora de irmos. Fiz que falaria com as meninas mas ele me puxou com força e disse: - Vamos. Agora.
Saímos, entrei no carro e o curto vestido subiu ainda mais. Por sorte a seda fina disfarçava minhas pernas toda expostas no banco. Pouco depois ele parou o carro, me puxou para si e me beijou com tanto desejo e volúpia... suas mãos já percorriam meu corpo todo, meus seios se endureceram, minha calcinha molhou eu estava pronta para me entregar. Aquele homem mais parecia meu dono de tanto que me fazia me sentir entregue a ele.
Quando sua mão alcançou minha coxa ele a forçou, abrindo minhas pernas enquanto me devorava a boca. Deslizou sua mão e encontrou minha calcinha molhada, ensopada para ser honesta. Parou, olhou-me e disse: - Você ficará comigo e a partir de agora fará tudo o que eu quiser e como quiser. Nessa hora eu já nem queria falar mais nada. Minha respiração demonstrava o quanto eu desejava cumprir suas ordens.
Beijando-me novamente, ordenou: - Tire a calcinha. Agora eu mando você obedece. Tirei e ele a pegou, cheirou, lambeu e esfregou em meu rosto dizendo: - É isso que você vai sentir enquanto estiver comigo. O cheiro do sexo, minha vagabunda. Eu vazava tanto que imaginei molhar o banco. Ele enfiou a mão na minha xana, e disse: - Vaza vagabunda, você vai fazer muito isso hoje. Sente-se direito!
Então arrumou meu vestido de forma que de fora qualquer um pudesse ver que eu estava sem calcinha. Isso me excitou ainda mais. Nunca me imaginei sendo vista assim.... aiiiiii eu estava além de mim mesma... ele passou a mão sobre meus seios que estavam duros e disse: - É assim que os quero, você será o meu troféu e quero que todos vejam o desejo...
Saímos, passamos por diversos bares e lugares sempre cheios. Ouvia me chamarem de tudo, puta, vagabunda, biscate, cadela..... e isso me deixava mais maluca ainda... Foi quando ele parou na porta de um bar lotado, me mandou esperar, desceu e veio perto da janela do meu lado: Se puxar o vestido terei que ser rude, e eu não quero isso. Me obedeça, minha puta. Então deslizou a mão, passou na minha xana toda molhada e sorriu: – É isso aí putinha, quero você vazando muito.
Quando retornou, estava acompanhado de um amigo que parou na minha janela enquanto ele entrava no carro: - Que mercadoria boa, Luiz, para onde vai com ela? – Para aquela boate. Nos vemos lá? O outro homem, pedindo licença ao Luiz, enfiou a mão pesada na minha xana, cheirou os dedos, lambeu e disse: - Com certeza estarei lá. Muito gostosa sua cadelinha.
Eu tremia. Além de estar muito excitada, não sei bem porque, me lembrei de que além de estar casada e nunca ter traído meu marido, tinha virado uma mercadoria a mercê de qualquer um. Não vou negar que estava gostando muito, era maravilhosamente excitante ser desejada dessa maneira. Luiz me levou a um motel. Achei que agora eu teria de vez a minha noitada, mas não foi bem assim.
Ele me agarrou com tanta força que temi que me batesse. Então falou: – Preste bem atenção, quero possuí-la como você nunca teve, mas primeiro tenho que treiná-la. Não entendi nada, e ele sentando-se mandou que eu andasse pelo quarto e gritou: - Rebola vagabunda, você será uma puta de hoje em diante e puta rebola, vai cadela rebola. Não sabia mais o que fazer, meus olhos lagrimejaram, ele se levantou e pude ver o volume sob sua calça de linha azul.
Nessa hora ele pegou minha mão, colocou sobre o volume e disse: – É isso que você quer, putona, é isso que você terá, mas do meu jeito. Saiu, pegou uma cerveja, me fez tomar de uma vez só, abriu outra e sorriu: – Não tá acostumada, né piranha, o corno do teu marido e paradão, não faz nada né vadia? Então vamos vadiar muito hoje. Tirou meu vestido, colocou na cadeira e me jogou na cama... começou um maravilhoso banho de língua e eu voltei a me entregar completamente.
Eu o desejava muito e não sabia bem porque, mas sua forma de agir comigo era fundamental. Quando ele chegou na minha virilha, minha respiração já estava ofegante e eu excitada arregacei minhas pernas quase implorando que me chupasse, ao que ele fez assim que me viu arregaçada. Enfiou a boca e começou a lamber e chupar meu grelo, que já estava inchado.
Eu estava encharcada, ele enfiou sua língua quente tirou dizendo: - Goza sua puta, que quero você exalando sexo quando sairmos. Vai, goza vagabunda!, e quanto mais ele me xingava mais eu me excitava. Gozei em sua boca e então ele meteu a mão, pegando o que escorria, passou sobre meus seios, meteu de novo e agora passou na minha nuca e face. Eu realmente exalava sexo.
Luiz retirou seu monumento para fora da calça e ordenou: - Faz um boquete, gostosa, quero marcar você com meu cheiro. Comecei a lamber aquele monumento de 20 cm, que além de grosso, mal conseguia enfiar na minha boca. Lambia e beijava enquanto o masturbava com minha mão. Ele me masturbava querendo mais do meu néctar. De repente me puxou pelos cabelos e enfiou tudo em minha boca.
Ele determinava o ritmo e eu nem conseguia respirar, quase sufocada com tudo aquilo em minha boca quando ele gritou: - Vira de costas! Vou gozar nas suas costas, sua puta! Vou marcar você. Senti o seu leite escorrendo... era tanta porra que eu precisava de um banho. Ele gemeu, gemeu e disse: - Não se mexa! Deixa secar minha marca em você, pois eu vou te foder, mas é só depois. Nada de banho, depois arrume-se e capriche no batom vermelho, seu puta, porque puta anda bem maquiada.
Fiquei parada enquanto ele se recompunha. Olhei-o, ele fez sinal e fui até ele. Virando-me verificou que estava seco: – É isso aí, minha putona, veste o vestido que a festa vai começar. Isso fica para o proximo conto.