Autor: César Augusto
8.4
Após 12 anos de casados e procurando buscar novas alternativas para incrementar nosso relacionamento sexual, comecei fantasiar em vê-la sendo possuída por outro homem na minha frente. Por muitas vezes a havia fotografado nua em todas as posições e em todas as dependências do nosso apartamento, ocasião em que fazíamos sexo alucinante, em virtude do tesão que as fotos nos proporcionava.
Só que isso já não me bastava e eu queria experimentar algo diferente. O difícil seria convencê-la a colocar outro macho em nossa cama. Com muito jeito e tato comecei a mostrar essa minha intenção. A princípio ela ficou indignada, pois não podia imaginar que eu tivesse esse tipo de tara. Argumentei que era só uma fantasia sem maiores conseqüências, mesmo porque estava propondo que ela fizesse sexo com outro homem, sem nenhum tipo de envolvimento emocional ou financeiro.
Depois desse dia, ela ficou quase duas semanas sem falar comigo. Não voltei mais ao assunto e, passado aproximadamente três meses, numa noite em que estávamos trepando e após gozarmos, ela se vira para mim e diz: - César, desde o dia que você me fez aquele convite para participar de um ménage, ele não me sai da cabeça. Tenho pensado muito em te satisfazer e torná-lo realidade. Você aguçou minha curiosidade.
Dei-lhe um beijo de satisfação e tesão, que meu pau endureceu de imediato, voltando a meter outra vez, nesta com muito mais intensidade. Antes de dormir ela voltou ao assunto e disse que realizaria minha fantasia, porém iria impor algumas condições: A primeira era a de que esse homem não poderia ser do nosso círculo de amizade ou conhecido, queria sigilo total. Condição prontamente aceita.
Outra exigência era de que somente iria para cama com outro macho se houvesse muita afinidade, e após conhecê-lo muito bem. Para tanto deveríamos marcar encontros em barzinhos e restaurantes, estes de preferência dançante, pois nada melhor do que dançar para se iniciar uma aproximação íntima. Concordei também e aí ela perguntou onde e como poderíamos conhecer essa pessoa.
Sugeri que nos associássemos a um site de paquera e namoro, onde buscaríamos um parceiro e ela consentiu. Ficamos teclando com vários homens durante dois meses, trocando fotos e emails e, com exceção de um, não encontramos ninguém com a afinidade que desejávamos. Era um jovem de 27 anos, (onze a menos do que ela) muito educado, culto e, apesar de sua pouca idade, nos pareceu uma moço decidido, desembaraçado e com alguma experiência.
Numa sexta-feira, após havermos teclado com ele por mais de uma hora, resolvemos conhecê-lo pessoalmente. Marcamos encontro num bar de um restaurante e, para identificação, demos a ele nossas descrições fisícas e a roupa que vestíamos. Com ele não haveria problema, pois como iria de motocicleta, estaria de blusão de couro e capacete.
Chegamos primeiro e enquanto saboreávamos nosso primeiro drink ele chegou. Seu nome é Rodolfo, um jovem bem apessoado, corpo atlético moldado pela ginástica, estatura baixa 1,60 de altura (minha mulher mede 1,70). Fizemos as apresentações e passamos a tomar uns whiskys para descontração, pois estávamos tensos.
Falei que eu e minha mulher éramos inexperientes, que essa fantasia era minha, que ela havia relutado muito em aceitar, e claro, que só poderia haver alguma coisa entre os dois, após maior conhecimento e muita afinidade. Ele aceitou minhas ponderações, e após o 3º copo, já descontraídos iniciamos a falar do tema que propriamente no levara até ali: sexo. Rodolfo nos contou suas experiências adquiridas através de namoradas, algumas bem mais velhas do que ele, e que relacionamento com casal tivera somente um, que foi ótimo.
Sem citar nomes contou essa experiência com riqueza de detalhes, o que provocou um certo "frisson" e excitação em minha mulher. Mais uma rodada de bebida e Roberta estava descontraída. Aproveitei para mostrar a Rodolfo algumas fotos desinibidas dela. Ele elogiou sua beleza e seu corpo, onde notei em seu rosto um certo rubor, o que é próprio dos homens quando estão excitados.
