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Sou bem casada mas pisei na bola outra vez
Autor: Sandra
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9.4

Continuando o conto anterior... Ao chegar em casa, meu marido veio me receber como sempre, dando-me um beijo, passando a mão na minha bunda e me chamando de gostosa. Mas desta vez, quando ele me beijou, olhou nos meus olhos e perguntou “Tá tudo bem com você?”, respondi que sim. Ele “Onde você estava?”, disse que estava na loja, já começando a ficar nervosa e apreensiva, porque sabia que tinha cometido um erro e não costumo mentir ou trair meu amado, foi a primeira e última vez, assim espero.

Pedi licença e fui direto ao banheiro, estava arrasada achando que meu marido estava desconfiado ou sabia de algo. Tomei banho e quando passei sabonete no meu cuzinho estava assado, ardeu de tanto ser fudido pela pica do meu patrão, aquele animal. Saí do banho toda cheirosa, coloquei uma roupa bem leve e fui para sala. Sentei ao lado do meu marido, dei-lhe um abraço e um beijo, então ele falou “Agora sim é minha Sandrinha.”, perguntei por que ele estava falando isso e ele, muito sério e me olhando, “quando você chegou, ao te beijar sentir um hálito bem diferente...se não confiasse tanto em você diria que era cheiro de sexo”.

Fiquei apavorada e lembrei que o filho da puta gozou na minha boca. Abracei meu marido com força, disse “poxa amor, que coisa feia que você disse agora, eu te amo e sexo você vai me dar sempre” e deitei no colo dele me espalhando no sofá. Minha cabeça sentiu algo duro – era a pica de meu marido, quando eu faço um carinho nele, logo fica de pau duro. Fiquei com tesão na hora e peguei no pau dele, botei pra fora do short e paguei um delicioso boquete, ele levantou, me pegou no colo e me deitou no tapete da sala, me dando um delicioso beijo e metendo a pica na minha buceta com muito tesão.

Bombou até eu gozar, depois me virou de bruços e disse “agora vou gozar no seu cuzinho”, quando apontou a cabeça da pica eu senti arder como pimenta, então eu falei “aiiiii amor doeu”, ele com muito carinho disse “se não quiser tudo bem amor”, mas não podia negar pra meu dono. Lembrei do meu patrão dizendo que eu podia foder com meu marido só na buceta porque o cu era só dele e logo empinei a bunda para trás e falei “meu amor, meu homem, meu dono, come esse cuzinho que é seu”.

Ele veio como um cavalo no cio e meteu, com carinho mas de uma vez só, senti uma dor louca mas agüentei quieta, sem reclamar. Meu marido gemia “minha putinha amada, toma a pica do seu macho, sente esse pau no cuzinho e goza com seu marido, vem putinha”. Eu já estava com um tesão louco, rebolei na pica do meu dono e gozei, ou melhor, gozamos juntos e foi como sempre delicioso. Deitamos ali mesmo e pegamos no sono.

No dia seguinte, fui trabalhar normalmente, mas com muita vergonha. Como iria olhar na cara do meu patrão, que sempre fora meu amigo e do meu marido e me fodeu daquele jeito, sem ao menos dar uma cantada ou ouvir uma recusa. Mas não foi logo metendo e esculachando, comeu meu cu, gozou na minha boca, fodeu minha boceta. Ai que vergonha! Mas fui assim mesmo, afinal tenho que arcar com meu erro.

Trabalhei normalmente e ele só me cumprimentou, fui na sala dele várias vezes durante o expediente como sempre e ele não tocou no assunto, parecia que nada havia acontecido. No fim do expediente, ele avisou “hoje quero fechar a comissão dos vendedores e preciso de você”, falei que tudo bem, só ligaria para avisar meu marido que chegaria mais tarde. Ele replicou “não precisa, quando fui ao centro o encontrei e convidei para vir tomar uma cerveja comigo depois do expediente, ele concordou”.

Como era de costume isso acontecer, achei normal. Quando todos foram embora, ele me chamou pelo interfone e mandou pedir ao vigia que avisasse quando meu marido chegasse. Assim o fiz e fui para sala dele, bati na porta como costume e entrei, ele elogiou meu vestido e comentou “adoro mulher de vestido e esse ficou muito bem em você, deixou seu corpo modelado, chego a me arrepiar”. Falei “não vai começar, né?”.

Ele pediu a pasta de comissão que esta na gaveta do arquivo e lembrei o dia anterior. Fiquei excitada e com medo. Quando me agachei, olhei para trás e vi o filho da puta só de camisa com a pica dura em minha direção, ele estava o tempo todo nu, mas como estava sentado não deu para ver. Fiquei parada olhando aquele pau e fiquei toda molhada, na situação mais constrangedora e excitante.

Ele disse “calma, minha putinha, você sabe que dia é hoje?”, fiquei em silêncio e ele continuou “é dia 21, só fechamos a comissão dia 26. Você caiu nessa ou quis cair?”. Quando abri a boca para falar, ele meteu a pica e disse “agora chupa seu macho”. Obedeci, sem saber porque fazia aquilo, não sentia tesão por ele, mas quando ele queria me foder eu não resistia. Paguei um boquete, mas ele não gozou, me levantou e colocou de quatro igual o dia anterior, com a cara apoiada na mesa de trabalho e o rabo para cima e disse “hoje vou passar esse creme para aliviar a dor”.

Lambuzou meu cuzinho, passou a mão na minha xereca, que estava encharcada, pegou o que pode de minha seiva, passou no pau dele e meteu. “Se quiser pode gritar, mas vai tomar muita pica nesse cu hoje” e começou um vai e vem que fez passar a dor e veio o tesão, me deixando fora de mim. “Vai meu macho, me arromba esse cu que agora é só teu, come vai, mete...ta delicioso...mete...esporra no meu cu, quero sentir esse leite quente no rabo...”. Ele disse “ainda não, goza você”.

Nisso, o telefone tocou e ele disse “atende, deve ser seu marido, menti para você porque queria que ele ligasse, pra você falar com ele e eu gozar no seu cuzinho”. Aquilo me deixou louca de desejo, atendi e era meu marido “alô meu amor, estou terminando de arrumar a mesa e já vou”, eu falava e gozava. Meu patrão gozava como um cavalo, eram jatos de porra no meu rabo e foi a gozada mais gostosa que já senti, com o pau todo enterrado no meu cu e falando com meu amado marido.

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