Autor: Jorge
7.2
Perguntei pelo meu cunhado e ela disse que ele tinha ido para a semana de campo (ele é militar) dar instrução aos iniciantes. Expliquei que demoraria cerca de quinze minutos, já que teria que me vestir. Já eram 23h e toquei a campainha. Paula abriu a porta já com uma camisola transparente. Ela estava de sutiã e com uma calcinha pequena.
Fui ver a torneira e o problema foi resolvido em cinco minutos. Ela me ofereceu um whisky, que aceitei, e fomos para a sala de estar. Como já sou casado com a irmã dela há 16 anos, temos bastante confiança e amizade para conversas mais picantes, mas nunca havia passado pela minha cabeça ter algo mais sério com ela. Comecei por lhe perguntar como ia fazer durante essa semana, já que ela estava sem homem.
Sei que ela adora sexo e por vezes o meu cunhado se queixava que ela estava sempre pronta para mais, e como vinha cansado do quartel, nem sempre tinha vontade. Ela respondeu que enquanto tivesse dedos não haveria problemas, já que era desse modo que extravasava muitas vezes o tesão, mesmo com o marido em casa.
Depois veio a pergunta que levou a situação adiante. Perguntei se ela não tinha vergonha de mostrar o corpo para mim com essa camisa transparente. Paula respondeu que não tinha problema, pois eu já tinha visto ela de biquíni e a camisola não mostrava mais do que isso. Ela me pegou de surpresa quando perguntou se eu queria ver mais.
Respondi na hora que se ela quisesse mostrar eu adoraria. Tinha certeza de que ela estava só brincando. Para meu espanto, Paula tirou a calcinha e pude ver uma buceta com pelos negros e um pouco gordinha. Ela perguntou se eu queria ver mais. Respondi que sim e de imediato minha cunhada tirou o sutiã, ficando com as mamas grandes e duras.
Estava gostando da brincadeira e Paula voltou a perguntar se eu queria ver mais. Respondi que sim e ela tirou a camisola. Depois sentou ao meu lado no sofá e disse que sentia um tesão louco por mim há anos. Tirei de imediato toda a roupa. Já estava com o pau duro como uma rocha. Começamos a nos beijar.
Ela tinha uns lábios grossos, maravilhosos... beijei e chupei as mamas da minha cunhada, depois fui descendo até chegar na bucetinha faminta e rechonchuda. Estava toda úmida. Comecei a meter um dedo no cu e ela reclamou, dizendo que nem o marido tinha mexido naquele buraco. Falei que com a idade dela já era tempo de experimentar. Paula não respondeu, o que me fez acreditar que estava de acordo.
Foi a vez dela mamar a pica dura. Depois de olhar para mim e fazer uma cara de safada, Paula foi se abaixando e me fez uma mamada monumental. Como eu não sou herói, em cinco minutos já me estava gozando em sua boca, enchendo minha cunhada de leite. Para minha surpresa ela não desviou o rosto e engoliu tudo.
Coloquei Paula na posição de papai-mamãe e comecei a meter o meu pau lentamente naquela buceta maravilhosa. Ela se mexia, gemia baixinho (para não acordar as crianças) e contraía a buceta conforme eu metia. Foi uma delícia ver minha cunhada gozar na minha pica... e ela gozou algumas vezes.
Mudamos de posição e Paula ficou de quatro, sentada no meu colo, até que gozei mais uma vez. Fizemos uma pausa e nos beijamos muito, até começarmos um 69 maravilhoso. Chupei-lhe a xoxota e fui enfiando primeiro um, depois dois e até meter o terceiro dedo naquele cuzinho... até que meu pau levantou outra vez. Falei firmemente que iria lhe enrabar.
Paula ficou tensa e pediu para eu não machucá-la. Paula sentou em cima de mim e fui metendo o pau devagar, enquanto ela respirava lentamente. E fomos assim. Depois de alguns minutos o meu pau estava todo enfiado naquele cu fantástico, e Paula começou a fazer os movimentos subindo e descendo, até que gozou.
Ficamos naquela posição durante quase dez minutos, quietos e com o meu pau dentro do cu dela. Pedi então para ficar de quatro e comecei a meter e a tirar o pau inteiro, até que decidi foder o cu da minha cunhada de verdade, como se fosse uma buceta. Paula delirava de dor e prazer... Por fim inundei o cu da gostosa com muito o leite. Ela saiu de cima do meu pau e o chupou até ficar completamente limpo.
Nos olhamos atônitos e Paula pediu para eu não contar nada para minha esposa. Voltei para casa e minha mulher me perguntou o porquê eu havia demorado tanto. Respondi que depois de ir na casa da irmã dela tinha ido beber com uns amigos. É claro que ela acreditou, e tenho certeza de que nunca lhe passou pela cabeça que eu fodi sua irmã.