Pedi licença para ir ao toalete e no caminho fui pensando que talvez Roberta não se afinaria com ele devido à sua estatura, pois ela sempre disse que gostava de homens altos. Propositadamente demorei para retornar, e ao chegar a mesa, qual não foi minha surpresa ao vê-lo (com o consentimento dela) enfiar uma das mãos dentro de sua blusa de Roberta, tocando seus seios e, com a outra, massageando suas pernas, chegando mesmo a tocar em seus grelinho.
Assim que cheguei ele parou com as massagens e continuamos a conversar, conversa que se tornava mais apimentada. Fomos para o restaurante jantar, mas antes ele se dirigiu ao banheiro, ocasião em que perguntei à Roberta o que tinha achado de Rodolfo, e se sua estatura poderia atrapalhar um futuro relacionamento. Ela respondeu que não, que havia gostado dele e que sua estatura era irrelevante e já mais descontraída brincou: Na horizontal todos somos do mesmo tamanho.
Durante o jantar ele perguntou se gostaríamos de ir para algum lugar depois. Roberta disse que não, mesmo porque estava bastante cansada. Após o jantar, no estacionamento, enquanto aguardava a chegada de meu carro e ele de sua moto, ele nos convidou para tomarmos uma "saideira" em um bar que dizia conhecer e que ficava perto do restaurante. Eu percebi qual era sua intenção.
Ele insistiu no convite e, como o citado bar se encontrava próximo, aceitamos. Como estava de moto, deixou-a aos cuidados do manobrista e entrou no banco traseiro o carro. Tão logo dei a partida ele pediu novamente para ver as fotos, e por trás começou a fazer comparações das fotos com a modelo que estava em sua frente. Começou a tocar lhe o pescoço, as orelhas e quis conferir as fotos com seus seios, tocando-os propositadamente. Roberta olhava para mim pedindo cumplicidade e eu, num gesto afirmativo com a cabeça, mandei-a ir em frente.
Ele começou a acariciar seus lábios e orelhas, beijando-os delicadamente e em seguida passou a beijar sua boca com volúpia. Como ele estava em posição desconfortável, abaixou o banco em que Roberta estava, colocando-o em posição horizontal, o que lhe proporcionava dessa maneira mais comodidade para beijar e abocanhar seus seios.
Num gesto ousado, desafivelou o cinto de segurança do banco de Roberta, que a esta altura estava deitada, puxou-a para o banco traseiro a seu lado e iniciou uma sessão de beijos e chupadas, deixando-a totalmente a mercê. Eu, enquanto dirigia, olhava pelo retrovisor e via o que estava passando ali atrás, o que me agradava muito, pois não havia nada melhor para um homem do que ver sua mulher ser cortejada, acariciada, beijada, chupada e fodida por outro homem.
À essa altura dos acontecimentos ninguém queria mais saber de nenhum bar e sim de um motel para terminar a noite. Sugeri e ambos aceitaram ir para um motel. Antes de entrar, Rodolfo passou para o porta malas do carro, para não ter problemas na recepção. Assim que chegamos ao apartamento e antes mesmo de pedir qualquer bebida, Rodolfo, em pé, começou a beija-la novamente, abocanhando seus seios com tesão.
Em pouco tempo já a tinha despido e levado à cama, onde continuou a beijar todo o corpo de Roberta. Com ambas as mãos, separou os pelos da gruta de Roberta, deu-lhe alguns tapinhas carinhosos na bocetinha e começou a chupa-la. Sugava sua boceta com tamanha maestria, que Roberta virava os olhos, gemia e se contorcia de tesão, enquanto ele incansável, passava a língua ao redor do seu grelo, introduzindo dois dedos na racha em busca do ponto G, o que conseguiu encontrar com extrema facilidade.
