Autor: Fernanda T.
7.7
Gosto de usar um micro-biquíni que o corninho do meu marido adora. Detalhe que o meu corninho nem sonha que leva chifres. Esta excitante história que vou relatar foi sensacional! Como já disse antes, meu maridinho viaja muito a negócios e quando está por perto me sufoca com um ciúme doentio, a principal razão deu gostar de chifrá-lo. Ele viaja demais, passa muitos dias longe de mim e minha xaninha fica ardendo por sexo.
Meu corninho já estava viajando há seis dias e eu ainda não havia aprontado nada. Eu faço faculdade à noite e costumo ir de ônibus, só que às vezes pego uma van porque é mais rápida e barata. Dessa maneira eu não chego atrasada nas aulas. Como sempre entro na aula no mesmo horário, acabei indo várias vezes no mesmo veículo. O motorista era um sarará mal-encarado e safado, pois tinha combinado com o cobrador de colocar as passageiras bonitas sempre na frente, ao seu lado.
No entanto eu nunca tinha ido na frente pois o carro estava sempre vazio quando eu entrava. Então chegou minha vez: a kombi só tinha um lugar e era justamente na frente. Nesse dia eu estava de calça jeans e camisa de malha, bem comportada. Ao entrar percebi como era apertado o local onde ficavam o motorista, o passageiro e o cobrador. Eu estava no meio deles e segui uma viagem tranqüila.
Em certo momento, numa passada de marcha, o motorista passou levemente a mão por cima da minha calça, na altura do joelho. Passou uma, duas, algumas vezes mais e eu não me pronunciei, afinal de contas estava com a perna junto à marcha e de calça jeans. Qual o prazer que ele poderia ter? Desci e fui pra faculdade. No outro dia resolvi ir com uma saia na altura do joelho para ver qual seria a reação do motorista e até onde iria a malandragem dele.
Não é que o safado já estava acostumado com o meu horário e apareceu no ponto onde espero pelo transporte bem na hora? Novamente vim do lado dele pois a kombi estava cheia. Quando me sentei a saia levantou um pouco, porém nada que fosse um escândalo. O homem passou a mão no meu joelho uma, duas, três vezes. Vi o quanto ele era safado e deixei aquele joguinho de sedução rolar solto.
Ele passou a mão na minha perna e dessa vez foi mais afoito. Deixou a mão bem encostada na minha coxa, afinal de contas eu não tinha reagido contra suas atitudes em nenhum momento. Eu estava ficando excitada enquanto ele fazia carinho no meu joelho. O motorista subiu um pouco a mão mas não conseguiu ir muito longe, já que meu caderno estava como uma barreira. Meu ponto chegou e desci. Depois da aula voltei pra casa de ônibus.
Acordei na manhã seguinte muito excitada e louca para deixar aquele homem cheio de tesão. Coloquei uma minúscula tanguinha de renda preta, uma mini-saia vermelhinha, estilo colegial, e um top de malha. Como sempre saí bem perfumada e com um lindo batom vermelho realçando os lábios. O motorista apareceu na hora certa e ficou me olhando com um sorriso sacana. É claro que o meu lugar na kombi estava bem guardado...
Quando entrei o cumprimentei e seguimos viagem. Mal partimos e ele já estava alisando o meu joelho. O cobrador fingia que não via nada, que excitação! Coloquei o caderno no painel do carro e permiti que o motorista fosse me alisando, subindo pela minha perna bem lentamente. Ele foi passando a mão na minha coxa e começou a acariciá-la. Foi subindo até que chegou na minha calcinha, e sem nenhum temor pôs a mão por dentro dela.
A kombi seguiu viagem e ele foi entrando por dentro da minha saia. Abri um pouco as pernas e o deixei acariciar minha virilha, que gostoso... A kombi estava cheia e aquele homem ficava alisando minha xana por cima da calcinha, que excitação... foi quando um passageiro pediu para descer e ele voltou ao normal. Logo seria a minha vez de descer. Fui para a aula mas não consegui me concentrar.
A hora passou e fui para a ponto pegar meu ônibus. Quando cheguei vi que o sujeito estava me esperando. Ele parou o veículo na minha frente e subi. Havia umas quatro pessoas no carro e o cobrador desta vez estava atrás. Seguimos viagem e ele foi alisando minhas coxas, uma a uma, por baixo da saia. Eu me controlava para não gemer quando finalmente o último casal desceu. Éramos agora três: eu, ele e o cobrador, que até então estava discreto.
O motorista foi me bolinando, passando a mão por cima da minha calcinha até que meteu um dedo na minha boceta. Ele me tocava bem gostoso e eu me contorcia de prazer. O cobrador continuou sem esboçar nenhuma reação. O motorista pôs o pau pra fora e comecei a punhetá-lo ali mesmo. Automaticamente comecei a fazer um boquete naquele sarará safado, que tinha um pau grosso mas não muito grande. Fiquei pagando um boquete e sentindo aquele cheiro de homem do povo, de homem trabalhador.
Chupei aquela pica com prazer pois estava gulosa, quando vi que a kombi parou num local esquisito, escuro, onde havia um barraco. Pela primeira vez temi pela minha vida, mas o sujeito me falou para ter calma que a festa estava apenas começando. Eles me levaram para dentro e nessa hora me assustei. Havia outros quatro rapazes, todos mal encarados e bebendo muito. Gelei, pedi para ir embora e aí eles riram de mim: - Você é a animação da nossa festinha, pois estamos comemorando nossas amizades.
