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Serviço completo 2: vale tudo
Autor: Leandro
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6.9

Embora eu ainda estivesse casado, minhas aventuras homo estavam cada vez mais intensas. Eu ainda sentia prazer com minha esposa, mas assumo que meu negócio mesmo passou a ser homem. As brincadeiras inventadas pelo Pedro ficavam cada vez melhores. Depois daquele concurso de boquetes que perdia o que gozasse mais rápido, ele inventou outro evento na casa dele e uma nova proposta: cinco amigos fariam sexo comigo com boquete ou anal, e ganharia aquele que se segurasse por mais tempo.

Estávamos todos na sala do apê do Pedro. Cervejinhas e petiscos. E um dvd pornô na tv. Pedro novamente quis ter a primazia. Me solicitou um boquete e depois me fez sentar sob seu pau duríssimo como uma rocha. Ele sentado na poltrona, me xingando como sempre faz, o que me dá ainda mais tesão: "Senta aqui seu veadinho. Vai tomar no rabo gostoso". Eu gostava de ser tratado daquela forma. "Quero ver tu conseguir caminhar amanhã depois de levar tanto pau no rabo". Ele me agarrava pela cintura e me puxava com força para baixo. Cravava mesmo. "Toma, toma no rabicó". E me provocava: "E a mulherzinha, tá em casa? Ela continua fazendo aquele boquete gostosinho?".

Os demais amigos se divertiam. Estavam todos apenas de cueca, volta e meia se masturbando. Um deles chegava com o pau bem perto do meu rosto, me atiçando. Eu sentia o cheiro daquela jeba e já tava louco para mamar. Senti que o Pedro estava prontinho. Intensifiquei o sobre e desce. Ritmei. E pedi: "Quero teu leitinho bem quente no meu cuzinho, Pedro. Vai, solta ele todo...". Veio. O pau pulsou. Estava lá dentro, no fundo, me preenchendo, me melecando. O Pedro sempre afundava o máximo na hora da gozada e eu já sabia disso. Foram 25 minutos de sexo com meu amante número 1.

O segundo era o rapazote que já estava em ponto de bala, me provocando. Pediu umas lambidas no saco que dei com imenso prazer. Pau cheiroso, limpinho, bonitão. Fino e de bom tamanho. Optou por me deixar de quatro no tapete. Entrou fácil e me despertou um tesão enorme na próstata. Ele tava com muita vontade. Também me xingava. Não segurou muito tempo, a ansiedade era demais do garotão. Bombou com mais força e deu uma primeira ejaculada lá dentro. Depois tirou e terminou de esporrar sob minhas costas, me lambuzando todo. Pedi um tempo. Fui tomar uma ducha rápida. O cara se acabou em apenas 17 minutos.

Voltei e era a vez do gordão. Lembram? Aquele barrigudo de 120 quilos que me deu trabalho na vez passada e quase me matou no cansaço. Mas eu lembro que a gozada dele fora a mais robusta e que aquilo me despertara tesão. O gordo me atraía não sei porquê. Ele ficou sentado e me solicitou primeiramente um boquete. Desta vez, endureceu mais rápido a pica. Até achei que ele ia gozar. Mas aí me pediu o fiofó. Ficou deitado e eu sentei. Os demais riam, se divertiam com a cena. Alguns seguiam se masturbando enquanto não chegava a vez.

O gordo me atolou. Fiquei eu no sobe e desce e ele arfando de prazer. A respiração do gordo me preocupava. Queria fazê-lo gozar logo. Apressei meus movimentos. Olhei para trás e vi que ele estava delirando de prazer, transtornado mesmo. "Quer gozar agora?", perguntei. Ele respondeu que não. Queria mais do meu cuzinho. Enterrei mais minha bundinha, fazendo-o me penetrar todo. Rebolei. "Agora me chupa. Quero gozar na tua cara", o gordo disse e ficou imóvel no chão. Continuou deitado, enquanto eu me virava, deitava no chão e passava a sugá-lo com todo meu capricho. Vi que dois ou três deles estavam com o pau ereto, em avançada punheta.

Chupei as bolas, o saco e passei o membro do gordo no meu rosto. Coloquei dentro da boca. Tirei. Coloquei de novo. Lambi a cabeçorra, super-inchada. O gordo de boca aberta já não suportava mais. Apertou minha cabeça contra seus bagos. E descarregou. Seu pau golfou e senti flechadas de esperma no meu rosto. Como um risco branco, por toda minha face, na boca, lábios e até na testa. Um cheiro forte de porra tomou conta do ambiente. As últimas golfadas já vinham com um líquido mais fino, quase transparente. O gordo se acabou em 38 minutos.

