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Minhas traições - parte 5
Autor: Fernanda T.
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7.6

Me chamo Fernanda Tompson, sou casada, tenho 25 anos, branquinha com uma deliciosa marquinha do meu micro biquíni, coxas grossas e roliças, seios médios e durinhos, com mamilos que adoram serem chupados, mordidos e beliscados, bundinha arrebitada, carnuda e durinha e uma xaninha sempre bem depilada que fica sempre molhadinha querendo um pinto enorme dentro dela.

Meu maridinho corninho, nem sonha que sou uma putinha gaieira, porém graças ao seu ciúme doentio, seu pinto pequenininho e o emprego que o deixa sempre viajando, longe de mim, começou a levar chifrinhos. Não trabalho, estudo à noite e malho bastante, pois meu tempo é livre. Só traio meu marido quando ele tá viajando e minha xaninha tá em brasas, doida pra transar. Só transo com homens rudes, grosseiros, pobres e que realmente me devorem, pois não imaginam comer uma dondoquinha com sou e quando têm a oportunidade realmente usam e abusam de mim.

Eu estava de férias e meu maridinho alugou uma casa na praia de Carne de Vaca. Minha casa ficava longe do centro da cidade e perto de um rio. De um lado tinha um terreno baldio e do outro só mangue. Era uma casa isolada pois meu maridinho não queria perturbações de vizinhos. Passamos um fim de semana lá e foi maravilhoso... sol, mar, rio, natureza e nós sozinhos sem ninguém.

Voltamos no domingo e combinanos que estaríamos lá no outro fim de semana, só que... meu maridinho foi chamado pra resolver umas demissões no Piauí, a sucursal de lá não estava legal. Discutimos e ele me falou que era seu emprego, nosso meio de viver e falei do nosso casamento, ele então me pediu pra ir na quarta-feira pra Carne de Vaca que tentaria vir no sábado logo cedo. Não queria ir só, porém estava cansada, de férias e não agüentava tanto a cidade.

Fui cedinho, cheguei lá por volta das 09h00 e resolvi tomar um banho no rio, que é pertinho da minha casa. Estava só e pus um biquininho tomara que caia e uma tanguinha indecente, pois são assim as roupas que uso. Estava me banhando, aquela água fria me arrepiando e fiquei me bronzeando um pouco na margem. Quando dei por mim, estava sendo observada por dois rapazes, que já não escondiam a excitação em me ver ali com aquele micro-biquini. Eles estavam de zorba e banhavam-se no rio.

Me recompus e fui pra casa. Saí à tardinha pra comprar pão, leite, ovos e vi os dois rapazes na rua. Eu estava com um shortinho jeans bem cavadinho, que deixava minha popinha à mostra e uma camisetinha que realçava meus belos seios. Quando voltei e abri o portão, um dos rapazes surgiu e me perguntou se eu queria ajuda em alguma coisa. Fiquei assustada e disse que não. Ele não insistiu e foi embora. No outro dia estava fazendo um topless no quintal de casa e resolvi dar um mergulho no rio.

Eu estava excitada com aquele clima, aquele sol naquele paraíso e eu ali sozinha. Ainda era quinta-feira e meu corninho disse que só viria no sábado... Quando cheguei no rio, os dois rapazes estavam lá nadando e entrei na água. Um deles, acho que propositalmente, saiu da água e pude observar que ele estava nu. Que membro grande e grosso! Ele estava duro, o que me deixou excitada e com medo, afinal estava ali sozinha com dois rapazes nus! Foi quando, de repente, o outro veio por trás de mim e me agarrou, encostando na minha bundinha aquela pica enorme.

Pedi pra ele parar senão eu gritava e ele disse no meu ouvido que só os peixes iam gostar. Colocou então uma mão nos meus seios e baixou meu biquíni. Falou pra mim que não ia me estuprar mas que queria me ver bronzeando com os seios à mostra. Tinha feito isso pela manhã na minha casa e o safado me observou. Fiz topless pois estava com medo de sofrer alguma coisa. Eles perguntaram meu nome e falei, se apresentaram com Miro e Arimatéia, chegaram perto de mim e Miro passava as mãos nas minhas coxas por baixo d'água.

Eu estava me excitando, que situação, ele se levantou e veio por trás de mim, pelado, e foi descendo meu biquíni. Aí a excitação tomou conta de mim e começamos a nos agarrar na água. Eles me bolinavam e me acariciavam, e começamos a foder na água. Me penetravam por trás e pela frente ao mesmo tempo, eu estava dominada, submissa e pedia mais e mais... Então os chamei pra irem na minha casa e fomos. Chegando lá, transamos loucamente, eles me penetraram por todos os meus buracos, botaram na minha bundinha e na minha xoxota enquanto eu pagava um boquete.

Um me fodia gostoso e o outro era chupado. Transamos bastante, os chamei pra ficarem na minha casa até meu corninho chegar, e para nossa alegria, meu corninho ligou dizendo que só vinha pra Recife na segunda-feira. Fingi não ter gostado, mas amei a situação e transei bastante naquele fim semana com meus rapazes. Voltei na segunda de manhã cedinho, prometendo que voltaria pra nadarmos mais vezes pelados.

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