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Transando com a minha dentista
Autor: Ricardo
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9.5

Essa história aconteceu em agosto de 2003. Meu nome é Ricardo, tenho 1,66m de altura, sou moreno, olhos castanhos claros, cabelos curtos e tenho um dote de 20cm. Sempre que precisava ir à dentista, ficava imaginando como seria o corpo dela nu e minha mente fantasiava cada posição, cada foda... Ela é morena clara de olhos castanhos, seios pequenos, bunda grande e mais ou menos 1,55m altura. Quando a doutora ia fazer alguma coisa na minha boca ficava bem encostada em mim, parecendo que estava me dando bola.

Ela esfregava tanto os seios em mim que eu ficava de pau duro na hora, e quando levantava da cadeira no final da consulta via aquele olhar de menina pidona – aliás, ela tem uma boca que é o maior tesão. Certo vez eu estava com horário marcado na parte da tarde, mas a doutora ligou remarcando para às 18:30h. Eu tinha acabado de sair do serviço e fui direto para o consultório. Cheguei lá e a secretária me pediu para esperar um pouco. Às 19h ela foi embora e disse que em breve eu seria atendido.

Não demorou muito e o paciente saiu da sala da dentista. Logo que entrei a doutora me pediu para ajudá-la a fechar o consultório, pois já estava tarde e ela tinha muito medo de assalto. Assim fizemos, trancamos todas as portas, fomos para a sala e ao me deitar na cadeira veio uma sensação de tesão misturada com medo. Meu pau foi ficando tão duro que já não conseguia me controlar. Ela notou e disfarçadamente falou para eu parar de mexer, pois alguma coisa poderia sair errada.

Quando terminamos o tratamento ela me mandou ficar ali sentado um pouco até a massa endurecer, enquanto lavava as ferramentas de trabalho. A doutora estava sem a proteção dos cabelos, sem a máscara e os óculos, bem de costas para mim. Fiquei observando aquele traseiro fantástico e não resisti ao perceber que ela estava bem concentrada na limpeza do material. Tirei o pau para fora e comecei a me masturbar sem que ela me visse.

Nunca tinha sentido aquilo antes, e quando estava no auge da masturbação o telefone tocou e ela olhou repentinamente para trás, sem me dar tempo de esconder a pica na calça. Ela me olhou com cara de espanto e atendeu o telefone sem falar uma só palavra. Era o namorado perguntando se já podia pegá-la. A doutora prontamente respondeu que iria demorar mais uns 40 minutos pois um dente havia dado problema. Ao ouvir isso fiquei mais calmo e relaxado, pois estava certo de que ela tinha aprovado a minha atitude.

Enquanto minha dentista ainda falava ao telefone eu me levantei e cheguei por trás dela. Comecei a esfregar o pau naquela bunda enquanto passava a mão nos seios. Ela estava com uma mão no telefone e a outra me masturbando. Ao sentir que eu já estava louco de tesão, ela se sentou e começou a me chupar, enquanto continuava ao telefone. Nisso arranquei sua blusa e a deixei só de calcinha e sandália alta. A doutora me chupou com tanta vontade que não consegui resistir e enchi sua boca de porra. A gata ainda me surpreendeu e engoliu tudo sem desperdiçar uma gota sequer.

Mesmo tendo gozado ela continuou chupando o meu pau e desligou e telefone, então olhou para mim e disse que nunca havia tido uma experiência como essa, que era uma de suas fantasias. Aquilo me encheu de tesão e meu pau tomou força novamente. A dentista virou de costas para mim e me deixou chupá-la todinha, passando a língua naqueles peitinhos que cabiam direitinho na minha boca. Ela gemia e falava: - Vai, faz o que meu noivo não fez!

Na excitação rasguei sua calcinha e fui lambendo todo aquele corpo delicioso. Finalmente cheguei na boceta, que estava toda melada de tesão. Senti o gosto de sexo na boca enquanto ela me implorava para enfiar o cacete com força. Antes que pedisse pela segunda vez, meti o pau naquela boceta até o talo. Foi fundo de verdade. Ela não agüentou e gozou com tanta vontade que começou a gritar, enquanto gemia: - Me come bem gostoso, seu taradão!

Vendo aquela cena eu também não resisti e comecei a passar a ponta dos dedos no cuzinho, mas ela disse que nunca tinha dado o rabinho antes. Em troca a doutora explicou que eu poderia gozar de novo na carinha dela, pois a minha porra tinha um gosto diferente, meio docinha. E assim o fiz. Gozei com louco enchendo aquela boca de porra. Escorreu leite pelo queixo e um pouco pelos cabelos. Ela ficou com carinha de puta de verdade.

Quando nos demos conta já estava na hora, então ela então se vestiu rapidamente, colocou o avental e me sentou na cadeira. Passados uns cinco minutos o noivo apareceu. A doutora explicou que já estava quase terminando, só faltava uma radiografia de dente. Quando o cara saiu da sala ela me deu um beijo e falou: - Depois volte aqui para pegar a sua reserva. Abrimos a porta e ela deu um beijo de língua no noivo, daqueles que até eu fiquei com vergonha. O rapaz olhou feio para ela e disse: - Aqui não é lugar para isso. Vamos embora.

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