Autor: Pedro
7.7
Último dia, um trabalho enorme que era para ser feito em um grupo de 8 alunos ainda estava na metade quando bateu o desespero geral. Vai todo mundo para a biblioteca da faculdade, aquela puta zona, correria e discussões. Lá pelas dez da noite conseguimos finalmente concluir o estudo, só que faltava passar a limpo e a biblioteca estava para fechar.
Combinamos que o Marcão, a Valéria e eu iríamos virar a noite para passar a limpo o trabalho e os outros fariam a apresentação. Valéria era a garota mais assediada da turma. Sem dúvida a mais bonita e os cuecas de plantão viviam bajulando a menina. Era morena, bem queimada de sol, cabelos pretos ondulados, alta, corpo esguio, sempre vestida como uma patricinha.
Não fazia muito o meu tipo, talvez porque eu achava que os meus camaradas exageravam na bajulação, afinal ela era bonitinha, mas não era nenhuma deusa. Na realidade meu tipo é mais mulherão, tipo "potranca", gostosona. Mesmo assim a Valéria não era de se jogar fora, mas eu preferia manter a respeitosa distância a encher muito a bola dela.
Apesar de todas as tentativas dos coleguinhas, Valéria estava noiva, de casamento marcado e não dava mole para ninguém. Seu noivo, o Robertinho, marcava a moça que nem zagueiro de fazenda. Era o último ano de Valéria na faculdade, iriam se casar nas férias e ela já havia conseguido a transferência da matrícula para o Paraná, onde iriam morar.
Rumamos para minha casa, que estava vazia e tinha mais espaço para trabalhar. Marcão digitava o texto no computador, Valéria ditava e eu, sem ter o que fazer, fui preparar um lanche reforçado. Lá pela meia-noite, revezei com o Marcão no computador e falei para a Valéria ir para casa, pois já estava tarde e sua família podia ficar assustada.
Valéria insistiu em ficar até o fim e me repreendeu por ter uma atitude tão machista. Retruquei brincando que não era atitude machista, mas sim medo do Robertinho, seu noivo. Continuamos o trabalho e lá pelas três e meia da manhã terminamos o que seria a última tarefa antes das férias.
O Marcão, que é um tremendo maluco, abriu uma garrafa de champanhe vagabunda que eu nunca soube de onde ele tirou e começamos a fazer uma puta festa. Valéria ficou nos olhando da porta e começou a chorar copiosamente. Dizia que já estava com saudades da turma, da faculdade, da vida de solteira.
Acho que naquele momento caiu a ficha: em menos de um mês ela estaria casada, em outro estado, em outra escola, com outra turma. Valéria desculpou-se educadamente por atrapalhar a nossa alegria e trancou-se no banheiro. O Marcão, com a sutileza de um elefante falou: "Porra, meu, acho que ela está arrependida, mas também esse tal de Robertinho é um puta babaca.".
Encerrei o assunto comentando sobre a qualidade do espumante que estávamos tomando, quando ouvimos o barulho do chuveiro. Marcão comenta: "Mas que puta folgada, tá tomando banho na sua casa." E eu complemento: "Já pensou que agora ela está esfregando meu sabonete na boceta? Amanhã vou rifar o sabonete na faculdade".
E continuamos na brincadeira até que Valéria retornou à sala, descalça, enrolada na minha toalha do Garfield, com os cabelos presos em um coque sobre a cabeça e o corpo ainda parcialmente molhado. Sentou-se no sofá entre os dois marmanjos que estavam mudos. Pegou a garrafa de champanhe e tomou quase metade de um gole só, no gargalo. Cruzou as pernas e começou a encarar a mim e ao Marcão, enquanto o silêncio no ambiente era sufocante.
Após alguns minutos, que pareciam horas, o Marcão saiu com essa: "O Robertinho vai cobrir a gente de porrada...". Caímos os três na risada, pois a situação era absolutamente incômoda e ao mesmo tempo cômica. Valéria quebrou o gelo: "Ok, você dois foram os dois únicos caras que não deram em cima de mim, não tentaram me comer e sempre foram meus amigos, portanto decidi que minha despedida de solteira vai ser aqui e agora, vou dar para vocês dois".
Dizendo isso, levantou ainda com a garrafa na mão e foi até a estante escolher um CD para dançar. O Marcão é mesmo um cara tranqüilo, já estava de pé encoxando a Valéria e beijando o seu pescoço. Valéria desvencilhou-se do Marcão e subindo na mesa de centro começou a simular um strip-tease.
Tirando a toalha, revelou um corpo bonito, seios pequenos mas proeminentes, cintura fina mas uma bunda poderosa. O tesão no corpo da Valéria eram as marquinhas do biquíni, que emolduravam os bicos dos seios, a vulva e também as nádegas.
A dança que ela estava desenvolvendo era meio tosca, mas a visão do seu corpo queimado estava conseguindo me excitar, e muito. Levantei-me e comecei a dançar. Valéria derramou o resto da garrafa sobre seu corpo e pediu que eu chupasse seus seios. Como ela estava sobre a mesa, seus seios estavam bem na altura de minha boca e eu não tive dificuldade de mamar naquelas tetinhas.
