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O desconhecido do ônibus
Autor: Jackeline
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8.1

Bom, vou começar dizendo a vocês como eu sou. Sou loira com o cabelo lisinho até os ombros, sou fofinha, tenho 68 quilos, sou pequenina tenho 1,60m de altura, sou branquinha e tenho olhos verdes. Não sou aquele tipo de mulher maravilhosa, mas chamo muito atenção porque mesmo gordinha gosto de andar muito sexy e coloco roupas bem provocantes, sou muito vaidosa e adoro seduzir.

Sou casada, mas tenho muita tara. Sou uma mulher insaciável e adoro ter homens aos meu pés, na cama faço de tudo somente pra deixá-los loucos e nessa aventura não é diferente.

Eu estava dentro de um ônibus indo para o centro da cidade e quando chegou na metade do caminho, o ônibus parou para pegar passageiros. Eu estava sentada do lado da janela e como tinha muita gente subindo me deparei com um homem negro, o que me atrai muito, ele era forte e alto, com 1,80m de altura, muito lindo e gostoso. Ele também ficou me olhando e nós não parávamos de nos olhar enquanto aquele povão subia, e assim no impulso dei um sorriso pra ele, que rapidamente percebeu minha intenção e subiu no ônibus apressado, passando na frente de outras pessoas. Ele sentou do meu lado e pude vê-lo mais de perto e sentir seu cheiro, que era delicioso. Meu coração parecia que ia sair pela boca, mas eu me controlei.

Quando todos subiram e o ônibus saiu dali, ele chegou mais perto de mim e disse: “cadê aquele sorriso lindo?”. Aí eu não resisti, olhei pra ele e sorri. Então ele me falou que eu era linda e que meus olhos e minha carinha estavam deixando-o louco, quando ele falou isso minha xota deu uma piscada tão forte que fiquei toda molhada e dei um suspiro, ele percebeu e falou: “você gostou né, safadinha?”, e assim foi a viagem quase toda, ele me dizendo que eu era gostosa, que minhas pernas eram um tesão, e cada palavra dele me fazia mais e mais ficar molhada, tamanho era meu tesão, e ele percebia tudo.

Entramos em um túnel e pra meu delírio maior ele colocou a mão sobre minhas pernas, abriu e sem eu dizer nada enfiou o dedo na minha boceta que estava ensopada e falou: “nossa você está todinha melada, que delícia gata!”. Tirou o dedo de dentro da minha xota e lambeu, o túnel passou e quando pude perceber ele estava com o pau tão duro que parecia estourar a bermuda que estava vestindo.

Não demorou muito, tive que descer pois meu ponto havia chegado e pra outra surpresa minha ele desceu também, foi atrás de mim e me disse: “será que vamos ficar só nisso, você não vai fazer isso comigo, né gostosa?”. Eu parei e falei pra ele que não podia, pois eu era casada, então ele me disse que não tinha importância porque ele não era ciumento e apenas queria me ter, nem que fosse por uma só vez.

Não agüentei aquele pedido e perguntei a ele onde iríamos, ele me pegou pela mão e me levou a um motel que tinha ali perto. Não era um dos melhores, mas pra o que queríamos bastava. Mal chegamos, eu queria tomar um banho, mas ele não deixou, falou que queria chupar minha boceta com aquele melzinho que estava escorrendo lá. E assim fez, nossa não me agüentei, gozei na boca daquele homem maravilhoso, que lambida gostosa! Depois ele me beijou com a boca toda melada e me colocou pra mamar naquela piroca que parecia de cavalo, nem cabia na minha boquinha direito, mas como eu sei fazer direitinho fiz ele gozar na minha boca, ele gemia tanto tamanho era seu tesão, minha boca encheu de porra.

Fomos tomar um banho e, no banheiro, ele nem me deu chance. Me colocou de quatro e começou a cravar aquele cacetão enorme da minha xoxota, que já estava novamente melada. Socou com tanta força que parecia que ia vazar do outro lado, mas isso me excitava ainda mais e eu gemia e chamava ele de gostoso, garanhão e dizia que ele tinha a piroca mais gostosa que minha boceta já tinha experimentado. Ele não agüentou e gozou dentro da minha xota, era tanta porra que não cabia dentro, terminamos o banho e fomos pra cama.

Quando chegamos lá, o caralhão já estava em pé, duro que nem uma rocha novamente, não me senti rogada, comecei a pagar um boquete nele e ele socava a pica na minha boca como se estivesse comendo a boceta. Ia na minha garganta e chegava a me entalar, depois ele me colocou novamente de quatro e começou a me rasgar com aquela piroca que parecia estar mais dura e grossa ainda. Ele foi metendo, tirava e colocava, dava estocada e eu gemendo que nem uma puta no cio. Estava adorando aquela rola entrando e saindo, nossa como aquele homem sabia o que estava fazendo! Que delícia de macho!

Nisso eu já tinha gozado muitas vezes, ele só no vai e vem e dando estocadas quando, sem eu perceber, ele tirou o pau da minha boceta e começou a entrar no meu cuzinho. Quando começou a entrar aquele cabeção, me fez gritar de dor e de tesão e ele disse pra mim que ia deixar o meu cuzinho todo esfolado porque estava morrendo de vontade de comê-lo e doendo ou não, eu querendo ou não, ele ia comer assim mesmo.

Mas eu deixei porque mesmo com dor eu estava sentindo prazer, porque ouvia aquele homem todo se entregando de prazer pra mim e isso me deixava mais louca de tesão ainda, quando o cacete dele entrou todinho no cú, ele começou a dar bombada e gritando “caralho, que cuzinho gostoso, puta que pariu, que cú apertadinho! Nossa, sua cachorra, puta, vadia, vou encher esse cuzinho de porra!”. Quando ele falou isso, dei um gemido de prazer e gozei. Em seguida, ele encheu meu cu de porra, tirou o pau de dentro e me deu um abraço bem apertado, um beijo delicioso e me disse que nunca tinha comido uma mulher tão gostosa assim, que o satisfizesse desse jeito e que ele tinha constatado que tamanho não é documento. Tomamos um banho e fomos embora.

O meu estado de satisfação era tanto que acabei esquecendo de pegar o número do celular dele e também o seu nome, pois até hoje não sei o nome do homem maravilhoso que me deu tanto prazer. Sempre que lembro desse dia, fico toda molhada e posso dizer pra vocês que agora, relatando essa história, fiquei todinha melada, com um puta tesão e vou matar daqui a pouco com meu marido que está na cama à minha espera.

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