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O entregador de gás e a loirona
Autor: Alberto
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9.6

O caso que vou relatar aconteceu comigo há cerca de dois anos atrás. Meu nome é Alberto, tenho 30 anos, sou moreno, 1,78 m, na época eu era proprietário de uma pequena empresa de entregas de gás. Como a empresa era pequena, eu mesmo fazia o treinamento dos novos motoristas/entregadores de gás, que realizavam entregas em pequenos carros.

Eu estava treinando um novo funcionário para as entregas e dirigia o carro em baixa velocidade, tocando a famosa musiquinha do gás. Ao ingressar em uma rua daqui do bairro, percebi uma linda mulher lavando o seu carro na calçada (era loira, alta, cerca de 1,80m, usando um belo short e um top). Como bom apreciador de mulheres, diminuí ainda mais a velocidade, fingindo estar procurando um número, obviamente para poder apreciar aquela beldade por mais tempo.

Quando passei com o carro ao lado da loira, por incrível que possa parecer, fui retribuído com o olhar dela, que me deixou alucinado. Nesse mesmo instante, parei o veículo, marquei o número do meu celular no cartão da empresa e pedi para o rapaz que eu estava treinando entregar para a moça.

Nesse mesmo dia, no finalzinho da tarde, a tão esperada ligação veio, era ela, a loira, ou melhor, a Carla, que quando eu atendi o telefone, as primeiras palavras que me disse foram: "eu não devia ter te ligado...", e eu disse “mas por quê?”, ela respondeu que era pelo fato de ser casada, o que obviamente não foi óbice para o começo de um lindo caso extra-conjugal.

Uma semana após a primeira ligação, durante a qual trocamos várias outras ligações com conversas calorosas e apimentadas, marcamos o primeiro encontro. Com a mesma conhecida e velha história de que teríamos de ir para um motel, pois ela era casada, mas que nada aconteceria caso ela não quisesse. Eu a levei a um motel na imigrantes.

Ela estava tremendo e as suas mão estavam geladas, disse-me que pelo fato de nunca ter feito isso com o marido, e também por estar com um estranho, no primeiro encontro, já dentro de um motel. Ela estava deslumbrante, com aquela roupa/lingerie preta, e com uma calça justíssima (preta), que modelavam bem o seu corpão de 1,80 metros.

Ao entrar na suíte, eu que não sou bobo nem nada, mandei-lhe um beijão na boca, muito demorado, que já deixou o meu mastro esperto. Aproveitei para sentir o calor do corpão da Carla, que retribuiu à contento.

Em seguida, fui tirando a minha roupa, sob o argumento de não amassar, uma vez que tinha que voltar do motel direto para a empresa, e sugeri que ela fizesse o mesmo, no que fui atendido imediatamente (ela tirou a calça, ficando apenas com o maiô de lingerie), incrível, parecia que já nos conhecíamos há um tempão, tamanho o entrosamento que demonstramos até então.

Ao ver aquela maravilha de mulher, loira, linda, olhos verdes, cheirosa, na minha frente, não pude resistir, comecei a lamber o corpo inteiro dela, começando pelos pés, indo até a nuca, e retornando depois. A seguir, pedi para que ela virasse de frente, e repeti o banho de língua dos pés até o queixo, retornando novamente. Enquanto isso, as minhas mãos bobas massageavam os seios (e que seios enormes e duros), passando pela xoxotinha, que com uma leve puxadinha de lado na lingerie, pude sentir estar totalmente melada.

A minha nova amante se contorcia, gemendo de prazer, quando eu carinhosamente fui retirando a lingerie, podendo visualizar o corpo mais perfeito que já tinha experimentado até então. Coloquei-me na posição 69, de lado, enfiei-lhe a língua na bucetinha raspada e apertadinha, e a Carla retribuiu com um boquete maravilhoso, lambendo e enfiando as milha bolas inteirinhas dentro da sua boquinha linda.

O sexo oral durou cerca de uns 15 minutos e parecia que éramos velhos amantes na cama. Após ela gozar duas vezes, segundo relatos da Carla, resolvemos partir para o vamos ver. Nessa altura eu já estava para explodir, a gostosa ficou meio sentada com as pernas abertas, deixando a mostra a bocetinha raspadinha, já um tanto avermelhada de tanto ser chupada, com um instinto animal, puxei-a para perto de mim, encostei a cabeça do pau nela e numa estocada só enfiei-lhe a pica....foi indescritível...

Enquanto eu enfiava a piroca, sem dó, na xoxota dela, com o próprio líquido que saía, eu lubrificava o meu dedo, fazendo movimentos circulares no cuzinho apertado da gata. A Carla gemia e urrava, dizendo para arrombá-la, pois o marido dela já não atendia ao seu fogo, não agüentei muito tempo, mas o suficiente para a gata gozar mais duas vezes. Eu explodi dentro da gata, parece que não parava mais de sair leite.

Ah, um detalhe, enquanto eu comia a xota, passava o dedo no cuzinho da Carla, eu disse que iria comê-lo, e a gata me disse “quem foi que falou que eu vou te dar?”, e eu lhe respondi “eu confio no meu taco.”. Ela disse que nunca tinha dado, nem para o marido...

Tomamos um banho, voltamos para a cama e pedi carinhosamente para a Carla ficar de bruços, o que foi obedecido (percebi ela estava a fim de experimentar de tudo naquele dia). Carinhosamente puxei-a para a beira da cama, deixando o tronco da gata sobre a cama, e os pernões no chão, ficando de quatro, com aquele bundão na minha frente, caí de língua nele, abrindo as duas faces do traseiro dela, deixando o cuzinho à mostra e introduzindo a língua lá dentro...

Depois de lubrificar bem com o banho de língua, a gata, que já se preparava para levar um pau no cuzinho e mordia o travesseiro, para não urrar muito alto. Então, como eu tinha esquecido o KY, dei uma boas cusparadas no meu pau, encostei na portinha do rabinho da Carla, que pediu para eu ser carinhoso nesse momento. Foi difícil de passar a cabeça, pois realmente aquele rabinho nunca tinha levado pica.

Eu encostava o pau, e ele escorregava, saindo do curso que deveria trilhar, tentei umas dez vezes, até que consegui me encaixar dentro do canal do cuzinho daquela linda e cheirosa mulher, que gritava e me pedia para arrombá-la, o que não obedeci, pelo menos de pronto, pois não queria machucá-la.

Ao contrário, eu variava estocadas mais lentas, introduzindo o meu pau até o final naquele cuzinho maravilhoso, entre movimentos mais rápidos, que nos deixavam alucinados, tudo isso, misturado com o cheiro de sexo que levantou no ambiente, me proporcionou o mais prazeroso gozo dentro de um cuzinho que eu já tive.

Quando enchi aquele traseiro de porra, eu que sou aficionado por fotos do gênero, pedi para a Carla para fotografar o leite que saía do seu ânus, o que também foi permitido. Nos lavamos e fomos embora, repetimos a dose pelo menos uma vez por semana. A Carla viciou em dar o rabinho, disse que já consentiu até para o marido dela, viram como eu colaborei positivamente para a vida sexual do casal?

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