Autor: Fernanda T.
8.6
Moro no bairro de Boa Viagem e vou muito à praia, pois tenho o dia livre para fazer o que eu quiser. Gosto de ir ao shopping e malhar, o que faço com freqüência para manter meu lindo corpinho em forma. Adoro provocar os homens na rua e costumo receber muitas cantadas e olhares descarados. Antes de me descrever quero frisar que o meu marido é um corninho e nem imagina.
Ele viaja muito a negócios e quando está aqui em Recife me sufoca com tamanho ciúme. Por causa disso passei a trair meu marido de uns anos pra cá. Tenho 1,67m de altura, pele branquinha, mas por ir muito à praia mantenho sempre um belo bronzeado. Gosto de manter as marquinhas do meu micro-biquini bem visíveis na pele. Felizmente o corninho não implica com o tamanho de meu biquíni.
Tenho um bumbum grande e empinadinho, pernas grossas e peitos médios, porém bem durinhos. Meus biquinhos são rosados e tenho uma xaninha depilada que adora ser fodida por paus enormes e grossos. Gozo bastante quando chupam, lambem e mordem meu grelo ou quando me comem direito. Nesse primeiro conto vou mostrar como iniciei as minhas traições.
Sou casada há sete anos com o corninho que foi meu primeiro namorado, mas descobri com o tempo que ele tem um pau bem pequenininho. Começamos a namorar quando eu tinha 14 anos, e quando fiz 18 ele foi transferido paro o escritório de Recife. Então nos casamos e fui morar em Pernambuco, numa cidade estranha onde eu não conhecia ninguém.
Eu era jovem, bonita e estava cheia de tesão por ter descoberto o sexo. Um ano se passou e com ele veio a solidão, o tesão recolhido, pois meu marido só trabalhava e viajava sem parar. Tirei habilitação e conheci um pouco a cidade. Num belo dia de feriado resolvi ir à praia na cidade de Paulista, pois a praia da Boa Viagem ficava sempre lotada.
O ônibus que peguei estava super cheio. Eu estava vestindo uma canga bem fininha e uma camisetinha que deixava minha barriga à mostra. Subi, passei pela catraca e fui para a parte de trás. Encostei na grade e comecei minha nova e excitante aventura. Já tinha lido aqui muitos contos sobre encoxadas em ônibus e fantasiado com essas histórias, porém nunca imaginei fazer parte de uma delas.
O ônibus seguia viagem quando senti alguém me empurrar para frente. Tentei me desvencilhar mas não tinha espaço. Senti uma mão apertar minha bunda por cima da canga e fiquei com medo. A mãozinha foi mais atrevida e alisou minha bunda por baixo da canga. Senti um beliscão e gritei. A mão então apertou com mais força.
Comecei a me arrepiar, a sentir um frio na barriga, um tesão enorme tomando conta de mim. Estava há mais de vinte dias sem transar. A mão levantou minha canga e deixou minha bunda à mostra. Ela veio pela frente e alisou minha xoxota por cima do biquíni, uma delícia... Estava me sentindo uma puta e achei bom demais. De repente senti um pau grosso encostar bem no meio da minha bundinha.
Era um pau quente e grosso. Um medo e um tesão enormes tomaram conta de mim. Eu teria sido comida ali mesmo se o ônibus não tivesse chegado no ponto final. Nessa hora o povão começou e descer do coletivo, dirigindo-se à praia. Desci e procurei um lugar para ficar e me bronzear. Fui até umas pedras, onde era mais reservado e havia apenas alguns casais que estavam lá por ser um local discreto.
Estiquei minha toalha na areia e me deitei de bruços. De repente um negro se aproximou de mim. Ele estava usando uma pequena sunga branca que mostrava todo o volume de sua pica, com a cabeça praticamente para fora da sunga. Sem nem perguntar ele se sentou ao meu lado: - Bom dia, posso passar bronzeador em você? E antes que eu falasse qualquer coisa ele pegou o protetor e começou a alisar minhas costas. Fiquei muda.
Eu estava sozinha em uma praia longe de casa, com aquele negro feio com cara de mau. Não gostei da situação e disse: - Tá bom, moço, eu me viro sozinha. Ele fechou a cara repentinamente e falou: - Cala a boca, sua vadia. No ônibus não terminei o que começamos. Gelei e disse que havia um mal entendido. Mais uma vez ele me mandou calar a boca e continuou a passar protetor em mim, descendo a mão direto para as minhas coxas e depois indo para a minha bundinha, exposta naquele micro biquíni.
