Autor: A mulher infiel
6.8
Eu sou de São Paulo, me chamo Claudia e escrevo esta história para contar algo que aconteceu na minha vida que a mudou radicalmente. Eu tenho 27 anos e estou casada com Ernesto (31 anos e dono de uma garagem) há mais de cinco anos. Ernesto foi meu primeiro namorado, mas como ele já tinha 31, teve várias namoradas.
Eu era uma mulher muito certinha, mas o meu marido não gostava de uma só mulher, ele gosta de varias. Mas nunca foi infiel até o dia em que Carla, a nova secretária dele, chegou para trabalhar na garagem e ele começou a ter uma relação com ela. Eles se juntavam na garagem e começavam a fazer sexo. Ele pegava ela e começava beijando ela toda, tirava sua roupa e beijava sua buceta, então depois de tanto mamar, ele metia nela com toda força.
Um dia comecei a desconfiar, fui de tarde na garagem e fiquei olhando os dois. Primeiro eu fiquei com raiva, mas depois comecei a sentir uma coisa estranha. Todo dia fazia a mesma coisa, da janela eu via como meu marido fodia aquela puta, e quando ele chegava em casa eu não falava nada. Ate que um dia eu entrei séria e falei “o que você ta fazendo?”, ele ficou todo nervoso e falou que explicaria. Depois eu ri safadamente e falei “por que você não me convidou para comer uma putinha?”.
Ele veio até mim e não ofereci qualquer resistência, nem poderia ousar em fazê-lo. Com todo o tesão que eu estava sentindo, a única reação que tive foi erguer a cabeça como que a oferecer-lhe meu pescoço, ao mesmo tempo em que acariciava a sua nuca com um dos braços erguidos sobre seus ombros. Sem titubear, ele pegou em meus seios de uma só vez, com as duas mãos, apertando-os suavemente, ao mesmo tempo em que me dava um chupão no pescoço.
Eu estava completamente entregue. Comecei a forçar minha bunda contra seu pau, rebolando suavemente. Ficamos assim por alguns instantes, sem nenhum de nós dois falar qualquer coisa. Com um movimento firme, ele me virou e tascou um longo, profundo e molhado beijo na boca. O volume contra o meu ventre já indicava o tamanho da bitola do seu pau. Fui conferir com uma das mãos e constatei que realmente se tratava de um pau enorme, grosso e duro.
Quase que instintivamente, me agachei, desabotoei a calça, tirei pra fora a pica dele e comecei a chupar. Era um colosso de pau! A maior espessura que eu já havia visto. Eu segurava com as duas mãos e só conseguia abocanhá-lo até pouco mais que a cabeça. Comecei então a chupá-lo com sofreguidão, lambendo toda a extensão, indo dos colhões até a ponta da cabeça, onde me dedicava por mais tempo: era uma delícia.
Não via a hora de tê-lo todo cravado nas minhas entranhas. Passados alguns minutos ele me ergueu pelos braços, e com uma certa dose de violência me empurrou contra o sofá, que se encontrava um pouco atrás de mim. Caí sentada e mal tive tempo de desafivelar as minhas sandálias. Ele rapidamente se ajoelhou na minha frente e começou a lamber minhas pernas, indo de cima a baixo, dedicando especial atenção aos meus pés e coxas.
Dobrei minhas pernas erguendo-as o suficiente para expor completamente minha xaninha, e com as mãos segurando-as por detrás dos joelhos. Ele nem perdeu tempo em retirar minha calcinha; com um só solavanco, arrebentou-a para em seguida cair de boca na minha buceta. Aquilo era uma loucura... Já enlouquecida de tesão, puxei sua cabeça firmemente contra a minha boceta e recebi um delicioso banho de língua, até que gozei na boca de ele. Fiquei quase desfalecida.
Ele mantinha aquele pau enorme e duro apontado para cima, pronto para me rasgar. Sem dar tempo para eu me refazer, ele virou-se para mim com aquela voz gostosa e disse: “fica de quatro, vadia, vou te comer para você nunca mais esquecer”. Prontamente obedeci à ordem recebida e fiquei de quatro, apoiada com os braços no encosto do sofá. Foram alguns instantes de pura expectativa, pois sabia que ia ser comida por ele em questão de segundos.