Assim que foi tocada no ponto G, Roberta começou a gemer e gritar de satisfação e, não agüentando mais, pediu para que ele lhe enterrasse o pau e a fodesse, pedido que ele obedeceu, após eu fornecer uma camisinha. Seu cacete era grande e grosso, bem maior que o meu, que ela estava acostumada a levar; deveria ter uns 20x8. A principio ela sentiu a diferença de tamanho, mas devido à delicadeza e o cuidado com que ele metia, e por ela estar encharcada, em poucos minutos Roberta já havia acolhido o caralho dele por inteiro.
Após ficar bombando por aproximadamente 20 minutos na posição papai-e-mamae e ela ter gozado por três vezes, Rodolfo mandou que ela mudasse de posição, que ficasse por cima. Ele deitou de costas, e com o cacete em riste esperou Roberta se acomodar em seu pau, a qual começou a cavalgá-lo num sobe e desce alucinante. Em seguida pediu para ela ficar de 4, o que ela se posicionou com prazer, porque essa é uma de suas posições preferidas para meter.
Tão logo teve o cacete introduzido em sua boceta, Roberta pediu que ele aumentasse a velocidade da penetração, e ele no vigor de seus 27 anos, começou a fodê-la tão forte e com tamanha intensidade que Roberta teve uma série de orgasmos múltiplos, entre gemidos me olhava e perguntava: É isso que meu corninho queria ver? Está contente em ver sua mulher ser fodida e gozar num caralho de outro macho? Respondi que sim, dizendo que o prazer que ela havia me proporcionado, era inenarrável.
Após terem descansado por aproximadamente uma hora, Roberta começou a acariciar-lhe e como ele ainda não havia gozado, seu pau ficou duro imediatamente. Ela começou a chupá-lo com tanta intensidade, que Rodolfo se contorcia e pedia para que ela parasse, pois do contrário iria gozar. Ela não parou, como também intensificou a chupação, reiniciando por suas pernas, virilhas, saco e finalmente seu caralho, ao qual deu um trato especial. Rodolfo não agüentando, esporrou em sua boca, rosto, lábios e seios.
Após um descanso de aproximadamente uma hora, os dois resolveram tomar um banho de imersão. Roberta começou a ensaboá-lo, e ao chegar no pau, iniciou nova série de chupadas. A pressão da água batendo em sua bocetinha, fez seu tesão aflorar novamente. Pediu então a ele que a fodesse novamente na banheira, e ele não se fazendo de rogado meteu forte, arrancando novo orgasmos.
Após um merecido repouso voltaram para a cama, onde continuaram a meter em todas as posições possíveis e imagináveis, por mais 50 minutos, onde gozaram simultaneamente e exaustos, caíram cada um para seu lado na cama. Eu me surpreendi e fiquei orgulhoso dela, pois ainda não conhecia a verdadeira fêmea que tenho em casa. Daquele dia em diante nosso relacionamento sexual melhorou de tal maneira que fazemos sexo quase diariamente.
Aconselho outros maridos que nunca fizeram ménage masculino, que não percam tempo e induzam sua mulheres para essa prática, porque a sensação que se sente é maravilhosa, inebriante, indescritível e melhora 1000 POR CENTO a vida sexual do casal. Eram quase 6 horas da manhã quando nos despedimos e voltamos para casa. Estava tão excitado que parti para cima de minha mulher, pois não agüentava mais de tesão.
Ela, porém, pediu minha compreensão, pois havia fodido por mais de 5 horas e sua bocetinha estava ardendo. Ela não tinha condições físicas no momento. Compreendi e somente na noite seguinte consegui dar uma fenomenal trepada, relembrando tudo o que tinha ocorrido na noite anterior, onde como corno recém iniciado, dei uma das melhores gozadas de minha vida.
Após essa noite, saímos com Rodolfo por mais duas vezes, ambas tão satisfatórias como a primeira vez, as quais contarei em outra oportunidade. Para uma mulher que não admitia a hipótese de ménage, o seu rendimento foi fenomenal, vocês não acham? Alguém gostaria de ser o segundo?