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O amante da minha mãe
Autor: Graziela
Autor: Graziela
8.6
Meu nome é Graziela, sou loira, 18 anos, virgem (de penetração), 1,75m, 53Kgs e a historia que vou narrar aconteceu comigo na última viagem fiz aos Estados Unidos. A minha tia Solange, irmã de minha mãe, mora no sul da Florida, tem 33 anos e mora com seu namorado Jonas, de 50 anos de idade. Minha mãe, Vitoria, tem 46 anos, é morena e está com tudo absolutamente em cima. Nós não conhecíamos o namorado da minha tia, um cara bonitão, elegante e um excelente anfitrião, porém muito formal.
Fomos passar as férias do último verão e ficamos hospedadas no apartamento deles. Quando chegamos, fomos apresentadas a ele e tudo transcorreu normalmente. Ele nos ajudou com as malas e preparou o café da manhã. Saímos para conhecer os pontos turísticos, fomos à Orlando, etc e à medida em que o tempo ia passando, ele foi deixando a formalidade de lado tonando-se mais extrovertido. Tudo começou quando já estávamos há mais ou menos uns quinze dias, próximo do retorno ao Brasil, e eu queria ficar mais tempo aproveitando o verão. Falei com minha mãe e ela discordou, dizendo que tinha compromissos de trabalho no Brasil, etc. etc. Aquela ladainha.
Jonas conversou com minha mãe e trocaram algumas idéias, e ela concordou em ficar mais um tempo, coisa que estranhei porque ela dificilmente volta atrás de alguma decisão. Minha tia, assim como Jonas, saía cedo para trabalhar e eu e minha mãe saímos para passear no carro que eles deixaram à nossa disposição. Percebi que Jonas passou e voltar mais cedo do trabalho e ficava parte da tarde conosco quando íamos ao shopping ou à piscina do condomínio, e nesta ocasião, Jonas e minha mãe ficaram conversando deitados nas cadeiras da piscina. Por várias vezes eu ia à piscina sozinha e deixava os dois sozinhos no apartamento, pois minha tia voltava quase à noite.
Nunca tive certeza, mas rolou algo entre os dois, pois agora era a minha mãe que não estava com pressa de retornar. Certa noite, quando estávamos jantando, minha tia convidou minha mãe para conhecer o trabalho dela e ela concordou. Imediatamente, Jonas comentou que naquele dia ele teria um compromisso fora da empresa e que sairia depois do almoço, e minha mãe lamentou o fato de ter concordado com minha tia. No dia seguinte todos levantaram cedo menos eu, que gosto de dormir até mais tarde, e quando me levantei, me vesti normalmente (short curtinho e camiseta folgada sem sutiã). Encontrei Jonas no computador de bermudão, sem camisa, como sempre estava. Fui à cozinha para tomar meu café e Jonas foi comigo, fez um omelete, leite, sentamos e começamos a conversar banalidades.
Como a mesa da cozinha era pequena, nossas pernas se tocavam sem querer (creio), mas em uma brincadeira e outra, eu tocava a perna dele por querer como sempre fazia, lhe dava tapas nas costas. A brincadeiras foram tomando outro formato e eu comecei a jogar o verde para saber se tinha rolado algo com minha mãe. Ele, experiente como é, desconversava fazendo de conta que não estava entendendo, e certa hora ele se levantou para pegar mais um pouco de omelete no fogão e percebi que ele estava começando a ficar excitado com a conversa, pois o volume por baixo do bermudão deixou isso claro.
Como a cozinha é pequena, quando ele se virou para voltar à mesa ele roçou aquele volume em mim, e antes dele se sentar eu perguntei com todas as letras: – Jonas, você comeu ou não comeu a minha mãe? Ele pôs o prato sobre a mesa e colocou as duas mãos em volta do meu pescoço e disse: – Magrela, nem de brincadeira você diga isso. Soltou meu pescoço, ficou fazendo massagem no meu ombro e perguntou porque eu tinha perguntado isso. Fui sincera e respondi que tinha quase certeza pela mudança de comportamento da minha mãe que queria voltar e agora não estava nem fazendo planos para voltar.
Ele se justificou, dizendo que as idades deles eram próximas e quando é assim as pessoas tem mais afinidades etc. etc. Enquanto falava, continuava a massagem e eu encostei nele e senti o volume bem maior nas minhas costas e ele não se afastou, pois sabia que eu tinha percebido o tamanho cutucando as minhas costas. Aí eu disse em tom de brincadeira: – Jonas, você quer comer a família inteira? Já come a minha tia, deve ter comido a minha mãe e agora quer comer a filha? Com o jogo aberto ele me disse: – Você, eu só chupo.