O cobrador arrancou minha saia e os homens uivaram de prazer ao me verem com aquela tanguinha minúscula: - Que putinha mais gostosa você arrumou para nós! Vamos devolver ela bem arrombada para o maridinho corno. Eles botaram um funk e me mandaram dançar pra eles. Pedi pra ir embora, mas o cobrador deu na minha cara e gritou comigo. Ele puxou meus cabelos com tanta força que achei que fosse arrancá-los. Então me mandou calar a boca e fazer um striptease.
Comecei a rebolar e tirei o top. Eles deliraram quando viram meus seios lindos, com marquinha de biquíni e bicos rosadinhos. Os rapazes colocaram seus cacetes pra fora e o sarará rasgou minha tanguinha. Quando ele viu minha xaninha raspada ficou enlouquecido. O motorista me puxou pelo cabelo e disse: - Sua puta, nós vamos te esfolar todinha! E assim começou a suruba. Eles me seguraram, abriram as minhas pernas e me imobilizaram.
Um deles percebeu que eu estava molhada e me deu um tapa, dizendo que putinhas que nem eu mereciam ser mal-tratadas. Os rapazes me chuparam um pouco e lambuzaram o meu rabo. Disse que não ia dar a bunda por nada e eles apenas riram. Antes que eu pudesse responder recebi uma pica grande na boca. O cara meteu com força e me fez engasgar. Os homens fizeram uma roda em volta de mim e disseram que eu teria que chupar cada uma das picas.
Quase vomitei com o cheiro horrível da pica de um deles. O homem fedia a suor e seu pau estava muito sujo, melado, com um cheiro ruim que ficou na minha boca, na minha cara... Pedi para não ter que chupá-lo mas levei um murro. Eles me seguraram e mandaram o cara enfiar o pau na minha garganta. Por causa da malcriação tive que deixá-lo gozar na minha boca... Fiquei com o rosto coberto de porra e com o cabelo todo grudado.
Os dedos daqueles animais invadiram alternadamente minha buceta e minha bundinha. Eu estava tão lubrificada que escorria pelas pernas. Tentei me virar, mas o sarará me segurou e disse para não fazer nada que ele não mandasse. Então ele me mandou ficar de quatro e abrir bem as pernas. O sujeito meteu sem dó em mim, estocando com muita força. Minha boca quase rasgou quando dois deles meteram as picas ao mesmo tempo, me mandando chupar.
Eu podia sentir a saliva aumentando debaixo da língua e escorrendo pelo meu queixo, enquanto eles iam metendo e tirando aqueles paus lambuzados da minha boca. O cobrador veio por trás de mim e pediu que eu empinasse o cuzinho. Fiquei assustada, não queria dar o cú para eles, mas o homem falou que eu só iria embora depois de todos gozarem. Abri meu cuzinho, que ele lambuzou com bastante saliva antes de encostar a cabeça da pica.
Eu podia sentir o latejar daquela cabeça vermelhinha. De repente alguém falou: - Come a cachorra com força enquanto ela abocanha o meu pau. Dá uma estocada forte! O rapaz soltou uma risadinha e eu tentei pedir para ele ir com calma, mas ninguém me ouviu. O cobrador me agarrou pelo cabelo e empurrou toda a carne daquela pica dentro da minha bundinha, fazendo algumas lágrimas caírem pelo meu rosto. Soltei um grito.
Ele começou a foder o meu rabo e em questão de segundos eu estava gozando. Minha boceta ficou ainda mais molhada, facilitando a entrada de qualquer pica. O rapaz que tinha o pau mais grosso se deitou embaixo de mim e meteu o tronco na minha xana. Me senti completamente preenchida. O cobrador veio por trás e atolou a vara no meu cu. Eles ficaram me dilacerando, me destruindo, quando o cobrador se levantou correndo, ficou em pé na minha frente e esporrou na minha cara.
Meu rosto já estava sujo e ficou completamente coberto de leite. Ele tinha uma porra espessa e com gosto forte, nojenta. Enquanto isso eu era penetrada por trás, na xoxota, na boca, tudo ao mesmo tempo. Punhetava um, depois outro e chupava aquele monte de pica. Os caralhos se revezavam na minha xaninha, no meu cuzinho... eram seis rolas diferentes, todas grandes, grossas e insaciáveis. Gozei várias vezes e fui muito humilhada.
Eles puxavam meus cabelos e eu já estava com a bunda ardendo de tanto apanhar. Meu grelinho estava inchado, minha xaninha em brasa, meus seios todos marcados de mordidas e beliscões. Os homens derramaram vinho barato na minha xota, na minha boca, depois me fizeram beber aguardente e então começaram um verdadeiro banho de porra em cima de mim. Eles me lambuzaram todinha, um a um... e eu tinha que fazer o que eles mandassem.
Dois gozaram na minha boca, sendo que um me mandou engolir tudo. O quarto homem esporrou toda a minha cara – ele gozava feito um cavalo e queria me ver fazendo bolhinhas de ar com aquele leite todo escorrendo pelo rosto. O quinto, sem me avisar, esporrou nos meu olhos, que começaram a arder me impedindo de enxergar. Nessa hora o sexto homem gozou dentro do meu cuzinho...
Fodemos a noite todinha, madrugada adentro, não tive sossego... eram seis homens com muito apetite e quando um cansava já tinha outro pronto para me comer. Quando o dia amanheceu eles adormeceram embriagados. O cobrador me mandou colocar a roupa e me trouxe para casa. Cheguei exausta, comi alguma coisa e tomei um banho. Quando consegui me deitar e relaxar o sol já estava alto.