Eu pensava em me levantar quando um deles, também jovem como o anterior, me segurou, me deixando de joelhos. "Fica aí, fica aí", avisou, abruptamente. E não deu tempo para fazer muita coisa. Ele já estava praticamente se esvaindo em porra. Havia ficado com muito tesão ao ver o sexo com o gordo. Só deu tempo de encostar minha boca na cabeça do pau dele. Peguei na verdade os últimos momentos de sua punheta que finalizou no meu rosto. Mais porra. E em boa dose também. Um jato nos lábios, outro na bochecha e mais outro na boca. Desta vez, engoli um tanto. E deixei que ele depositasse o resto na minha língua que encostei embaixo da glande. Foi uma gargalhada geral pois este se entregou em exatos 20 segundos a contar da hora que pude me dedicar ao seu pau.

Pedi descanso. Me limpei. Bebi. E foi a vez do cinqüentão grisalho, homem de aliança, me traçar. Na vez passada ele já havia me perguntado, após o boquete, se eu "era de anal também". Portanto, eu sabia que ele iria querer me empurrar sua pica. Iniciei com uma boa mamada a fim de deixá-lo ainda mais robusto. Não precisou mais do que dois minutos de boquete e massagens nas bolas para deixá-lo duro e apontado para o teto como uma flecha. Mas mamei mais. Passei a vara no meu rosto, chupei. Minha cabeça subia e descia enquanto seu pau sumia dentro da minha boca.

Senti que ele quase "se soltou ali mesmo". Me pôs de quatro e empurrou bem lentamente sua jeba no meu furinho. Foi entrando com cautela. Eu me sentia todo descabaçado, aberto. Ele foi calmo apenas no começo. Depois, iniciou um vai-e-vem ativo, forte, ritmado. De todos, foi o que meteu com mais força, não respeitando as preguinhas que ainda restavam. E dizia: "Toma, toma, toma, toma pica no rabo". Eu gostava do tratamento. "Mete, mete, mete seu pau sem dó deste rabinho, mete tudo". Ele gostava. Seu pau pulsava dentro de mim. O homem parecia alucinado. Me cravou com tudo. Botava lá no fundo, com força, tirava devagar, deixando o membro quase sair. E cravava de novo.

Eu delirava. Queria fazê-lo ejacular todo no meu reto. Os outros cuidavam o cronômetro, pois se ele conseguisse segurar um pouco mais venceria o gordo. E eu queria dar a vitória à generosa e farta dose de porra que o gordinho me deu para beber. "Tu tem porra pra deixar no meu cuzinho, tem? Então te acaba todo e me meleca por dentro", eu disse. E continuei: "Agora que tu me arrombou todo eu mereço receber teu esperma quente. Vai, solta aqui na minha bundinha, despeja tudo, despeja bastante leite, te esvai em porra no meu fiofó".

E mandei: "Eu quero tua acabada agora ou nunca mais te dou este cu e chupo teu pau. Goza agora!".E foi assim que ele explodiu no meu rabo. Empurrou até onde dava, deixando seus pentelhos colados na minha bundinha branca. E assim despejou seu leite. Ficou imóvel, fazendo pequenos movimentos e gozando bem lá no fundo do meu rabicó. Que loucura. Foi a melhor transa da noite, 40 minutos. Ele conseguiu segurar mais que meu gordinho. Mas foi uma vitória merecida para quem se dedicou a comer (e bem) meu rabo.

Quando todos foram embora, Pedro, generoso, disse que seu pau estava à minha disposição para que eu também gozasse. Optei por fazer um boquete nele e nem consegui me dedicar muito devido ao meu cansaço. Pedro ficou em pé e eu de joelhos, chupando seu pau e me masturbando. Pedro me pediu para gozar dentro da minha boca, no calor da minha língua. Gostei da idéia.

Ele gozou bem rapidinho uma gozada grossa, de porra espessa e sem grande quantidade. Me lambuzou a boca por dentro. Eu sentia direitinho seu pau golfando e a porra saindo dentro da minha boca. Senti seu gosto, abri a boca como uma putinha para mostrar o estrago e engoli seu leite que estava mais quente que o normal. Ele me mandou gozar, mesmo sob o tapete.

Me punhetei enquanto era chamado de "putinho, mamador, cú arregaçado, engolidor de esperma", até soltar uma grande quantidade de meu leitinho no chão. Foi mais uma noite inesquecível. E, é verdade, quase não consegui sentar no dia seguinte.

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