A essa altura eu já estava toda melada, me virei, abaixei o bermudão de Jonas e me deparei com aquele cacete ao meu alcance. Peguei aquele cacete e comecei uma leve masturbação, quando ele pegou minha cabeça e a dirigiu ao encontro dele. Abocanhei aquela pica, chupei deliciosamente, e quando ele me levou para a sala, tirou primeiro a minha blusa, começou a chupar meus seios e foi descendo. Tirou o meu short, depois minha calcinha, me deitou no sofá e começou a beijar minha xoxota. Abri as pernas e ele chupou meu clitóris. Gozei demoradamente com aquela língua em mim e ele continuou assim mesmo, passando a lamber em volta do meu cuzinho.
Ora ele punha a língua direto nele ora lambia nos arredores e eu gemia. Aquilo me encheu de tesão novamente e agora ele ficou deitado no sofá, comigo chupando o seu cacete. Pedi que ele não gozasse na minha boca porque tinha nojo, mas o meu pedido foi em vão. Ele segurou a minha cabeça com o cacete dele enterrado na minha boca e senti quando ele gozou lá dentro. Senti aquela porra quente, amarga, tomando conta da minha boca e da garganta. Por mais que engolisse, o gosto continuava forte e o cheiro foi tomando conta de mim. Me senti a própria puta, só que sem ganhar nada para ser usada. Depois dos espasmos, ele soltou a minha cabeça e eu continuei a lamber aquele cacete delicioso. Tratei de engolir tudo, pois não tinha outro jeito, e já estava pronta pra gozar novamente.
Com habilidade, ele começou a massagear meu clitóris e enfiar o dedo na minha xoxota. Nem me importava mais o fato de ainda não ter sido penetrada tão fundo, quando gozei fartamente novamente. Depois disso, minutos de silêncio, ele se levantou, tomou um banho e eu fiz o mesmo, só que cada qual em seu banheiro. Fui direto para meu quarto e estava enrolada numa toalha, e ele sem bater entrou lá e eu disse: – Nossa, o que fizemos? E ele respondeu – Magrela, não fizemos nada ainda. Foi quando ele me pegou, tirou a minha toalha, me pôs na cama e recomeçou a me chupar. Eu naturalmente cedi abrindo as pernas, expondo a minha xoxota pra ele chupar mais e mais.
Chegou a hora de retribuir e fizemos um 69, só que ele por baixo. Ele chupava a minha xoxota e meu cuzinho alternadamente e eu gemia e enfiava aquele cacete na minha boca até atingir a garganta, quando ele passou a massagear meu cuzinho com o dedo e eu subi nas nuvens sentindo o que nunca tinha sentido antes. Foi quando ele me pôs de bruços, abriu minhas pernas e começou a chupar meu cuzinho novamente. De repente senti algo gelado no meu cuzinho. Ele tinha derramado um creme e começou a massagear e enfiar o dedo. Eu não tinha percebido as intenções dele, porque ele tinha me dito que só me chuparia.
De repente ele estava por cima de mim e seu cacete procurando a porta de entrada do meu rabo. Fiquei tonta de medo mas deixei e ele disse aquela velha história: – Vou pôr somente a cabecinha. E eu acreditei. Facilitei e direcionei aquele cacete longo e duro na portinha, e ele com habilidade segurou daquele jeito enquanto eu mexia a bunda. Senti aquilo que estava começando a entrar. Quando comecei a sentir dor, parei e forcei meu quadril em direção à cama, e o pouco que tinha entrado saiu quando aliviou. Mas meu tesão era tanto que novamente comecei a levantar a minha bunda contra aquele cacete. Só que desta vez fiz com muita vontade e senti quando a glande entrou no rabo e eu gemi de dor. Ele foi enterrando o resto até eu sentir que não tinha mais nada para entrar, e nesse momento começamos um movimento louco e eu busquei meu clitóris com os dedos e gozei como nunca tinha gozado e gemi como nem imaginava que um dia eu fosse capaz.
Depois deu gozar, Jonas começou a tirar aquele cacete de dentro do meu rabo, uma vez que estava doendo demais, e deixou somente a ponta de sua vara dentro quando começou a fazer movimentos fortes indicando que ia gozar. Aí ele explodiu num gozo sem precedentes e enterrou tudo novamente. Fomos tomar banho, só que desta vez juntos, quando tomei uma decisão. Ele seria o primeiro a penetrar a minha xoxota. Foi o que ele fez no dia seguinte, e assim passamos o resto das férias trepando como loucos, driblando a minha mãe e a minha tia.
Hoje tenho certeza que ele continuou comendo eu e a minha mãe até o dia em que voltamos ao Brasil. Mas só que ele nunca confirmou isso. Como tenho essa certeza? Ela ficou muito calma depois que eles começaram a ficar a sós. Hoje sinto muito tesão e me masturbo tendo muitos orgasmos só de imaginar minha mãe chupando, sendo chupada e tendo aquele cacete dentro do cuzinho e da xoxota. Me dá uma sensação de saudades daquele homem e ao mesmo tempo ciúmes de saber que eu e minha mãe compartilhamos o mesmo cacete.
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