Autor: Ricardo
9.5
Ela esfregava tanto os seios em mim que eu ficava de pau duro na hora, e quando levantava da cadeira no final da consulta via aquele olhar de menina pidona – aliás, ela tem uma boca que é o maior tesão. Certo vez eu estava com horário marcado na parte da tarde, mas a doutora ligou remarcando para às 18:30h. Eu tinha acabado de sair do serviço e fui direto para o consultório. Cheguei lá e a secretária me pediu para esperar um pouco. Às 19h ela foi embora e disse que em breve eu seria atendido.
Não demorou muito e o paciente saiu da sala da dentista. Logo que entrei a doutora me pediu para ajudá-la a fechar o consultório, pois já estava tarde e ela tinha muito medo de assalto. Assim fizemos, trancamos todas as portas, fomos para a sala e ao me deitar na cadeira veio uma sensação de tesão misturada com medo. Meu pau foi ficando tão duro que já não conseguia me controlar. Ela notou e disfarçadamente falou para eu parar de mexer, pois alguma coisa poderia sair errada.
Quando terminamos o tratamento ela me mandou ficar ali sentado um pouco até a massa endurecer, enquanto lavava as ferramentas de trabalho. A doutora estava sem a proteção dos cabelos, sem a máscara e os óculos, bem de costas para mim. Fiquei observando aquele traseiro fantástico e não resisti ao perceber que ela estava bem concentrada na limpeza do material. Tirei o pau para fora e comecei a me masturbar sem que ela me visse.
Nunca tinha sentido aquilo antes, e quando estava no auge da masturbação o telefone tocou e ela olhou repentinamente para trás, sem me dar tempo de esconder a pica na calça. Ela me olhou com cara de espanto e atendeu o telefone sem falar uma só palavra. Era o namorado perguntando se já podia pegá-la. A doutora prontamente respondeu que iria demorar mais uns 40 minutos pois um dente havia dado problema. Ao ouvir isso fiquei mais calmo e relaxado, pois estava certo de que ela tinha aprovado a minha atitude.
Enquanto minha dentista ainda falava ao telefone eu me levantei e cheguei por trás dela. Comecei a esfregar o pau naquela bunda enquanto passava a mão nos seios. Ela estava com uma mão no telefone e a outra me masturbando. Ao sentir que eu já estava louco de tesão, ela se sentou e começou a me chupar, enquanto continuava ao telefone. Nisso arranquei sua blusa e a deixei só de calcinha e sandália alta. A doutora me chupou com tanta vontade que não consegui resistir e enchi sua boca de porra. A gata ainda me surpreendeu e engoliu tudo sem desperdiçar uma gota sequer.
Mesmo tendo gozado ela continuou chupando o meu pau e desligou e telefone, então olhou para mim e disse que nunca havia tido uma experiência como essa, que era uma de suas fantasias. Aquilo me encheu de tesão e meu pau tomou força novamente. A dentista virou de costas para mim e me deixou chupá-la todinha, passando a língua naqueles peitinhos que cabiam direitinho na minha boca. Ela gemia e falava: - Vai, faz o que meu noivo não fez!
Na excitação rasguei sua calcinha e fui lambendo todo aquele corpo delicioso. Finalmente cheguei na boceta, que estava toda melada de tesão. Senti o gosto de sexo na boca enquanto ela me implorava para enfiar o cacete com força. Antes que pedisse pela segunda vez, meti o pau naquela boceta até o talo. Foi fundo de verdade. Ela não agüentou e gozou com tanta vontade que começou a gritar, enquanto gemia: - Me come bem gostoso, seu taradão!
Vendo aquela cena eu também não resisti e comecei a passar a ponta dos dedos no cuzinho, mas ela disse que nunca tinha dado o rabinho antes. Em troca a doutora explicou que eu poderia gozar de novo na carinha dela, pois a minha porra tinha um gosto diferente, meio docinha. E assim o fiz. Gozei com louco enchendo aquela boca de porra. Escorreu leite pelo queixo e um pouco pelos cabelos. Ela ficou com carinha de puta de verdade.
Quando nos demos conta já estava na hora, então ela então se vestiu rapidamente, colocou o avental e me sentou na cadeira. Passados uns cinco minutos o noivo apareceu. A doutora explicou que já estava quase terminando, só faltava uma radiografia de dente. Quando o cara saiu da sala ela me deu um beijo e falou: - Depois volte aqui para pegar a sua reserva. Abrimos a porta e ela deu um beijo de língua no noivo, daqueles que até eu fiquei com vergonha. O rapaz olhou feio para ela e disse: - Aqui não é lugar para isso. Vamos embora.