Os bicos estavam duros como pedra e tinham o aroma da bebida. Seu seio era tão pequeno que eu conseguia colocá-lo inteiro dentro de minha boca e isso era muito gostoso. Valéria já estava bem excitada e guiava minha cabeça à sua vontade. Eu corria minhas mãos por todo o seu corpo ainda não acreditando na textura de sua pele, lisa como uma seda.
Desci beijando e lambendo desde os seios até o ventre, aproximando-me cada vez mais de suas pernas e do objetivo final que fica entre elas. Beijei sofregamente sua boceta e, ajoelhado no chão, comecei a chupá-la, primeiro lambendo os lábios externos, depois aprofundando cada vez mais até que a penetrava com a língua.
Valéria já estava molhada e pude beber de sua seiva, que naquele instante era a melhor bebida do mundo. Descendo da mesa, Valéria beijou-me vorazmente, revelando seu estado de excitação. O Marcão a essa altura já estava pelado, sentado no sofá, segurando a pica. Valéria interrompeu o amasso comigo e, pegando o Marcão pela pica, carregou-o até o centro da sala e começou a dançar.
Era uma cena patética: um cara pelado, com a pica dura, dançando de rosto coladinho. Já sem roupa fiquei admirando a cena sentado no sofá. Ao final da música, Valéria sentou-se novamente no sofá entre mim e o Marcão, mas segurando as duas picas. Eu bolinava seus seios e beijava seu pescoço, enquanto o Marcão estimulava seu clitóris.
Não demorou e Valéria teve seu primeiro orgasmo da noite. Ofegante, ainda com uma pica em cada mão, disse que iria dar primeiro para o Marcão, que era o mais afobado. Dizendo isso, colocou-se de quatro oferecendo aquela bunda maravilhosa para o meu colega, e caiu de boca na minha pica.
Em instantes entramos no ritmo, e Marcão estocava a boceta violentamente, enquanto Valéria tentava engolir a minha pica. Um novo orgasmo deixou-a mais, bem mais relaxada e travessa. Mudando de posição ela montou sobre a pica do Marcão e começou a cavalgá-lo. Explodindo de tesão, decidi comer o cuzinho da Valéria, tal como nos filminhos de sacanagem.
Com a pica bem molhada com sua saliva, coloquei-me sobre ela e apontei para seu lindo botão, que estava rosadinho. Ela tentou se desvencilhar, disse que não queria, que nunca tinha dado, mas foi vencida pelo tesão. Comecei esfregando minha pica em seu cuzinho, levemente. Depois, calmamente, fui introduzindo meu membro em seu corpo, em movimentos cadenciados com o ritmo da cavalgada, até que senti minhas bolas batendo na bunda dela.
Valéria gemia num misto de dor e prazer, sendo fudida pela boceta e pelo cuzinho. Com a respiração ofegante murmurava sofregamente obscenidades, enquanto gozava repetidamente. O Marcão ainda conseguia chupar os peitos da Valéria e eu mordia o seu cangote.
Ficamos metendo nesta posição até que cada um de nós gozou, quase ao mesmo tempo. Deitei-me no chão, exausto, com Valéria nos meus braços e adormecemos. Entre suas pernas estava o resto de sêmen de dois marmanjos. Marcão dormiu sobre o sofá.
Acordei com Valéria massageando a minha pica. Ela sorriu e disse baixinho que queria chupar meu pau. Começou lambendo a cabeça e aos poucos foi engolindo toda a pica, com movimentos cada vez mais fortes. Com uma das mãos massageava meu saco e com a outra apertava a pica.
Eu bolinava seus seios. Em poucos minutos ejaculei descontroladamente em sua boca e ela, lambendo as sobras, disse que queria mais. Virou-se para o Marcão e começou a chupar a sua pica, que naquele instante estava mole e flácida. Fui para a cozinha, para deixar os dois a sós e me recompor.
Minutos depois voltei para a sala e Marcão, já acordado, segurava a cabeça de Valéria que, de joelhos, chupava o caralho como uma louca e se masturbava ao mesmo tempo. Aquela cena me deixou novamente com tesão e, aproveitando a posição de Valéria, enfiei minha pica em sua boceta, sem aviso.
Ela aceitou com prazer e começou a rebolar aquela bunda, enquanto eu a estocava violentamente, segurando sua cintura e jogando meu corpo sobre o dela. Valéria parou de chupar o Marcão e começou a masturbá-lo, esfregando a cabeça da pica em seu rosto. Em instantes ele lançou muito esperma, que escorreu pela face e pelos seios.
Enquanto isso eu ainda bombava ardorosamente. Ela ainda gozou por duas vezes até que, ao sentir que o meu gozo era iminente, tirei o pau para fora e gozei em sua cara, esporrando-a mais ainda. Toda melada, ela ficou alguns instantes brincando com a porra enquanto conversava conosco.
Agradeceu o nosso carinho e tesão, disse que gostava muito de nós mas que nunca mais nos veríamos, ao menos enquanto estivesse casada com o Robertinho. Pediu que não contássemos para ninguém e confidenciou que aquele momento estaria guardado em sua memória para o resto da vida. Tomou um novo banho, pegou suas coisas e foi embora, deixando dois novos e saudosos admiradores...