Ele me alisava descaradamente enquanto eu sentia medo. Então voltei a sentir um enorme tesão. Ele colocou o dedão em cima da minha xoxotinha, que já estava ficando molhada. Fui dominada por um tesão imenso... Quando percebi estava com aquele negro feio e bem-dotado me bolinando na areia, dizendo que eu não conseguiria escapar. Eu não podia fazer nada.
Abri um pouco as pernas e senti aquele dedo afastar meu biquíni e penetrar minha boceta. Comecei a rebolar e a gemer: - Ai, hummm, que gostoso.... O negro feio parou e me disse: - Que madame putinha, pondo chifre no corninho. Você me pertence agora e fará o que eu quiser. Tire o sutiã. Você vai fazer um topless para mim. Respondi que não, aí ele puxou meu cabelo com força e falou: - Cala a boca, cachorra, faça o que mando. Aquele negro safado estava me dominando.
Tirei o sutiã e ele beliscou meus mamilos no meio da praia, sem nenhum pudor. Depois me mandou deitar e começou a passar protetor nos meus seios. O homem puxou meu biquíni para o lado, viu minha xoxotinha totalmente sem pelos falou: - Que putinha! A xoxota tá lisinha, pronta para dar. Vou chupar sua boceta até o grelo inchar. Vá até o mar e se molhe pra mim! Eu, dominada como uma cadelinha, obedeci.
Quando voltei da água já estava praticamente nua, com os seios à mostra e o biquíni transparente, molhado. Fui comida com os olhos por todos os homens. O negão pôs a rola para fora, olhou pra mim, segurou minha cabeça e enfiou a tora na minha boca. Nesse momento comecei a chupar aquela pica. Era um mini-tronco que mal cabia na minha boquinha: - Isso, putinha sabida, aprende rápido, né!? Mama gostoso... Meu negro gemia e me dava palmadas na bunda.
Chupei, chupei, chupei e quando menos esperava ele esporrou, me deixando toda suja. Fiquei com o rosto coberto de porra...O leite escorreu pelo meu queixo e era tanta porra que eu quase engasguei. Engoli o que deu. A pica do negro parecia ter ficado ainda mais grossa, maior e não amoleceu. Parecia uma barra de ferro. Como não engoli todo o leite ele deu na minha cara e foi me puxando pelos cabelos até chegarmos numa cabana. Acho que era um bar de praia que estava fechado.
Entramos, ele tirou meu biquíni e começou a chupar minha xoxota. Que língua áspera e grande... parecia uma rola, uma língua de um boi. Gozei enquanto ele chupava, mordia e beliscava meu grelo. Então o homem abriu bem as minhas pernas e meteu de uma vez só: – Ah... hummm, tá doendo, tá doendo! No início doeu muito, pois aquela pica era mais parecida com um braço. Ele viu que eu estava dolorida e meteu ainda mais forte.
Comecei a gritar, pedindo para ele me foder gostoso e acabei levando um tapa na cara: - Me bate, me bate! Meu negão só falava: - Isso, minha egüinha, cavalga gostoso... Eu estava quase desfalecida e com a xoxota toda ardendo. Acho que agora tinha perdido meu cabacinho de vez. Quando ele me colocou de quatro supliquei para não tomar no cuzinho... Ele se irritou e me deu outro tapa na cara. Apanhei enquanto ele dizia: - Esse cuzinho virgem eu vou comer agora!
Pedi desesperadamente para ele não fazer isso e meu negro começou a rir. Felizmente ele não me arrombou por trás e continuou destroçando minha xoxotinha. Eu estava sendo completamente rasgada, arrombada. Enquanto dava fortes estocadas o negão meteu um dedo grosso no meu rabo e me fez gritar de prazer. Mais algumas enfiadas e ele me gozou todinha. Senti sua porra escorrer por entre as minhas pernas.
Voltamos à praia e ele me mandou entrar na água para tirar qualquer resquício da putaria. Depois me pegou pelo braço e disse que toda vez em que me encontrar nesse ônibus vai me comer. Fui para o ponto, peguei o ônibus e voltei para casa. Cheguei cansada, porém muito satisfeita. Fui até o banheiro, me olhei no espelho e vi o estrago que o negão me fez. Nessa hora pensei comigo mesma: “quero mais e mais”...