Autor: Jairo
8.3
Marta (vou chamá-la assim) sempre conversava muito comigo sobre suas relações e seus desejos. O sonho dela era ter dois filhos, ser milionária e não mais trabalhar. Agora vou descrevê-la: 1.68 m de altura, peitos normais bem durinhos, uma cinturinha larga e um rabo muito grande.
Sempre fui um aluno exemplar. Tirava boas notas e brincava muito na aula. Só que em determinado tempo fiquei meio quieto e comecei a tirar notas baixas e Marta percebeu e veio conversar comigo. Enquanto ela tava na minha frente eu olhava em direção de sua carnuda boceta e imaginava coisas que sempre pensei quando batia umas punhetas pra ela.
Marta percebeu meu olhar e ficou meio sem jeito, mas marcou ainda comigo umas aulas de reforço. Eu ia nessas aulas mesmo só por consideração a professora que fazia com a maior boa vontade. Não pensava muito em sexo, pois eu deveria estar em depressão.
Minha professora resolveu mudar um pouco a aula e disse que cada questão que eu respondesse eu daria um beijo nela. Beijei muitos seus lábios carnudos e macios até que ficou um pouco enjoativo. Comecei a melhorar um pouco as notas, mas voltou a depressão.
Marcamos de novo aulas de reforço, só que dessa vez era eu e mais uma aluna do segundo ano que, por incrível que pareça, olhava mais pra mim do que pros seus cadernos. Ela usava uma mini-saia que não tampava nada e deixava sua minúscula calcinha aparecendo.
A aula enjoativa passava todo dia do mesmo jeito e eu lá calado, na minha, só prestando atenção. Minha professorinha propôs então um pacto comigo e a outra aluna que era a Marcia. Marta falou: “Marcia, como já percebi que você tá doidinha pelo nosso amiguinho, decidi fazer um teste com ele e, se ele acertar todas as questões, você fica nua na frente dele e ele se masturba ok?”.
Marcia logo aceitou e eu, como era muito esperto, consegui fazer todas as questões e ela ficou nua na minha frente. Quando ia começar a bater um punheta pra ela, minha professora se aproximou de mim e veio lamber meu cacete, que já naquela hora tava como uma rocha. Começava aí a suruba.
Com as mãos tirava sua blusa bem devagarinho e seus belos e grandes melões ficaram à minha disposição. Enquanto isso a Marcia se masturbava só olhando a cena. Eu já tava doido pra traçar as duas, então deitei minha professorinha no chão e comecei a tirar aquela calça apertada do corpo dela.
Então percebi que ela estava sem calcinha. Ela me contou que já planejava isso há tempo só que nunca conseguiu me animar. Seus pêlos à mostra formavam aquele triângulo pelo qual eu era apaixonado. Marcia já tava gozando quando pulou em cima da gente e começou a lamber meu saco enquanto eu enfiava meu pau na vagina da minha professorinha.
As duas me deixavam em tentação! Eu já tava quase gozando quando tirei meu pau pra fora e coloquei pra Marcia lambê-lo, enquanto minha professora por baixo da gente lambia a cratera vaginal de Macia.
Gozei naquela boquinha linda de Marcia. Fiquei agora só olhando enquanto as duas moças ficavam trocando carícias. Voltei a ficar excitado e resolvi agora comer um daqueles belos cus. O primeiro que veio na minha direção foi o da Marcia. Enfiei bem devagarinho. Ela era virgem e sentia muita dor. Minha professora ajudava a sua aluna a ficar em cima de mim.
Quando meu pau entrou todinho naquele orifício ela começou a cavalgar e gritar muito alto. A professorinha observava a cena e alisava-se como se estivesse sozinha ali. Meu pau socado naquele cuzinho inchava e tornava a transa mais dolorida. Até que gozei no cu dela.
Tava na hora da professorinha. Ela ficou de quatro e com as pernas bem abertas. Desejava meu grande pau naquele cuzinho. Tava uma vista linda! Me aproximei e sem piedade enfiei todinho de uma só vez. Até eu mesmo gritei de dor. O movimento de vai e vem se tornava mais rápido e forte.
A Marcia deve ter ficado com ciúmes e não quis ver mais a cena, saindo da sala. Estávamos agora só eu e minha professorinha, com meu pau socado naquele cu. Eu estancava o pau pra dentro do seu cuzinho com tanta força que, quando gozei, o meu pênis foi forçado pra fora saindo com a maior rapidez. Ela deu um gemido bem forte e gritou o mais alto possível.
Nos tornávamos, daquele momento em diante, verdadeiros amantes. Toda tarde eu tinha aulas de reforço e cada semana ela levava uma aluna diferente para nos divertirmos. Foi muito bom o primeiro ano. Estou agora no segundo ano e ainda continuo fazendo aulas de reforço, e que reforço. Em breve contarei meus outros casos...