De uma só vez fui violenta e deliciosamente penetrada por ele. Sem nenhuma dó, ele começou a estocar com força aquele caralho todo dentro de mim. Era uma sensação indescritível... Sentir aquele pau entrando e saindo de mim, tocando lá no fundo era uma loucura! Eu gritava feito uma cachorra com o vigor das estocadas, mas sentia um enorme prazer em tê-lo dentro de mim.
Depois de uns dez minutos sendo deliciosamente subjugada por aquele macho, ele retirou o pau da minha boceta ensopada, sentou-se ao meu lado e apenas sorriu. Ao ver aquele pau olhando para mim, não tive dúvida sobre o que desejava e montei nele. Assim, face a face com aquele homem com ‘H’, beijando-o na boca, comecei a cavalgá-lo feito uma louca, sentido-o profundamente dentro de mim.
Com o rosto desfigurado pelo tesão, ele começou a chupar os meus seios enquanto me segurava fortemente pela cintura. Ao mesmo tempo forçava com um dos dedos a entrada do meu cuzinho. Um arrepio tomou conta de todo o meu corpo. Já completamente fora de mim, puxei sua mão, que brincava lá atrás, levei-a até minha boca e lubrifiquei com minha própria saliva, para logo em seguida levá-la de volta para onde estava, incentivando-o a ir em frente.
Uma onda de prazer percorreu todo o meu corpo assim que ele meteu o dedo. Com o pau atolado na minha boceta e um dedo cravado no meu cu, meu corpo todo começou a tremer em gozo novamente. Entusiasmado com minha excitação, ele virou-me bruscamente de modo que eu ficasse deitada no sofá, e sem tirar o pau de dentro curvou-se sobre mim, com minhas pernas em volta de seus ombros, e me comeu.
Ele fez muita pressão nas estocadas enquanto eu ainda gozava, para então tirar o cacete da minha boceta e começar a forçá-lo na entrada do meu rabinho. Eu estava completamente entregue. Seria toda dele, do jeito que ele quisesse. Olhando em seus olhos, com nossos rostos bem próximos, apenas sussurrei baixinho: “você quer comer o meu cuzinho, né garanhão? Então põe com carinho, tá?”. Dito e feito... com muita habilidade e sem nenhuma pressa, ele foi forçando a entrada aos poucos.
Senti primeiramente o toque, o alargamento, e finalmente a penetração. Não demorou muito e ele já estava todo dentro de mim, cravado no meu rabinho. Com as mãos segurando meus tornozelos, ele me pôs de lado, mantendo-se dentro de mim e aumentando gradualmente o ritmo e a intensidade das estocadas. Senti que eu não demoraria muito pra gozar novamente, só que dessa vez tomando no cu. Segurando-me fortemente pela anca, ele também estava prestes gozar.
Não agüentei por muito tempo e comecei a gozar freneticamente, sentindo mais uma vez todo o meu corpo trêmulo. Vendo-me assim, urrando de prazer, ele também começou a gozar forte, metendo tudo até a virilha. Pude sentir o calor de sua porra invadindo meu cu, o que acabou me proporcionando uma incrível lubrificação. Eu estava totalmente arrombada.
Com o pau ainda duro e dentro de mim, ele continuava com as estocadas, às vezes tirando-o completamente para logo em seguida enfiar de volta. Aquilo era uma delícia... Virei um pouco mais, ficando de bruços, e deixei que ele continuasse a me enrabar até que depositasse a última gota da sua porra no meu cu, para então relaxar completamente o corpo sobre mim.
Ficamos assim ainda por uns dez minutos ou mais, ambos extasiados de tanto sexo e tesão, uma sensação simplesmente maravilhosa. Depois nós vimos que a secretária tinha ido embora. Várias vezes nós fizemos sexo com a secretaria.